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	<title>Artigos de Psicologia &#187; Adolescente</title>
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	<description>Escritos por Marilena Teixeira Netto</description>
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		<title>Artigos de Psicologia &#187; Adolescente</title>
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		<title>Sexo X Conteúdo</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 13:29:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A moda do &#8220;ficar&#8221; e dos relacionamentos superficiais e efêmeros, ao contrário do que se imagina, não é a melhor opção para a satisfação do ser humano.
Trata-se de uma frustração aprendida a &#8220;duras penas&#8221; e com muito sofrimento.



Muitos autores cristãos denunciam que começar o relacionamento pelo sexo, é começar pela porta errada.
A porta certa de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=34&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="attachment_421" class="wp-caption alignright" style="width: 118px"><img class="size-medium wp-image-421  " title="Iceberg" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2009/08/titanic_image.jpg?w=108&#038;h=147" alt="A ponta do iceberg" width="108" height="147" /><p class="wp-caption-text">A ponta do iceberg</p></div>
<h3><span style="font-family:Arial;color:#0000ff;">A moda do &#8220;ficar&#8221; e dos relacionamentos superficiais e efêmeros, ao contrário do que se imagina, não é a melhor opção para a satisfação do ser humano.</span></h3>
<h3><span style="font-family:Arial;color:#0000ff;">Trata-se de uma frustração aprendida a &#8220;duras penas&#8221; e com muito sofrimento.</span></h3>
<h3><span style="font-family:Arial;color:#0000ff;"></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#0000ff;"><span id="more-34"></span><br />
</span></p>
<p>Muitos autores cristãos denunciam que começar o relacionamento pelo sexo, é começar pela porta errada.</p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A porta certa de uma relação que tenciona ser consistente e benéfica, teria que começar pela porta da amizade, da conversa, do conhecer-se melhor e o sexo seria sua última etapa.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Olhando dessa maneira e encarando nosso século atual, isso parece piegas e é claro, totalmente ultrapassado. Seria, então, a forma mais moderna que vivemos; pouco conhecimento do outro e rápida entrada pela porta do sexo, a melhor e mais prazerosa forma de relacionamento? Seria esse o formato mais adequado e melhor para todos? Pois, parece que não.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Começa-se pelo sexo e depois de rápido entrosamento e pouco convívio, entra-se na chamada relação a dois, com a tentativa de aí sim, conhecer o conteúdo desse parceiro que já se conhece sexualmente. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">E &#8230;.surpresa: começa a descoberta da personalidade do outro, das esquisitices do outro e da dura convivência que nem sequer se poderia supor. Etapa difícil essa, onde com o passar do tempo, esse parceiro que só trazia prazer, passa a trazer desprazer. Desprazer no confronto de opiniões, nos gostos, nos desejos, etc..etc&#8230; </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Rapidamente termina-se a relação, pois há o despreparo e a falta de persistência para o aprofundamento nessa relação. Como há inúmeras &#8220;portas abertas&#8221; a serem visitadas e com tanta facilidade no encontro delas, não há lugar para a persistência do reencontro, que se torna obsoleto e indesejável.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Passa-se então ao próximo relacionamento, onde a repetição é constante e onde o término é inevitável e novamente outro relacionamento e assim por diante.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Frustrações acumuladas onde o deslumbramento do início da relação acaba, onde o prazer do sexo, que antes encobria as características do parceiro, agora se mistura às diferentes facetas de caráter. Começa a difícil tarefa do aprendizado do conteúdo. Começa o confronto da realidade.<br />
Infelizmente, esse século caracterizado pela pressa, embrenhou-se também dos relacionamentos onde as pessoas, capturadas pela rede do fácil, do sem compromisso e do descartável, encontram-se de repente, surpresas ao descobrir tão cedo, a frustração, a mágoa, o sentimento da rejeição e muitas vezes a sensação de ter sido explorado e usado.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">São pessoas que, na sua maioria por serem extremamente jovens e despreparadas emocionalmente, saem desses relacionamentos machucados, sofridos e levando para os próximos parceiros temores, desacertos, e obstáculos tremendos na relação que deveria ser leve e desarmada.<br />
São jovens que chegam aos 30 anos, já profundamente incapazes de se relacionarem novamente de uma maneira mais sincera e comprometida; apesar de quererem. E como querem!</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Incapazes de acreditarem no outro, já vencidos pelas inúmeras vezes que percorreram sempre o mesmo caminho do desencontro, têm sua habilidade de relacionamento podada pela dificuldade de lidar com o difícil e o permanente (e não mais com o fácil e o descartável.)<br />
Vítimas da pressa, atropelam-se na única realidade que de fato, irá &#8220;segurar&#8221; a relação de duas pessoas: o conteúdo.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Desconhecem que o sexo é importante parcela dentro do relacionamento mas não a única.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Jovens, vítimas do novo formato desse século. Século tão avançado em tantas descobertas e tão algoz e destruidor no que de mais precioso existe que é o relacionamento humano.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Temos jovens despreparados quanto à realidade.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Por mais difícil que seja recompor esse formato e ajudar na estruturação e construção dessa realidade de conteúdo, é preciso fazê-lo.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">&#8220;E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação de vossa mente&#8230;&#8221;</span></span></p>
<p></span></h3>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/34/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/34/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/34/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=34&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>De mãe para filha &#8211; Parte 1</title>
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		<comments>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/11/25/de-mae-para-filha-1/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 19:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Maturidade]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas vezes parece que o relacionamento entre mãe e filha é mais fácil do que em outras relações: mesmo sexo, muita proximidade, facetas semelhantes, etc. Logicamente, todo este relacionamento depende muito da idade que a filha está atravessando.
Aqui, no entanto, vamos nos fixar numa determinada faixa de idade: adolescência e mocidade.
