<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Tempo com os filhos</title>
	<atom:link href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/04/21/tempo-com-os-filhos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/04/21/tempo-com-os-filhos/</link>
	<description>Escritos por Marilena Teixeira Netto</description>
	<lastBuildDate>Wed, 02 Dec 2009 00:00:34 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Sandra</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/04/21/tempo-com-os-filhos/#comment-1174</link>
		<dc:creator>Sandra</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 16:46:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/?p=343#comment-1174</guid>
		<description>Realmente as épocas de hoje não são fáceis. Existem muitas mães como eu divorciadas em que os pais não contribuem com as despesas dos filhos. O trabalhar já não é um luxo mas sim uma necessidade de sobrevivência. E não seria com a pensão de alimentos que nós nos poderíamos sustentar e sustentar os filhos.
Mais vale não ter filhos hoje em dia.
Sofro muito por não passar mais tempo com meu filho. Tinha 17 anos quando engravidei de meu filho estava a estudar, tive a criança e continuei a estudar logo de seguida fui trabalhar e digo que se o tempo voltasse atrás eu não teria entrado no mercado de trabalho. O Governo se quer crianças tem que pensar numa solução para as mães. 
É muito triste ter um filho e ter que o deixar aos 3 meses num colégio ou cuidados alheios para a mãe poder ir trabalhar para garantir um sustento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente as épocas de hoje não são fáceis. Existem muitas mães como eu divorciadas em que os pais não contribuem com as despesas dos filhos. O trabalhar já não é um luxo mas sim uma necessidade de sobrevivência. E não seria com a pensão de alimentos que nós nos poderíamos sustentar e sustentar os filhos.<br />
Mais vale não ter filhos hoje em dia.<br />
Sofro muito por não passar mais tempo com meu filho. Tinha 17 anos quando engravidei de meu filho estava a estudar, tive a criança e continuei a estudar logo de seguida fui trabalhar e digo que se o tempo voltasse atrás eu não teria entrado no mercado de trabalho. O Governo se quer crianças tem que pensar numa solução para as mães.<br />
É muito triste ter um filho e ter que o deixar aos 3 meses num colégio ou cuidados alheios para a mãe poder ir trabalhar para garantir um sustento.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/04/21/tempo-com-os-filhos/#comment-872</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 15:22:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/?p=343#comment-872</guid>
		<description>&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
Seu filho sabe que você é a mãe porque você é a unica &quot;tia&quot; que volta com ele para casa. Não se preocupe com isso, pois pela simples &quot;associação&quot; ele sempre saberá que você é a mãe dele.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Marilena responde:</strong><br />
Seu filho sabe que você é a mãe porque você é a unica &#8220;tia&#8221; que volta com ele para casa. Não se preocupe com isso, pois pela simples &#8220;associação&#8221; ele sempre saberá que você é a mãe dele.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: julieta</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/04/21/tempo-com-os-filhos/#comment-869</link>
		<dc:creator>julieta</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 14:30:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/?p=343#comment-869</guid>
		<description>&lt;em&gt;Obrigada pelas informações, mas meu filho fica comigo desde os primeiros dias de vida na escolinha, fico em cima dele o tempo todo que ele está lá. Ele chega quando eu chego e vai embora quando eu vou. Me vê o dia todo. Fico confusa, pois desde 1 mês ele vai para escolinha comigo e temo que ele tenha ficado confuso com tantas crianças e tantas pessoas que cuidam dessas crianças? Será que ele sabe que eu sou a mãe dele? Pois, ele adora as tias? Será que ele pensa que todas as crianças são meus filhos, também?
O que será que se passa na cabecinha dele? Bem, hoje sei que o mais saudável seria ter ficado com ele em casa nesses dois primeiros anos. Pois, com meu outro filho fiquei em casa e ele se desenvolveu de acordo com as crianças da idade dele.
&lt;/em&gt;
Obs.: Este comentário foi respondido diretamente, mas retornou por erro no endereço de e-mail.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><em>Obrigada pelas informações, mas meu filho fica comigo desde os primeiros dias de vida na escolinha, fico em cima dele o tempo todo que ele está lá. Ele chega quando eu chego e vai embora quando eu vou. Me vê o dia todo. Fico confusa, pois desde 1 mês ele vai para escolinha comigo e temo que ele tenha ficado confuso com tantas crianças e tantas pessoas que cuidam dessas crianças? Será que ele sabe que eu sou a mãe dele? Pois, ele adora as tias? Será que ele pensa que todas as crianças são meus filhos, também?<br />
O que será que se passa na cabecinha dele? Bem, hoje sei que o mais saudável seria ter ficado com ele em casa nesses dois primeiros anos. Pois, com meu outro filho fiquei em casa e ele se desenvolveu de acordo com as crianças da idade dele.<br />
</em><br />
Obs.: Este comentário foi respondido diretamente, mas retornou por erro no endereço de e-mail.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Roberto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/04/21/tempo-com-os-filhos/#comment-838</link>
		<dc:creator>Carlos Roberto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 14:09:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/?p=343#comment-838</guid>
		<description>Recebi uns slides com citações atribuídas a Madre Teresa de Calcutá e que começavam com essas que estão totalmente alinhadas com o seu post:

