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	<title>Comentários sobre: 2 a 4 Anos: Comportamento</title>
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	<description>Escritos por Marilena Teixeira Netto</description>
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		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-comportamento-comentarios/#comment-1176</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 22:03:34 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;07/10/2009 Comentário recebido:&lt;/strong&gt;
Obs.: publicamos aqui, pois a resposta enviada por e-mail retornou por erro no endereço.
&lt;em&gt;Adorei ler todos esses depoimentos e respostas. preciso de sua ajuda urgente!
o que acontece é que lendo suas respostas percebi o quão é importante a presença da mãe, pelo ao menos nos tres primeiros anos de vida, mas as vezes é impossivel ( preciso trabalhar para sustentar meus filhos).essa é a realidade de hoje, as vezes naõ temos opção. no meu caso, é uma mistura de duas coisas :&quot; a superproteção por minha parte e a falta de atenção(brincar, conversar, interagir)para com meus filhos devido ao fato de eu precisar trabalhar muito.
o relato:&quot; TRABALHO EM UMA CRECHE ESCOLA E MEUS DOIS FILHOS FICAM COMIGO PERÍODO INTEGRAL ( 2 ANOS E MEIO E SEIS ANOS) COM O MAIS VELHO, EU O SUPER PROTEGI ( DAVA COMIDA TODA HORA, INSISTIA PARA QUE ELE COMESSE,ETC) EMBORA O DESENVOLVIMENTO DELE TENHA SIDO NORMAL PARA TODAS AS ETAPAS - FALA, COMPORTAMENTO, ETC- ELE DAVA MUITA BIRRA DE 1 ANO E MEIO AOS DOIS ANOS E MEIO, MORDIA , BATIA; TUDO PORQUE ELE QUERIA COLO E ESTAVA ME VENDO O TEMPO TODO E EU PRECISAVA TRABALHAR, MESMO ESTANDO O DIA TODO PERTO DELE, PARA ELE NAÕ ERA O SUFICIENTE. QUANDO TUDO ESTAVA MELHORANDO, ELE FICANDO MAIS INDEPENDENTE - A QUESTÃO DA ALIMENTAÇÃO PIORAVA A CADA VEZ MAIS, ELE PROVOCAVA O VOMITO SÓ DE VER A MAMADEIRA, SE RECUSAVA A COMER E EU CHEGUEI ATÉ A BATER COM CHINELO PARA ELE PODER A COMER ALGUMA COISA. ERA AQUELA CRIANÇA QUE NÃO COMIA NADA, PASSAVA ATÉ 8 HORAS SEM INGERIR NADA, NADA MESMO - SEI QUE FOI POR CAUSA DA MINHA INSISTENCIA CONTINUA NOS DOIS TRES PRIMEIROS ANOS DE VIDA QUE CAUSOU
ESSA REAÇÃO.
QUANDO NASCEU MEU SEGUNDO BEBÊ, TUDO MUDOU: EU COMECEI A DAR MUITA ATENÇÃO AO BEBÊ E O PRIMOGENITO FICOU MAIS INDEPENDENTE: COMEÇOU A PROCURAR ALIMENTO SOZINHO, HOJE, AOS SEIS ANOS, FOME ELE NÃO PASSA! ABRE A GELLADEIRA, PEGA IOGURTE, ADORA LINGUICINHA - MAS MESMO ASSIM, AINDA NÃO SE ALIMENTA COMO AS OUTRAS CRIANÇAS, POIS ODEIA TODO TIPO DE DOCE, SÓ GOSTA DE COUVE E CEBOLA REFOGADA,E POR FIM: REFLEXO DA MINHA SUPER PREOCUPAÇÃO COM OS ALIMENTOS.
AAGORA O MAIS NOVO ( 2 E 8 MESES) É MINHA MAIOR PREOCUPAÇÃO. FOI TRATADO COMO UM BEBÊ ATÉ OS DOI ANOS; NÃO SEGURAVA UM PEDAÇO DE BISCOITO NA MÃO - ESPERAVA QUE EU QUEBRACE OS PEDAÇOS E COLOCASSE NA BOCA DELE- AS PROFESSORAS DA ESCOLA FALAVÃO QUE ELE PRECISAVA SER MAIS LIVRE E DEIXAR QUE ELE FICASSE MAIS A VONTADE. PERCEBI QUE ELE ESTAVA AGINDO COMO UM BEBÊ, QUE OS COLEGUINHA DE TURMA DELE JÁ HAVIAM COMEÇADOA FALAR ( POIS PRECISAVAM APRENDER; SUAS MÃES NÃOESTAVAM ALI PARA ATENDER AOS CAPRICHOS E ELES PRECISAVAM FALAR PAR QUE AS NECESSIDADES FOSSEM ATENDIDAS). MEU FILHO, ATÉ HOJE, NÃO FALA NADA, NADA MESMO, NÃO QUE BRINCAR COM OS AMIGUINHOS, QUER MORDER, BATER, DORMIR EM HORARIO ERRADO, FICAR ACORDADO DURANTE A NOITE; ENFIM: EU O CONDICIONEI ASSIM. AGORA, POR SUGESTÃO DE TODOS OS AMIGOS, MEUS ESPOSO, MINHA MÃE, EU ESTOU DEIXANDO IR PARA CRECHE  (PERÍODO MATUTINO) E FICO EM CASA, PARA NÃO FICAR ATENDENDO TODAS AS NECESSIDADE DELE SEM QUE ELE SE ESFORCE PARA
DEMOSNTRA-LAS. POIS SE EU ESTOU LÁ, NÃO CONSIGO ME MANTER E O ATENDO ANTES DELE PEDIR, POIS JÁ SEI O QUE ELE QUER. POR FIM, ELE MUDOU BASTANTE DESDE DESSA INICIATIVA: NÃO CHORA QUANDO EU NÃO ESTOU POR PERTO, ESTÁ SEGUINDO A ROTINA DO SONO - ACORDADO DURANTE O DIA E DORMINDO A NOITE- EVOLUIU BASTANTE. O QUE PRECISA MELHORAR AINDA E A COMPREENÇÃO DAS MENSAGENS COMPLEXAS, COMO PEDIR QUE ELE QUARDE SEUS MATERIAS NA MOCHILINHA SOZINHO, QUE ELE NÃO MORDA QUANDO CONTRARIADO, APENDER A FALAR, ETC.
FICO ANGUSTIADA, POIS IGAL HOJE, ELE ESTAVA FEBRIL E EU ACORDEI ELE PARA IR PARA ESCOLINHA, ELE FOI CHORANDO, ME CORTOU O CORAÇÃO, MESMO SABENDO QUE LÁ ELE FICA FELIZ E TRANQUILO. JÁ LIGUEI NOVE VEZES NUM PERÍODO DE UMA HORA PARA SABER SE A FEBRE ABAIXOU - SE ELE ESTIVESSE LÁ, JÁ TERIA PEGADO-O NO COLO E TRATADO-O COMO UM BEBEZINHO. ATÉ MEU ESPOSO FICA CHATEADO COMIGO, POIS CHEGO ATER CRISES DE ANSIEDADE QUANDO PENSO QUE ELE ESTÁ SÓ E ATRASADO NO DESENVOLVIMENTO. SINTO QUE EU PRECISO MAIS DA PRECENÇA DO MEU BEB^DO QUE ELE DA MINHA - EM TERMOS DE EVOLUÇÃO- POR FIM, QUERIA SABER SE ESTÁ CERTO EU DEIXÁ-LO IR MEIO PERÍODO PARA ESCOLINHA SEM ESTAR COM ELE, PARA QUE ELE EVOLUA E COMECE A INTERAGIR COM OS AMIGUINHOS, QUE COMECE FICAR MAIS INDEPENDENTE POR SENTIR QUE É NECESSÁRIO.
TEM DIAS QUE FICO MUITO ANGUSTIADA, FICO PENSANDO QUE ELE POSSA SER AUTISTA, MAS TODO MUNDO FALA QUE ISSO É PURA NEURA MINHA, QUE ELE ESTA ASSIM POR CAUSA DA SUPER PROTEÇÃO E DA PERSONALIDADE DELE QUE FOI MOLDADA - POR MIM- PAR SER SEMPRE ATENTIDO ANTES DE TENTER PEDIR - ESTOU CONTINUANDO A SEGUIR TUDO QUE TE SITEI POIS ESTOU VENDO MUITOS RESULTADOS POSITIVO EM RELAÇÃO AO DESENVOLVIMENTO DELE. EX: ELE NEM SABIA SEGURAR A COLHER, AGORA, COMO NÃO ESTOU LÁ PARA DAR NA BOCA, ELE JÁ COME ATÉ SOZINHO.
O QUE VC ACHA SOBRE TUDO ISSO? ELE É TÃO CARINHOSO, QUANDO CHEGO ELE ME ABRAÇA E BEIJA E FICA TÃO FELIZ, MAS VOLTA A SER UM BEBEZINHO DE NOVO........SERÁ QUE ESTOU AGINDO CERTO DESSA VEZ.........TENHO TANTA DÓ DE DEIXÁ-LO LA SOZINHO NO PERÍODO MATUTINO.
AMO MEU FILHOS ACIMA DE TUDO, SÃO MINHA VIDA...... NÃO SAIO, NAÕ TENHO VIDA SOCIAL, NÃO ME SINTO A VONTADE PARA DEIXA-LOS BRINCAR SOZINHOS, POR MEDO DE SE MACHUCAREM, ETC. A UNICA FORMA DE ELES FICAREM MAIS INDEPENDENTE É EU NÃO ESTAR PERTO, POISS SE NÃO, CEDO AOS DESEJOS.
BEIJOS...... AGUARDO RESPOSTA URGENTE.&lt;/em&gt;