É comum pensarmos só na [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=21&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#0000ff;"><a href="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/11/maefilha2.png"><img class="size-full wp-image-198 alignright" title="Mãe e filha" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/11/maefilha2.png?w=180&#038;h=252" alt="Mãe e filha" width="180" height="252" /></a>Muitas vezes parece que o relacionamento entre mãe e filha é mais fácil do que em outras relações: mesmo sexo, muita proximidade, facetas semelhantes, etc. Logicamente, todo este relacionamento depende muito da idade que a filha está atravessando.</span></p>
<p><span style="color:#0000ff;">Aqui, no entanto, vamos nos fixar numa determinada faixa de idade: adolescência e mocidade.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="color:#0000ff;">É comum pensarmos só na fase que a filha atravessa e esquecermos de pensar na fase da mãe.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="color:#0000ff;">O lado da mãe, que trabalha fora, muitas vezes é determinante no relacionamento entre elas, onde a filha vê essa mãe preocupada e talvez numa posição egoísta, pensando unicamente em sua profissão e em sua responsabilidade com esse trabalho, &#8220;ignorando&#8221; as necessidades e dúvidas da filha. </span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="color:#0000ff;">Como disse certa vez uma adolescente: <em>&#8220;Ela está sempre olhando só para o trabalho e não sabe do que eu preciso e nem sabe se preciso!&#8221;.</em></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="color:#0000ff;"><span id="more-21"></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="color:#0000ff;">Por outro lado, sua mãe pensava que a busca de uma afirmação profissional e o esforço em permanecer no emprego já demonstraria, por si só, uma preocupação natural com a filha e que, conseqüentemente ela poderia perceber sua boa intenção. Pensar, mas não evidenciar em palavras, talvez seja uma das maiores dificuldades que exista nesse relacionamento.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="color:#0000ff;">Na fase da adolescência esse perigo é maior porque existe, muitas vezes, um retraimento da filha ao perceber, erroneamente, esse trabalho como um afastamento ou indiferença da mãe. Muitas vezes, a mãe que gasta sua energia no trabalho, gasta poucas palavras num diálogo mal articulado, e pouco profundo.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="color:#0000ff;">Um outro ponto a ser visto é uma certa frustração que ocorre justamente nessa fase. Com a independência crescente da filha, há uma sensação de perda de controle por parte da mãe, que vê cada vez mais sua necessidade de acompanhar e ser solicitada, diminuir.<br />
Nesse momento, é comum a mãe pensar: &#8220;<em>Já não sirvo e não me encaixo mais nesse espaço. Ela consegue fazer tudo sozinha e consegue se virar muito bem!&#8221;.</em> A sensação de não servir mais para nada, diminui a auto-estima e, produz muitas vezes afastamento.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="color:#0000ff;">A filha sempre poderá fazer escolhas sozinha, mas as escolhas certas, poderão sempre ser acompanhadas e assessoradas pela mãe, que mesmo vendo diminuir seu trabalho de educadora não deixará de assessorar e orientar as prioridades na vida de sua filha. </span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Continua em <a title="DeMãeParaFilha2" href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/11/25/de-mae-para-filha-2/" target="_blank">De mãe para filha &#8211; Parte 2</a> &#8230;</span></span></span><br />
<span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Artigo publicado originalmente na revista Casal Feliz &#8211; Ano XII no.48</span></span></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=21&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>De mãe para filha – Parte 2</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 18:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuação De mãe para filha &#8211; Parte 1 &#8230;
O crescimento da liberdade pode causar certa rivalidade velada. A filha chega a momento de livre-escolhas, opções variadas tanto nos cursos como quanto a namorados, viagens, lazer, etc &#8230; e, justamente nessa fase, a mãe vivencia o inverso da situação. Sua liberdade de escolha já não é [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=179&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="attachment_185" class="wp-caption alignleft" style="width: 340px"><a href="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/11/quadromaefilha.jpg"><img class="size-full wp-image-185  " title="quadromaefilha" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/11/quadromaefilha.jpg?w=330&#038;h=374" alt="Mâe e Filha" width="330" height="374" /></a><p class="wp-caption-text">Mâe e Filha</p></div>
<p>Continuação <a title="DeMãeParaFilha1" href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/de-mae-para-filha-1/" target="_blank">De mãe para filha &#8211; Parte 1</a> &#8230;</p>
<p>O crescimento da liberdade pode causar certa rivalidade velada. A filha chega a momento de livre-escolhas, opções variadas tanto nos cursos como quanto a namorados, viagens, lazer, etc &#8230; e, justamente nessa fase, a mãe vivencia o inverso da situação. Sua liberdade de escolha já não é tão grande assim, sua permanência no trabalho já se tornou uma necessidade sem escolha e praticamente sem saída, pois para muitas é o meio de sobrevivência e manutenção da casa. Até a frustração de um relacionamento não muito satisfatório no casamento leva a um questionamento dessa falta de liberdade e uma inveja inconsciente.</p>
<p>É, portanto, uma fase que desperta em algumas mães esse tipo de sentimento e até intolerância em relação à filha. O sentimento do abandono e da inutilidade, por si só, promove um distanciamento de ambas as partes.</p>
<p style="text-align:center;">É uma fase também de projeção&#8230;<span id="more-179"></span></p>
<p>A filha agora pode fazer coisas que a mãe não pode mais e, portanto, a mãe projeta nela seu desejo e sua aspiração. A filha pode ir a determinados lugares que a mãe não vai mais, usar roupas que a mãe também não se sinta mais à vontade em usar e muitas vezes se frustra nessa iniciativa, quando percebe que ela não gosta de usar ou vestir-se como a mãe gostaria. Não gosta dos amigos que a mãe escolheria, não opta pelo curso ou a carreira que ela optaria, etc.<br />
Perceber o outro e permitir que esse outro tenha liberdade, aceitando-o plenamente, é um passo difícil e complicado. É a evidência também da perda do controle, à medida que constata que o tempo das escolhas por ela já passou; o tempo em que comprava e escolhia as roupinhas, os passeios, os amiguinhos para brincar e até a escolinha.<br />
