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	<title>Artigos de Psicologia &#187; Ciúmes</title>
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	<description>Escritos por Marilena Teixeira Netto</description>
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		<title>Artigos de Psicologia &#187; Ciúmes</title>
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			<item>
		<title>2 a 4 Anos: Ciúmes de um dos pais&#8230;</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-ciumes-de-um-dos-pais-comentarios/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 23:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciúmes]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebemos inúmeros comentários sobre a fase de 2 a 4 anos de crianças e procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Esses são aqueles relacionados ao Ciúmes de um dos pais.

&#8212;
Comentário por Juliana &#124; Setembro 5, 2008
Olá! Meu filho tem 2 anos e 4 meses, tem horas que é muito carinhoso, dá [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=251&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3>Recebemos inúmeros comentários sobre a <a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/a-mente-entre-2-e-4-anos/" target="_blank">fase de 2 a 4 anos de crianças</a> e procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Esses são aqueles relacionados ao <strong>Ciúmes de um dos pais</strong>.</h3>
<p><span id="more-251"></span></p>
<p>&#8212;</p>
<p><em>Comentário por Juliana | Setembro 5, 2008</em></p>
<p><em>Olá! Meu filho tem 2 anos e 4 meses, tem horas que é muito carinhoso, dá beijos e abraços, mas tem vezes que só quer bater em mim e no pai dele, se bato nele também ele quer bater mais então eu converso com ele digo que não se deve bater que machuca. Se eu e o pai dele estamos sentados juntos no sofá ele vem e faz um de nós sair. O que devo fazer pra mostrar que quem manda são os pais e não ele? Preciso de ajuda. Abraço</em></p>
<p><strong>Marilena responde:</strong></p>
<p>Seu filho está na fase do ciúme (seu com o pai) e por isso tenta separar vocês dois no sofá.</p>
<p>Sempre que ele fizer isso, tente colocá-lo no meio e arrume alguma coisa que possa entrete-lo.</p>
<p>Essa fase passa e os tapas mostram o quanto ele bate por não ter o que consegue, que é atenção sua exclusiva com ele.</p>
<p>Bate em você por não conseguir isso e bate no pai por saber que é ele quem separa você dele.</p>
<p>Essa fase passa com o tempo e é normal que aconteça.</p>
<p>Bater para ele, ainda não significa que ele está desafiando você ou que quer mandar.</p>
<p>É apenas uma demonstração de ciúme.</p>
<p>Diga à ele que todos vocês gostam dele e que você, gosta muito dele.</p>
<p>E, sempre que puder, incentive alguma brincadeira com vocês tres para que ele perceba o quanto é divertido brincar com os pais e não somente com a mãe.</p>
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		<item>
		<title>Ciúmes: Irmão maior x Irmão menor</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/07/24/ciumes-irmao-maior-x-irmao-menor/</link>
		<comments>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/07/24/ciumes-irmao-maior-x-irmao-menor/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 02:08:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciúmes]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[É notório que muitos irmãos são verdadeiros amigos, ao passo que alguns, se não são declarados, são camufladamente &#8220;inimigos&#8221;, ou pelo menos adversários. O ciúme entre o irmão mais velho e o irmão mais novo pode chegar a extremos. Precisamos estar atentos e tomar cuidado com nossa atitude como pais. A comparação é uma das [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=70&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="attachment_75" class="wp-caption alignright" style="width: 220px"><a href="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/07/irmao-maior-e-menor.jpg"><img class="size-medium wp-image-75  " title="Ciumes entre irmãos" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/07/irmao-maior-e-menor.jpg?w=210&#038;h=179" alt="ciume" width="210" height="179" /></a><p class="wp-caption-text">Irmão maior:&quot;Quem é este que está no colo de minha mãe?</p></div>