&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
Parece que pelo fato de você estar se esforçando em deixá-lo um pouco mais sozinho, está dando resultados, pois ele está começando a ficar mais independente.

Sei que é difícil para você deixar que isso aconteça e que parece ser mais difícil para você do que para ele. No entanto, se você conseguir manter esse limite, a evolução será mais rápida e você verá os frutos de sua persistência.

Existe, é claro, uma grande diferença entre o ideal e o real. O ideal é que a mãe fique em casa com o filho e que ele frequente a escola somente meio período. O seu real, no entanto, é que precisa trabalhar e seu filho precisa ficar um tempo na escola e um tempo longe de você.

No entanto, recupere esse tempo, separando algumas horas para brincar com ele, ler estorias, etc... Recuperar o tempo  ausente, não signiifica que você irá mimá-lo como antes e nem fazer todas as vontades dele e nem se adiantar em dar o que ele pretende querer.
Recuperar o tempo, significa passar um tempo exclusivo com ele, nem que seja meia hora (aliás isso é bom para cada filho), dando atenção exclusiva à ele.
Passe alguns mInutos também conversando com ele na hora que for colocá-lo para dormir e continue com sua intenção determinada em deixá-lo mais independente. Ele fará grande progressos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>07/10/2009 Comentário recebido:</strong><br />
Obs.: publicamos aqui, pois a resposta enviada por e-mail retornou por erro no endereço.<br />
<em>Adorei ler todos esses depoimentos e respostas. preciso de sua ajuda urgente!<br />
o que acontece é que lendo suas respostas percebi o quão é importante a presença da mãe, pelo ao menos nos tres primeiros anos de vida, mas as vezes é impossivel ( preciso trabalhar para sustentar meus filhos).essa é a realidade de hoje, as vezes naõ temos opção. no meu caso, é uma mistura de duas coisas :&#8221; a superproteção por minha parte e a falta de atenção(brincar, conversar, interagir)para com meus filhos devido ao fato de eu precisar trabalhar muito.<br />
o relato:&#8221; TRABALHO EM UMA CRECHE ESCOLA E MEUS DOIS FILHOS FICAM COMIGO PERÍODO INTEGRAL ( 2 ANOS E MEIO E SEIS ANOS) COM O MAIS VELHO, EU O SUPER PROTEGI ( DAVA COMIDA TODA HORA, INSISTIA PARA QUE ELE COMESSE,ETC) EMBORA O DESENVOLVIMENTO DELE TENHA SIDO NORMAL PARA TODAS AS ETAPAS &#8211; FALA, COMPORTAMENTO, ETC- ELE DAVA MUITA BIRRA DE 1 ANO E MEIO AOS DOIS ANOS E MEIO, MORDIA , BATIA; TUDO PORQUE ELE QUERIA COLO E ESTAVA ME VENDO O TEMPO TODO E EU PRECISAVA TRABALHAR, MESMO ESTANDO O DIA TODO PERTO DELE, PARA ELE NAÕ ERA O SUFICIENTE. QUANDO TUDO ESTAVA MELHORANDO, ELE FICANDO MAIS INDEPENDENTE &#8211; A QUESTÃO DA ALIMENTAÇÃO PIORAVA A CADA VEZ MAIS, ELE PROVOCAVA O VOMITO SÓ DE VER A MAMADEIRA, SE RECUSAVA A COMER E EU CHEGUEI ATÉ A BATER COM CHINELO PARA ELE PODER A COMER ALGUMA COISA. ERA AQUELA CRIANÇA QUE NÃO COMIA NADA, PASSAVA ATÉ 8 HORAS SEM INGERIR NADA, NADA MESMO &#8211; SEI QUE FOI POR CAUSA DA MINHA INSISTENCIA CONTINUA NOS DOIS TRES PRIMEIROS ANOS DE VIDA QUE CAUSOU<br />
ESSA REAÇÃO.<br />
QUANDO NASCEU MEU SEGUNDO BEBÊ, TUDO MUDOU: EU COMECEI A DAR MUITA ATENÇÃO AO BEBÊ E O PRIMOGENITO FICOU MAIS INDEPENDENTE: COMEÇOU A PROCURAR ALIMENTO SOZINHO, HOJE, AOS SEIS ANOS, FOME ELE NÃO PASSA! ABRE A GELLADEIRA, PEGA IOGURTE, ADORA LINGUICINHA &#8211; MAS MESMO ASSIM, AINDA NÃO SE ALIMENTA COMO AS OUTRAS CRIANÇAS, POIS ODEIA TODO TIPO DE DOCE, SÓ GOSTA DE COUVE E CEBOLA REFOGADA,E POR FIM: REFLEXO DA MINHA SUPER PREOCUPAÇÃO COM OS ALIMENTOS.<br />
AAGORA O MAIS NOVO ( 2 E 8 MESES) É MINHA MAIOR PREOCUPAÇÃO. FOI TRATADO COMO UM BEBÊ ATÉ OS DOI ANOS; NÃO SEGURAVA UM PEDAÇO DE BISCOITO NA MÃO &#8211; ESPERAVA QUE EU QUEBRACE OS PEDAÇOS E COLOCASSE NA BOCA DELE- AS PROFESSORAS DA ESCOLA FALAVÃO QUE ELE PRECISAVA SER MAIS LIVRE E DEIXAR QUE ELE FICASSE MAIS A VONTADE. PERCEBI QUE ELE ESTAVA AGINDO COMO UM BEBÊ, QUE OS COLEGUINHA DE TURMA DELE JÁ HAVIAM COMEÇADOA FALAR ( POIS PRECISAVAM APRENDER; SUAS MÃES NÃOESTAVAM ALI PARA ATENDER AOS CAPRICHOS E ELES PRECISAVAM FALAR PAR QUE AS NECESSIDADES FOSSEM ATENDIDAS). MEU FILHO, ATÉ HOJE, NÃO FALA NADA, NADA MESMO, NÃO QUE BRINCAR COM OS AMIGUINHOS, QUER MORDER, BATER, DORMIR EM HORARIO ERRADO, FICAR ACORDADO DURANTE A NOITE; ENFIM: EU O CONDICIONEI ASSIM. AGORA, POR SUGESTÃO DE TODOS OS AMIGOS, MEUS ESPOSO, MINHA MÃE, EU ESTOU DEIXANDO IR PARA CRECHE  (PERÍODO MATUTINO) E FICO EM CASA, PARA NÃO FICAR ATENDENDO TODAS AS NECESSIDADE DELE SEM QUE ELE SE ESFORCE PARA<br />