Perceber e aceitar esse limite é fundamental para se estabelecer uma nova forma de relacionamento. Essa mudança, muitas vezes, não é facilmente aceita, passando a provocar conflitos e, como conseqüência, o distanciamento. O diálogo nessa fase é esquecido, como se fosse uma ferramenta inútil de ser usada. No entanto, principalmente nesse momento é necessário um entendimento para que se possa prosseguir sem quebrar a relação amistosa.<br />
Cabe à mãe analisar seu relacionamento com sua filha e verificar se não está repetindo situações que viveu em sua própria adolescência.<br />
O receio de conversar sobre sexo, por exemplo, com a idéia de que ela já sabe tudo, pode deixar uma lacuna cheia de distorções no conhecimento dessa filha. A mãe precisa saber qual o &#8220;tudo&#8221; que ela diz conhecer. Qual o tipo de informação que vem adquirindo? Quais as informações que estão erradas? Esse diálogo depende muito mais da própria mãe do que da filha. Se a mãe deseja abertura nesse assunto, precisa sentir-se à vontade para isso.<br />
O que ocorre é que algumas mães ainda têm muita dificuldade em abordar esse tema por se sentirem constrangidas com sua própria sexualidade. Aqui observamos um ponto importante. Espera-se abertura e sinceridade da filha nesse assunto, mas não se admite abertura do lado da mãe.<br />
É exigido sinceridade da filha, mas a mãe tem reservas quanto às perguntas que ela pode fazer. Quer ouvir, mas tem medo de confessar comportamentos ou dúvidas que teve em situações passadas que foram penosas para cobrar sinceridade absoluta nesse momento exige retorno e deve estar preparada para isso. Por causa desse medo, muitas mães deixam de abordar esse assunto, evitando justamente esse retorno que soa como perigoso. É onde têm de dar o primeiro passo, para também obterem algo em troca. A cobrança de sinceridade unilateral pode soar como uma total falta de cumplicidade e unicamente como uma exigência em respeito à sua autoridade.<br />
O mesmo ocorre com a exigência em relação ao envolvimento na igreja e atividades da mesma. É uma fase onde o comportamento da mãe é colocado em xeque. Se ela é uma pessoa que não se envolve e apenas cobra, a filha também não se vê estimulada e muito menos vê coerência nessa cobrança. Notamos que, o comportamento é muito mais do que um exemplo; é um esteio, uma direção marcadamente decisiva nas atitudes dela.</p>
<p>Lembro-me de uma jovem que se ressentia da atitude da mãe, por achar que esta era indiferente e desinteressada com sua vida. Por outro lado, descobriu-se que a mãe ressentia-se por achar que a filha não se abria com ela, demonstrando falta de confiança e auto-suficiência em resolver suas próprias coisas. Cada uma possuía suas razões e ambas, de certa maneira, estavam certas, imaginando a razão da atitude da outra. Imaginar muitas vezes é o nosso maior erro. E maior ainda nossa responsabilidade, como mãe, em saber que isso é algo que pode acontecer e que depende de nós tomarmos a iniciativa de confrontar o real com o irreal (aquilo que imagino).<br />
O tempo gasto nesse relacionamento é determinante para solidificar a confiança entre cada uma. Mas, aqui, tempo gasto não significa horas de conversa sobre temas banais, e sim a intimidade dessa conversa. A mãe que trabalha em casa pode não ter tempo disponível para separar um tempo e trocar informações efetivas. Passar horas circulando sobre o mesmo teto não significa estar junto, nem significa fazer companhia. A mensagem cifrada de &#8220;eu cuido da sua roupa, da sua comida, seu sustento e isso quer dizer que eu me preocupo com você&#8221; pode ser traduzida como: &#8220;você só se interessa em cuidar da casa, em manter suas coisas em ordem e não está preocupada comigo.&#8221;<br />
Como essa relação pode ser melhorada? Uma pergunta que nos ajuda é: Como foi o meu relacionamento com a minha mãe? E a partir desta pergunta questionar:</p>
<ul>
<li>Foi algo que eu gostaria que se repetisse com minha filha? (Uma boa ponte para fazermos é um julgamento adequado de nossa relação atual com nossa filha e pensarmos no tipo de relação que tivemos ou ainda temos com nossa mãe).</li>
<li>Quais os pontos que mais me atrapalharam?</li>
<li>Os que mais me prejudicaram?</li>
<li>Onde eu gostaria que tivesse sido diferente?</li>
<li>O que eu gostaria de mudar?</li>
<li>Do que eu mais gostava?</li>
<li>Esses pontos aparecem na minha relação atual com minha filha?</li>
</ul>
<p><strong>Esta avaliação é importante porque, em relação a filhos, sempre fazemos um dos dois movimentos: repetimos com eles o que recebemos ou restauramos, isto é, modificamos.</strong> Portanto, com nossa filha, corremos o risco de repetirmos o mesmo comportamento que nossa mãe teve conosco. Como certa mãe uma vez contou para mim: “Minha mãe era uma pessoa distante, que não costumava me ouvir ou me dar atenção. Só hoje consigo perceber que fiz o mesmo com minha filha. Ela já vive fora de casa e tenho o mesmo tipo de relacionamento com ela; como era entre mim e minha mãe. Estamos distantes e reconheço que raramente sentei-me ao seu lado para ouvi-Ia. Gostaria que tivesse sido diferente &#8230;”.</p>
<p>Por outro lado, já pude ouvir uma mãe que comentou: “Ajudo minhas duas filhas com os filhos delas, porque sei o quanto faz falta uma mãe próxima. A minha nunca me ajudou nos apertos. Achava que eu não poderia ‘encostar’ nela e que era tarefa minha manejar tudo, inclusive meus apertos, porque sair de casa e casar-me tinha sido escolha minha, e não dela. Hoje ajudo o mais que posso minhas filhas e somos muito amigas. Acho que isso fez uma grande diferença”.<br />
Essa mãe estava certa. A atitude de restauração foi a alavanca para sustentar e solidificar a relação. Portanto, comparar nossas gerações pode nos ajudar grandemente e, o mais importante de tudo, é saber que, apesar dos erros, o momento da restauração sempre estará presente a tempo de modificar e consertar esses erros passados.</p>
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		<title>Frustração</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 22:17:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Frustração]]></category>
		<category><![CDATA[Maturidade]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Saber lidar com a frustração é um ponto decisivo para você ser mais ou menos feliz. Saber lidar com as frustações é importante para você, também, saber lidar com as pessoas e isso inclui relacionamento no trabalho, na família, no casamento, etc&#8230;
A base desse “lidar com a frustação” começa na infância. Ela pode ser moldada, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=89&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="attachment_93" class="wp-caption alignleft" style="width: 80px"><a href="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/09/frustration.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-93 " title="Frustração" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/09/frustration.jpg?w=70&#038;h=96" alt="Lidando com as frustações" width="70" height="96" /></a><p class="wp-caption-text">Lidando com as frustrações</p></div>
