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	<title>Comentários sobre: Distimia</title>
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	<description>Escritos por Marilena Teixeira Netto</description>
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		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/11/13/distimia/#comment-1035</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 15:35:59 +0000</pubDate>
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		<description>04/04/2009 Comentário recebido:
Tenho 22 anos e tenho distimia há 10 anos. Já fiz tudo o que podia ser feito para ficar bem e ainda não consigo. Às vezes acho que vou enlouquecer, já não sei mais o que fazer e nem o que procurar para que seja feito. Tenho uma linda família, um filho lindo e um esposo maravilhoso. Mas ainda sou fechada, queria ser simpática com os outros, sorrir, brincar, dançar, mas não consigo. O que faço? Onde devo procurar ajuda?

Marilena responde:
Você diz que já fez de tudo, mas não relatou o que fez exatamente...
De qualquer modo, se você desconfia que tem Distimia, o correto seria procurar um psiquiatra para que ele possa fazer um diagnóstico correto com a medicação e, também, você deve procurar uma terapia . Foi esse o procedimento que você já fez?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>04/04/2009 Comentário recebido:<br />
Tenho 22 anos e tenho distimia há 10 anos. Já fiz tudo o que podia ser feito para ficar bem e ainda não consigo. Às vezes acho que vou enlouquecer, já não sei mais o que fazer e nem o que procurar para que seja feito. Tenho uma linda família, um filho lindo e um esposo maravilhoso. Mas ainda sou fechada, queria ser simpática com os outros, sorrir, brincar, dançar, mas não consigo. O que faço? Onde devo procurar ajuda?</p>
<p>Marilena responde:<br />
Você diz que já fez de tudo, mas não relatou o que fez exatamente&#8230;<br />
De qualquer modo, se você desconfia que tem Distimia, o correto seria procurar um psiquiatra para que ele possa fazer um diagnóstico correto com a medicação e, também, você deve procurar uma terapia . Foi esse o procedimento que você já fez?</p>
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		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/11/13/distimia/#comment-947</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 00:02:48 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;02/04/2009 Comentário recebido:&lt;/strong&gt;
&lt;em&gt;Meu marido (temos mais de 30 anos de casados) tem um mal humor que nos prejudica. Quase nunca vê as coisas como são. Está sempre a reclamar de tudo, a criticar e, muitas vezes, acha que as pessoas o perseguem e só pensam em prejudicá-lo. Já marquei um psicólogo, o qual ele só foi a 4 seções, nesse período achamos que melhorou, apesar dele dizer que não influenciou em nada. Gostaria que me ajudasse no sentido de fazê-lo aceitar que isso é uma doença e que precisa de tratamento, pois é difícil a convivência e sei que com a idade avançando ficara pior (ele já passou dos 50 anos). Lendo a respeito das causas, acho que no caso dele, foi a morte do pai, quando ele ainda era criança e até hoje o pai era o herói que ele não pode conviver.&lt;/em&gt; 

&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
Uma pena ele ter interrompido a terapia. 4 sessões é apenas o início de um largo caminho.
A medicação é necessária, no entanto, e a terapia sozinha, NÃO é o suficiente. O paciente precisa da medicação feita por um psiquiatra. 

Como parece que  ele é resistente em procurar ajuda por si só, o melhor seria você procurar artigos, revistas, etc... e mostrar a ele para que ele leia e se perceba vivendo esse quadro.

Outra alternativa, caso ele ignore isso, seria você buscar alguém da família, ou amigo, que ele considere e respeite e possa conversar com ele sobre isso.

Ainda, outra alternativa, é a da pessoa mais próxima (você, por exemplo) buscar ajuda indo você a um psiquiatra (dizendo a ele que você precisa  saber como lidar com esse comportamento dele) e ele iria acompanhando você. Numa primeira consulta você iria sozinha e conversaria com o psiquiatra sobre o caso dele e numa segunda consulta, o médico já sabendo disso, poderia conversar com ele.

Ou ainda, você procuraria uma psicoterapia  (explicando a ele que você precisa ir para saber como lidar com esse comportamento dele) e ele poderia acompanhar você em alguma sessão (no sentido de dar mais informações sobre o caso dele).

