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	<title>Artigos de Psicologia &#187; Escolhas</title>
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	<description>Escritos por Marilena Teixeira Netto</description>
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		<title>Artigos de Psicologia &#187; Escolhas</title>
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		<title>Tempo com os filhos</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 21:02:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>

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		<description><![CDATA[
Filhos que estão na escola meio período e quando chegam, não podem ficar em casa com empregada e se atiram em diversas atividades. Além da escola, têm aula de natação, computação, judô, etc&#8230;. etc&#8230;.
Esse é o quadro que temos hoje. Comum, sem dúvida, mas eficiente? Terão consequências ou já as têm que talvez nem estejam [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=343&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3>
<div id="attachment_349" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><img class="size-medium wp-image-349 " title="ampulheta" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2009/04/sand_timer.jpg?w=180&#038;h=170" alt="Tempo para os filhos" width="180" height="170" /><p class="wp-caption-text">Tempo para os filhos</p></div>
<p>Filhos que estão na escola meio período e quando chegam, não podem ficar em casa com empregada e se atiram em diversas atividades. Além da escola, têm aula de natação, computação, judô, etc&#8230;. etc&#8230;.<br />
Esse é o quadro que temos hoje. Comum, sem dúvida, mas eficiente? Terão consequências ou já as têm que talvez nem estejam sendo identificadas pelos pais?</h3>
<p><span id="more-343"></span></p>
<p>O tempo com filhos tem sido negligenciado ou considerado pouco importante pelos pais e, principalmente, pelas mães que colocam o trabalho como prioridade e filhos em segundo plano, imaginando  que com o resultado financeiro advindo do trabalho, estará dando a esse filho o melhor de tudo. Grande ilusão!</p>
<p>A distorção  desses valores tem mostrado que temos crianças infelizes e despreparadas para enfrentarem uma realidade muito mais exigente do que parece.</p>
<p>Crianças que passam muito tempo longe da mãe muitas vezes desenvolvem um comportamento inseguro, pois a base da segurança vem da interiorização da figura materna e isso é feito na convivência profunda entre mãe e filho(a).</p>
<p>Pais que chegam tarde em casa e que convivem apenas de uma hora e meia a duas horas com filhos, têm dificuldade em discipliná-los por pena ou receio de se tornarem mal vistos por esses filhos,  ou  de parecerem antipáticos.<br />
Deixando de discipliná-los como convém, esses filhos se tornam ditadores, manipuladores e autoritários. Como consequência disso, desenvolvem baixa resistência à frustração, pois não aprendem a lidar com situações que não são aquelas que eles planejaram. Em decorrência disso, tornam-se adultos infantilizados que na primeira dificuldade no trabalho, por exemplo, pedem demissão ou, na primeira crise em relacionamentos, &#8220;tiram o time&#8221;e procuram logo novos parceiros. Igualmente, na primeira crise dentro do casamento, incapazes que sempre foram em lidar com  situações de dificuldade, escolhem o divórcio como alternativa mais fácil e menos desgastante.</p>
<p>O resultado disso é o que temos visto dessa geração que começou a surgir nos anos 80, com a chegada da mulher ao mercado de trabalho. Geração, essa hoje, com jovens de  vinte e tantos anos vivendo relacionamentos precários e passageiros, com parceiros descartáveis e flutuantes.</p>
<p>Esquema de criação estabelecido décadas atrás que se estende e se perpetua ainda hoje, onde crianças de 3,5,8, anos etc&#8230; vivem situações semelhantes. Pouquíssimas mudanças aconteceram nas últimas décadas, e podemos considerar mudanças para pior. Afinal, o mundo competitivo exige atividades múltiplas&#8230; transformado essas crianças em adultos bem-sucedidos. Será?</p>
<p>Será o adulto bem-sucedido aquele  gerente de alguma empresa, com inúmeras pessoas trabalhando abaixo dele, mas que fica estressado ao extremo, levando a crises de depressão, de agressividade, síndrome do pânico e com dificuldade em lidar com frustrações e medo da competitividade. E, como consequência, o isolamento e dificuldade de aproximar-se das pessoas que podem ser inimigas em potencial?</p>