<p>É notório que muitos irmãos são verdadeiros amigos, ao passo que alguns, se não são declarados, são camufladamente &#8220;inimigos&#8221;, ou pelo menos adversários. O ciúme entre o irmão mais velho e o irmão mais novo pode chegar a extremos. Precisamos estar atentos e tomar cuidado com nossa atitude como pais. A comparação é uma das atitudes que devemos evitar. Portanto, avalie qual tem sido seu comportamento em relação à comparação, e esteja pronto para mudar!</p>
<p>Quando pensamos sobre o comportamento entre irmãos, como: ciúme, inveja, rivalidade, competição, etc. , pensamos sempre como comportamentos anormais e negativos. O ciúme, é visto como algo totalmente condenável e proibido entre irmãos, principalmente, em relação ao irmão mais velho, quando nasce o segundo filho.<span id="more-70"></span></p>
<p>Muitos pais chegam mesmo a dizer ao filho, que o ciúme é feio, que não deve nunca existir em relação ao irmãozinho e que esse irmãozinho veio para brincar com ele, ser seu amigo e companheiro nas brincadeiras. Isso é verdade, mas existe também uma outra verdade que nunca dizemos, mas sabemos. Esse irmão veio para dividir com ele o amor da mãe, do pai, dividir a casa, às vezes o quarto, os brinquedos, a atenção dos parentes, etc.<br />
A criança percebe essa verdade, no momento em que a mãe chega da maternidade com o bebê no colo. O colo já começa a ser dividido desde então. O ciúme nesse caso, é esperado e, portanto, normal. O anormal seria que esse irmão mais velho não sentisse rivalidade nenhuma por esse bebê que chega e o tratasse amigavelmente. Caso isso acontecesse, poderíamos dizer que essa atitude seria estranha e preocupante porque não faz parte da índole da criança, e que obviamente, ela deveria demonstrar esse ciúme alguns momentos.</p>
<p><strong>Tanto o ciúme quanto a inveja, quando intensos, são fonte de grande ansiedade.</strong> O ciúme na criança, quando não é muito forte, é característica normal da persona1idade. Envolve rivalidade sadia e quando surge no relacionamento com irmãos, é um treino preparatório da fase competitiva, que mais tarde ela precisará enfrentar no ambiente social e profissional.<br />
<strong>As manifestações mais comuns do ciúme são a hostilidade e o ódio.</strong> A hostilidade pode oscilar entre leves manifestações de implicância e pequenas agressões até uma completa intolerância para suportar a presença do irmão; onde o desejo é o de “eliminar” o objeto odiado.<br />
<strong>O ciúme pode, também, se manifestar de maneira indireta:</strong>a criança experimenta ansiedades, dirigindo sua hostilidade abertamente contra o irmão. Pode voltá-la contra si mesma, ou contra o ambiente.<br />
Pode haver também uma regressão: manha, revolta, agressão contra os pais, inapetência (falta de apetite), fracasso nos estudos ou recusa em crescer (independência). Quando essa fase se estende muito, pode ameaçar o equilíbrio da personalidade infantil, levando a distúrbios, como: sinais de ambivalência e indecisão, dificuldade em tarefas que exijam capacidade de abstração ou chegar a conclusões com clareza.Como característica do comportamento desse irmão ciumento, pode surgir o oposicionismo que é dirigido contra os pais. Por exemplo: os pais gostariam que ele fosse bom aluno, fosse disciplinado, etc. e a criança reage ao contrário, opondo-se a essa expectativa e assim atraindo a atenção tão desejada dos pais.</p>
<p><strong>Existem também os mecanismos passivos: </strong>a criança interioriza sua hostilidade, mas é vítima de maior carga ansiosa. Aparecem os tiques nervosos, a fala “tate-bi-tate” (em idade em que a linguagem já tenha sido estabilizada e a criança já venha se expressando com facilidade). Volta a molhar a cama ou querer que lhe dê comida na boca.</p>
<p><strong>Outra forma passiva, é quando a criança fica apática, apagada, preguiçosa, sem entusiasmo.</strong> Pode bloquear-se afetivamente, sufocando junto com a inveja e o ciúme, o amor. Deixa de ter reações amorosas com familiares e irmãos. Desde que a afetividade e a inteligência estão intimamente ligadas e interdependentes, a produção e o rendimento dessa criança costuma ser precário.</p>