DEMOSNTRA-LAS. POIS SE EU ESTOU LÁ, NÃO CONSIGO ME MANTER E O ATENDO ANTES DELE PEDIR, POIS JÁ SEI O QUE ELE QUER. POR FIM, ELE MUDOU BASTANTE DESDE DESSA INICIATIVA: NÃO CHORA QUANDO EU NÃO ESTOU POR PERTO, ESTÁ SEGUINDO A ROTINA DO SONO &#8211; ACORDADO DURANTE O DIA E DORMINDO A NOITE- EVOLUIU BASTANTE. O QUE PRECISA MELHORAR AINDA E A COMPREENÇÃO DAS MENSAGENS COMPLEXAS, COMO PEDIR QUE ELE QUARDE SEUS MATERIAS NA MOCHILINHA SOZINHO, QUE ELE NÃO MORDA QUANDO CONTRARIADO, APENDER A FALAR, ETC.<br />
FICO ANGUSTIADA, POIS IGAL HOJE, ELE ESTAVA FEBRIL E EU ACORDEI ELE PARA IR PARA ESCOLINHA, ELE FOI CHORANDO, ME CORTOU O CORAÇÃO, MESMO SABENDO QUE LÁ ELE FICA FELIZ E TRANQUILO. JÁ LIGUEI NOVE VEZES NUM PERÍODO DE UMA HORA PARA SABER SE A FEBRE ABAIXOU &#8211; SE ELE ESTIVESSE LÁ, JÁ TERIA PEGADO-O NO COLO E TRATADO-O COMO UM BEBEZINHO. ATÉ MEU ESPOSO FICA CHATEADO COMIGO, POIS CHEGO ATER CRISES DE ANSIEDADE QUANDO PENSO QUE ELE ESTÁ SÓ E ATRASADO NO DESENVOLVIMENTO. SINTO QUE EU PRECISO MAIS DA PRECENÇA DO MEU BEB^DO QUE ELE DA MINHA &#8211; EM TERMOS DE EVOLUÇÃO- POR FIM, QUERIA SABER SE ESTÁ CERTO EU DEIXÁ-LO IR MEIO PERÍODO PARA ESCOLINHA SEM ESTAR COM ELE, PARA QUE ELE EVOLUA E COMECE A INTERAGIR COM OS AMIGUINHOS, QUE COMECE FICAR MAIS INDEPENDENTE POR SENTIR QUE É NECESSÁRIO.<br />
TEM DIAS QUE FICO MUITO ANGUSTIADA, FICO PENSANDO QUE ELE POSSA SER AUTISTA, MAS TODO MUNDO FALA QUE ISSO É PURA NEURA MINHA, QUE ELE ESTA ASSIM POR CAUSA DA SUPER PROTEÇÃO E DA PERSONALIDADE DELE QUE FOI MOLDADA &#8211; POR MIM- PAR SER SEMPRE ATENTIDO ANTES DE TENTER PEDIR &#8211; ESTOU CONTINUANDO A SEGUIR TUDO QUE TE SITEI POIS ESTOU VENDO MUITOS RESULTADOS POSITIVO EM RELAÇÃO AO DESENVOLVIMENTO DELE. EX: ELE NEM SABIA SEGURAR A COLHER, AGORA, COMO NÃO ESTOU LÁ PARA DAR NA BOCA, ELE JÁ COME ATÉ SOZINHO.<br />
O QUE VC ACHA SOBRE TUDO ISSO? ELE É TÃO CARINHOSO, QUANDO CHEGO ELE ME ABRAÇA E BEIJA E FICA TÃO FELIZ, MAS VOLTA A SER UM BEBEZINHO DE NOVO&#8230;&#8230;..SERÁ QUE ESTOU AGINDO CERTO DESSA VEZ&#8230;&#8230;&#8230;TENHO TANTA DÓ DE DEIXÁ-LO LA SOZINHO NO PERÍODO MATUTINO.<br />
AMO MEU FILHOS ACIMA DE TUDO, SÃO MINHA VIDA&#8230;&#8230; NÃO SAIO, NAÕ TENHO VIDA SOCIAL, NÃO ME SINTO A VONTADE PARA DEIXA-LOS BRINCAR SOZINHOS, POR MEDO DE SE MACHUCAREM, ETC. A UNICA FORMA DE ELES FICAREM MAIS INDEPENDENTE É EU NÃO ESTAR PERTO, POISS SE NÃO, CEDO AOS DESEJOS.<br />
BEIJOS&#8230;&#8230; AGUARDO RESPOSTA URGENTE.</em></p>
<p><strong>Marilena responde:</strong><br />
Parece que pelo fato de você estar se esforçando em deixá-lo um pouco mais sozinho, está dando resultados, pois ele está começando a ficar mais independente.</p>
<p>Sei que é difícil para você deixar que isso aconteça e que parece ser mais difícil para você do que para ele. No entanto, se você conseguir manter esse limite, a evolução será mais rápida e você verá os frutos de sua persistência.</p>
<p>Existe, é claro, uma grande diferença entre o ideal e o real. O ideal é que a mãe fique em casa com o filho e que ele frequente a escola somente meio período. O seu real, no entanto, é que precisa trabalhar e seu filho precisa ficar um tempo na escola e um tempo longe de você.</p>
<p>No entanto, recupere esse tempo, separando algumas horas para brincar com ele, ler estorias, etc&#8230; Recuperar o tempo  ausente, não signiifica que você irá mimá-lo como antes e nem fazer todas as vontades dele e nem se adiantar em dar o que ele pretende querer.<br />
Recuperar o tempo, significa passar um tempo exclusivo com ele, nem que seja meia hora (aliás isso é bom para cada filho), dando atenção exclusiva à ele.<br />
Passe alguns mInutos também conversando com ele na hora que for colocá-lo para dormir e continue com sua intenção determinada em deixá-lo mais independente. Ele fará grande progressos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-comportamento-comentarios/#comment-1021</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 21:14:19 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
Se você tem condições de ficar com ela em casa, ótimo! 
Ótima a idéia de colocá-la somente lá pelos 3 anos. 
Crianças precisam da mãe nessa idade e sua presença é fundamental e insubstituível.