“Acredito que o mundo hoje está de ponta cabeça e sofre muito porque existe tão pouco amor no lar e na vida familiar. Não temos tempo para nossas crianças, não temos tempo para nos darmos uns aos outros, não temos tempo para apreciarmos uns aos outros.” 

“O amor começa em casa; o amor habita nos lares e é por isso que existe tanto sofrimento e tanta infelicidade no mundo... Todos, hoje em dia, parecem estar com tanta pressa, ansiosos por grandes desenvolvimentos e grandes riquezas e assim por diante, de modo que as crianças não têm tempo para os pais. Os pais têm pouco tempo para darem-se uns aos outros, e no próprio lar começa a destruição da paz do mundo.”</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi uns slides com citações atribuídas a Madre Teresa de Calcutá e que começavam com essas que estão totalmente alinhadas com o seu post:</p>
<p>“Acredito que o mundo hoje está de ponta cabeça e sofre muito porque existe tão pouco amor no lar e na vida familiar. Não temos tempo para nossas crianças, não temos tempo para nos darmos uns aos outros, não temos tempo para apreciarmos uns aos outros.” </p>
<p>“O amor começa em casa; o amor habita nos lares e é por isso que existe tanto sofrimento e tanta infelicidade no mundo&#8230; Todos, hoje em dia, parecem estar com tanta pressa, ansiosos por grandes desenvolvimentos e grandes riquezas e assim por diante, de modo que as crianças não têm tempo para os pais. Os pais têm pouco tempo para darem-se uns aos outros, e no próprio lar começa a destruição da paz do mundo.”</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/04/21/tempo-com-os-filhos/#comment-839</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 22:42:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/?p=343#comment-839</guid>
		<description>&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
Nessa idade, ainda, a socialização está começando e, portanto, ele não interage com outras crianças. 
Isso leva tempo e como ele ainda é muito novinho ele precisa mais da mãe do que outras crianças ao lado dele. 
Por isso ele fica com adultos e professoras, pois demonstra que precisa de um adulto perto dele, no caso da ausência da mãe.
  
Cada criança reage de uma maneira à essa ausência e é preciso que você converse bastante com ele, independente dele responder ou não, falar ou não. 