<p><strong>Outro mecanismo passivo, é a própria desvalorização.</strong> A criança acha-se inferior e, portanto, se anula. Essa atitude determina reações depressivas que são autodestrutivas. Deve-se, nesse momento, canalizar essa agressividade adequadamente, valorizando seus sucessos numa escolinha de natação, ou outra atividade qualquer onde a criança se destaque com desenvoltura. Ela deve ser estimulada a fazer novas amizades e a freqüentar outros lugares diferentes daqueles do irmão. As comparações, obviamente, devem ser evitadas. Inevitavelmente, elas ocorrerão, mas espera-se, vindas de fora.Dizer que um dos irmãos é mais inteligente, mais carinhoso, etc., não servirá de estimulo ao outro irmão; muito pelo contrário, só fará com que ele se sinta humilhado e inferiorizado. Mais tarde, é provável que se torne num adulto que se julgue pouco inteligente ou pouco afetuoso, bloqueando-se nessas áreas; o que não é incomum. Com freqüência encontramos adultos ou adolescentes que se julgam feios, incapazes ou pouco criativos porque sempre foram comparados ao irmão. <strong>Comparações desse tipo minam traços do caráter da criança e podam seu desenvolvimento.</strong></p>
<p><strong>Outra situação de rivalidade pode surgir, quando um filho é mais rebelde do que o outro. </strong>O rebelde é sempre alvo de maior controle em relação a estudo, tipos de brincadeiras e raramente é deixado sozinho por muito tempo. O outro filho sente-se rejeitado e pouco importante. <strong>O filho que não dá trabalho, que é responsável, que é dócil, deve receber a mesma atenção cuidadosa, com tempo especial também para conversas e brincadeiras.</strong></p>
<p>Não quero dizer que o ciúme e a inveja precisem ser apagados e impossibilitados de aparecerem. Em diferentes situações eles aparecerão, mas bem solucionados não trarão conseqüências desastrosas como as acima.</p>
<p><strong>Como podem ser bem solucionadas?</strong><br />
Uma solução, está no que se refere às personalidades dos filhos.</p>
<p><strong>Os pais devem identificar e realçar as características positivas de cada um.</strong></p>
<p><strong>As habilidades e talentos devem ser sempre valorizados e nunca comparados.</strong></p>
<p>Quando um dos filhos é mais carinhoso, mais amoroso com os pais, geralmente os conquista com mais facilidade. Os pais se “derramam” na resposta desse afeto e tendem a comparar tal procedimento com a frieza e distância do outro filho. Essa característica, quando é observada por familiares e amigos, em vez de estimular essa afetividade, só ajuda a reprimi-la.</p>
<p><strong>Lembre-se que, a habilidade e o equilíbrio de elogios e estímulos, é uma excelente alavanca para fortalecer e ajudar os filhos a suportarem suas diferenças.</strong></p>
<p><strong></strong>Artigo publicado originalmente na revista Casal Feliz (Ano XII – no.46)</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Comportamento entre Irmãos &#8211; 1</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/comportamento-entre-irmaos-1/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:18:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciúmes]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando pensamos sobre o comportamento entre irmãos, coisas como ciúme, inveja, rivalidade, competição, etc., pensamos sempre como comportamentos anormais e negativos. O ciúme é visto como algo totalmente condenável e proibido entre irmãos, principalmente em relação ao irmão mais velho, quando nasce o segundo filho.  Muitos pais chegam mesmo a dizer ao filho, que o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=16&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Quando pensamos sobre o comportamento entre irmãos, coisas como ciúme, inveja, rivalidade, competição, etc., pensamos sempre como comportamentos anormais e negativos. </span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O ciúme é visto como algo totalmente condenável e proibido entre irmãos, principalmente em relação ao irmão mais velho, quando nasce o segundo filho. <span id="more-16"></span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Muitos pais chegam mesmo a dizer ao filho, que o ciúme é feio, que não deve nunca existir em relação ao irmãozinho e que esse veio para brincar com ele, ser seu amigo e companheiro nas brincadeiras. </span></span></p>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Isso é verdade, mas existe também uma outra verdade que nunca dizemos, mas sabemos.</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Esse irmão veio para dividir com ele o amor da mãe, do pai, dividir a casa, às vezes o quarto, os brinquedos, a atenção dos parentes, etc.</span></span></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A criança percebe essa verdade no momento em que a mãe chega da maternidade com o bebê no colo. O colo já começa a ser dividido desde então. O ciúme nesse caso, é esperado e, portanto, normal. