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	<title>Artigos de Psicologia &#187; Compulsão</title>
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	<description>Escritos por Marilena Teixeira Netto</description>
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		<title>Artigos de Psicologia &#187; Compulsão</title>
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		<title>Mente em Fuga</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:28:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Compulsão]]></category>
		<category><![CDATA[Fugas]]></category>

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		<description><![CDATA[O livro &#8220;Mundo em Fuga&#8221; fala da dificuldade e das desculpas do homem em se aproximar de Deus. Mas existe a &#8220;Mente em Fuga&#8221; que ultimamente povoa a nossa existência e nem percebemos.
À medida que nos entupimos de afazeres para preenchermos o nosso tempo com inúmeras atividades, algumas fúteis, outras não, estamos vivendo esse processo.
Funciona [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=32&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O livro &#8220;Mundo em Fuga&#8221; fala da dificuldade e das desculpas do homem em se aproximar de Deus. Mas existe a &#8220;Mente em Fuga&#8221; que ultimamente povoa a nossa existência e nem percebemos.<span id="more-32"></span><br />
</span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">À medida que nos entupimos de afazeres para preenchermos o nosso tempo com inúmeras atividades, algumas fúteis, outras não, estamos vivendo esse processo.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Funciona como uma compulsão mascarada. É como se eu não pudesse perder alguns minutos ou momentos na quietude do meu Eu, dos meus pensamentos, das minhas indagações ou questionamentos. Como se nada disso fosse útil.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Na perseguição em preencher os meus momentos, busco não só o lazer, mas o acúmulo das atividades do dia a dia. Nisto, eu repasso automaticamente tal comportamento para os filhos. Estes, também se entopem de compromissos e aprendem, assim, o método mais eficaz de terminar o dia, terminar o mês, terminar o ano e&#8230; terminar a vida. Seria essa uma busca sôfrega para a morte?</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A pergunta: &#8220;O que você faz?&#8221; já implica em: Que atividades você faz fora de casa? Parece importante dizer que passamos o dia inteiro na correria e que, chegamos em casa e nem vimos o dia passar.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Mas corremos para quê? Por que será tão difícil sentir o dia passar, observar esse dia passar ou no mínimo acompanhar o dia passar?</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A verdade é que não suportamos mais ver esse dia trazer suas inconstâncias, suas tragédias, suas inseguranças, suas ameaças e suas agressões. Nosso dia é agressivo, é ameaçador, é traiçoeiro. Conviver com tamanha ameaça nos deixa incapaz de acompanharmos o correr do dia.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Segurança era algo que tínhamos no passado, a certeza de que podíamos sair e voltar para casa à noite. De ver um filho sair à rua e voltar, etc&#8230;etc&#8230; Coisas do nosso passado, coisas de um século saudoso que ficou em nossa lembrança ou em nosso arquétipo.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Nossa segurança e o nosso cotidiano são estarrecedores, angustiantes e nos levam à uma ansiedade asfixiante e interminável. Nossa saída é tentar &#8220;eliminar&#8221; essa angústia. Tentar amenizá-la, ocupando nossa vivência com saídas ou  “fugas&#8221; que possam nos ajudar nesse método de sobrevivência. Aliás, o único método desse século. Pois é uma tentativa de esconder nossa grande dificuldade de percebermos realmente, a nossa limitação, a nossa precária mortalidade e a nossa finitude.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Nossa fuga nos leva a não deixar espaços para pensarmos sobre a nossa alternativa de vida e a nossa situação pós-morte.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Aqui se forma o paradoxo onde, ao mesmo tempo em que eu preciso que esse dia passe rapidamente, eu na verdade persigo, também, a morte rapidamente. Por isso nos assustamos quando dizemos: Mas, o natal já chegou de novo? Parece que foi ontem! Precisamos saber que esse &#8220;susto&#8221; é provocado por nós mesmos.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A famosa qualidade de vida e as diversas modalidades de lazer também se incorporam ao nosso sistema de fuga. Elas são atividades na nossa tentativa de obscurecermos a insegurança e a frustração que nós vivemos. Frustração do descontrole da violência, da agressão, da pobreza e da nossa finitude.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Parar, para muitos, significa tomar consciência desse Eu, dos desejos da insatisfação que nos persegue há muito e que ainda não resolvemos &#8220;tomar controle&#8221;.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Este medo, do parar por algum tempo, com certeza é ameaçador. Pois, ele pode nos trazer alguma crise interna. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Mas crise, significa mudança.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">E o que será que nos acontecerá se pararmos por alguns momentos?</span></span></p>
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		<title>Morbidez</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:27:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Compulsão]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas]]></category>

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		<description><![CDATA[A morbidez, anteriormente, &#8220;recatada&#8221;, encoberta, hoje escancarada, já faz parte do cotidiano, onde é vista de maneira corriqueira e natural.
