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	<title>Artigos de Psicologia &#187; Depressão</title>
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	<description>Escritos por Marilena Teixeira Netto</description>
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		<title>Artigos de Psicologia &#187; Depressão</title>
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		<title>Solidão</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 02:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
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		<category><![CDATA[Solidão]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca tivemos tanta facilidade de comunicação e ao mesmo tempo tanto isolamento como temos hoje. Se a internet nos permite uma rápida ligação com as pessoas e nos favorece tanto a amplitude nos contatos, por que será que as pessoas se sentem cada vez mais isoladas?

 
As salas de &#8220;bate papo&#8221; na internet são exatamente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=20&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3>Nunca tivemos tanta facilidade de comunicação e ao mesmo tempo tanto isolamento como temos hoje. Se a internet nos permite uma rápida ligação com as pessoas e nos favorece tanto a amplitude nos contatos, por que será que as pessoas se sentem cada vez mais isoladas?</h3>
<p><span id="more-20"></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>As salas de &#8220;bate papo&#8221; na internet são exatamente um atrativo para as pessoas solitárias, sempre em busca de alguém com quem se possa gastar tempo, sem comprometer a privacidade de cada um.<br />
Por que esse tipo de contato é tão procurado? É uma maneira de envolver-se parcialmente, de esconder-se.<br />
É uma alternativa de um contato sem compromisso, uma falsa aproximação, onde faço apenas um contato superficial, sem envolvimento real. </strong></p>
<p><strong> </strong><strong><span style="font-weight:normal;">São vários os fatores que parecem empurrar uma pessoa em direção aos relacionamentos &#8220;internéticos&#8221;, indicando que talvez esse comportamento não seja uma escolha, mas sim uma imposição.</span></strong><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span></p>
<ul>
<li><strong> </strong><strong><span>Um dos fatores é o medo</span></strong><span>. O contato direto tornou-se perigoso. Quem é a pessoa que se aproxima e com que intenção? Como disse uma senhora de alta posição social e financeira: &#8220;Não tenho amigos porque sei que as pessoas se aproximam por interesse. Em algum momento sei que vão pedir alguma coisa. Já vi isso inúmeras vezes e sempre pode acontecer de novo.</span></li>
<li><strong><span>Um segundo fator é a competição nos vários setores</span></strong><span>.<br />
O outro é aquele que compete comigo no trabalho, no curso, na própria família, no sexo. O outro, ou outra pode chamar mais a atenção do que eu. Assim, é preciso manter a distância e a privacidade.</span></li>
</ul>
<p><span>O afastamento um dos outros, na verdade foi um processo bem lento. Nas cidades do interior, por exemplo, antes da TV, as pessoas levavam as cadeiras para as calçadas à noite, e ali ficavam conversando com os que passavam. Com o surgimento da TV, as pessoas começaram a se recolher, absortas com as programações, e automaticamente mergulhando nesse afastamento sem perceberem.</span></p>
<p>Outro ponto é decorrente também da competição que se estabeleceu: a necessidade da informação. Essa necessidade &#8220;encurtou&#8221; nosso tempo, pois minha competência ancora-se no meu preparo, no meu saber. Esse preparo é passado aos filhos, que também correm atrás do tempo.<br />
Portanto, corremos com eles e por eles.</p>
<p><span>A falta de tempo hospedou-se na vida de cada um de tal forma que a convivência tornou-se raridade e o isolamento estabeleceu-se de uma forma inflexível e até irreversível. </span></p>
<p><span>Sem perceber, o ser humano adoeceu no isolamento, mas nem por isso mudou internamente. Continua carente de convívio e de relacionamentos profundos.</span></p>
<p style="line-height:15.6pt;"><span>Ter amigos e conviver profundamente é receita terapêutica para nossa saúde emocional.</span></p>
<p style="line-height:15.6pt;"><span><strong>Você ainda acha que a solidão é uma escolha?</strong></span></p>
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		<title>Depressão Mascarada (Hipoglicemia)</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:28:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[
Sintomas: Cansaço repentino, depressão, apatia, taquicardia, insônia, hipersensibilidade, choro por qualquer coisa, medo e, aparentemente, tudo isso, sem motivo&#8230;..

Pensa-se imediatamente em depressão. O medicamento é fácil e direto; anti-depressivo e/ou ansiolítico. Certo? ERRADO!