Quanto  à fala, não se preocupe tanto, pois ela varia muito entre crianças e naturalmente ela irá desenvolvê-la.

Quanto ao choro tente fazer isso mesmo: substitua o que ela não pode pegar por outra coisa. Retire do alcance dela objetos que são perigosos,  pois não espere que um simples NÃO irá detê-la. Nessa idade, ainda é difícil entender corretamento o não. Nessa fase, também, que é de pura exploração de coisas e ambiente é até injusto deixar ao alcance dela coisas que ela não pode mexer.
A curiosidade da exploração, é que fará com que ela se desenvolva. Em situações que ela realmente não pode fazer, deixe que chore. O aprendizado da &quot;frustração&quot; começa a ocorrer nessa fase também.

Ao final do post, na página sobre a &lt;a href=&quot;http://artigosdepsicologia.wordpress.com/a-evolucao-do-pensamento/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&quot;A Evolução do Pensamento&quot;&lt;/a&gt; há sugestões de livros escritos logo abaixo.
São da &lt;a href=&quot;http://www.imagoeditora.com.br/advanced_search_result.php?action=process&amp;opcoes=product_description&amp;keywords=COMPREENDENDO+SEU&amp;x=7&amp;y=10&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;coleção Imago&lt;/a&gt; e você os encontra na maioria das livrarias. São separados por idade e ajudam muito para entender cada etapa de desenvolvimento infantil.
Você já pode comprar o de 2 anos e assim por diante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Marilena responde:</strong><br />
Se você tem condições de ficar com ela em casa, ótimo!<br />
Ótima a idéia de colocá-la somente lá pelos 3 anos.<br />
Crianças precisam da mãe nessa idade e sua presença é fundamental e insubstituível.</p>
<p>Quanto  à fala, não se preocupe tanto, pois ela varia muito entre crianças e naturalmente ela irá desenvolvê-la.</p>
<p>Quanto ao choro tente fazer isso mesmo: substitua o que ela não pode pegar por outra coisa. Retire do alcance dela objetos que são perigosos,  pois não espere que um simples NÃO irá detê-la. Nessa idade, ainda é difícil entender corretamento o não. Nessa fase, também, que é de pura exploração de coisas e ambiente é até injusto deixar ao alcance dela coisas que ela não pode mexer.<br />
A curiosidade da exploração, é que fará com que ela se desenvolva. Em situações que ela realmente não pode fazer, deixe que chore. O aprendizado da &#8220;frustração&#8221; começa a ocorrer nessa fase também.</p>
<p>Ao final do post, na página sobre a <a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/a-evolucao-do-pensamento/" rel="nofollow">&#8220;A Evolução do Pensamento&#8221;</a> há sugestões de livros escritos logo abaixo.<br />
São da <a href="http://www.imagoeditora.com.br/advanced_search_result.php?action=process&amp;opcoes=product_description&amp;keywords=COMPREENDENDO+SEU&amp;x=7&amp;y=10" rel="nofollow">coleção Imago</a> e você os encontra na maioria das livrarias. São separados por idade e ajudam muito para entender cada etapa de desenvolvimento infantil.<br />
Você já pode comprar o de 2 anos e assim por diante.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Jane  Soraia</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-comportamento-comentarios/#comment-1014</link>
		<dc:creator>Jane  Soraia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 16:09:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/?p=226#comment-1014</guid>
		<description>&lt;em&gt;Encontrei esse blog e achei muito bom
Marilena, minha filha tem 2 anos e 2 meses. Fala apenas algumas palavras: papai, mamãe, didi, titia. Esta semana a babá que estava com ela desde os 5 meses saiu e estou tendo dificuldade de encontrar outra para substituí-la, tendo  passar a maior parte do meu tempo com ela para que milha filha não sinta falta. Neste período ela ficou mais agressiva um pouco. Quando falo um não, ela não me escuta. Preciso oferecer outra coisa. Uma chantagem para ela esquecer aquilo que ela quer, senão ela não para de chorar e fazer birra. Muitas vezes deixo ela sozinha, mas tenho dó. Gostaria de saber o que eu faço nesta situação e nomes de livros para entender o desenvolvimento dela.
As pessoas acham que devo colocar em uma escolinha, mas sinto que ela é muito sensível e ainda nao está preparada para a vida social, penso que farei isto quando ela completar 3 - 4 anos.&lt;/em&gt;
Por favor me ajude.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><em>Encontrei esse blog e achei muito bom<br />
Marilena, minha filha tem 2 anos e 2 meses. Fala apenas algumas palavras: papai, mamãe, didi, titia. Esta semana a babá que estava com ela desde os 5 meses saiu e estou tendo dificuldade de encontrar outra para substituí-la, tendo  passar a maior parte do meu tempo com ela para que milha filha não sinta falta. Neste período ela ficou mais agressiva um pouco. Quando falo um não, ela não me escuta. Preciso oferecer outra coisa. Uma chantagem para ela esquecer aquilo que ela quer, senão ela não para de chorar e fazer birra. Muitas vezes deixo ela sozinha, mas tenho dó. Gostaria de saber o que eu faço nesta situação e nomes de livros para entender o desenvolvimento dela.<br />
As pessoas acham que devo colocar em uma escolinha, mas sinto que ela é muito sensível e ainda nao está preparada para a vida social, penso que farei isto quando ela completar 3 &#8211; 4 anos.</em><br />
Por favor me ajude.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: fabiola bersot</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-comportamento-comentarios/#comment-777</link>
		<dc:creator>fabiola bersot</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 12:12:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/?p=226#comment-777</guid>
		<description>&lt;em&gt;Amei esse site. Como nos ajuda, pois as crianças têm as fases e só com profissionais podemos entender melhor e conviver com as nossas crianças!!!&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><em>Amei esse site. Como nos ajuda, pois as crianças têm as fases e só com profissionais podemos entender melhor e conviver com as nossas crianças!!!</em></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-comportamento-comentarios/#comment-909</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 05:06:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/?p=226#comment-909</guid>
		<description>&lt;strong&gt;01/04/2009 Comentário recebido:&lt;/strong&gt;
&lt;em&gt;Tenho um filho de 2 anos e 2 meses e outro de 11 anos. O mais velho nunca me deu problemas com nada. Já o pequeno, não estou sabendo lidar com ele. 
É uma criança muito agitada, não pára um minuto. Quando era mais novinho quebrava todos os brinquedos e ainda quebra, bate as portas, tira os mantimentos da dispensa, mexe em tudo. 
Ultimamente, ele está bastante agressivo com todos em casa. Bate, morde, não obedece, te enfrenta, debocha da sua cara. Quando chamo a atenção dele, fala palavrões e mais um monte de coisas. 
Andei perguntando na escolinha como ele age e não acreditaram quando eu disse como ele era em casa. Ou seja, na escola, ele é um e em casa ele é outro. 
Eu, o pai, o irmão, os avós, todos nós enchemos ele de amor e carinho. Não estou conseguido lidar com esse comportamento dele. Por favor, dê-me uma orientação do que fazer. estou muito triste com tudo isso.&lt;/em&gt;
   