Esse desenvolvimento varia entre crianças e você deve esperar um puco mais. Apenas converse com ele, conte estórias antes dele dormir e tenha um pouco mais de paciência.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Marilena responde:</strong><br />
Nessa idade, ainda, a socialização está começando e, portanto, ele não interage com outras crianças.<br />
Isso leva tempo e como ele ainda é muito novinho ele precisa mais da mãe do que outras crianças ao lado dele.<br />
Por isso ele fica com adultos e professoras, pois demonstra que precisa de um adulto perto dele, no caso da ausência da mãe.</p>
<p>Cada criança reage de uma maneira à essa ausência e é preciso que você converse bastante com ele, independente dele responder ou não, falar ou não. </p>
<p>Esse desenvolvimento varia entre crianças e você deve esperar um puco mais. Apenas converse com ele, conte estórias antes dele dormir e tenha um pouco mais de paciência.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: julieta</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/04/21/tempo-com-os-filhos/#comment-834</link>
		<dc:creator>julieta</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 22:10:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/?p=343#comment-834</guid>
		<description>&lt;em&gt;Gostaria de saber o que eu faço para estimular meu filho de 2 anos e meio a falar. Pois, ele não diz uma palavra e passa tempo integral na escola. Ele não gosta de brincar com as outras crianças, só com as professoras e outros adultos. Os amiguinhos, ele morde e foge.&lt;/em&gt;
(A resposta diretamente por e-mail não pode ser dada por erro no endereço. Por isto estamos publicando-o aqui.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><em>Gostaria de saber o que eu faço para estimular meu filho de 2 anos e meio a falar. Pois, ele não diz uma palavra e passa tempo integral na escola. Ele não gosta de brincar com as outras crianças, só com as professoras e outros adultos. Os amiguinhos, ele morde e foge.</em><br />
(A resposta diretamente por e-mail não pode ser dada por erro no endereço. Por isto estamos publicando-o aqui.)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/04/21/tempo-com-os-filhos/#comment-815</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 19:12:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/?p=343#comment-815</guid>
		<description>&lt;strong&gt;Comentário recebido (24/06/2009):&lt;/strong&gt;
Este comentário foi recebido em &lt;a href=&quot;http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/11/25/de-mae-para-filha-1/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;&quot;De mãe para filha&quot;&lt;/a&gt;, mas pela pertinência está publicado aqui também. A resposta não pode ser dada diretamente por erro no endereço de e-mail.

&lt;em&gt;Tenho filhas adolescentes e nunca tive muito tempo para elas e sempre tentei suprir essa carência com carinhos e caprichos. Sempre dando tudo o que queriam e não impondo limites. Hoje elas não respeitam o pai, as professoras, os amigos e até mesmo os namorados. Começaram a vida sexual bem cedo e já tiveram varios parceiros. Todo estágio que arrumo para elas elas ficam bem uns meses e depois entram em atrito com os superiores, pois são orgulhosas e não respeitam ordens de ninguém. Queria poder consertar meu erro, mais até hoje ainda as defendo mesmo sabendo que levam uma vida desregrada. Qual será o futuro de minhas filhas? Me ajude para que eu possa ajudá-las a serem adultas honesta, fiéis, dignas de respeito dos outros, principalmente dos homens.&lt;/em&gt;

&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
Infelizmente, o que você vive hoje é mesmo consequência de toda a atitude que você teve para com elas na infância. Gostaria que você lesse o artigo sobre “Tempo com Filhos”. Você vai entender exatamente o porquê do comportamento delas hoje em dia.

Não há muito o que se possa fazer, desde quando você mesma se vê ainda protegendo suas filhas. Sei que isso deve gerar um sentimento de frustação em você, mas leia o artigo sobre &lt;a href=&quot;http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/09/28/frustracao/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;“Frustação”&lt;/a&gt;, neste blog.

A proteção demasiada, infelizmente, em vez de proteger, traz consequências como você vê hoje, na vida delas. São incapazes de lidar com a frustração e tornam-se adultos infantilizados. Somente os baques da vida, as decepções e a FALTA dessa proteção sua irão minimizar as consequências mais severas. Sei que parece difícil, mas essa é a única saída e ajuda que você poderá dar a elas.