<p>Hoje em dia, sabemos que um adulto bem-sucedido, é aquele bem equilibrado emocionalmente, que gerencia bem situações de frustração e não tem receio da competição, pois conhece bem sua tarefa, seu lugar e sabe disso por ter uma auto-estima equilibrada e saudável. É bom lembrar que auto-estima  não se constrói aos 30 anos, mas é construída na primeira infância pelos pais que gastam tempo observando essa criança e acompanhando em detalhes a evolução de comportamento e personalidade, que aos 3 anos já está formada.</p>
<p>Exemplificando, se no meu projeto está a música e compro um violão, mas não tenho tempo de dedicar-me a esse projeto, o final será sofrível.</p>
<p>Criação de filhos exige renúncia, sacrifício e deixar de lado situações aparentemente prioritárias e engajamento absoluto no preparo dessa vida que um dia iniciou, na maioria das vezes, por escolha.</p>
<p>É necessário observar cuidadosamente se cada mãe em potencial se encaixa dentro da exigência da maternidade.<br />
Caso não se encaixe, NÃO TENHA FILHOS! Nenhum ser humano merece ser negligenciado.</p>
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		<title>Socorro! Mãe vs. Trabalho vs. Filhos</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 21:28:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma grande diferença de conflitos da geração passada e da atual, é que na anterior, o trabalho não era questionado pelas jovens mães, pois a priori elas já se imaginavam em casa, cuidando dos filhos. A idéia de: “devo trabalhar ou não?” não acontecia.
Atualmente, já está implícito que a mulher termina sua faculdade ou seu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=208&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="attachment_213" class="wp-caption alignleft" style="width: 116px"><img class="size-full wp-image-213   " title="trabalho e filhos" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/12/maetrabalho2.jpg?w=106&#038;h=164" alt="Trabalho vs. Filhos" width="106" height="164" /><p class="wp-caption-text">Trabalho vs. Filhos</p></div>
<p>Uma grande diferença de conflitos da geração passada e da atual, é que na anterior, o trabalho não era questionado pelas jovens mães, pois a priori elas já se imaginavam em casa, cuidando dos filhos. A idéia de: “devo trabalhar ou não?” não acontecia.</p>
<p>Atualmente, já está implícito que a mulher termina sua faculdade ou seu curso e que automaticamente irá procurar emprego e prosseguir com ele até o final de sua vida. Imaginar-se sem um trabalho ou emprego e depender do marido para tal, está fora de questão.</p>
<p>O problema e o conflito surge então quando essa mãe decide ter filhos e que, no entanto, a proposta de dedicar-se à educação, sustento emocional, psicológico, construção do caráter, etc … fica delegado ao segundo plano ou delegado às escolas ou creches.</p>
<p><span id="more-208"></span></p>
<p>Fica a pergunta que talvez elas nem pensem seriamente nela: Por que ter filhos e para que ter filhos? Vontade de ter bebês que são umas gracinhas, continuação da família, extensão dos pais nesses filhos ou qualquer outra aspiração pessoal é bem vinda, mas não o suficiente em se tratando que essa vida de bebê vai continuar, crescer, depender de orientação, supervisão, dedicação total e absoluta e que, acima de tudo, se trata de uma vida que irá continuar de maneira sã ou não; dependendo daquilo que teve de seus pais.</p>
<p>Será que essa noção de continuidade, de construção e ajuda no aperfeiçoamento da personalidade é visto de uma maneira integral por esses pais e principalmente por essa mãe? Será que essa noção de vida é bem compreendida e percebida por essa mãe?</p>
<p>O trabalho da casa e da educação e acompanhamento dos filhos não são mais vistos como “trabalho”. É desmerecido e  vulgarizado. Um difícil resgate a ser feito&#8230;</p>
<p>O questionamento de ser mãe e manter o emprego na maioria das vezes não acontece. O que se pergunta normalmente é : como lidar com a culpa de permanecer nessa dicotomia? Qual a melhor maneira de acomodar a situação de trabalho e filhos minimizando essa culpa?</p>
<p>Passamos então a lidar com o sintoma do conflito, em administrar da melhor maneira esse dilema, na esperança de que psicólogos infantis, professoras, creches e afins possam ajudar  na solução desses sintomas.</p>
<p>A moderna sociedade evoluiu enormemente em diversas  áreas, mas, infelizmente ou felizmente, ainda não se descobriu algum substituto para a família e, principalmente, para a figura da mãe. Na ausência dela, em caso  de morte ou doença, é claro que figuras substitutivas são necessárias, mas não  falo aqui de exceções mas sim do problema que envolve a maioria das mães.</p>
<p>Identificamos então crianças “adoecidas”. Onde o sentimento de abandono é impresso nessas crianças de maneira considerável. Crianças estressadas, cansadas de tanto permanecerem longe de casa ou atarefadas com horários pesados, e como se fossem adultos, correndo de um lado a outro para preencherem uma agenda assoberbada; pois ficar em casa com empregada ou babá não é nada bom e precisam correr atrás do relógio.<br />