<p>Saber <em>lidar com a frustração</em> é um ponto decisivo para você ser mais ou menos feliz. Saber <em>lidar com as frustações</em> é importante para você, também, saber lidar com as pessoas e isso inclui relacionamento no trabalho, na família, no casamento, etc&#8230;</p>
<p>A base desse <strong>“lidar com a frustação”</strong> começa na infância. Ela pode ser moldada, aprendida, exercitada. A criança que recebe tudo o quer, na hora que quer sem o mínimo de esforço; que tem uma mãe que sempre pensa: “Vou proteger para que ele/ela não sofra” e se antecipa para atender essa criança imediatamente, antes que a criança tente fazer por ela própria, que faz todas as vontades, etc&#8230; faz com que essa criança desenvolva uma baixa resistencia à frustração.<br />
Crianças desse tipo, tornam-se  adolescentes voluntariosos, rebeldes e, posterormente,  adultos infantilizados, com problemas de adaptação em diversas áreas.<br />
Há vários níveis de frustração:<span id="more-89"></span></p>
<ul>
<li><strong>Com aquilo que você pode mudar,</strong> como um trabalho, um curso ou um namorado(a). Caso você tenha um nível de frustração saudável, você já sabe que vai encontrar e esbarrar em situações que não gosta, mas nem por isso vai desistir. Muitas vezes, o trabalho não é exatamente o que se esperava, mas é preciso continuar nele até que apareça outro.</li>
</ul>
<p><strong></strong></p>
<ul>
<li><strong>Com aquilo que você não pode mudar mas precisa conviver.<br />
</strong>Esse é o nível mais profundo: o da impossiblidade. Por ex.: o pai ou mãe que se teve, abuso na infancia, etc&#8230; Situações impossívels de serem mudadas, porque fazem parte do passado da pessoa.<br />
Nesse caso, há perguntas que nunca ajudam. Por que eu tive um pai assim? Ou, se eu não tivesse tido uma família assim? Ou, como isso foi acontecer? Portanto: Por que? Se? Como? São perguntas que não modificam seu passado  e paralisam o indivíduo naquele passado.<br />
No entanto, perguntar: ”O que eu faço com tudo isso agora?” Trocando o “Por que?” o “Como?” por “a partir de agora”. Isso possibilita uma mudança para o presente fazendo o resgate da pessoa de seu passado. Permanecer em algum ponto do passado, é adoecedor e angustiante.<br />
Outro ponto esclarecedor: é saber que o IDEAL nem sempre é o REAL. Talvez o real tivesse ter tido uma família equilibrada, saudável, etc&#8230; , mas o real é que, quem sabe, essa família foi muito desestruturada.<br />
Outra coisa ajuda, é perceber que dentro de determinada situação a pessoa deve conviver com aquilo da melhor maneira possível e começar a identificar onde estão as situações que a ajudarão a faze-lo. Portanto, “conviver com isso da melhor maneira possível” é outro gancho que ajuda a caminhar para frente e não ficar preso ao passado, paralisado.<br />
Outra providência: trocar o “Por que?” pelo “para que?”.<br />
Situações mudam quando voce troca a frase, como por ex.: Por que eu tive um pai alcóolatra que era tão agressivo com minha família? Para que eu tive um pai&#8230;<br />
Suas respostas serão inúmeras e sempre voltadas para um caminhar à frente. Talvez, para você perceber que o excesso de bebida poderá destruir uma família inteira ou que você precisará observar seu comportamento frente à bebida, etc&#8230;</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li><strong>O nível limiar e tênue tão dificil  de lidar como o acima, pois trata-se da frustração vs. acomodação.</strong> A pessoa pode permanecer num trabalho  com todas as dificuldades, reconhecendo que decididamente não gosta e não aventura-se em mudar, pois “afinal, todos os trabalhos são assim mesmo”. Existe uma linha muito tênue entre acomodação e a alta resistencia à frustação.<br />
Uma resistencia à frustração pode ser muito bom mas uma acomodação de nível muito alta, pode não ser muito saudável.<br />
Exemplo desse tipo, são pessoas que abrem mão do que queriam, de fato, para ficarem com algo que “não era exatamente o que queriam, mas que serve de qualquer maneira”.<br />
Talvez, a roupa que gostou não é a do seu tamanho, mas como não tinha&#8230; você leva um número acima.<br />
Pensar no seu <strong>“alvo”</strong> poderá ajudar nessa situação. Caso seu alvo esteja muito distante daquilo que você está vivendo e você insiste em permanecer nesta condição atual, talvez você esteja na “acomodação”. Na acomodação o indivíduo pode movimentar-se, ainda que seja pouco, mas não se movimenta. A pergunta é: Se você fizer alguma coisa, você se aproxima do seu alvo?</li>
</ul>
<p>A resistencia à frustração ajuda em situações onde a pessoa “por enquanto” não pode sair dela, enquanto caminha para o alvo.<br />
<strong>Onde você se encaixa?</strong></p>
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		<title>Pais que projetam seus sonhos nos filhos – Parte 1</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 17:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Enganos]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Quantas vezes, vemos em nossos filhos a segunda chance de realizarmos nossos sonhos frustrados?
Às vezes, agimos desta forma inconscientemente, mas às vezes &#8230;
Bem, é preciso estar conscientes de que nossos filhos são pessoas com individualidade e sonhos próprios, e que nosso papel nesse processo é orientá-los para que alcancem a realização profissional e estejam satisfeitos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=54&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Quantas vezes, vemos em nossos filhos a segunda chance de realizarmos nossos sonhos frustrados?<br />
Às vezes, agimos desta forma inconscientemente, mas às vezes &#8230;<br />
Bem, é preciso estar conscientes de que nossos filhos são pessoas com individualidade e sonhos próprios, e que nosso papel nesse processo é orientá-los para que alcancem a realização profissional e estejam satisfeitos com a decisão escolhida.</p>
<p><span id="more-54"></span></p>
<p>Quando começamos a pensar sobre o relacionamento de pais e filhos verificamos logo a importância da nossa conduta, como pais, em relação a eles. O que eu, como pai ou mãe, posso construir nessa personalidade, e o que posso destruir também? Onde eu incentivo, estimulo, e onde eu debilito, enfraqueço? O que eu posso determinar, alterar, etc &#8230; ?<br />
Será que eu sou o tipo de pessoa que elogia, valoriza as coisas que esse filho consegue fazer com esforço, ou acho que ele tem sempre que fazer o melhor possível. porque essa é a obrigação dele? Eu posso ser uma pessoa que tem uma visão meio depreciadora, onde só identifico traços negativos nele.<br />