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O anormal seria que esse irmão mais velho não sentisse rivalidade nenhuma por esse bebê que chega e o tratasse amigavelmente. Caso isso acontecesse, poderíamos dizer que essa atitude seria estranha e preocupante, pois seria uma atitude que não faz parte da índole da criança, e que obviamente ela deveria demonstrar esse ciúme alguns momentos.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Tanto o ciúme quanto a inveja, quando intensos, são fonte de grande ansiedade.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O ciúme na criança, quando não é demasiado forte, é característica normal da personalidade. Envolve rivalidade sadia; e quando surge no relacionamento com irmãos, é um treino preparatório da fase competitiva, que mais tarde ela precisará enfrentar no ambiente social e profissional.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">As manifestações mais comuns do ciúme são a hostilidade e o ódio. A hostilidade pode oscilar entre leves manifestações de implicância e pequenas agressões até uma completa intolerância para suportar a presença do irmão; onde o desejo é o de &#8220;eliminar&#8221; o objeto odiado.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O ciúme pode também manifestar-se de maneira indireta: a criança experimenta ansiedades, dirigindo sua hostilidade abertamente contra o irmão. Pode voltá-la contra si mesma, ou contra o ambiente. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Pode haver também uma regressão: manha, revolta, agressão contra os pais, inapetência, fracasso nos estudos ou recusa em crescer (independência). Quando essa fase se estende muito, pode ameaçar o equilíbrio da personalidade infantil, levando a distúrbios, como: sinais de ambivalência e indecisão, dificuldade em tarefas que exijam capacidade de abstração ou chegar a conclusões com clareza.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Como característica do comportamento desse irmão ciumento, pode surgir o oposicionismo que é dirigido contra os pais. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Por exemplo: os pais gostariam que ele fosse bom aluno, fosse disciplinado, etc., e a criança reage ao contrário, opondo-se a essa expectativa para assim atrair a atenção tão desejada dos pais. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Existem também os mecanismos passivos: a criança interioriza sua hostilidade, mas é vítima de maior carga ansiosa. Aparecem os tiques nervosos, a fala &#8220;tate-bi-tate&#8221; (em idade que a linguagem já tenha sido estabilizada e a criança já venha se expressando com facilidade). </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Volta a molhar a cama ou a querer que lhe dê comida na boca. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Enfim, comporta-se como em etapas anteriores de seu desenvolvimento. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Outra forma passiva, é quando a criança fica apática, apagada, preguiçosa, sem entusiasmo. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Pode bloquear-se afetivamente, sufocando junto com a inveja e o ciúme, o amor. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Deixa de ter reações amorosas com familiares e irmãos. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Desde que a afetividade e a inteligência estão intimamente ligadas e interdependentes, a produção e o rendimento dessa criança costuma ser precário.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><strong>Continua em </strong><a title="Comportamento entre irmãos - Parte 2" href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/comportamento-entre-irmaos-2/" target="_blank"><strong>Comportamento entre irmãos &#8211; Parte 2 </strong></a><strong>&#8230;</strong></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Artigo publicado originalmente no site <a title="PapoNosso" href="http://www.paponosso.com.br" target="_blank">PapoNosso</a> : Comportamento entre irmãos</span></span></p>
<p> </p>
<p></span></p>
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		<title>Comportamento entre irmãos &#8211; 2</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/comportamento-entre-irmaos-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciúmes]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuação de Comportamento entre irmãos &#8211; Parte 1 &#8230;
Outro mecanismo passivo, é a própria desvalorização. A criança acha-se inferior e, portanto, se anula. Essa atitude determina reações depressivas que são auto-destrutivas. 