 <br />
Crianças que mal têm tempo de brincar em casa gastando tempo com seu brinquedos ou “escolhendo” o que fazer.<br />
Agendas impostas, horários tumultuados, tempo escasso com os pais e afastamento das mães.</p>
<p>Importa que mães modernas tenham a consciência de suas escolhas em relação à maternidade.<img class="size-medium wp-image-218 alignright" title="Balançaa" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/12/balanca.jpg?w=180&#038;h=180" alt="A busca do equilibrio" width="180" height="180" /><br />
Importa que mães modernas saibam das conseqüências de vidas que são lançadas no mundo sem suporte emocional adequado e importa ainda mais que escolham suas prioridades de vida respaldadas numa visão mais abrangente e menos imediatista, formatada pela visão atual desse mundo, onde o padrão de vida muitas vezes aparece em primeiro lugar.</p>
<p>Às futuras mães que necessitam de um emprego para o próprio sustento, que reflitam sobre o momento da escolha de serem mães ou da simples escolha em serem mães.</p>
<div class="mceTemp">Crianças saudáveis agradecerão.</div>
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		<title>Mentes Formatadas</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 12:15:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escolhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Escolhas genuínas existem?
Ou existem as contaminações que insistem em prevalecer nas nossas escolhas? 
Pior ainda, quando nossos conceitos são distorcidos e aquilo que parecia bom, torna-se antiquado e fora de propósito.
Exemplo: Em uma entrevista, na revista semanal Veja (páginas amarelas) surge a idéia de que inveja, egoísmo, etc&#8230; Tudo o que originalmente era aceito como [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=9&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2007/12/mentes-formatadaas.jpg?w=120&#038;h=200" border="10" alt="" hspace="10" width="120" height="200" align="left" /><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Escolhas genuínas existem?</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Ou existem as contaminações que insistem em prevalecer nas nossas escolhas? </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Pior ainda, quando nossos conceitos são distorcidos e aquilo que parecia bom, torna-se antiquado e fora de propósito.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Exemplo: Em uma entrevista, na revista semanal Veja (páginas amarelas) surge a idéia de que inveja, egoísmo, etc&#8230; Tudo o que originalmente era aceito como distorcido e inadequado, torna-se algo a ser conquistado. O homem precisa tornar-se diferente daquilo que sempre foi ou não fará diferença no mundo atual.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Começam aqui as contaminações: </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span id="more-9"></span>ludibriar é necessário, simular afinidade, amizade, interesse, parcerias, visando proveito próprio, torna-se necessário. Tirar vantagem, na verdade, significa esperteza, inteligência, capacidade e versatilidade.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Esse quadro começa a tomar forma, a crescer, a penetrar em nossas mentes através de livros, da mídia e de repente instala-se na nossa cultura moderna. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Começamos a pensar assim, deixando para trás aquilo que antes nos parecia impossível de mutação.</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Inicia-se um processo interessante que nem sequer nos damos conta. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O primeiro sintoma é quando começamos a ter vergonha de dizer o &#8220;diferente&#8221; diante de um grupo de pessoas. Medo de parecer antiquado, preconceituoso e inflexível. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A ousadia de manter conceitos tradicionais torna-se difusa e temerária. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Começa desse modo, a formatação de nossa mente para o mundo moderno. Mas, uma modernidade que nos oferece o que? Realizações ou frustrações de tentar ser ou aceitar conceitos que não são os nossos?</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Uma formatação quase imposta, traiçoeira, construída. Distorção daquilo que Deus ensinou ao homem. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Mas&#8230; nenhuma surpresa com esse quadro, pois afinal já existia o alerta:<br />