Ao olhar mais atentamente, podemos rastrear o histórico desse paciente e observar outras tantas facetas que nos alertam para algo mais. &#8220;Aparentemente&#8221; não [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=31&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div><strong><a href="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/10/depressaomascarada.jpg"><img class="size-full wp-image-131 alignright" title="depressaomascarada" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/10/depressaomascarada.jpg?w=180&#038;h=144" alt="Depressão Mascarada" width="180" height="144" /></a><br />
<h3>Sintomas: Cansaço repentino, depressão, apatia, taquicardia, insônia, hipersensibilidade, choro por qualquer coisa, medo e, aparentemente, tudo isso, sem motivo&#8230;..</strong></div>
<p><strong><br />
<h3>Pensa-se imediatamente em depressão. O medicamento é fácil e direto; anti-depressivo e/ou ansiolítico. Certo? ERRADO!</strong></h3>
<p><a href="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/10/depressaomascarada.jpg"></a></p>
<p><span id="more-31"></span></p>
<p>Ao olhar mais atentamente, podemos rastrear o histórico desse paciente e observar outras tantas facetas que nos alertam para algo mais. &#8220;Aparentemente&#8221; não há motivo real para esta pessoa estar deprimida. Não houve perda de emprego, morte na família, crise conjugal, tédio pela vida, etc&#8230;etc&#8230; Uma varredura geral e minuciosa na vida dessa pessoa, casos hereditários&#8230;e &#8230;nada&#8230;</p>
<p>Observamos o estado de saúde e a alimentação. E como não há divisão entre mente-corpo, devemos olhar os dois lados. Então, podemos constatar que esta pessoa vem ingerindo muito açúcar, muito carboidrato numa quantidade muito maior do que usualmente fazia. A partir daí, chegamos a um diagnóstico incrível: sintomas de uma hipoglicemia.</p>
<p>Curiosamente, os mesmo sintomas de uma depressão, só que com uma grande diferença: a maneira como cada um é tratado.</p>
<p>Se o diagnóstico for de uma depressão, essa pessoa fatalmente entrará numa diabetes irreversível. Já a hipoglicemia pode ser facilmente revertida simplesmente através da alimentação balanceada.</p>
<p>Nos últimos 20 anos de clínica, deparei-me com diversos pacientes neste estado que vinham indicados até por psiquiatras, para iniciarem a terapia eram medicados com antidepressivos. Pacientes que, infelizmente, permaneceram por muito tempo sem um diagnóstico preciso e já estavam diabéticos.</p>
<p>Mas o que é hipoglicemia? Curiosamente, eu confrontei alguns médicos, não endocrinologistas, que desconheciam esse funcionamento do pâncreas e relacionaram até uma hipo (=menos) como uma insuficiência de açúcar. Portando, supunham que essa pessoa deveria ingerir mais açúcar.</p>
<div id="attachment_136" class="wp-caption alignleft" style="width: 138px"><a href="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/10/340px-glicemiasvg.png"><img class="size-thumbnail wp-image-136" title="340px-glicemiasvg" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/10/340px-glicemiasvg.png?w=128&#038;h=86" alt="Pâncreas" width="128" height="86" /></a><p class="wp-caption-text">Pâncreas</p></div>
<p>Ao contrário, o pâncreas quando recebe açúcar ou carboidrato (batata, massa, pão branco, farinha, açúcar livre na forma de sorvete, refrigerante, chocolate, etc), normalmente dissolve esse açúcar lentamente, se seu funcionamento é normal.</p>
<p>Numa disfunção, ao receber esse açúcar, o pâncreas imediatamente o consome devido a um hiperinsulinismo. Caso a pessoa continue nessa &#8220;voracidade&#8221;, o pâncreas por &#8220;cansaço&#8221; para de trabalhar, de produzir insulina e dissolver esse açúcar. A pessoa então, entra numa diabetes e precisa tomar insulina.</p>
<p>Os sintomas descritos acima e mascarados como o de uma depressão, na verdade são os sintomas do famoso &#8220;Sugar Blues&#8221; descritos no livro de William Dufty.</p>
<p>Conheci bem de perto tais sintomas. Há 22 anos, uma vítima dessa estranha disfunção quase foi também, erroneamente como muitos, diagnosticada como tendo depressão. Numa rápida equilibrada na alimentação, foram-se os sintomas.</p>
<p>Curiosamente, a clínica me permitiu ajudar vários pacientes com a mesma síndrome e que, logicamente, tiveram sua permanência muito rápida nessa terapia desnecessária.</p>
<p>Isto serve como um alerta no momento em que, evidentemente, a depressão é um dos males do nosso século e que surge com muita freqüência. Mas&#8230;..será tudo mesmo depressão?</p>
<div id="attachment_139" class="wp-caption aligncenter" style="width: 138px"><a href="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/10/slide3.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-139 " title="slide3" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/10/slide3.jpg?w=128&#038;h=96" alt="Tristeza de origem fisica" width="128" height="96" /></a><p class="wp-caption-text">Tristeza com origem no metabolismo</p></div>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/31/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/31/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/31/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=31&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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