Pense em algumas dessas alternativas. Geralmente, quando a pessoa percebe que algum familiar está disposto a procurar ajuda pois a convivencia está muito difícil por causa disso, ela mesma decide então fazer uma consulta. Tente pelos artigos primeiro, mas lembre-se que para Distimia, a medicação é fundamental e talvez por isso ele tenha se decepcionado com a terapia, pois viu que a mudança seria nula.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>02/04/2009 Comentário recebido:</strong><br />
<em>Meu marido (temos mais de 30 anos de casados) tem um mal humor que nos prejudica. Quase nunca vê as coisas como são. Está sempre a reclamar de tudo, a criticar e, muitas vezes, acha que as pessoas o perseguem e só pensam em prejudicá-lo. Já marquei um psicólogo, o qual ele só foi a 4 seções, nesse período achamos que melhorou, apesar dele dizer que não influenciou em nada. Gostaria que me ajudasse no sentido de fazê-lo aceitar que isso é uma doença e que precisa de tratamento, pois é difícil a convivência e sei que com a idade avançando ficara pior (ele já passou dos 50 anos). Lendo a respeito das causas, acho que no caso dele, foi a morte do pai, quando ele ainda era criança e até hoje o pai era o herói que ele não pode conviver.</em> </p>
<p><strong>Marilena responde:</strong><br />
Uma pena ele ter interrompido a terapia. 4 sessões é apenas o início de um largo caminho.<br />
A medicação é necessária, no entanto, e a terapia sozinha, NÃO é o suficiente. O paciente precisa da medicação feita por um psiquiatra. </p>
<p>Como parece que  ele é resistente em procurar ajuda por si só, o melhor seria você procurar artigos, revistas, etc&#8230; e mostrar a ele para que ele leia e se perceba vivendo esse quadro.</p>
<p>Outra alternativa, caso ele ignore isso, seria você buscar alguém da família, ou amigo, que ele considere e respeite e possa conversar com ele sobre isso.</p>
<p>Ainda, outra alternativa, é a da pessoa mais próxima (você, por exemplo) buscar ajuda indo você a um psiquiatra (dizendo a ele que você precisa  saber como lidar com esse comportamento dele) e ele iria acompanhando você. Numa primeira consulta você iria sozinha e conversaria com o psiquiatra sobre o caso dele e numa segunda consulta, o médico já sabendo disso, poderia conversar com ele.</p>
<p>Ou ainda, você procuraria uma psicoterapia  (explicando a ele que você precisa ir para saber como lidar com esse comportamento dele) e ele poderia acompanhar você em alguma sessão (no sentido de dar mais informações sobre o caso dele).</p>
<p>Pense em algumas dessas alternativas. Geralmente, quando a pessoa percebe que algum familiar está disposto a procurar ajuda pois a convivencia está muito difícil por causa disso, ela mesma decide então fazer uma consulta. Tente pelos artigos primeiro, mas lembre-se que para Distimia, a medicação é fundamental e talvez por isso ele tenha se decepcionado com a terapia, pois viu que a mudança seria nula.</p>
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	<item>
		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/11/13/distimia/#comment-946</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 23:39:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/distimia/#comment-946</guid>
		<description>&lt;strong&gt;02/04/2009 Comentário recebido:&lt;/strong&gt;
&lt;em&gt;Oi. Vi uma reportagem que falava da distimia e fui pesquisar na internet. O curioso é que eu tenho todos os sintomas. Já tinha até falado com meus filhos e marido que não sei como eles me aguentam, pois tenho um estado de mal humor muito grande. Sou uma pessoa desesperançosa e meu apetite cresceu muito, estou ficando muito gorda, tenho insônia todos os dias. Gostaria de saber se devo me tratar com um psicólogo ou psiquiatra?&lt;/em&gt;
&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
Procure primeiro um psiquiatra para ver se fato você se encaixa no quadro de Distimia. Só ele poderá averiguar isso de perto. 
Insônia e apetite já não fazem parte, no entanto, do quadro de Distimia e devem ser vistos por outras áreas.