Essa situação pode parecer meio distante, mas para você entender melhor, é só pensar no tipo de pai ou mãe que teve. O que você ouvia? O que você recebia deles? Dependendo da educação que teve, <strong>você pode desenvolver duas posições</strong>: <em><strong>ou você repete</strong></em> com seus filhos tudo aquilo que recebeu, <em><strong>ou restaura</strong></em>, isto é, muda, corrige, melhora.<br />
Se, por exemplo, você teve um pai muito repressor, muito castrador, pode perfeitamente repetir esse tipo de comportamento com seu filho, mesmo que não tenha gostado e tenha sofrido um pouco com isso.<br />
É o famoso conceito: &#8220;Se eu passei por aquilo, meu filho também pode passar&#8221;. Se você restaura, passa a ser mais liberal. Mais interessante, é que não importa muito o grau de cultura, nível social, etc &#8230; Nesse momento, o que surge, é a vivência e essa vivência passa por cima de muita coisa.<br />
A pessoa que repete ou restaura, de um modo adequado ou inadequado, sente-se realizada, com a sensação de dever cumprido. O perigo surge quando você então, começa a querer se auto-realizar nos filhos e a projetar neles todas as suas aspirações e sonhos. Muitas vezes se trata de uma repetição. Aquilo que você não pôde fazer, de repente, seu filho pode.</p>
<p>Talvez você tenha tido vontade de ser médico e não pôde, mas vê no seu filho essa possibilidade. A pergunta chave é se na verdade, você também não foi projeto dos sonhos de seus pais. Até que ponto suas escolhas foram suas, ou você simplesmente acolheu e aceitou escolhas dele? Será que seu pai fez escolhas no seu lugar, tentando reviver aspirações dele? Talvez uma profissão, um lugar para morar, ou um marido &#8230; Dessa forma você estaria repetindo essa projeção no filho.</p>
<p>Lembro de um paciente que era da polícia, e que de uma maneira muito sentida e realmente magoado contou-me : &#8220;Sabe por que eu sou da polícia? Por que um dia, o vizinho bateu à porta da minha mãe para mostrar-lhe a farda, dizendo que tinha entrado para a polícia. Minha mãe, toda impressionada, disse que seu filho mais velho (eu), também entraria para a polícia. Sendo ela viúva e desamparada, não tive muita escolha, porque não podia desiludir minha mãe. Hoje sei que não é isso que quero, não é o que gosto de fazer, mas não sei nem se tenho meios de sair disso agora, ou mesmo se posso sair, estando casado, com 2 filhos &#8230; &#8220;<br />
Era um rapaz jovem, porém triste e desiludido, frustrado e sem ânimo pela vida. Vivendo um sonho não dele, mas de sua mãe. Seguindo um caminho não dele, mas de sua mãe.</p>
<p>Lembro de outro rapaz também jovem, casado, com filhos, formado em engenharia por &#8220;escolha&#8221; de seu pai, mas que na verdade queria ser arquiteto. À certa altura da vida, não conseguindo mais prosseguir com sua frustração, rompe com tudo e recomeça sua vida profissional naquilo que mais queria, passando por cima de todas as dificuldades e pressões da família.</p>
<p>Se você passou por esse tipo de situação e se tem uma tendência a repetir nos filhos a educação que recebeu, então o cuidado nessa área deve ser dobrado, porque em algum momento, suas escolhas podem começar a ser empurradas em direção aos filhos. De uma maneira sutil, você pode introduzir essas aspirações pessoais neles. Será que você está preparado para ouvir seu filho dizer que quer ser missionário?</p>
<p>Outra situação que me recordo, foi quando um pai levou seu filho para visitar seu escritório de advocacia, com intenções de que o mesmo se interessasse em seguir sua profissão. Durante a visita, enquanto o pai se detinha em cada aspecto da sala, mostrando as estantes, a mobília, etc &#8230; , ao virar-se viu que o filho estava entretido com uma revista Quatro Rodas, e absorto completamente nas fotos dos carros nem se quer escutava o que ele falava. Mais tarde, este comentaria: &#8220;Estive mostrando o escritório para mim mesmo, empolgado com meus negócios e minha profissão. A cada vez que entro em minha sala, fico entusiasmado com a nova arrumação. Quando percebi que uma revista chamava mais a atenção de meu filho, só então identifiquei a realidade que sempre desejei não ver. Para dizer a verdade, fiquei frustrado!&#8221;.<br />
Entendo a frustração desse pai, mas percebo, no entanto, como ele próprio conseguiu detectar a posição do filho e converter o caminho. Em alguns casos, essa conversão é feita, mas em outros, mesmo sabendo que o filho deseja tomar outro caminho, muitos pais não se conformam com tal decisão.<br />
Se você trilha hoje, um caminho escolhido por seu pai ou mãe, com certeza terá mais dificuldade em &#8220;abrir mão&#8221; do seu sonho, saindo do esquema de repetição nos filhos.</p>
<p>Projetar nossos sonho neles, não se restringe somente à área da profissão. O desejo que tem uma mãe de ver sua filha independente financeiramente, ou solteira, revela muitas vezes o desconforto em que ela vive na vida da casada e totalmente dependente do marido. Talvez queira reviver na filha o que ela nunca conseguiu. Outro exemplo, é quando a filha interrompe o trabalho por motivo de casamento ou nascimento dos filhos, e isso é visto com revolta e frustração. Algumas vezes, essa situação é até muito bem aceita pela filha, que decide dar uma pausa no trabalho para a educação do bebê e no entanto a mãe encara como um momento de poda no trabalho e realização profissional, lembrando ela mesma do momento em que teve de abrir mão de sua carreira para estar com os filhos e nunca mais retomou. Esse choque de opiniões e desejos, tumultua a relação. </p>
<p>Continua em <a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/01/09/pais-que-projetam-seus-sonhos-nos-filhos-–-parte-2/" target="_blank">Pais que projetam seus sonhos nos filhos &#8211; Parte2 &#8230;</a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/54/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/54/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/54/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/54/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/54/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/54/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/54/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/54/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=54&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Pais que projetam seus sonhos nos filhos – Parte 2</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 08:11:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Enganos]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; Continuação de Pais que projetam seus sonhos nos filhos &#8211; Parte 1