&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
Você não relata o tipo de disciplina que tem feito com ele. Crianças nessa idade já precisam de disciplina (aliás, desde o bêrço) ou elas se tornarão cada vez mais birrentas, agressivas, e controladoras dos pais.
Ele fica de castigo quando morde alguém? Você diz que ele não obedece ... Criança nessa idade precisa obedecer (sem escolha; isso não é uma opção) e, portanto, parece que não está havendo disciplina.
Como crianças nessa idade gostam muito de explorar o ambiente, deixar ao seu alcance coisas de dispensa, cozinha, etc.... não convém, pois eles automaticamente irão querer explorá-las. Retire o que for perigoso ou o que vocês não queiram que ele mexa e deixe apenas o necessário vista.
Além disso, portas de cozinha, banheiro, dispensa, devem ser mantidas sempre fechadas para que ele não se aventure. Ainda é muito cedo para que ele entenda quais o lugares são perigosos e quais os que não são. Facilite a vida de seu filho nesse sentido.
Se na escola existe mais controle por parte dele, significa o quanto ele é capaz de controlar-se. Em casa, sempre haverá jogo de poder com os pais e desde cedo ele precisa saber que nessa “guerra” os pais sempre ganharão.

&lt;strong&gt;03/04/2009 Retorno da mãe:&lt;/strong&gt;
&lt;em&gt;Obrigada por me responder, Marilena. Você disse que eu não relatei o que eu faço quando ele morde, desobedece ou é agressivo. Bom, sempre que ele tem uma atitude assim eu e o pai dele colocamos ele de castigo na cadeirinha de papinha, conversamos com ele, falamos que não pode fazer isso ou aquilo e, às vezes, até damos uns tapinha na boca quando fala palavrões, mas não adianta... Basta ele sair que faz tudo de novo. Estou me sentindo impotente perto dele, pois todo esforço que eu faço está sendo em vão. Todo dia é a mesma coisa. Seria o caso de procurar alguma terapia para ele ou isso é normal na idade? Desculpe, Marilena, mas eu realmente não sei o que fazer, não estou sabendo lidar com o meu próprio filho.&lt;/em&gt;