Você não disse sua idade. Menopausa pode causar insonia e irritabilidade. 
Excesso de açúcar, pode causar insonia (taquicardia). Leia mais sobre &lt;a href=&quot;http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/depressao-mascarada/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&quot;Depressão Mascarada&quot;&lt;/a&gt;.  
Distúrbios alimentares podem ter causa emocional.
Se você está fora da idade de menopausa, etc.... e dos outros quadros, procure sim um psiquiatra para melhor diagnosticar seu caso. 
Distimia é mais comum do que imagina e atualmente, com a gama de medicação adequada, a pessoa rapidamente começa a ter outra qualidade de vida. Ajude-se nesse sentido e procure um psiquiatra o quanto antes para que ele possa ajudar você.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>02/04/2009 Comentário recebido:</strong><br />
<em>Oi. Vi uma reportagem que falava da distimia e fui pesquisar na internet. O curioso é que eu tenho todos os sintomas. Já tinha até falado com meus filhos e marido que não sei como eles me aguentam, pois tenho um estado de mal humor muito grande. Sou uma pessoa desesperançosa e meu apetite cresceu muito, estou ficando muito gorda, tenho insônia todos os dias. Gostaria de saber se devo me tratar com um psicólogo ou psiquiatra?</em><br />
<strong>Marilena responde:</strong><br />
Procure primeiro um psiquiatra para ver se fato você se encaixa no quadro de Distimia. Só ele poderá averiguar isso de perto.<br />
Insônia e apetite já não fazem parte, no entanto, do quadro de Distimia e devem ser vistos por outras áreas.<br />
Você não disse sua idade. Menopausa pode causar insonia e irritabilidade.<br />
Excesso de açúcar, pode causar insonia (taquicardia). Leia mais sobre <a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/depressao-mascarada/" rel="nofollow">&#8220;Depressão Mascarada&#8221;</a>.<br />
Distúrbios alimentares podem ter causa emocional.<br />
Se você está fora da idade de menopausa, etc&#8230;. e dos outros quadros, procure sim um psiquiatra para melhor diagnosticar seu caso.<br />
Distimia é mais comum do que imagina e atualmente, com a gama de medicação adequada, a pessoa rapidamente começa a ter outra qualidade de vida. Ajude-se nesse sentido e procure um psiquiatra o quanto antes para que ele possa ajudar você.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/11/13/distimia/#comment-945</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 23:32:52 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;02/04/2009 Comentário recebido:&lt;/strong&gt;
&lt;em&gt;Tenho mais de 40 anos, vendo em um jornal, na TV, sobre distimia, me chamou muito a atenção, pois me encaixo em vários sintomas comportamentais como: mal humor constante, irritabilidade, ansiedade, baixo auto estima, intolerância, falta de esperança, isolamento social, melancolia, tristeza, e falta de concentração e etc. Nunca usei anti depressivos e receio ir a um psiquiatra, lendo os comentários me tranquilizei e me interessei em ir, pois acho q estou deixando de ser feliz com os meus familiares, pq levo a vida em criticá-los, reclamo de tudo q fazem, sempre eu achando q eles não fazem nada certo, certamente me dirá q procure um médico, sim farei isso mas preciso saber sua opinião, onde é q realmente me encaixo nos sintomas ? se distimia, depressão ou o que ? agradeço e peço pelo amor de Deus q me ajude a ser e fazer os outros felizes, às vezes, tenho medo das minhas atitudes, mas estou trabalhando isso sozinho. Por favor me responda.
&lt;/em&gt;
&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
Se você se percebe encaixando dentro dos sintomas de distimia, o mais indicado é mesmo procurar um psiquiatra.
A distimia pode agravar-se sim com o tempo e hoje em dia, com tanta medicação eficiente, não há necessidade de você suportar e de nem seus familiares suportarem tal comportamento.
Se você trabalha, tem disposição para sair de casa (mesmo reclamando) significa que &quot;depressão&quot; propriamente dita, talvez você ainda não tenha. Em casos de depressão profunda (e para isso existe uma graduação, pois há vários níveis de depressão) a pessoa nem consegue levantar da cama e dorme o dia todo, por exemplo.