<em>&#8220;Não vos conformeis com esse século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.&#8221;</em> (Rm.12:2)</span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/9/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/9/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/9/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=9&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Ciladas</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/ciladas/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:30:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enganos]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Um caso difícil: uma pessoa casada com alcoólatra ou com marido agressor, vivendo vários anos cuidando e tentando minimizar as seqüelas dessa condição, consegue desvencilhar-se desse parceiro pondo fim à essa relação. Solução que muitas vezes trata-se de um escape à sobrevivência dessa pessoa que se encontra no extremo da exaustão emocional. Passam-se os anos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=35&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Um caso difícil: uma pessoa casada com alcoólatra ou com marido agressor, vivendo vários anos cuidando e tentando minimizar as seqüelas dessa condição, consegue desvencilhar-se desse parceiro pondo fim à essa relação. Solução que muitas vezes trata-se de um escape à sobrevivência dessa pessoa que se encontra no extremo da exaustão emocional. Passam-se os anos e esta mesma pessoa encontra outro parceiro que por &#8220;coincidência&#8221; apresenta o mesmo quadro de alcoolismo ou o mesmo caráter agressivo.<span id="more-35"></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Outro caso: depois de uma longa relação com homem infiel, vivendo uma parceria de insegurança e desvalorização, e rompendo esse relacionamento, há o fascínio novamente por outro parceiro igualmente infiel, etc&#8230;.E a história se repete.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Chegamos então nas ciladas da vida onde, por estranho que pareça, a situação que deveria ser evitada, é &#8220;perseguida&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Encontramos aqui o quadro: busca de segurança X medo do desconhecido.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Mesmo vivendo uma situação de desconforto e de insegurança, esta é uma situação conhecida. Nessa situação, a pessoa conhece os limites, as dificuldades e sabe como equilibrar-se. Acostuma-se com a dificuldade. É o pássaro na gaiola que desconhece o outro lado que é a liberdade, e quando solto, volta para a gaiola.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Passar pelo mesmo caminho, ainda que mais perigoso, mais longo, mais difícil, ainda é mais seguro do que se aventurar no desconhecido. O desconhecido traz insegurança, conflitos e mesmo sendo mais fácil é ameaçador.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Notamos então que o novo não é tão amigável como nos parece. Todo o NOVO já traz a conotação da mudança, da insegurança, do desequilíbrio.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Portanto, aquele que tem certa dificuldade em aventurar-se no novo, também tem mais tendência a repetir suas histórias, suas escolhas, suas decisões. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">As repetições para essas pessoas, são repetições que sugerem: <em>&#8220;Agora vai ser diferente. Dessa vez vou conseguir o que não consegui da vez anterior&#8230;&#8221;</em></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Essa é a matriz psíquica que determina os atos repetitivos de inúmeras pessoas ao nosso redor. São os &#8220;fracassos&#8221; repetidos ou as tentativas frustradas, surgindo com uma roupagem supostamente diferenciada. Nossa mente precisa ficar alerta contra essas ciladas.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Artigo publicado originalmente no site <a title="PapoNosso" href="http://www.paponosso.com.br" target="_blank">PapoNosso</a> : Ciladas<br />
</span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/35/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/35/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/35/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=35&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Morbidez</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/morbidez/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:27:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Compulsão]]></category>
		<category><![CDATA[Escolhas]]></category>

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		<description><![CDATA[A morbidez, anteriormente, &#8220;recatada&#8221;, encoberta, hoje escancarada, já faz parte do cotidiano, onde é vista de maneira corriqueira e natural.