&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
A criança costuma testar os pais até o limite para ver quem sai ganhando nessa &quot;guerra&quot;.
Você mantém o tempo de 2min de castigo?
Sugiro que você escolha um outro lugar para o castigo, pois a cadeirinha deve ser um lugar agradável, para que ele goste de ficar lá na hora da refeição. Cada lugar para uma ocasião.
Não bata na boca da criança e nem use sua mão para dar tapinhas no bumbum. Mão é pra fazer carinho. Use algum chinelo para ele entender que a correção não vem de sua mão ou ele se assustará a cada vez que
você aproximar sua mão do rosto dele, mesmo que seja para fazer carinho.
Tente um outro lugar da casa. Deixe-o isolado da convivencia, mas não sozinho para não correr riscos. Dependendo do desenvolvimento da criança, (e só você pode avaliar a capacidade de compreensão de seu
filho) talvez você já possa iniciar o processo do castigo tradicional. Um minuto pra cada ano de idade. Explique o motivo do castigo e deixe-o sentado por 2 minutos. Caso ele saia, volte com ele para o lugar e explique de novo. Depois disso, se ele sair, volte com ele sem olhar para ele e sem sequer falar com ele. Volte com ele quantas vezes for necessário. Há crianças que saem do lugar mais de 10 vezes. É como tirar a chupeta. Chora e faz birra na primeira noite mas depois vai diminuindo.
Quando  acabarem os 2min, explique de novo o motivo do castigo e diga a ele pra pedir desculpas. Se ele já fala palavrões, saberá dizer &quot;desculpa&quot; (do jeito dele).
Faça isso a cada desobediencia e vá tentando colocar os limites para ele. Ainda, não há necessidade de buscar uma psicóloga infantil, pois não se trata de dificuldades emocionais e sim de disciplina.
Tente dessa maneira.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>01/04/2009 Comentário recebido:</strong><br />
<em>Tenho um filho de 2 anos e 2 meses e outro de 11 anos. O mais velho nunca me deu problemas com nada. Já o pequeno, não estou sabendo lidar com ele.<br />
É uma criança muito agitada, não pára um minuto. Quando era mais novinho quebrava todos os brinquedos e ainda quebra, bate as portas, tira os mantimentos da dispensa, mexe em tudo.<br />
Ultimamente, ele está bastante agressivo com todos em casa. Bate, morde, não obedece, te enfrenta, debocha da sua cara. Quando chamo a atenção dele, fala palavrões e mais um monte de coisas.<br />
Andei perguntando na escolinha como ele age e não acreditaram quando eu disse como ele era em casa. Ou seja, na escola, ele é um e em casa ele é outro.<br />
Eu, o pai, o irmão, os avós, todos nós enchemos ele de amor e carinho. Não estou conseguido lidar com esse comportamento dele. Por favor, dê-me uma orientação do que fazer. estou muito triste com tudo isso.</em></p>
<p><strong>Marilena responde:</strong><br />
Você não relata o tipo de disciplina que tem feito com ele. Crianças nessa idade já precisam de disciplina (aliás, desde o bêrço) ou elas se tornarão cada vez mais birrentas, agressivas, e controladoras dos pais.<br />
Ele fica de castigo quando morde alguém? Você diz que ele não obedece &#8230; Criança nessa idade precisa obedecer (sem escolha; isso não é uma opção) e, portanto, parece que não está havendo disciplina.<br />
Como crianças nessa idade gostam muito de explorar o ambiente, deixar ao seu alcance coisas de dispensa, cozinha, etc&#8230;. não convém, pois eles automaticamente irão querer explorá-las. Retire o que for perigoso ou o que vocês não queiram que ele mexa e deixe apenas o necessário vista.<br />
Além disso, portas de cozinha, banheiro, dispensa, devem ser mantidas sempre fechadas para que ele não se aventure. Ainda é muito cedo para que ele entenda quais o lugares são perigosos e quais os que não são. Facilite a vida de seu filho nesse sentido.<br />
Se na escola existe mais controle por parte dele, significa o quanto ele é capaz de controlar-se. Em casa, sempre haverá jogo de poder com os pais e desde cedo ele precisa saber que nessa “guerra” os pais sempre ganharão.</p>
<p><strong>03/04/2009 Retorno da mãe:</strong><br />
<em>Obrigada por me responder, Marilena. Você disse que eu não relatei o que eu faço quando ele morde, desobedece ou é agressivo. Bom, sempre que ele tem uma atitude assim eu e o pai dele colocamos ele de castigo na cadeirinha de papinha, conversamos com ele, falamos que não pode fazer isso ou aquilo e, às vezes, até damos uns tapinha na boca quando fala palavrões, mas não adianta&#8230; Basta ele sair que faz tudo de novo. Estou me sentindo impotente perto dele, pois todo esforço que eu faço está sendo em vão. Todo dia é a mesma coisa. Seria o caso de procurar alguma terapia para ele ou isso é normal na idade? Desculpe, Marilena, mas eu realmente não sei o que fazer, não estou sabendo lidar com o meu próprio filho.</em></p>
<p><strong>Marilena responde:</strong><br />
A criança costuma testar os pais até o limite para ver quem sai ganhando nessa &#8220;guerra&#8221;.<br />
Você mantém o tempo de 2min de castigo?<br />
Sugiro que você escolha um outro lugar para o castigo, pois a cadeirinha deve ser um lugar agradável, para que ele goste de ficar lá na hora da refeição. Cada lugar para uma ocasião.<br />
Não bata na boca da criança e nem use sua mão para dar tapinhas no bumbum. Mão é pra fazer carinho. Use algum chinelo para ele entender que a correção não vem de sua mão ou ele se assustará a cada vez que<br />
você aproximar sua mão do rosto dele, mesmo que seja para fazer carinho.<br />
Tente um outro lugar da casa. Deixe-o isolado da convivencia, mas não sozinho para não correr riscos. Dependendo do desenvolvimento da criança, (e só você pode avaliar a capacidade de compreensão de seu<br />
filho) talvez você já possa iniciar o processo do castigo tradicional. Um minuto pra cada ano de idade. Explique o motivo do castigo e deixe-o sentado por 2 minutos. Caso ele saia, volte com ele para o lugar e explique de novo. Depois disso, se ele sair, volte com ele sem olhar para ele e sem sequer falar com ele. Volte com ele quantas vezes for necessário. Há crianças que saem do lugar mais de 10 vezes. É como tirar a chupeta. Chora e faz birra na primeira noite mas depois vai diminuindo.<br />
Quando  acabarem os 2min, explique de novo o motivo do castigo e diga a ele pra pedir desculpas. Se ele já fala palavrões, saberá dizer &#8220;desculpa&#8221; (do jeito dele).<br />
Faça isso a cada desobediencia e vá tentando colocar os limites para ele. Ainda, não há necessidade de buscar uma psicóloga infantil, pois não se trata de dificuldades emocionais e sim de disciplina.<br />
Tente dessa maneira.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-comportamento-comentarios/#comment-902</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 20:32:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/?p=226#comment-902</guid>
		<description>&lt;strong&gt;25/03/2009 Comentário recebido:&lt;/strong&gt;
&lt;em&gt;Olá, tenho uma filha de 2 anos. É carismática, carinhosa, alegre, muito ativa e esperta. É difícil p/ ela obedecer e às vezes ela bate pq foi contrariada.E la é doce e bem brava, de vez enquando. Eu ajo da seguinte forma, sempre repreendo com palavras e às vezes, um tapinha no bumbum. E, quando ela realmente não obedece eu deixo-a de castigo por dois minutos. A minha dúvida é : eu tranco ela no quarto e espero passar os dois minutos, depois eu converso com ela e explico o motivo pq ela ficou lá, e peço p/ ela pedir desculpas e nos beijamos, a reação dela perante o castigo é: ela chora bastante e diz que não quer castigo, mas assim que eu entro no quarto, ela se mostra amável, escuta o que eu digo e pede desculpas. Sou extremamente carinhosa e sempre tento colocar limites quando percebo o abuso. Estou agindo corretamente, o fato de trancar o quarto é ruim, ou devo criar outro cantinho para o castigo? Muito, mais muito obrigada pelas boas orientações, elas valem ouro e fazem a diferença.
&lt;/em&gt;
&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
Trancá-la no quarto, decididamente não é o correto, além de ser super perigoso, pois ela só tem 2 anos e, portanto, não deverá ficar em nenhum lugar sozinha. Você deve escolher um canto qualquer da casa onde você possa VÊ-LA o tempo todo. O lugar do castigo e o tempo continuarão os mesmo, porém você estará sempre por perto. Confinar uma criança. é bem diferente de colocá-la de castigo SOB supervisão. O castigo em qualquer idade é bem vindo e, portanto, você pode continuar com essa conduta, sem problemas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>25/03/2009 Comentário recebido:</strong><br />
<em>Olá, tenho uma filha de 2 anos. É carismática, carinhosa, alegre, muito ativa e esperta. É difícil p/ ela obedecer e às vezes ela bate pq foi contrariada.E la é doce e bem brava, de vez enquando. Eu ajo da seguinte forma, sempre repreendo com palavras e às vezes, um tapinha no bumbum. E, quando ela realmente não obedece eu deixo-a de castigo por dois minutos. A minha dúvida é : eu tranco ela no quarto e espero passar os dois minutos, depois eu converso com ela e explico o motivo pq ela ficou lá, e peço p/ ela pedir desculpas e nos beijamos, a reação dela perante o castigo é: ela chora bastante e diz que não quer castigo, mas assim que eu entro no quarto, ela se mostra amável, escuta o que eu digo e pede desculpas. Sou extremamente carinhosa e sempre tento colocar limites quando percebo o abuso. Estou agindo corretamente, o fato de trancar o quarto é ruim, ou devo criar outro cantinho para o castigo? Muito, mais muito obrigada pelas boas orientações, elas valem ouro e fazem a diferença.<br />
</em><br />
<strong>Marilena responde:</strong><br />
Trancá-la no quarto, decididamente não é o correto, além de ser super perigoso, pois ela só tem 2 anos e, portanto, não deverá ficar em nenhum lugar sozinha. Você deve escolher um canto qualquer da casa onde você possa VÊ-LA o tempo todo. O lugar do castigo e o tempo continuarão os mesmo, porém você estará sempre por perto. Confinar uma criança. é bem diferente de colocá-la de castigo SOB supervisão. O castigo em qualquer idade é bem vindo e, portanto, você pode continuar com essa conduta, sem problemas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-comportamento-comentarios/#comment-897</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 19:49:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/?p=226#comment-897</guid>
		<description>&lt;strong&gt;24/03/2009 Comentário recebido de Cintia:&lt;/strong&gt;
&lt;em&gt;Tenho um filho de 4 anos e estou preocupada. Ele é muito agressivo com todos que se aproximam dele. Sempre adota uma pessoa e daí os outros não podem se aproximar se não ele bate e até gospe. É muito carinhoso comigo. Ele não mora com o pai. Ele fica com o pai e às vezes comigo, eu não sei se é normal isto, mas um exemplo... se ele ficar em casa com minha irmã ninguém pode encostar nele só minha irmã. Depois qdo chego em casa ele rejeita novamente. Quando chega visita, também, agride qualquer pessoa. Estou tentando educar, não bato e não grito, peço firme que mude porque é feio isto. Ele diz que não vai fazer mais e depois se repete tudo! Minha mãe acha que ele tem uma doença ou algo assim. Fico triste. Ajudem-me com um conselho.&lt;/em&gt;