No entanto, a melhor pessoa para averiguar e fazer um diagnóstico reciso, será o psiquiatra. Ele inclusive irá começar com uma medicação ajustada especialmente para você. Os remédios atualmente são receitados &quot;sob medida&quot; como se fossem roupas feitas por alfaiates. Ele irá ajustando essa medicação e qualquer sintoma diferente que você possa apresentar, ele poderá mudar, diminuir, combinar, alterar e assim por diante.
Caso seja necessário, ele poderá indicar uma psicoterapia para que possa melhor e mais rápido, ajudar você.
Não hesite em procurar ajuda pois com todos os pacientes que já tive com Distimia, (medicados também) sempre vi uma melhora considerável e rápida!
Os próprios familiares se surpreedem com a melhora rápida e diferenças pequenas já começam a ser notadas em seguidas.
Faça isso o quanto antes! Use tudo o que estiver a seu alcance para ter uma qualidade de vida saudável</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>02/04/2009 Comentário recebido:</strong><br />
<em>Tenho mais de 40 anos, vendo em um jornal, na TV, sobre distimia, me chamou muito a atenção, pois me encaixo em vários sintomas comportamentais como: mal humor constante, irritabilidade, ansiedade, baixo auto estima, intolerância, falta de esperança, isolamento social, melancolia, tristeza, e falta de concentração e etc. Nunca usei anti depressivos e receio ir a um psiquiatra, lendo os comentários me tranquilizei e me interessei em ir, pois acho q estou deixando de ser feliz com os meus familiares, pq levo a vida em criticá-los, reclamo de tudo q fazem, sempre eu achando q eles não fazem nada certo, certamente me dirá q procure um médico, sim farei isso mas preciso saber sua opinião, onde é q realmente me encaixo nos sintomas ? se distimia, depressão ou o que ? agradeço e peço pelo amor de Deus q me ajude a ser e fazer os outros felizes, às vezes, tenho medo das minhas atitudes, mas estou trabalhando isso sozinho. Por favor me responda.<br />
</em><br />
<strong>Marilena responde:</strong><br />
Se você se percebe encaixando dentro dos sintomas de distimia, o mais indicado é mesmo procurar um psiquiatra.<br />
A distimia pode agravar-se sim com o tempo e hoje em dia, com tanta medicação eficiente, não há necessidade de você suportar e de nem seus familiares suportarem tal comportamento.<br />
Se você trabalha, tem disposição para sair de casa (mesmo reclamando) significa que &#8220;depressão&#8221; propriamente dita, talvez você ainda não tenha. Em casos de depressão profunda (e para isso existe uma graduação, pois há vários níveis de depressão) a pessoa nem consegue levantar da cama e dorme o dia todo, por exemplo.<br />
No entanto, a melhor pessoa para averiguar e fazer um diagnóstico reciso, será o psiquiatra. Ele inclusive irá começar com uma medicação ajustada especialmente para você. Os remédios atualmente são receitados &#8220;sob medida&#8221; como se fossem roupas feitas por alfaiates. Ele irá ajustando essa medicação e qualquer sintoma diferente que você possa apresentar, ele poderá mudar, diminuir, combinar, alterar e assim por diante.<br />
Caso seja necessário, ele poderá indicar uma psicoterapia para que possa melhor e mais rápido, ajudar você.<br />
Não hesite em procurar ajuda pois com todos os pacientes que já tive com Distimia, (medicados também) sempre vi uma melhora considerável e rápida!<br />
Os próprios familiares se surpreedem com a melhora rápida e diferenças pequenas já começam a ser notadas em seguidas.<br />