Sobre sexalidade de suas filhas, sugira que elas leiam o artigo sobre &lt;a href=&quot;http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/10/15/sexo-x-conteudo/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;“Sexo x Conteúdo”&lt;/a&gt;.
Talvez, ajude-as a terem uma visão mais além daquela que atualmente vivem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Comentário recebido (24/06/2009):</strong><br />
Este comentário foi recebido em <a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/11/25/de-mae-para-filha-1/" rel="nofollow">&#8220;De mãe para filha&#8221;</a>, mas pela pertinência está publicado aqui também. A resposta não pode ser dada diretamente por erro no endereço de e-mail.</p>
<p><em>Tenho filhas adolescentes e nunca tive muito tempo para elas e sempre tentei suprir essa carência com carinhos e caprichos. Sempre dando tudo o que queriam e não impondo limites. Hoje elas não respeitam o pai, as professoras, os amigos e até mesmo os namorados. Começaram a vida sexual bem cedo e já tiveram varios parceiros. Todo estágio que arrumo para elas elas ficam bem uns meses e depois entram em atrito com os superiores, pois são orgulhosas e não respeitam ordens de ninguém. Queria poder consertar meu erro, mais até hoje ainda as defendo mesmo sabendo que levam uma vida desregrada. Qual será o futuro de minhas filhas? Me ajude para que eu possa ajudá-las a serem adultas honesta, fiéis, dignas de respeito dos outros, principalmente dos homens.</em></p>
<p><strong>Marilena responde:</strong><br />
Infelizmente, o que você vive hoje é mesmo consequência de toda a atitude que você teve para com elas na infância. Gostaria que você lesse o artigo sobre “Tempo com Filhos”. Você vai entender exatamente o porquê do comportamento delas hoje em dia.</p>
<p>Não há muito o que se possa fazer, desde quando você mesma se vê ainda protegendo suas filhas. Sei que isso deve gerar um sentimento de frustação em você, mas leia o artigo sobre <a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/09/28/frustracao/" rel="nofollow">“Frustação”</a>, neste blog.</p>
<p>A proteção demasiada, infelizmente, em vez de proteger, traz consequências como você vê hoje, na vida delas. São incapazes de lidar com a frustração e tornam-se adultos infantilizados. Somente os baques da vida, as decepções e a FALTA dessa proteção sua irão minimizar as consequências mais severas. Sei que parece difícil, mas essa é a única saída e ajuda que você poderá dar a elas.</p>
<p>Sobre sexalidade de suas filhas, sugira que elas leiam o artigo sobre <a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/10/15/sexo-x-conteudo/" rel="nofollow">“Sexo x Conteúdo”</a>.<br />
Talvez, ajude-as a terem uma visão mais além daquela que atualmente vivem.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marilena Teixeira Netto</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/04/21/tempo-com-os-filhos/#comment-764</link>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2009 15:12:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/?p=343#comment-764</guid>
		<description>&lt;strong&gt;Comentário por Luiza (12/05/20009):&lt;/strong&gt;
&lt;em&gt;Estou feliz em descobrir este site. Preciso bastante de ajuda, pois muitas vezes não sei como lidar com minha filha. Ela tem 4 anos, é alegre, diz que me ama, é inteligente; entretanto, tem um gênio difícil, às vezes me desobedece, recusa alimentos... Como exemplo, ela se nega a atender meus chamados quando está brincando e eu tenho que ser dura, falar alto; hoje mesmo eu lhe dei uma palmada, ela então veio escovar os dentes, mas outra vez me desobedeceu, como que medindo forças comigo. Receio errar, pois sou separada e ela sempre brinca de famílias com pai e mãe. Sofro muito e as conversas sobre obediência, amizade, não têm surtido muito efeito. Por favor, me dêem um conselho. Obrigada&lt;/em&gt;

&lt;strong&gt;Marilena responde:&lt;/strong&gt;
Você disciplina sua filha SEMPRE que ela desobedece?
Disciplina consistente é necessária em qualquer idade.

Não sendo consistente, a criança tenta &quot;ganhar a guerra&quot;.
Medir forças é comum nessa idade e você precisa ser firme. Colocá-la de castigo por 4 minutos ( 1 minuto para cada idade) é necessário para que ela aprenda que a autoridade é você.

