Sexo X Conteúdo

A ponta do iceberg
A moda do “ficar” e dos relacionamentos superficiais e efêmeros, ao contrário do que se imagina, não é a melhor opção para a satisfação do ser humano.
Trata-se de uma frustração aprendida a “duras penas” e com muito sofrimento.
De mãe para filha – Parte 1
Muitas vezes parece que o relacionamento entre mãe e filha é mais fácil do que em outras relações: mesmo sexo, muita proximidade, facetas semelhantes, etc. Logicamente, todo este relacionamento depende muito da idade que a filha está atravessando.
Aqui, no entanto, vamos nos fixar numa determinada faixa de idade: adolescência e mocidade.
É comum pensarmos só na fase que a filha atravessa e esquecermos de pensar na fase da mãe.
O lado da mãe, que trabalha fora, muitas vezes é determinante no relacionamento entre elas, onde a filha vê essa mãe preocupada e talvez numa posição egoísta, pensando unicamente em sua profissão e em sua responsabilidade com esse trabalho, “ignorando” as necessidades e dúvidas da filha.
Como disse certa vez uma adolescente: “Ela está sempre olhando só para o trabalho e não sabe do que eu preciso e nem sabe se preciso!”.
De mãe para filha – Parte 2
Continuação De mãe para filha – Parte 1 …
O crescimento da liberdade pode causar certa rivalidade velada. A filha chega a momento de livre-escolhas, opções variadas tanto nos cursos como quanto a namorados, viagens, lazer, etc … e, justamente nessa fase, a mãe vivencia o inverso da situação. Sua liberdade de escolha já não é tão grande assim, sua permanência no trabalho já se tornou uma necessidade sem escolha e praticamente sem saída, pois para muitas é o meio de sobrevivência e manutenção da casa. Até a frustração de um relacionamento não muito satisfatório no casamento leva a um questionamento dessa falta de liberdade e uma inveja inconsciente.
É, portanto, uma fase que desperta em algumas mães esse tipo de sentimento e até intolerância em relação à filha. O sentimento do abandono e da inutilidade, por si só, promove um distanciamento de ambas as partes.
É uma fase também de projeção… Clique aqui e leia mais…
Frustração
Saber lidar com a frustração é um ponto decisivo para você ser mais ou menos feliz. Saber lidar com as frustações é importante para você, também, saber lidar com as pessoas e isso inclui relacionamento no trabalho, na família, no casamento, etc…
A base desse “lidar com a frustação” começa na infância. Ela pode ser moldada, aprendida, exercitada. A criança que recebe tudo o quer, na hora que quer sem o mínimo de esforço; que tem uma mãe que sempre pensa: “Vou proteger para que ele/ela não sofra” e se antecipa para atender essa criança imediatamente, antes que a criança tente fazer por ela própria, que faz todas as vontades, etc… faz com que essa criança desenvolva uma baixa resistencia à frustração.
Crianças desse tipo, tornam-se adolescentes voluntariosos, rebeldes e, posterormente, adultos infantilizados, com problemas de adaptação em diversas áreas.
Há vários níveis de frustração: Clique aqui e leia mais…
Pais que projetam seus sonhos nos filhos – Parte 1
Quantas vezes, vemos em nossos filhos a segunda chance de realizarmos nossos sonhos frustrados?
Às vezes, agimos desta forma inconscientemente, mas às vezes …
Bem, é preciso estar conscientes de que nossos filhos são pessoas com individualidade e sonhos próprios, e que nosso papel nesse processo é orientá-los para que alcancem a realização profissional e estejam satisfeitos com a decisão escolhida.
Pais que projetam seus sonhos nos filhos – Parte 2
… Continuação de Pais que projetam seus sonhos nos filhos – Parte 1
Podemos incluir aqui também, a escolha de amigos. Pais que tinham grande dificuldade em andar com turmas, tendo preferência por um ou dois amigos íntimos, não conseguem aceitar com facilidade essa turma numerosa do filho. A agitação em casa é maior quando esses amigos chegam, o barulho é atordoante, etc …
A tendência, então, dos pais é “escolher” determinados amigos, elogiando-os, e buscando defeitos nos demais. Criticam a bagunça da turma, e sempre que podem, enaltecem a importância de ter apenas um amigo íntimo, mas sempre presente e fiel. Falam da qualidade e da quantidade, sabendo perfeitamente como fortalecer e induzir o filho a ter determinada escolha. Minha vontade aqui, é que eles vivam aquilo que vivi, tratando-se também de uma projeção.
Como detectar esse mecanismo em nós? O primeiro movimento, é olharmos o tipo de vida que tivemos junto a nossos pais, verificando se nossas escolhas e projetos foram, realmente, eleitos por nós ou não. Podemos então ter uma visão mais ampla de como anda nosso comportamento em relação aos filhos.
A hora e a vez da Agressividade (Agressividade no mundo atual)
Vai detonar, arrebentou… Animal!!!
Já não basta a agressividade explícita que nos rodeia. Agressividade no trânsito, na rua, nos seqüestros, nos assaltos, nos filmes de pancadaria e explosões, tragédias, etc… etc…
A agressividade instalou-se no vocabulário nosso do dia a dia.
Querendo ou não, as “qualidades” não podem mais ser comuns, tradicionalmente corretas. Elas precisam de uma certa força, de uma explosão verbal para parecerem impactantes, ou correm o risco de não serem eficientes e nem sequer notadas.
Nasci para contestar – Parte 2 (Adolescentes)
Continuação de Nasci para contestar – Parte 1 …
Uma raiz comum de contestação é o medo.
Um psiquiatra disse uma vez: “Violência é temor exteriorizado. O jovem usa a rebeldia para encobrir seus verdadeiros sentimentos”. Esse medo pode vir de diferentes situações. Uma delas é a pressão de grupos. Muitas vezes o adolescente começa a trazer idéias novas e revolucionárias, não compatíveis com aquela que foi ensinada pelos pais, e eles se perguntam: “Onde erramos? Por que, depois de tanto ensinamento, essas idéias opostas começam a aparecer? Isso faz sentido?” Clique aqui e leia mais…
Nasci para contestar – Parte 1
Geralmente se ouve que a fase da adolescência é invariavelmente incontrolável, aborrecida e cheia de guerras. Aparentemente é uma relação só de atritos e sem saídas. A tônica dessa fase é sem dúvida a da rebeldia, da contestação. Mas a partir do momento que entendemos cada faceta dessa contestação, encontramos também uma saída. A contestação muitas vezes está embutida numa rebeldia e precisamos entender bem do que isso se trata.
Há duas espécies de rebeldia:
TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo
O Transtorno Obsessivo Compulsivo, normalmente, aparece antes dos 25 anos, ou seja, na infância e na adolescência. São comuns as repetições e os tiques nervosos.
Ainda não se sabe sobre as verdadeiras causas do TOC. Há alguns fatores que contribuem para o aparecimento dos sintomas que podem ser de ordem biológica e de ordem psicológica. Clique aqui e leia mais…