Faça isso o quanto antes! Use tudo o que estiver a seu alcance para ter uma qualidade de vida saudável</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/11/13/distimia/#comment-881</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 01:20:23 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;22/03/2009 Comentário recebido:&lt;/strong&gt;
&lt;em&gt;Separei-me recentemente, depois de anos de casado. Eu poderia viver a vida inteira com minha ex-mulher, já que, além de amá-la, em muitos momentos ela me fazia muito bem: me colocava pra cima, me incentivava, era carinhosa e inteligente. Mas, em outros momentos, ela me atazanava a vida, encrencava com pequenos detalhes de algo que eu dizia ou fazia, ela fazia desses pequenos detalhes um monstro de sete cabeças e, articulada como é, dava nós na lógica para se justificar e argumentar. Outras vezes, fazíamos planos de viagem para lugares interessantes, mas quando chegávamos no lugar, quase sempre era um desastre, ficávamos mal o tempo todo. A maioria dos meus amigos ela achava medíocres, eu sempre ficava tenso quando estava com ela e eles. Cada vez, era mais comum ela me agredir com palavras e eu percebia que esses momentos estavam aumentando na proporção em que eu me calava, como se estivesse resignado (acho que estava mais cansado que outra coisa). Aí é que ela procurava me agredir ainda mais. E não era só comigo, os amigos mais próximos estavam se distanciando, ela brigava com todos. No trabalho, acontecia a mesma coisa, ninguém a aguentava mais. Ela era a chata, na opinião de muitos. Ela tinha consciência de sua dificuldade em se relacionar com os outros, mas, ao mesmo tempo, se orgulhava de ter uma &quot;personalidade forte&quot;, de ter opinião, já que &quot;todos são covardes&quot;.
Só agora que separamos é que ouvi falar em distimia e lamento não ter podido fazer nada para ajudá-la quando a gente estava junto. Eu já havia desconfiado de outros transtornos, como bipolaridade ou até esquizofrenia, mas não batiam os sintomas. Acredito que seja mesmo distimia, ela tem quase todos os sintomas que li, inclusive aumento do apetite. Ela sempre procurou ajuda com terapias (inclusive, com psiquiatra também), mas, ao que eu saiba, nenhum diagnosticou esse problema. Acredito na disposição dela em se tratar, ela sempre teve a intuição de que tinha um problema. Não estamos nos relacionando bem, ela está com muita raiva de mim, mas gostaria de fazer algo para que ela tivesse conhecimento dessa doença e procurasse tratamento.
Sinto-me culpado por não ter ajudado quando podia e receio que ela fique cada vez mais isolada, como soube que está. Nessa situação, o que eu poderia fazer para ela se conscientizar?
&lt;/em&gt;
&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
Como você não possui muito contato, atualmente, com ela o melhor seria enviar alguns textos sobre Distimia para que ela pudesse ou não, &quot;enquadrar-se&quot; dentro desse sintomas.
É mais eficiente caminhar por esse lado, pois há algumas pessoas que se negam a reconhecer que têm algum problema (quando isso é dito por familiares) e só quando lêem alguma coisa se convencem.
Outra alternativa, seria identificar algum familiar da parte dela, que tenha alguma influência sobre ela e que possa, depois de ouvir você, sugerir que ela se trate convenientemente.
A  própria separação poderá fazer com que ela (passando a raiva imediata) reflita sobre o que ela poderia ter feito para que essa situação não chegasse onde chegou.
Muitas pessoas precisam desse tempo de afastamento para se questionarem e só então buscarem ajuda adequada. 