Artigos escabrosos, restritos anteriormente a jornais de baixa repercussão, hoje despontam com uma variedade imensa e alardeiam nossa mente já propensa a ater-se à escândalos, miséria, terror, violência e sofrimento.

Assusta, mais ainda, o fato de todo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=29&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A morbidez, anteriormente, &#8220;recatada&#8221;, encoberta, hoje escancarada, já faz parte do cotidiano, onde é vista de maneira corriqueira e natural.<br />
Artigos escabrosos, restritos anteriormente a jornais de baixa repercussão, hoje despontam com uma variedade imensa e alardeiam nossa mente já propensa a ater-se à escândalos, miséria, terror, violência e sofrimento.</span></span></p>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span id="more-29"></span><br />
Assusta, mais ainda, o fato de todo esse teor ser mantido e alimentado principalmente pela mídia, que valoriza e promove a &#8220;fama&#8221; daquele que usurpa, violenta e ultraja toda e qualquer manifestação de civilidade e honradez. </span></span></div>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">É o traficante que aparece em capa de revista e em outdoors, o que ganha sucesso e fama. São as entrevistas com assassinos, &#8220;maníacos do parque&#8221;, etc&#8230;que têm destaques na imprensa, que aumentam a curiosidade das pessoas, mas também produzindo horror, angústia, agonia, abatimento e depressão, naquele que, estarrecido, recebe o bombardeio dessas notícias alarmantes e intermináveis.<span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span></span></span></span></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></p>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Imprensa essa, que nem sequer percebe o quanto ela é diretamente responsável por introduzir na mente o mau e o trágico.</span></span></div>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Morbidez alimentada sim, a cada dia, onde a escória é enaltecida nas páginas e onde os campeões de audiência são os &#8220;cidadãos&#8221; longe de possuírem qualquer dignidade e amor pelo ser humano.</span></span></div>
<p></span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Atente para o fato de que aquele que se destaca em alguma grande causa, possivelmente não terá seu feito tão alardeado pela mídia como aquele que se evidencia no ato bárbaro e dantesco.</p>
<p>Males de um século acumulado de violência, desrespeito, desperdício, cujo mundo encontra-se virado, violentado, trocado em seus valores de certo e errado.</p>
<p>Atiçados por essa morbidez, o ser humano caminha freneticamente, sem dar-se conta de que o que chama sua atenção, tem de conter sua dose de atrocidade. A imprensa por sua vez também caminha fomentando e fortalecendo esse viés triste de nossa &#8220;doença&#8221;.<br />
Quanto mais doente, maior o interesse, maior o destaque.</p>
<p>Adoecemos juntos, sem perceber a manipulação constante desse complô maligno abocanhando nossa mente frágil. Mente essa que já se tornou embrutecida, anestesiada, insensível e dentro dessa insensibilidade, busca então novos horrores, novas tragédias, novas &#8220;sensações&#8221;.</p>
<p>Um ciclo vicioso trazendo então&#8230; insensibilidades, novas tragédias,&#8230; novas buscas pelo desumano&#8230; mais insensibilidade&#8230; mais buscas&#8230; mais morbidez.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/29/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=29&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Cuidado com as neuroses &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/cuidado-com-as-neuroses/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:19:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escolhas]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme, porque ele confia em Ti.” (Isaías 26:3) 
O termo neurose passou a ser muito difundido entre nós e tornou-se corriqueiro e banal. Qualquer pessoa que nos pareça um pouco &#8220;fixada&#8221; em determinadas coisas, fugindo um pouco de nossos padrões de comportamento, tornou-se uma pessoa [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=19&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">&#8220;Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme, porque ele confia em Ti.” (Isaías 26:3) </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>O termo neurose passou a ser muito difundido entre nós e tornou-se corriqueiro e banal. Qualquer pessoa que nos pareça um pouco &#8220;fixada&#8221; em determinadas coisas, fugindo um pouco de nossos padrões de comportamento, tornou-se uma pessoa neurótica. Assim, preocupação demais, por exemplo, tornou-se neurose.<span id="more-19"></span><br />