Não tenha medo de ser firme com sua filha.
Leia por favor o artigo de &quot;Tempo com filhos&quot;.

&lt;strong&gt;Retorno de Luiza:&lt;/strong&gt;
&lt;em&gt;Agradeço enormemente a atenção e o artigo que, certamente, me foi e será útil sempre. Na verdade, eu me vi como a figura descrita acima.
Eu tenho 30 anos, baixa auto-estima e me separei do pai de minha filha acerca de 2 anos. Temo muito por sua felicidade, quero muito, inclusive, prepará-la para ser feliz, ter auto-estima alta, saber lidar com suas frustrações, o que, aliás, eu não sei. 
Minha filha tem personalidade muito forte e os momentos de maiores angústias para mim são nas horas de comer. Eu e ela temos uma convivência doméstica desde seu nascimento, agora é que estou me preparando para trabalhar, aguardo nomeação de um cargo público. 
Sobre a autoridade, é mesmo complicado, às vezes eu sinto ela medir força comigo, mas até estou tentando mudar meu comportamento, sendo mais branda na hora de conversar sem deixar que ela faça o que quer.Se me permite, quero sempre poder me inteirar de assuntos relacionados à educação de minha filha, até porque eu quero prepará-la para ser uma pessoa feliz e ela é meu maior amor!&lt;/em&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Comentário por Luiza (12/05/20009):</strong><br />
<em>Estou feliz em descobrir este site. Preciso bastante de ajuda, pois muitas vezes não sei como lidar com minha filha. Ela tem 4 anos, é alegre, diz que me ama, é inteligente; entretanto, tem um gênio difícil, às vezes me desobedece, recusa alimentos&#8230; Como exemplo, ela se nega a atender meus chamados quando está brincando e eu tenho que ser dura, falar alto; hoje mesmo eu lhe dei uma palmada, ela então veio escovar os dentes, mas outra vez me desobedeceu, como que medindo forças comigo. Receio errar, pois sou separada e ela sempre brinca de famílias com pai e mãe. Sofro muito e as conversas sobre obediência, amizade, não têm surtido muito efeito. Por favor, me dêem um conselho. Obrigada</em></p>
<p><strong>Marilena responde:</strong><br />
Você disciplina sua filha SEMPRE que ela desobedece?<br />
Disciplina consistente é necessária em qualquer idade.</p>
<p>Não sendo consistente, a criança tenta &#8220;ganhar a guerra&#8221;.<br />
Medir forças é comum nessa idade e você precisa ser firme. Colocá-la de castigo por 4 minutos ( 1 minuto para cada idade) é necessário para que ela aprenda que a autoridade é você.</p>
<p>Não tenha medo de ser firme com sua filha.<br />
Leia por favor o artigo de &#8220;Tempo com filhos&#8221;.</p>
<p><strong>Retorno de Luiza:</strong><br />
<em>Agradeço enormemente a atenção e o artigo que, certamente, me foi e será útil sempre. Na verdade, eu me vi como a figura descrita acima.<br />
Eu tenho 30 anos, baixa auto-estima e me separei do pai de minha filha acerca de 2 anos. Temo muito por sua felicidade, quero muito, inclusive, prepará-la para ser feliz, ter auto-estima alta, saber lidar com suas frustrações, o que, aliás, eu não sei.<br />
Minha filha tem personalidade muito forte e os momentos de maiores angústias para mim são nas horas de comer. Eu e ela temos uma convivência doméstica desde seu nascimento, agora é que estou me preparando para trabalhar, aguardo nomeação de um cargo público.<br />
Sobre a autoridade, é mesmo complicado, às vezes eu sinto ela medir força comigo, mas até estou tentando mudar meu comportamento, sendo mais branda na hora de conversar sem deixar que ela faça o que quer.Se me permite, quero sempre poder me inteirar de assuntos relacionados à educação de minha filha, até porque eu quero prepará-la para ser uma pessoa feliz e ela é meu maior amor!</em></p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