Artigos escabrosos, restritos anteriormente a jornais de baixa repercussão, hoje despontam com uma variedade imensa e alardeiam nossa mente já propensa a ater-se à escândalos, miséria, terror, violência e sofrimento.

Assusta, mais ainda, o fato de todo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=29&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A morbidez, anteriormente, &#8220;recatada&#8221;, encoberta, hoje escancarada, já faz parte do cotidiano, onde é vista de maneira corriqueira e natural.<br />
Artigos escabrosos, restritos anteriormente a jornais de baixa repercussão, hoje despontam com uma variedade imensa e alardeiam nossa mente já propensa a ater-se à escândalos, miséria, terror, violência e sofrimento.</span></span></p>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span id="more-29"></span><br />
Assusta, mais ainda, o fato de todo esse teor ser mantido e alimentado principalmente pela mídia, que valoriza e promove a &#8220;fama&#8221; daquele que usurpa, violenta e ultraja toda e qualquer manifestação de civilidade e honradez. </span></span></div>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">É o traficante que aparece em capa de revista e em outdoors, o que ganha sucesso e fama. São as entrevistas com assassinos, &#8220;maníacos do parque&#8221;, etc&#8230;que têm destaques na imprensa, que aumentam a curiosidade das pessoas, mas também produzindo horror, angústia, agonia, abatimento e depressão, naquele que, estarrecido, recebe o bombardeio dessas notícias alarmantes e intermináveis.<span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span></span></span></span></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></p>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Imprensa essa, que nem sequer percebe o quanto ela é diretamente responsável por introduzir na mente o mau e o trágico.</span></span></div>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Morbidez alimentada sim, a cada dia, onde a escória é enaltecida nas páginas e onde os campeões de audiência são os &#8220;cidadãos&#8221; longe de possuírem qualquer dignidade e amor pelo ser humano.</span></span></div>
<p></span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Atente para o fato de que aquele que se destaca em alguma grande causa, possivelmente não terá seu feito tão alardeado pela mídia como aquele que se evidencia no ato bárbaro e dantesco.</p>
<p>Males de um século acumulado de violência, desrespeito, desperdício, cujo mundo encontra-se virado, violentado, trocado em seus valores de certo e errado.</p>
<p>Atiçados por essa morbidez, o ser humano caminha freneticamente, sem dar-se conta de que o que chama sua atenção, tem de conter sua dose de atrocidade. A imprensa por sua vez também caminha fomentando e fortalecendo esse viés triste de nossa &#8220;doença&#8221;.<br />
Quanto mais doente, maior o interesse, maior o destaque.</p>
<p>Adoecemos juntos, sem perceber a manipulação constante desse complô maligno abocanhando nossa mente frágil. Mente essa que já se tornou embrutecida, anestesiada, insensível e dentro dessa insensibilidade, busca então novos horrores, novas tragédias, novas &#8220;sensações&#8221;.</p>
<p>Um ciclo vicioso trazendo então&#8230; insensibilidades, novas tragédias,&#8230; novas buscas pelo desumano&#8230; mais insensibilidade&#8230; mais buscas&#8230; mais morbidez.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=29&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Hipnose</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:25:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Compulsão]]></category>
		<category><![CDATA[Hipnose]]></category>

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		<description><![CDATA[Esquecida e desacreditada, redescoberta e reconhecida como técnica eficiente, a hipnose passou por diversas etapas desde o seu uso pelo médico suíço Franz Mesmer em 1776. Depois dele, veio Dr. James Braid, que deu o nome de Hipnose (Hipnos=deus do sono), pois achava que este estado parecia com o do sono.
