Fortalecendo os Vínculos (Adolescentes) – Questionário

 Analise cada resposta sua e veja onde você pode melhorar….

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Choque de gerações

  1. Você sabe onde seus filhos estão e o que eles fazem depois que terminam as aulas? Se não, por que?
  2. Você conhece os amigos de seus filhos?
  3. Você está pronto a ouvir o que seu filho tem a dizer e a ajudá-lo ou ele prefere recorrer a algum tio ou primo mais velho?
  4. Existe alguma atividade que você faz com ele durante a semana ou fim de semana
  5. Você está sempre disposto a levar seu filho em alguma atividade ou programa que ele queira ir ou sempre dá um jeito de “tirar o corpo fora”?
  6. Vocês costuma gastar tempo conversando?
  7. Existe algum tipo de música, leitura, hobby ou atividade que vocês tenham em comum?
  8. Você costuma criticar as preferências de seu filho em relação à música, roupas, tipo de filmes, leitura, locais que frequenta, etc.?
  9. Suas opiniões são acatadas ou simplesmente ouvidas por mera educação?
  10. Seu filho gosta de sair com você ou foge sempre que você faz um convite?

 Autoridade

  1. Seus filhos tem medo de você?
  2. O que pode acontecer se você for severo demais com seu filho/filha?
  3. A correção sempre deve ser a mesma para todas as ofensas?
  4. Você demonstra amor e afeto para com seu filho quando o disciplina?
  5. Seu filho costuma ver você confessando seus erros e pedindo perdão quando você está errado?

Rebeldia

 

  1. Você costuma usar algum tipo de disciplina em relação a seu filho?
  2. Que tipo de disciplina você costuma usar?
  3. Como você exerce sua autoridade em família?
  4. Você costuma exercer essa autoridade com exagero e percebe quando passa dos limites?

 Autoestima

  1. Você costuma criticar seu filho em relação a atitudes e características físicas com frequência?
  2. Costuma incentivar seu filho em relação ao desempenho escolar, esportes e demais atividades?
  3. No dia a dia, o que você usa com mais frequência? Críticas ou elogios?
  4. Você costuma comparar frequentemente seu filho com os irmãos ou amigos tentando com isso levá-lo a melhorar? Como ele se sente em relação a isso?  Essas comparações surgem efeito?

 

Pressão de grupos

  1. O grupo de amigos dele tem mais influência do que você no comportamento dele?
  2. Se as opiniões dos amigos são totalmente contrárias às suas, existe espaço para uma conversa?
  3. Existe acesso fácil a ele ou você percebe que ele está se distanciando cada vez mais?
  4. Existe a percepção de estar perdendo seu filho para o grupo de amigos?

 

 Analise cada resposta sua e veja onde você pode melhorar….

Nasci para contestar

Geralmente se ouve que a fase da adolescência é invariavelmente incontrolável, aborrecida e cheia de guerras. Aparentemente é uma relação só de atritos e sem saídas. A tônica dessa fase é sem dúvida a da rebeldia, da contestação. Mas a partir do momento que entendemos cada faceta dessa contestação, encontramos também uma saída. A contestação muitas vezes está embutida numa rebeldia e precisamos entender bem do que isso se trata.
Há duas espécies de rebeldia:

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De mãe para filha (I)

Mãe e filhaMuitas vezes parece que o relacionamento entre mãe e filha é mais fácil do que em outras relações: mesmo sexo, muita proximidade, facetas semelhantes, etc. Logicamente, todo este relacionamento depende muito da idade que a filha está atravessando.

 

Aqui, no entanto, vamos nos fixar numa determinada faixa de idade: adolescência e mocidade.

 

É comum pensarmos só na fase que a filha atravessa e esquecermos de pensar na fase da mãe.

 

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De mãe para filha (II)

Mâe e Filha

Mâe e Filha

Continuação De mãe para filha – Parte 1

O crescimento da liberdade pode causar certa rivalidade velada. A filha chega a momento de livre-escolhas, opções variadas tanto nos cursos como quanto a namorados, viagens, lazer, etc … e, justamente nessa fase, a mãe vivencia o inverso da situação. Sua liberdade de escolha já não é tão grande assim, sua permanência no trabalho já se tornou uma necessidade sem escolha e praticamente sem saída, pois para muitas é o meio de sobrevivência e manutenção da casa. Até a frustração de um relacionamento não muito satisfatório no casamento leva a um questionamento dessa falta de liberdade e uma inveja inconsciente.

É, portanto, uma fase que desperta em algumas mães esse tipo de sentimento e até intolerância em relação à filha. O sentimento do abandono e da inutilidade, por si só, promove um distanciamento de ambas as partes.

É uma fase também de projeção… Continuar lendo

Frustração

Lidando com as frustações

Lidando com as frustrações

Saber lidar com a frustração é um ponto decisivo para você ser mais ou menos feliz.

Saber lidar com as frustrações é importante para você, também, saber lidar com as pessoas e isso inclui relacionamento no trabalho, na família, no casamento, etc…

A base desse “lidar com a frustração  começa na infância. Ela pode ser moldada, aprendida, exercitada. A criança que recebe tudo o quer, na hora que quer sem o mínimo de esforço; que tem uma mãe que sempre pensa: “Vou proteger para que ele/ela não sofra” e se antecipa para atender essa criança imediatamente, antes que a criança tente fazer por ela própria, que faz todas as vontades, etc… faz com que essa criança desenvolva uma baixa resistência à frustração.
Crianças desse tipo, tornam-se  adolescentes voluntariosos, rebeldes e, posteriormente,  adultos infantilizados, com problemas de adaptação em diversas áreas.
Há vários níveis de frustração: Continuar lendo

Pais que projetam seus sonhos nos filhos – Parte 1

Quantas vezes, vemos em nossos filhos a segunda chance de realizarmos nossos sonhos frustrados?
Às vezes, agimos desta forma inconscientemente, mas às vezes …
Bem, é preciso estar conscientes de que nossos filhos são pessoas com individualidade e sonhos próprios, e que nosso papel nesse processo é orientá-los para que alcancem a realização profissional e estejam satisfeitos com a decisão escolhida.

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Pais que projetam seus sonhos nos filhos – Parte 2

… Continuação de Pais que projetam seus sonhos nos filhos – Parte 1

Podemos incluir aqui também, a escolha de amigos. Pais que tinham grande dificuldade em andar com turmas, tendo preferência por um ou dois amigos íntimos, não conseguem aceitar com facilidade essa turma numerosa do filho. A agitação em casa é maior quando esses amigos chegam, o barulho é atordoante, etc …

A tendência, então, dos pais é “escolher” determinados amigos, elogiando-os, e buscando defeitos nos demais. Criticam a bagunça da turma, e sempre que podem, enaltecem a importância de ter apenas um amigo íntimo, mas sempre presente e fiel. Falam da qualidade e da quantidade, sabendo perfeitamente como fortalecer e induzir o filho a ter determinada escolha. Minha vontade aqui, é que eles vivam aquilo que vivi, tratando-se também de uma projeção.

Como detectar esse mecanismo em nós? O primeiro movimento, é olharmos o tipo de vida que tivemos junto a nossos pais, verificando se nossas escolhas e projetos foram, realmente, eleitos por nós ou não. Podemos então ter uma visão mais ampla de como anda nosso comportamento em relação aos filhos.

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