<span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Mas, vamos ver a demanda da vida moderna. Muitas vezes, dizemos que o trabalho é neurotizante e isso quer dizer que ele nos exige demais e que nos atropelamos para dar conta de toda essa demanda. Como a competição tornou-se acirrada e de certa forma nos oprime e nos impulsiona a estarmos sempre na frente, nossa frustração, da mesma maneira, a acompanha.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">À medida que &#8220;corro atrás&#8221;, percebo que igualmente, há outros no meu trabalho que estão mais à frente e eu me frustro por não ser tão competente e continuo a correr atrás. É como uma bola de neve. Não para nunca!</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Como essa situação é, praticamente, interminável e exige todo esforço e energia da pessoa, isso pode tornar-se o único alvo, onde todas as outras coisas ficam em segundo plano.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">No caso da mulher, por exemplo, onde ela tem que se dividir entre casa, trabalho, etc&#8230; podemos dizer que a ansiedade a coloca num ritmo neurotizante. Não é difícil encontrarmos mulheres &#8220;casadas&#8221; com o trabalho mas ao mesmo tempo pouco atenciosas com os demais compromissos de filhos, casa e marido. Não falamos aqui do ritmo normal de trabalho e da divisão equilibrada que muitas mulheres conseguem ter, mas, estamos falando de como isso pode tornar-se excessivo e desproporcional.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A demanda excessiva com certeza leva a mulher a um estado de ansiedade muito grande, onde responder a essas exigências é uma sobrecarga.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Em Eclesiastes 9:10, diz: &#8220;Para fazermos tudo que vier às nossas mãos, mas segundo as nossas forças&#8221;.</span></span></span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>K. Horney escreve que os sentimentos de culpa parecem exercer papel saliente no quadro aparente das neuroses. Em alguns, esses sentimentos manifestam-se aberta e abundantemente, em outros, aparecem disfarçados, porém, sua presença é indicada por conduta, atitudes e maneiras de pensar e agir.</span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>Portanto, a cobrança é um fator que geralmente aparece como conseqüência dessa impossibilidade de fazer tudo. Mas como fugir desse processo em cadeia?</span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>Conhecer e aceitar suas limitações é o primeiro passo. É impossível mesmo, fazer toda a tarefa de casa; a tarefa completa. Muita coisa será deixada de lado. É impossível atender aos filhos em todas as dificuldades ou compromissos, levando-os a todas atividades ou acompanhando-os em tudo o que gostaríamos. Fazer tudo o que gostaríamos, aliás, é impossível no mundo moderno. </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>No trabalho, é impossível ser o melhor e ser o mais eficiente. A idéia tortuosa da modernidade mostrando o homem como uma máquina, com mil atividades e habilidades é tremendamente fantasiosa.</span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>O importante é reconhecer que por mais que se queira completar todas as áreas sempre haverá falhas e que todos vivem essa divisão. Não há uma super mulher e é importante fugir dessa utopia que sobrecarrega e estressa o cotidiano.</span></span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span> </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span><strong>Continua em </strong><a title="Neurose - Parte 2" href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/neurose-parte-2/" target="_blank"><strong>Cuidado com as neuroses &#8211; Parte 2</strong></a><strong> &#8230;</strong></span></span></span></p>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>Bibliografia: &#8221; A personalidade neurótica de nosso tempo&#8221; de Karen Horney.</span></span></span></div>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Artigo publicado originalmente no site <a title="PapoNosso" href="http://www.paponosso.com.br" target="_blank">PapoNosso</a> : Cuidado com as Neuroses<br />
</span></span></span></span></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span> </p>
<p></span> </p>
<p></span></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/19/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/19/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/19/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=19&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Cuidado com as neuroses &#8211; Parte 2</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/neurose-parte-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:19:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escolhas]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; Continuação do post Cuidado com as neuroses &#8211; Parte 1