&lt;strong&gt;Retorno...&lt;/strong&gt;
&lt;em&gt;Muito obrigado pelo retorno. Falarei com uma irmã dela. Assim como você considera, eu já intuia que a separação podia ter esse lado positivo, que é ela se questionar. Mais uma vez, obrigado. Muito importante você manter o site, é uma forma de nos entendermos uns aos outros de forma melhor.&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>22/03/2009 Comentário recebido:</strong><br />
<em>Separei-me recentemente, depois de anos de casado. Eu poderia viver a vida inteira com minha ex-mulher, já que, além de amá-la, em muitos momentos ela me fazia muito bem: me colocava pra cima, me incentivava, era carinhosa e inteligente. Mas, em outros momentos, ela me atazanava a vida, encrencava com pequenos detalhes de algo que eu dizia ou fazia, ela fazia desses pequenos detalhes um monstro de sete cabeças e, articulada como é, dava nós na lógica para se justificar e argumentar. Outras vezes, fazíamos planos de viagem para lugares interessantes, mas quando chegávamos no lugar, quase sempre era um desastre, ficávamos mal o tempo todo. A maioria dos meus amigos ela achava medíocres, eu sempre ficava tenso quando estava com ela e eles. Cada vez, era mais comum ela me agredir com palavras e eu percebia que esses momentos estavam aumentando na proporção em que eu me calava, como se estivesse resignado (acho que estava mais cansado que outra coisa). Aí é que ela procurava me agredir ainda mais. E não era só comigo, os amigos mais próximos estavam se distanciando, ela brigava com todos. No trabalho, acontecia a mesma coisa, ninguém a aguentava mais. Ela era a chata, na opinião de muitos. Ela tinha consciência de sua dificuldade em se relacionar com os outros, mas, ao mesmo tempo, se orgulhava de ter uma &#8220;personalidade forte&#8221;, de ter opinião, já que &#8220;todos são covardes&#8221;.<br />
Só agora que separamos é que ouvi falar em distimia e lamento não ter podido fazer nada para ajudá-la quando a gente estava junto. Eu já havia desconfiado de outros transtornos, como bipolaridade ou até esquizofrenia, mas não batiam os sintomas. Acredito que seja mesmo distimia, ela tem quase todos os sintomas que li, inclusive aumento do apetite. Ela sempre procurou ajuda com terapias (inclusive, com psiquiatra também), mas, ao que eu saiba, nenhum diagnosticou esse problema. Acredito na disposição dela em se tratar, ela sempre teve a intuição de que tinha um problema. Não estamos nos relacionando bem, ela está com muita raiva de mim, mas gostaria de fazer algo para que ela tivesse conhecimento dessa doença e procurasse tratamento.<br />
Sinto-me culpado por não ter ajudado quando podia e receio que ela fique cada vez mais isolada, como soube que está. Nessa situação, o que eu poderia fazer para ela se conscientizar?<br />
</em><br />
<strong>Marilena responde:</strong><br />
Como você não possui muito contato, atualmente, com ela o melhor seria enviar alguns textos sobre Distimia para que ela pudesse ou não, &#8220;enquadrar-se&#8221; dentro desse sintomas.<br />
É mais eficiente caminhar por esse lado, pois há algumas pessoas que se negam a reconhecer que têm algum problema (quando isso é dito por familiares) e só quando lêem alguma coisa se convencem.<br />
Outra alternativa, seria identificar algum familiar da parte dela, que tenha alguma influência sobre ela e que possa, depois de ouvir você, sugerir que ela se trate convenientemente.<br />
A  própria separação poderá fazer com que ela (passando a raiva imediata) reflita sobre o que ela poderia ter feito para que essa situação não chegasse onde chegou.<br />
Muitas pessoas precisam desse tempo de afastamento para se questionarem e só então buscarem ajuda adequada. </p>
<p><strong>Retorno&#8230;</strong><br />
<em>Muito obrigado pelo retorno. Falarei com uma irmã dela. Assim como você considera, eu já intuia que a separação podia ter esse lado positivo, que é ela se questionar. Mais uma vez, obrigado. Muito importante você manter o site, é uma forma de nos entendermos uns aos outros de forma melhor.</em></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/11/13/distimia/#comment-465</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jan 2009 21:29:03 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
O melhor seria você procurar um psiquiatra apenas para fazer um diagnostico mais preciso.
Relate tudo o que sentia e sente até hoje e ele poderá dizer-lhe se você sofre ou não de distimia.