Podemos incluir aqui também, a escolha de amigos. Pais que tinham grande dificuldade em andar com turmas, tendo preferência por um ou dois amigos íntimos, não conseguem aceitar com facilidade essa turma numerosa do filho. A agitação em casa é maior quando esses [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=55&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>&#8230; Continuação de <a title="Sonhos dos pais - Parte 1" href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/01/09/pais-que-projetam-seus-sonhos-nos-filhos-%e2%80%93-parte-1/" target="_blank">Pais que projetam seus sonhos nos filhos &#8211; Parte 1</a></p>
<p>Podemos incluir aqui também, a escolha de amigos. Pais que tinham grande dificuldade em andar com turmas, tendo preferência por um ou dois amigos íntimos, não conseguem aceitar com facilidade essa turma numerosa do filho. A agitação em casa é maior quando esses amigos chegam, o barulho é atordoante, etc &#8230;</p>
<p>A tendência, então, dos pais é &#8220;escolher&#8221; determinados amigos, elogiando-os, e buscando defeitos nos demais. Criticam a bagunça da turma, e sempre que podem, enaltecem a importância de ter apenas um amigo íntimo, mas sempre presente e fiel. Falam da qualidade e da quantidade, sabendo perfeitamente como fortalecer e induzir o filho a ter determinada escolha. Minha vontade aqui, é que eles vivam aquilo que vivi, tratando-se também de uma projeção.</p>
<p>Como detectar esse mecanismo em nós? O primeiro movimento, é olharmos o tipo de vida que tivemos junto a nossos pais, verificando se nossas escolhas e projetos foram, realmente, eleitos por nós ou não. Podemos então ter uma visão mais ampla de como anda nosso comportamento em relação aos filhos.</p>
<p><span id="more-55"></span>No momento que você identifica essa projeção, fazendo um paralelo de sua vida com a do seu filho, fica mais fácil uma tentativa de mudança. Digo tentativa, porque a tendência natural não é a de mudar. Mas no momento que o problema é identificado, o propósito de uma mudança, começa a acontecer. Viver esse tipo de situação sem identificá-la é muito comum, mas a mudança só acontece se for possível tal reconhecimento. Admiti-la também é importante. Identificar, reconhecer e admitir, gera uma mudança. A cada vez que reconheço que estou induzindo meu filho a ter um determinado comportamento, ou a fazer uma escolha, eu também posso interromper minha atitude e tentar a mudança.</p>
<p>Talvez você esteja perguntando a você mesmo se, de fato, há tanta gravidade nessa situação e o que poderia acontecer com um filho que fosse conseqüência de tal atitude. Não é necessário dizer o quanto a frustração pode interferir na vida de um indivíduo, mas vamos focalizar a direção que ela pode tomar.</p>
<p>Uma das direções é quando surge em forma de agressividade contra os pais. O filho aceita essa escolha, e mais tarde se dá conta de que, de certa maneira, foi boicotado em seu próprio sonho. A frustração muitas vezes surge também em termos de distanciamento e indiferença. Assim como ele foi privado de seu projeto de vida ele também priva os pais de seu afeto e de sua companhia.<br />
Sendo um comportamento que só aparece anos mais tarde (depois que esse filho já saiu da companhia dos pais), é difícil para eles descobrirem a causa dessa atitude. Quando se dão conta, entram num processo de culpa muito grande; e uma das situações mais difíceis de se lidar, com certeza, é a culpa. Na maioria das vezes, aquilo que gerou culpa, está irremediavelmente feito. As tentativas de conserto são simplesmente remendos que precisam ser tratados a fundo e com muito cuidado.<br />
Existe um outro ponto muito importante, que é a segurança desse &#8220;filho-projeção-dos-pais&#8221;. Se ele foi receptáculo desses sonhos e se aceita essa escolha que não foi sua, como estar seguro nessa posição que ocupa hoje? Fica mais fácil quando pensamos na situação daquele pai advogado, que com entusiasmo mostrava o escritório ao filho. Havia entusiasmo porque aquela profissão tinha sido uma escolha genuína e livre. Passar aquele entusiasmo e segurança era fácil e sincero. Pensemos agora no filho, caso ele abraçasse a mesma carreira. Será que haveria o mesmo entusiasmo, segurança e firmeza no seu trabalho? Quando realmente fazemos aquilo de que gostamos, nos dedicamos totalmente e sem reservas.A insegurança então, é um traço característico desses filhos.</p>
<p>Usar por exemplo, um estilo de roupa de que gostamos, com que nos sentimos bem, com certeza nos coloca mais confortável. O desconforto está quando queremos usar algo que está na moda, mas que realmente não se encaixa conosco, e aí, nos sentimos desconfortáveis. Como disse uma adolescente certa ocasião: &#8211; &#8220;Minha mãe quer que eu ande sempre na moda. Não me sinto bem de saia curta demais e nem com roupa muito justa. Mas ela sempre insiste dizendo que tenho de aproveitar o corpo que tenho enquanto sou nova, porque depois vou ficar igual a ela; gorda, velha e ninguém me notará<br />
mais&#8230; Essa mãe, que com a idade percebeu que já não chamava mais tanta atenção como antes, vê na filha, uma extensão de sua juventude, tentando colocar nela aquilo que já está impossível de ser vivido por ela mesma. Aquela filha sentia-se bem com roupas mais conservadoras, e estar recebendo essa projeção a fazia sentir-se insegura e até agredida. Por que seu gosto não poderia ser respeitado?</p>
<p>Outra adolescente reclamou de seu pai, dizendo que ele colocava defeitos nos seus namorados. Criticava quando o rapaz não tinha um físico atlético ou não ligava para esportes (como era seu pai). Criticava quando o rapaz tinha cabelo comprido, pois dizia que em sua época, os cabeludos eram &#8220;comunistas&#8221;. Criticava quando aparecia algum rapaz, filho de pais separados, pois ela deveria buscar uma família certinha, sem problemas e que com certeza, pelo exemplo em casa, mais cedo ou mais tarde, ele também a abandonaria. Na verdade, sonhos e modelos de seu pai, que certamente ele conseguiu realizar, mas que não necessariamente teria de exigir da filha.</p>
<p>O versículo (Efésios 6:4) que diz: &#8220;Pais, não provoqueis vossos filhos à ira &#8230;” significa também não castrá-los em seu talento natural, deixando de podar projetos e sonhos viáveis e lícitos, desses filhos.<br />
Precisamos ter discernimento e sabedoria para identificar em nós mesmos essa atitude que pode transformar nossos filhos em adultos frustrados, inseguros e ressentidos conosco.</p>
<p>Artigo publicado na revista Casal Feliz (Ano XII – no. 45)</p>
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		<item>
		<title>A hora e a vez da Agressividade (Agressividade no mundo atual)</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/12/09/a-hora-e-a-vez-da-agressividade/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Dec 2007 01:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[Vai detonar, arrebentou&#8230; Animal!!!
Já não basta a agressividade explícita que nos rodeia. Agressividade no trânsito, na rua, nos seqüestros, nos assaltos, nos filmes de pancadaria e explosões, tragédias, etc&#8230; etc&#8230; 
A agressividade instalou-se no vocabulário nosso do dia a dia. 