&#8220;Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme, porque ele confia em Ti&#8221; (Isaías 26:3)
Para termos uma noção aproximada dessa neurose que gera ansiedade e conflito numa tentativa de equacionar todas as atividades do dia a dia, repasso parte de questionamentos de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=18&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">&#8230; Continuação do post <a title="Neurose - Parte 1" href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/cuidado-com-as-neuroses/" target="_blank">Cuidado com as neuroses &#8211; Parte 1</a></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><em>&#8220;Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme, porque ele confia em Ti&#8221;</em> (Isaías 26:3)</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Para termos uma noção aproximada dessa neurose que gera ansiedade e conflito numa tentativa de equacionar todas as atividades do dia a dia, repasso parte de questionamentos de algumas mulheres que vivem esse conflito neurotizante da vida moderna. Quem sabe você se identifica com alguns depoimentos&#8230;<span id="more-18"></span></span></p>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">&#8220;Agora com os filhos mais independentes estou fazendo um curso de aperfeiçoamento à noite depois do meu trabalho, mas também me cobro. Será que eu não deveria estar em casa com eles? Fico pensando, durante o curso, nas coisas que tenho de fazer em casa, mas quando chego em casa, penso que deveria ter me concentrado mais no curso, já que estava lá&#8230; </span></span></div>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Nos dias que fico em casa, penso que poderia estar trabalhando, adiantando qualquer coisa para o meu chefe mostrando eficiência, mostrando competência&#8230; Fico confusa em como aproveitar meu tempo e fazer tudo da melhor maneira possível. </span></span></div>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Fico sem saber como decidir. </span></span></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Outra mulher relata igualmente a pressão da competição no trabalho, e a insegurança em não se sentir capaz de entrar nessa competição:<br />
<em>&#8220;Pensei em mandar meu currículo para outro escritório, mas depois pensei se de fato vale a pena. Afinal, há pessoas melhores que eu e com mais experiência. Por que eles me escolheriam? Há pessoas que fizeram vários cursos de especialização e são mais capazes. Será que vou conseguir? Isso me angustia.&#8221;</em></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Um outro questionamento:</span></p>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><em>“Sempre exijo o máximo de mim. Não admito erros, falhas. Se acontece algum erro, fico com a auto-estima lá em baixo. Desanimo de vez. Isso acontece quando não consigo dar conta de tudo o que tenho de fazer. Quando chego em casa depois do trabalho, por exemplo e vejo uma montoeira de coisas para fazer, fico alucinada! Começo a guardar tudo; não posso deixar nada fora do lugar! Se deixo, vem a cobrança: se eu não estivesse trabalhando tanto, teria mais tempo para fazer as coisas em casa. Não ficaria essa bagunça toda!&#8221;</em></span></div>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Não sei se você se identifica com alguns desses trechos, mas gostaria de pontuar algumas citações.</span></div>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A mulher casada, com filhos e que trabalha fora, sempre se posicionou como sendo aquela que precisa resolver todos os problemas domésticos e realizar todas as tarefas domésticas por completo, como vimos acima.</span></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O tempo é escasso e por isso gera culpa. A ilusão em pensar que somos ilimitados gera conflito e automaticamente frustração, à medida que percebo minha impossibilidade de realizar tantas coisas ao mesmo tempo e tão completas como desejaria.</p>
<p>Mas veja bem, isso é ilusão, não é a realidade. Nossa realidade é que a mulher que se divide em atividades diversas, tem com certeza seu ganho, mas inevitavelmente terá suas perdas.</p>
<p>Em TUDO, haverá perdas. Admitir essa realidade já será um grande passo.</p>
<p>O MEU tempo é único, pessoal, com meu ritmo próprio, independente de ser diferente de outras pessoas e principalmente independente de ser &#8220;aquele&#8221; ritmo que outros esperam ou desejam.</p>
<p>Adaptar-se dentro de cada ritmo sabendo observar suas limitações, é a chave para fugir da frustração e da auto-estima fragilizada.</p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Artigo publicado originalmente no site <a title="PapoNosso" href="http://www.paponosso.com.br" target="_blank">PapoNosso</a> : Neurose</span></p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
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