Deve-se nesse momento canalizar essa agressividade adequadamente, valorizando seus sucessos numa escolinha de natação, ou outra atividade qualquer onde a criança se destaque com [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=15&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><strong>Continuação de </strong><a title="Comportamento entre irmãos - Parte 1" href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/comportamento-entre-irmaos-1/" target="_blank"><strong>Comportamento entre irmãos &#8211; Parte 1</strong></a><strong> &#8230;</strong></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Outro mecanismo passivo, é a própria desvalorização. A criança acha-se inferior e, portanto, se anula. Essa atitude determina reações depressivas que são auto-destrutivas. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Deve-se nesse momento canalizar essa agressividade adequadamente, valorizando seus sucessos numa escolinha de natação, ou outra atividade qualquer onde a criança se destaque com desenvoltura. Ela deve ser estimulada a fazer novas amizades e a freqüentar outros lugares diferentes daqueles do irmão. As comparações obviamente devem ser evitadas. Inevitavelmente elas ocorrerão, mas, espera-se, vindas de fora.</span><span id="more-15"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Dizer que um dos irmãos é mais inteligente, mais caprichoso, mais carinhoso, etc. não servirá de estímulo ao outro irmão; muito pelo contrário, só fará com que ele se sinta humilhado e inferiorizado. Mais tarde é provável que se torne num adulto que se julgue pouco inteligente ou pouco afetuoso, bloqueando-se nessas áreas; o que não é incomum. Com freqüência encontramos adultos ou adolescentes que se julgam feios, incapazes ou pouco criativos porque sempre foram comparados ao irmão. Comparações desse tipo minam traços do caráter da criança e podam seu desenvolvimento.</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Quando falamos sobre as comparações feitas pelos pais, temos de levar igualmente em consideração as preferências, que são também nocivas ao desenvolvimento emocional da criança.</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Artigo publicado originalmente no site <a title="PapoNosso" href="http://www.paponosso.com.br" target="_blank">PapoNosso</a> : Comportamento entre irmãos<br />
</span></p>
<p>Lembramos então da história bíblica de Isaque e Rebeca com seus filhos Esaú e Jacó. A Bíblia diz claramente que Rebeca amava mais a Jacó. Por causa dessa preferência, muitas mudanças e tragédias aconteceram nessa família, provocando desentendimentos e ódio entre os irmãos. Em Genesis 27:41, lemos: &#8220;<em>Passou Esaú a odiar a Jacó por causa da bênção com que seu pai o tinha abençoado e disse consigo: Vêm próximos os dias de luto por meu pai, então matarei a Jacó, meu irmão.</em>&#8220;</p>
<p>Podemos pensar em como seria essa história, caso não houvesse explicitamente essa preferência de Raquel por um dos filhos. Naturalmente, o final disso tudo houve reconciliação, mas só depois de muito sofrimento e angústia. Notamos que Jacó passa sua vida com medo desse irmão, pois, em Genesis 32:7 diz que quando soube que Esaú se aproximava com 400 homens, ele teve medo e se perturbou. Mais adiante, no verso 11, ele ora a Deus dizendo: &#8220;<em>Livra-me das mãos de meu irmão Esaú, porque eu o temo, para que não venha ele matar-me</em>&#8220;.</p>
<p>A situação de &#8220;preferência&#8221; muitas vezes acontece em situações de doença, onde o filho doente recebe mais atenção, mais cuidado, mais mimo, etc.</p>
<p>Isso pode tornar-se, então, numa super proteção. Essa pode implicar em uma dificuldade no desenvolvimento da capacidade de independência da criança. O mimo é vivenciado por ela, cedo ou tarde, como uma frustração.</p>
<p>A criança que tenha sido super protegida, desenvolve uma tendência a ter reações infantis quando adulto. Tem dificuldade em adaptar-se à realidade e volta-se para si mesma. Muitas vezes, não consegue desenvolver a capacidade para suportar frustrações e regride. Outro mecanismo, é a negação da realidade, i.e., tende a ignorar e a fugir daquilo que é desagradável. Esses pais educam a criança para si, mas não para a sociedade, pois são crianças que se sentem desajustadas em grupo.</p>
<p>O dever, a responsabilidade, a aceitação de outras crianças, a renúncia em não ser o centro das atenções, são dificuldades comuns encontradas por ela. Esse filho torna-se sensível e vulnerável, ofendendo-se com coisas simples.</p>
<p>Uma situação em que esse filho se sinta desconsiderado ou fracassado, pode levar a uma depressão por longo tempo. Algumas das características dessa pessoa na vida adulta, seriam: a desconfiança, impaciência, suscetibilidade, inconstância e reações afetivas inadequadas.</p>
<p>Como podem ser bem solucionadas? Uma solução, está no que se refere à personalidade dos filhos.</p>
<p>Os pais devem identificar e realçar as características positivas de cada um. As habilidades e talentos devem ser sempre valorizados e nunca comparados. Quando um dos filhos é mais carinhoso, mais amoroso com os pais, geralmente os conquista com mais facilidade. Os pais se &#8220;derramam&#8221; na resposta desse afeto e tendem a comparar tal procedimento com a frieza e distância do outro filho.</p>
<p>Essa característica, quando é observada por familiares e amigos, em vez de estimular essa afetividade, só ajuda a reprimi-la. A habilidade e o equilíbrio de elogios e estímulos é uma excelente alavanca para fortalecer e ajudar os filhos a suportarem suas diferenças.</p>
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