&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
Seu filho precisaria ter como base de segurança, a mãe. E, disso, parece que ele sente falta. Rejeita você por não ter mais tempo com você. Monopolizar alguém como se ele fosse o dono, mostra o quanto ele precisa de uma pessoa só pra ele.
No entanto, o lado da agressividade, sugere outras variantes e o melhor seria você buscar uma orientação mais precisa, junto a uma psicóloga infantil para que ela pudesse melhor ajudar você.
Alguns pensam que psicólogos são apenas para pessoas com algum distúrbio emocional, o que é um erro muito grande.
Esses profissionais estão disponíveis para que poderem ajudar de uma maneira mais rápida e eficiente. Procure na própria escola (se ele frequenta alguma) indicação de algum profissional nessa área e busque ajuda para ficar mais tranquila.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>24/03/2009 Comentário recebido de Cintia:</strong><br />
<em>Tenho um filho de 4 anos e estou preocupada. Ele é muito agressivo com todos que se aproximam dele. Sempre adota uma pessoa e daí os outros não podem se aproximar se não ele bate e até gospe. É muito carinhoso comigo. Ele não mora com o pai. Ele fica com o pai e às vezes comigo, eu não sei se é normal isto, mas um exemplo&#8230; se ele ficar em casa com minha irmã ninguém pode encostar nele só minha irmã. Depois qdo chego em casa ele rejeita novamente. Quando chega visita, também, agride qualquer pessoa. Estou tentando educar, não bato e não grito, peço firme que mude porque é feio isto. Ele diz que não vai fazer mais e depois se repete tudo! Minha mãe acha que ele tem uma doença ou algo assim. Fico triste. Ajudem-me com um conselho.</em></p>
<p><strong>Marilena responde:</strong><br />
Seu filho precisaria ter como base de segurança, a mãe. E, disso, parece que ele sente falta. Rejeita você por não ter mais tempo com você. Monopolizar alguém como se ele fosse o dono, mostra o quanto ele precisa de uma pessoa só pra ele.<br />
No entanto, o lado da agressividade, sugere outras variantes e o melhor seria você buscar uma orientação mais precisa, junto a uma psicóloga infantil para que ela pudesse melhor ajudar você.<br />
Alguns pensam que psicólogos são apenas para pessoas com algum distúrbio emocional, o que é um erro muito grande.<br />
Esses profissionais estão disponíveis para que poderem ajudar de uma maneira mais rápida e eficiente. Procure na própria escola (se ele frequenta alguma) indicação de algum profissional nessa área e busque ajuda para ficar mais tranquila.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-comportamento-comentarios/#comment-884</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 01:55:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/?p=226#comment-884</guid>
		<description>&lt;strong&gt;23/03/2009 Comentário recebido:&lt;/strong&gt;
&lt;em&gt;Meu filho tem 2 anos e 10 meses e ainda bate nos amiguinhos qdo disputam com ele algo ou querem seu brinquedo. Ele ainda não sabe dividir e num conflito, tenta resolver com a agressividade. Gostaria de saber até que idade este comportamento é natural e o que fazer para resolver, pois já tivermos vários constrangimentos por este inadequado comportamento dele. Já o coloquei de castigo, já falei seriamente com ele e já até usei dei palmadinhas no bumbum (com uma varinha da disciplina), mas não vejo melhoras. Fora destas situações, ele é doce e amável&lt;/em&gt;.

&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
A socialização, que só começa A PARTIR dos 2 anos, varia muito de criança pra criança.
Tente você, em casa, começar a dividir as coisas com ele, brinquedos, etc.... frutas, um pedaço de bolo, e assim por diante.
Caso ele não queira, diga apenas então que você não irá mais brincar e só voltará quando ele dividir as coisas.
Esse apenas é um método de auxílio, pois entender que esse processo de “não divisão” o deixará sem amiguinhos, pode demorar.Talvez ele seja uma criança que ainda demore um pouco mais para ser condicionado dessa forma.
Tente por aí começando em casa, mas faça o mesmo se ele estiver com outra criança. Não divide = brinca sozinho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>23/03/2009 Comentário recebido:</strong><br />
<em>Meu filho tem 2 anos e 10 meses e ainda bate nos amiguinhos qdo disputam com ele algo ou querem seu brinquedo. Ele ainda não sabe dividir e num conflito, tenta resolver com a agressividade. Gostaria de saber até que idade este comportamento é natural e o que fazer para resolver, pois já tivermos vários constrangimentos por este inadequado comportamento dele. Já o coloquei de castigo, já falei seriamente com ele e já até usei dei palmadinhas no bumbum (com uma varinha da disciplina), mas não vejo melhoras. Fora destas situações, ele é doce e amável</em>.</p>
<p><strong>Marilena responde:</strong><br />
A socialização, que só começa A PARTIR dos 2 anos, varia muito de criança pra criança.<br />
Tente você, em casa, começar a dividir as coisas com ele, brinquedos, etc&#8230;. frutas, um pedaço de bolo, e assim por diante.<br />
Caso ele não queira, diga apenas então que você não irá mais brincar e só voltará quando ele dividir as coisas.<br />
Esse apenas é um método de auxílio, pois entender que esse processo de “não divisão” o deixará sem amiguinhos, pode demorar.Talvez ele seja uma criança que ainda demore um pouco mais para ser condicionado dessa forma.<br />
Tente por aí começando em casa, mas faça o mesmo se ele estiver com outra criança. Não divide = brinca sozinho.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-comportamento-comentarios/#comment-883</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 01:50:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/?p=226#comment-883</guid>
		<description>&lt;strong&gt;23/03/2009 Comentário recebido:&lt;/strong&gt;
&lt;em&gt;Oi! Minha filha tem 2 anos e 6 meses, eu trabalho o dia todo fora e na parte da manhã meu marido fica com ela e a tarde ela vai para a escolhinha! Ela esta sempre muito agressiva, principalmente, comigo, não me obedece, grita comigo e é mandona, tem que ser tudo do jeito dela. Se estou em casa e tem outra pessoa ela não me procura! Tudo pra ela é: &quot;só o papai!&quot; Gostaria de saber como reverter a situação e me aproximar mais dela! Quando ela tem essas atitudes eu a repreendo e se estou em casa a coloco de castigo por 2 minutos! E, se estou longe de casa o que fazer?&lt;/em&gt;