&lt;em&gt;
(estamos respondendo diretamente no blog e não de forma privada, pois o e-mail enviado foi rejeitado pelo provedor do destinatário)&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Marilena responde:</strong><br />
O melhor seria você procurar um psiquiatra apenas para fazer um diagnostico mais preciso.<br />
Relate tudo o que sentia e sente até hoje e ele poderá dizer-lhe se você sofre ou não de distimia.<br />
<em><br />
(estamos respondendo diretamente no blog e não de forma privada, pois o e-mail enviado foi rejeitado pelo provedor do destinatário)</em></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Andreia Soares</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/11/13/distimia/#comment-458</link>
		<dc:creator>Andreia Soares</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 03:05:43 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;em&gt;Tenho 26 anos e hoje assisti uma reportagem sobre distimia e resolvi procurar na internet sobre o assunto.E os sintomas é bem parecido com o que sinto.Lembro que criança mais ou menos aos 08 anos eu as vezes sem motivo algum sentia vontade de chorar,irritação,mal humor que nem eu me suporto,uma sensação de vazio como se sempre faltase algo.Ate certo tempo atras achava q eu era depressiva mas nunca deixava-me abater.Acabei ficando mais confusa, será que seria conveniente procurar auxilio medico?
Me ajude pois eu sempre tive problemas com meus pais por ser mal humorada demais e eu queria muito ter tranquilidade mental.&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tenho 26 anos e hoje assisti uma reportagem sobre distimia e resolvi procurar na internet sobre o assunto.E os sintomas é bem parecido com o que sinto.Lembro que criança mais ou menos aos 08 anos eu as vezes sem motivo algum sentia vontade de chorar,irritação,mal humor que nem eu me suporto,uma sensação de vazio como se sempre faltase algo.Ate certo tempo atras achava q eu era depressiva mas nunca deixava-me abater.Acabei ficando mais confusa, será que seria conveniente procurar auxilio medico?<br />
Me ajude pois eu sempre tive problemas com meus pais por ser mal humorada demais e eu queria muito ter tranquilidade mental.</em></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/11/13/distimia/#comment-766</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Nov 2008 20:50:41 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;05/10/2008 Comentário de R. :&lt;/strong&gt;
&lt;em&gt;Gostaria de saber qual o remédio deve se tomar para distimia. Eu sou muito pessimista. Procuro sempre ficar isolado e vivo triste e tenho dificuldades de me relacionar com outras pessoas. Eu não aguento mais. Quem pode me dar uma luz, agradeceria. Tenho 16 anos e isso vem desde que eu era criança&lt;/em&gt;.
&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
O melhor tratamento é uma medicação adequada, através do psiquiatra, e terapia. Os dois procedimentos ajudam muito e sem dúvida ajudaria muito vc a encarar a vida de uma maneira melhor Algumas pessoas reagem à medicação mas não hesite em usá-la pois os remédios foram desenvolvidos para ajudar as pessoas. O psiquiatra irá ajustar o remédio à sua necessidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>05/10/2008 Comentário de R. :</strong><br />
<em>Gostaria de saber qual o remédio deve se tomar para distimia. Eu sou muito pessimista. Procuro sempre ficar isolado e vivo triste e tenho dificuldades de me relacionar com outras pessoas. Eu não aguento mais. Quem pode me dar uma luz, agradeceria. Tenho 16 anos e isso vem desde que eu era criança</em>.<br />
<strong>Marilena responde:</strong><br />
O melhor tratamento é uma medicação adequada, através do psiquiatra, e terapia. Os dois procedimentos ajudam muito e sem dúvida ajudaria muito vc a encarar a vida de uma maneira melhor Algumas pessoas reagem à medicação mas não hesite em usá-la pois os remédios foram desenvolvidos para ajudar as pessoas. O psiquiatra irá ajustar o remédio à sua necessidade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/11/13/distimia/#comment-765</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 17:54:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/distimia/#comment-765</guid>
		<description>&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
Não há, ainda, um consenso em relação à Distimia. Uma linha que diz não haver cura, mas, há relatos de pacientes que se dizem curados, livres dos sintomas e dos remédios.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Marilena responde:</strong><br />
Não há, ainda, um consenso em relação à Distimia. Uma linha que diz não haver cura, mas, há relatos de pacientes que se dizem curados, livres dos sintomas e dos remédios.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: hugo lins de lima</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/11/13/distimia/#comment-325</link>
		<dc:creator>hugo lins de lima</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 16:02:21 +0000</pubDate>
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		<description>distimia tem cura? ou so uma forma de alivio da doença?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>distimia tem cura? ou so uma forma de alivio da doença?</p>
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