Querendo ou não, as &#8220;qualidades&#8221; não podem mais ser comuns, tradicionalmente corretas. Elas precisam de uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=10&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><em><strong><img src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2007/12/agressividade.jpg?w=310&#038;h=270" border="10" alt="" hspace="10" width="310" height="270" align="right" />Vai detonar, arrebentou&#8230; Animal!!!</strong></em></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Já não basta a agressividade explícita que nos rodeia. Agressividade no trânsito, na rua, nos seqüestros, nos assaltos, nos filmes de pancadaria e explosões, tragédias, etc&#8230; etc&#8230;</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A agressividade instalou-se no vocabulário nosso do dia a dia. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Querendo ou não, as &#8220;qualidades&#8221; não podem mais ser comuns, tradicionalmente corretas. Elas precisam de uma certa força, de uma explosão verbal para parecerem impactantes, ou correm o risco de não serem eficientes e nem sequer notadas.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span id="more-10"></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Essa explosão verbal, revela o nível de agressividade em que vivemos.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Ousar é necessário, e medíocre é aquele ou aquela que simplesmente aparece ou deixa-se mostrar de uma maneira simples, comum, sem extravagâncias.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">É preciso ousar nas roupas, no cabelo, nas tatuagens, nos sapatos, no ritmo de vida, nas opções religiosas, no esoterismo; enfim é preciso e torna-se urgente, encontrar algo inusitado o mais rápido possível antes que se caia no lugar comum.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">É preciso descobrir algo que nos encante, que nos seduza e que no leve a algum lugar diferente de tudo que já vimos ou experimentamos. Mas, não é necessário nos preocuparmos, pois há sempre alguém encarregado de buscar novidades impactantes que nos atordoe e que nos assombre.</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">É o momento da barbárie, de escândalos e agressões na área pública, política e social. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">É necessário trazer uma avalanche de impressões &#8220;detonadoras&#8221; e &#8220;arrasadoras&#8221;, pois só assim consegue-se viver com entusiasmo.</span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Infeliz da mente que comporta conceitos e nutre expectativas como essas.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Infeliz da mente onde o viver com simplicidade ou simplesmente viver já não atrai tanto e onde o cotidiano torna-se obsoleto com pessoas ao redor, que unicamente SÃO.</span></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/10/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/10/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/10/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=10&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Nasci para contestar &#8211; Parte 2 (Adolescentes)</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/30/contestador-e-meu-nome-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 01:16:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuação de Nasci para contestar &#8211; Parte 1 &#8230;
Uma raiz comum de contestação é o medo. 
Um psiquiatra disse uma vez: &#8220;Violência é temor exteriorizado. O jovem usa a rebeldia para encobrir seus verdadeiros sentimentos”. Esse medo pode vir de diferentes situações. Uma delas é a pressão de grupos. Muitas vezes o adolescente começa a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=12&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Continuação de <a title="Contestador - Parte 2" href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/29/nasci-para-contestar/" target="_blank">Nasci para contestar &#8211; Parte 1</a> &#8230;</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Uma raiz comum de contestação é o medo.</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Um psiquiatra disse uma vez: &#8220;<em>Violência é temor exteriorizado. O jovem usa a rebeldia para encobrir seus verdadeiros sentimentos</em>”. Esse medo pode vir de diferentes situações. Uma delas é a pressão de grupos. Muitas vezes o adolescente começa a trazer idéias novas e revolucionárias, não compatíveis com aquela que foi ensinada pelos pais, e eles se perguntam: &#8220;<em>Onde erramos? Por que, depois de tanto ensinamento, essas idéias opostas começam a aparecer? Isso faz sentido?</em>&#8220;<span id="more-12"></span></span></p>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> Devemos lembrar que uma das características da adolescência é a formação de identidade, e é necessário que eles busquem alguém, ou um grupo, para poderem se identificar, construindo essa identidade que vai se formando e se compondo aos poucos.</span></div>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">No entanto, neste processo, aparecem elementos diversos e estranhos àqueles que sempre foram ensinados dentro da família e incorporados como verdades absolutas.</span></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O grupo passa a estabelecer determinados padrões que devem ser seguidos e o adolescente, levado pelo que está &#8220;na onda&#8221;, acaba aceitando normas e absolutos que às vezes nem ele mesmo está tão de acordo assim.</p>
<p>Por não querer &#8220;ficar de fora&#8221;, e principalmente por não querer parecer diferente, muitos são forçados a apresentar comportamentos específicos, sendo envolvidos gradativamente, mas de modo profundo.</p>
<p>Em termos de grupo, será que seu filho pensa e age como os outros do grupo.</p>
<p>Ele é assim mesmo ou tem medo de ser rejeitado?</p>
<p>Numa pesquisa entre adolescentes sobre bebida, um deles comentou: &#8220;<em>O grupo todo bebe e a gente não vai ficar de fora&#8230;</em>&#8220;</p>
<p>Se eventualmente ele tem a coragem de se expressar, com certeza vai encontrar alguém dentro do próprio grupo que também pense igual.</p>
<p>Muitos pais querem que eles contestem o grupo dizendo: &#8220;<em>Eu não bebo e pronto!</em>&#8221; Isso é uma atitude que nós não podemos exigir ainda.</p>
<p>Muitos têm uma personalidade forte e enfrentam o grupo, mas isso não é comum.</p>
<p>Por que isso? Porque essa é uma outra característica da adolescência: é um tempo de formação de identidade. Até mesmo o adulto sofre pressão daquilo que a T.V. impõe, do que a moda impõe, etc&#8230;</p>
<p>Nessa fase, podemos mostrar que ser sincero é uma grande saída e dar o máximo de apoio nesse sentido.</p>
<p>É muito provável que ele encontre uma pessoa como ele, mas que talvez tenha dificuldade de mostrar sua diferença.</p>
<p>O sentimento dos pais é de pânico e ansiedade. A tendência é &#8220;cortar&#8221; o envolvimento com o grupo, querendo preservar assim o contato de tantas influências nocivas. Não podemos obrigá-los a isso, mas podemos questioná-los. <em>&#8220;Será que esse grupo serve para você? Um grupo que o obriga a fingir um comportamento, onde você tem medo de ser você mesmo e dizer o que pensa? Onde está a liberdade que vocês tanto falam?&#8221;</em></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/12/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/12/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/12/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=12&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Nasci para contestar &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/29/nasci-para-contestar/</link>
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		<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 01:17:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[Geralmente se ouve que a fase da adolescência é invariavelmente incontrolável, aborrecida e cheia de guerras. Aparentemente é uma relação só de atritos e sem saídas. A tônica dessa fase é sem dúvida a da rebeldia, da contestação. Mas a partir do momento que entendemos cada faceta dessa contestação, encontramos também uma saída. A contestação [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=14&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Geralmente se ouve que a fase da adolescência é invariavelmente incontrolável, aborrecida e cheia de guerras. Aparentemente é uma relação só de atritos e sem saídas. A tônica dessa fase é sem dúvida a da rebeldia, da contestação. Mas a partir do momento que entendemos cada faceta dessa contestação, encontramos também uma saída. A contestação muitas vezes está embutida numa rebeldia e precisamos entender bem do que isso se trata.<br />