&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
Antes de repreender sua filha, é importante ver o motivo desse comportamento. Como você fica fora de casa, isso já é suficiente para que ela demonstre claramente que se ressente por isso. Daí ela procurar sempre o pai, que é a pessoa que lhe dá apoio e traz confiança. Se você a repreende por ela estar “dizendo” à você que sente sua falta, tudo fica pior ainda.
Como ela ainda não consegue se expressar como adulto, a única maneira que a criança tem de demonstrar alguma coisa é com grito, choro, rebeldia; e tudo isso em relação à pessoa que ela mais se ressente. 
Você poderia passar mais tempo com ela, trazendo alguma novidade para que ela queira se aproximar de você. Algum brinquedo novo, alguma distração diferente, livrinhos para essa idade específica (há muitos), etc... Veja o que ela mais gosta e explore isso.
Na escolinha,  é exatamente assim que as professoras fazem para “comprar” a simpatia das crianças. Há sempre brincadeiras interessantes, brinquedos diferentes, etc... caso contrário elas não ficariam nem um dia na escola.
Tente por aí, pois você agora está somente lidando com as consequências de seu afastamento, mas crianças felizmente são fáceis de serem resgatadas. Ainda há tempo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>23/03/2009 Comentário recebido:</strong><br />
<em>Oi! Minha filha tem 2 anos e 6 meses, eu trabalho o dia todo fora e na parte da manhã meu marido fica com ela e a tarde ela vai para a escolhinha! Ela esta sempre muito agressiva, principalmente, comigo, não me obedece, grita comigo e é mandona, tem que ser tudo do jeito dela. Se estou em casa e tem outra pessoa ela não me procura! Tudo pra ela é: &#8220;só o papai!&#8221; Gostaria de saber como reverter a situação e me aproximar mais dela! Quando ela tem essas atitudes eu a repreendo e se estou em casa a coloco de castigo por 2 minutos! E, se estou longe de casa o que fazer?</em></p>
<p><strong>Marilena responde:</strong><br />
Antes de repreender sua filha, é importante ver o motivo desse comportamento. Como você fica fora de casa, isso já é suficiente para que ela demonstre claramente que se ressente por isso. Daí ela procurar sempre o pai, que é a pessoa que lhe dá apoio e traz confiança. Se você a repreende por ela estar “dizendo” à você que sente sua falta, tudo fica pior ainda.<br />
Como ela ainda não consegue se expressar como adulto, a única maneira que a criança tem de demonstrar alguma coisa é com grito, choro, rebeldia; e tudo isso em relação à pessoa que ela mais se ressente.<br />
Você poderia passar mais tempo com ela, trazendo alguma novidade para que ela queira se aproximar de você. Algum brinquedo novo, alguma distração diferente, livrinhos para essa idade específica (há muitos), etc&#8230; Veja o que ela mais gosta e explore isso.<br />
Na escolinha,  é exatamente assim que as professoras fazem para “comprar” a simpatia das crianças. Há sempre brincadeiras interessantes, brinquedos diferentes, etc&#8230; caso contrário elas não ficariam nem um dia na escola.<br />
Tente por aí, pois você agora está somente lidando com as consequências de seu afastamento, mas crianças felizmente são fáceis de serem resgatadas. Ainda há tempo!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-comportamento-comentarios/#comment-885</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 02:04:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/?p=226#comment-885</guid>
		<description>&lt;strong&gt;22/03/2009 Comentário recebido:&lt;/strong&gt;
&lt;em&gt;Olá, o meu filho caçula tem três anos ele é muito nervoso, agitado, o comportamento dele é muito difícil de se lidar, o caso piora quando  saio com ele, se eu nego alguma coisa que ele vê logo começa a gritar,  me chuta, chora e não sei como lidar com isso na frente das pessoas na rua, em casa também é complicado, muito teimoso, ele não obedece minhas ordens, me ajudem, estou sem saída, abraços!&lt;/em&gt;

&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
Coloque seu filho em algum canto da casa, por 3 min (1 minuto por ano de idade). Diga o porquê do castigo e saia. Se ele sair, volte, explique de novo o motivo do castigo e saia. Se ele continuar saindo a partir da segunda vez, simplesmente volte com ele para o mesmo local, mas sem olhar para ele e sequer falar com ele. Faça isso quantas vezes for necessário.
Cada criança precisa de um número de vezes e não sei quantas vezes você irá precisar fazer isso. Seja consistente e não desista.
Caso isso aconteça na rua, escolha um local e deixe-o lá também, com você por perto, ou lendo, ou vendo alguma coisa e espere os 3 minutos passarem. Depois disso, explique porque o colocou de castigo, diga a ele para pedir desculpas, dê um abraço e fim.
Se você não for consistente com esse processo e deixar se levar por um choro, ou birra, etc....nada irá adiantar. Crianças nessa idade precisam perceber consistência por parte dos pais e limites impostos por eles. Ajude seu filho nesse processo.

&lt;strong&gt;Retorno da mãe:&lt;/strong&gt;
&lt;em&gt;Olá Marilena, recebi sua resposta e também gostaria de saber se essas dicas valem para uma casa que não exista regras. Já vi, naquele programa Supernanny, que uma casa que não exista regras não vai dar certo colocar de castigo, pode me explicar isso melhor?&lt;/em&gt;

&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
Onde não há regras, é preciso iniciar esse processo.
Por isso mesmo, onde não há disciplina e limites, é necessário iniciar o quanto antes. Se nunca houve, o momento é o agora pois a criança (todas) precisam respeitar limites ou se tornarão adolescentes inseguros e adultos infantilizados. Comece, portanto, o quanto antes para ajudar seu filho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>22/03/2009 Comentário recebido:</strong><br />
<em>Olá, o meu filho caçula tem três anos ele é muito nervoso, agitado, o comportamento dele é muito difícil de se lidar, o caso piora quando  saio com ele, se eu nego alguma coisa que ele vê logo começa a gritar,  me chuta, chora e não sei como lidar com isso na frente das pessoas na rua, em casa também é complicado, muito teimoso, ele não obedece minhas ordens, me ajudem, estou sem saída, abraços!</em></p>
<p><strong>Marilena responde:</strong><br />
Coloque seu filho em algum canto da casa, por 3 min (1 minuto por ano de idade). Diga o porquê do castigo e saia. Se ele sair, volte, explique de novo o motivo do castigo e saia. Se ele continuar saindo a partir da segunda vez, simplesmente volte com ele para o mesmo local, mas sem olhar para ele e sequer falar com ele. Faça isso quantas vezes for necessário.<br />
Cada criança precisa de um número de vezes e não sei quantas vezes você irá precisar fazer isso. Seja consistente e não desista.<br />
Caso isso aconteça na rua, escolha um local e deixe-o lá também, com você por perto, ou lendo, ou vendo alguma coisa e espere os 3 minutos passarem. Depois disso, explique porque o colocou de castigo, diga a ele para pedir desculpas, dê um abraço e fim.<br />
Se você não for consistente com esse processo e deixar se levar por um choro, ou birra, etc&#8230;.nada irá adiantar. Crianças nessa idade precisam perceber consistência por parte dos pais e limites impostos por eles. Ajude seu filho nesse processo.</p>
<p><strong>Retorno da mãe:</strong><br />
<em>Olá Marilena, recebi sua resposta e também gostaria de saber se essas dicas valem para uma casa que não exista regras. Já vi, naquele programa Supernanny, que uma casa que não exista regras não vai dar certo colocar de castigo, pode me explicar isso melhor?</em></p>
<p><strong>Marilena responde:</strong><br />
Onde não há regras, é preciso iniciar esse processo.<br />
Por isso mesmo, onde não há disciplina e limites, é necessário iniciar o quanto antes. Se nunca houve, o momento é o agora pois a criança (todas) precisam respeitar limites ou se tornarão adolescentes inseguros e adultos infantilizados. Comece, portanto, o quanto antes para ajudar seu filho.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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