Hoje já se sabe por [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=24&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Esquecida e desacreditada, redescoberta e reconhecida como técnica eficiente, a hipnose passou por diversas etapas desde o seu uso pelo médico suíço Franz Mesmer em 1776. Depois dele, veio Dr. James Braid, que deu o nome de Hipnose (Hipnos=deus do sono), pois achava que este estado parecia com o do sono.<br />
Hoje já se sabe por mensurações neurológicas da pessoa hipnotizada, que a atividade cerebral, respiração, e ritmo cardíaco parecem ser típicas do estado de vigília normal (de uma pessoa acordada). Portanto, a hipnose parece ser uma variação do estado de vigília; um estado de atenção concentrada, um estado de atenção da consciência.</span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span id="more-24"></span><br />
É necessária a vontade de colaboração do paciente, pois sem ela, não existe a menor possibilidade do estado hipnótico. Além disso, nada pode ser feito contra os princípios e moral do paciente.</p>
<p>Quando fechamos os olhos e pensamos em algum lugar por exemplo, somos capaz de visualizar as cores e detalhes desse lugar ou sentir o cheiro ou mesmo o gosto de determinada fruta. Nossa atenção nesse momento foi focalizada, e concentrada, permitindo assim que uma simples sugestão transportasse nossa mente para aquele objetivo.</p>
<p>Podemos dizer que quando estamos vendo um filme atentamente, por exemplo, estamos em um estado de hipnose. Não sentimos nossa cadeira, não percebemos as outras pessoas, não estamos atentos ao nosso corpo, etc&#8230;estamos assim numa atenção concentrada.</p>
<p>O estado de relaxamento, é um estado hipnoidal. Inicia-se o relaxamento e logo depois é introduzida a sugestão onde o paciente conscientemente acompanha a indução dirigida pelo terapeuta. A auto-hipnose é conseguida, quando a própria pessoa promove esse auto-relaxamento e auto-sugestão após desenvolver uma capacidade de atenção concentrada.</p>
<p>Atualmente o que vemos é a chamada &#8220;hipnose de palco&#8221; onde há aberrações sem sentido, uma vez que a hipnose somente é usada visando a melhora e cura do paciente. Portanto as demonstrações que se vê, distorcem e de certa forma, denigrem a atuação da hipnose.</p>
<p>Há graus de hipnose: estado hipnoidal, leve, médio, profundo e sonambúlico (para alguns autores).<br />
Mas com que finalidade usamos essa técnica? Ela é usada como auxiliar no processo da terapia, como &#8220;atalhos&#8221; para a cura em fobias, por exemplo, já que se trata de um medo irracional, resultando no evitamento inconsciente do objeto, da atividade ou da situação temida. Lembrando que o medo é um sentimento que vai desde o normal, num movimento para nos defendermos, até à síndrome do pânico.</p>
<p>Ela é usada na dor crônica, com os pacientes terminais com câncer, na odontologia, no stress, no auxílio das doenças psicossomáticas, nas disfunções sexuais, etc&#8230;</p>
<p>Mas a hipnose não é mágica, o paciente não sai &#8220;curado&#8221; em uma única sessão, pois muitas vezes o tratamento é feito paralelamente ao processo terapêutico.</p>
<p>No stress por exemplo, é necessário investigar as adaptações da mente e corpo do indivíduo, já que o stress é uma exigência imposta sobre a capacidade de adaptação da mente e do corpo. O stress pode ser bom ou mau, e portanto, se nossa capacidade for suficientemente boa reagimos bem, senão recuaremos.</p>
<p>Nas demais situações, ela promove um encurtamento no tratamento o que alivia mais rapidamente os sintomas, ou os elimina na sua totalidade.</p>
<p></span></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/24/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/24/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/24/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/24/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/24/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/24/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/24/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/24/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/24/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/24/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/24/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/24/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=24&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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