Há duas espécies de rebeldia:</span></p>
<p><span id="more-14"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span></p>
<ul>
<li><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A <strong>normal </strong>que leva à maturidade, sendo construtiva, que ajuda o adolescente a sair &#8220;da casca do ovo&#8221; e a começar a usar suas próprias asas. Ela força a abertura de comunicação entre pais e filhos, dando-lhes a oportunidade de explorar problemas, entender sentimentos e crescer juntos.</span></li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>A <strong>anormal</strong>, geralmente, resulta em desordem e destruição. Fecha as vias de comunicação e em vez de um comportamento ocasional, torna-se estabelecido e específico. É sempre a respeito do carro, namoro, dinheiro, amigos, fé, sexo, música, dança, etc&#8230; Uma guerra fria se estabelece na família e os pais não têm coragem de mencionar essas áreas de conflito. Ela, na verdade, desvia o adolescente da vida, levando-o a algum atalho estreito.</span></span></li>
</ul>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>Há várias atitudes que os pais podem ter, frente à uma rebeldia normal:</span> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>1) Ajudá-lo no amadurecimento, enquanto ele passa pela crise, e não retirá-lo da crise para poupá-lo. A maioria dos adolescentes não cria problemas de família; revela-os.</span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>2) Uma atitude que proporcione aos filhos segurança com seus pais. O adolescente pode rebelar-se contra as opiniões dos pais, mas nunca deve rebelar-se contra suas atitudes. Como falou um adolescente: &#8220;<em>Eu discordo muito dos meus pais, mas gosto da maneira como eles abordam nossas discordâncias. Eles discordam, mas são coerentes</em>&#8220;.</span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>Já é meio caminho andado, concordam?</span></span></p>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>Aguardem mais sobre o assunto. Teremos muito o que conversar.</span></span></div>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span></div>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span><strong>Continua em </strong><a title="Contestador - Parte 2" href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/contestador-e-meu-nome-2/" target="_blank"><strong>Nasci para contestar &#8211; Parte 2 &#8230;</strong></a></span></span></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Artigo publicado originalmente no site <a title="PapoNosso" href="http://www.paponosso.com.br" target="_blank">PapoNosso</a> : Nasci para contestar<br />
</span></p>
<p> </p>
<p></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/14/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/14/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/14/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/14/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/14/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=14&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>TOC &#8211; Transtorno Obsessivo Compulsivo</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/toc-transtorno-obssesivo-compulsivo/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:29:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Transtornos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Transtorno Obsessivo Compulsivo, normalmente, aparece antes dos 25 anos, ou seja, na infância e na adolescência. São comuns as repetições e os tiques nervosos.
Ainda não se sabe sobre as verdadeiras causas do TOC. Há alguns fatores que contribuem para o aparecimento dos sintomas que podem ser de ordem biológica e de ordem psicológica.
Sabe-se que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=33&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O Transtorno Obsessivo Compulsivo, normalmente, aparece antes dos 25 anos, ou seja, na infância e na adolescência. São comuns as repetições e os tiques nervosos.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Ainda não se sabe sobre as verdadeiras causas do TOC. Há alguns fatores que contribuem para o aparecimento dos sintomas que podem ser de ordem biológica e de ordem psicológica.<span id="more-33"></span><br />
</span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Sabe-se que é comum que os sintomas obsessivo-compulsivos podem aparecer durante uma doença ou um problema cerebral, como traumatismo craniano, encefalite ou acidentes vasculares. Podem também surgir durante o uso de certos medicamentos.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Uma grande incidência do TOC foi observada em grupos familiares, onde várias pessoas dessa mesma família são acometidas. Em gêmeos idênticos a incidência é de 20 a 40 vezes maior do que na população em geral. Daí a hipótese de ser uma doença que apresente um fator genético.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Os sintomas são diversos, de leves a graves. Alguns respondem bem à determinados medicamentos, outros não. Sua diversidade é tão grande, que o TOC normalmente é dividido em grupos como:</span></span></p>
<ul>
<li><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Symbol;"><font color="#000000"><span style="font:7pt 'Times New Roman';"> </span></font></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">início precoce</span></span></li>
<li><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">associado a tiques ou ao transtorno de Tourette (tiques motores e vocais)</span></span></li>
<li><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">relacionado a um tipo de bactéria que produz infecções de garganta e febre reumática</span></span></li>
</ul>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O TOC de início precoce está associado à ocorrência de transtorno em familiares, com sintomas mais graves e com menos resposta à medicamentos.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Observou-se também que quanto mais severo o TOC, maior prejuízo do funcionamento social do paciente, mesmo após o controle dos sintomas. Há uma menor incidência de casamentos estáveis entre seus portadores.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Alguns sintomas que podem ajudar na identificação de portadores do TOC:</span></span></p>
<ul>
<li><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">preocupação excessiva em relação às coisas que estejam super organizadas, simétricas, definidas ou alinhadas</span></span></li>
<li><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Symbol;"><font color="#000000"><span style="font:7pt 'Times New Roman';"> </span></font></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">lavar as mãos repetidas vezes ou tomar banho também repetidas vezes por sentir-se sujo ou culpado</span></span></li>
<li><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">v</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">erificação sistemática de portas, janelas, aparelhos elétricos, etc&#8230;</span></span></li>
<li><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">preocupação exagerada com doença, sujeira, vírus, germes, etc&#8230;</span></span></li>
<li><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Symbol;"><font color="#000000"><span style="font:7pt 'Times New Roman';"> </span></font></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">idéias repetitivas que surgem de maneira incontrolável na mente, ou frases, ou imagens.</span></span></li>
</ul>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Note-se que falo aqui de itens que surgem de &#8220;maneira excessiva&#8221;.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Alguns medicamentos reduzem os sintomas. São medicamentos que elevam os níveis de serotonina. importante na transmissão de impulsos nervosos. Estes medicamentos bloqueiam o transporte da serotonina para dentro das células. São medicamentos do grupo de antidepressivos. A melhora é conseguida com um grande número de portadores.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A Terapia Comportamental tem-se mostrado eficiente com alguns pacientes, mas a internação psiquiátrica é necessária em alguns casos. Esse trabalho conjunto auxilia grandemente esses portadores que têm sua vida limitada por essa doença.</span></span></p>
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