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	<title>Artigos de Psicologia &#187; Frustração</title>
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	<description>Escritos por Marilena Teixeira Netto</description>
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		<title>Artigos de Psicologia &#187; Frustração</title>
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		<title>Frustração</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 22:17:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Frustração]]></category>
		<category><![CDATA[Maturidade]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Saber lidar com a frustração é um ponto decisivo para você ser mais ou menos feliz. Saber lidar com as frustações é importante para você, também, saber lidar com as pessoas e isso inclui relacionamento no trabalho, na família, no casamento, etc&#8230;
A base desse “lidar com a frustação” começa na infância. Ela pode ser moldada, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=89&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="attachment_93" class="wp-caption alignleft" style="width: 80px"><a href="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/09/frustration.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-93 " title="Frustração" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/09/frustration.jpg?w=70&#038;h=96" alt="Lidando com as frustações" width="70" height="96" /></a><p class="wp-caption-text">Lidando com as frustrações</p></div>
<p>Saber <em>lidar com a frustração</em> é um ponto decisivo para você ser mais ou menos feliz. Saber <em>lidar com as frustações</em> é importante para você, também, saber lidar com as pessoas e isso inclui relacionamento no trabalho, na família, no casamento, etc&#8230;</p>
<p>A base desse <strong>“lidar com a frustação”</strong> começa na infância. Ela pode ser moldada, aprendida, exercitada. A criança que recebe tudo o quer, na hora que quer sem o mínimo de esforço; que tem uma mãe que sempre pensa: “Vou proteger para que ele/ela não sofra” e se antecipa para atender essa criança imediatamente, antes que a criança tente fazer por ela própria, que faz todas as vontades, etc&#8230; faz com que essa criança desenvolva uma baixa resistencia à frustração.<br />
Crianças desse tipo, tornam-se  adolescentes voluntariosos, rebeldes e, posterormente,  adultos infantilizados, com problemas de adaptação em diversas áreas.<br />
Há vários níveis de frustração:<span id="more-89"></span></p>
<ul>
<li><strong>Com aquilo que você pode mudar,</strong> como um trabalho, um curso ou um namorado(a). Caso você tenha um nível de frustração saudável, você já sabe que vai encontrar e esbarrar em situações que não gosta, mas nem por isso vai desistir. Muitas vezes, o trabalho não é exatamente o que se esperava, mas é preciso continuar nele até que apareça outro.</li>
</ul>
<p><strong></strong></p>
<ul>
<li><strong>Com aquilo que você não pode mudar mas precisa conviver.<br />
</strong>Esse é o nível mais profundo: o da impossiblidade. Por ex.: o pai ou mãe que se teve, abuso na infancia, etc&#8230; Situações impossívels de serem mudadas, porque fazem parte do passado da pessoa.<br />
Nesse caso, há perguntas que nunca ajudam. Por que eu tive um pai assim? Ou, se eu não tivesse tido uma família assim? Ou, como isso foi acontecer? Portanto: Por que? Se? Como? São perguntas que não modificam seu passado  e paralisam o indivíduo naquele passado.<br />
No entanto, perguntar: ”O que eu faço com tudo isso agora?” Trocando o “Por que?” o “Como?” por “a partir de agora”. Isso possibilita uma mudança para o presente fazendo o resgate da pessoa de seu passado. Permanecer em algum ponto do passado, é adoecedor e angustiante.<br />
Outro ponto esclarecedor: é saber que o IDEAL nem sempre é o REAL. Talvez o real tivesse ter tido uma família equilibrada, saudável, etc&#8230; , mas o real é que, quem sabe, essa família foi muito desestruturada.<br />
Outra coisa ajuda, é perceber que dentro de determinada situação a pessoa deve conviver com aquilo da melhor maneira possível e começar a identificar onde estão as situações que a ajudarão a faze-lo. Portanto, “conviver com isso da melhor maneira possível” é outro gancho que ajuda a caminhar para frente e não ficar preso ao passado, paralisado.<br />
Outra providência: trocar o “Por que?” pelo “para que?”.<br />
Situações mudam quando voce troca a frase, como por ex.: Por que eu tive um pai alcóolatra que era tão agressivo com minha família? Para que eu tive um pai&#8230;<br />
Suas respostas serão inúmeras e sempre voltadas para um caminhar à frente. Talvez, para você perceber que o excesso de bebida poderá destruir uma família inteira ou que você precisará observar seu comportamento frente à bebida, etc&#8230;</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li><strong>O nível limiar e tênue tão dificil  de lidar como o acima, pois trata-se da frustração vs. acomodação.</strong> A pessoa pode permanecer num trabalho  com todas as dificuldades, reconhecendo que decididamente não gosta e não aventura-se em mudar, pois “afinal, todos os trabalhos são assim mesmo”. Existe uma linha muito tênue entre acomodação e a alta resistencia à frustação.<br />
Uma resistencia à frustração pode ser muito bom mas uma acomodação de nível muito alta, pode não ser muito saudável.<br />
Exemplo desse tipo, são pessoas que abrem mão do que queriam, de fato, para ficarem com algo que “não era exatamente o que queriam, mas que serve de qualquer maneira”.<br />
Talvez, a roupa que gostou não é a do seu tamanho, mas como não tinha&#8230; você leva um número acima.<br />
Pensar no seu <strong>“alvo”</strong> poderá ajudar nessa situação. Caso seu alvo esteja muito distante daquilo que você está vivendo e você insiste em permanecer nesta condição atual, talvez você esteja na “acomodação”. Na acomodação o indivíduo pode movimentar-se, ainda que seja pouco, mas não se movimenta. A pergunta é: Se você fizer alguma coisa, você se aproxima do seu alvo?</li>
</ul>
<p>A resistencia à frustração ajuda em situações onde a pessoa “por enquanto” não pode sair dela, enquanto caminha para o alvo.<br />
<strong>Onde você se encaixa?</strong></p>
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			<media:title type="html">Frustração</media:title>
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		<title>Castração</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 10:12:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frustração]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Castração emocional, castração profissional, castração intelecutal, sexual, etc&#8230; 
Modalidades de castração que podem ocorrer na nossa infância, adolescência ou fase adulta. Se ocorrem na infância podem causar prejuízos enormes e desconsertantes para o resto da vida. Podemos fazer isso inúmeras vezes com colegas ou filhos numa projeção daquilo que fomos vítimas um dia.
 
Alguns exemplos: Aquele [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=4&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Castração emocional, castração profissional, castração intelecutal, sexual, etc&#8230; </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Modalidades de castração que podem ocorrer na nossa infância, adolescência ou fase adulta. Se ocorrem na infância podem causar prejuízos enormes e desconsertantes para o resto da vida. Podemos fazer isso inúmeras vezes com colegas ou filhos numa projeção daquilo que fomos vítimas um dia.<span id="more-4"></span><br />
</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Alguns exemplos: Aquele filho que foi obrigado pelos pais a escrever com a mão direita, quando na verdade era canhoto; ou o filho adolescente que segue uma carreira profissional &#8220;escolhida&#8221; pelos pais, cumprindo assim uma aspiração pessoal ou preenchendo o orgulho dos mesmos. Ou pior ainda, quandos os pais identificam alguma dificuldade no filho e o desestimulam na conquista de iniciar uma faculdade ou algo semelhante. Ou quando o filho ouve; <em>&#8220;Você não consegue fazer isso, ou você nunca vai ser feliz assim, etc&#8230;etc&#8230;&#8221;</em></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Na área sexual isso ocorre de difrentes maneiras, quando é &#8220;sugerido&#8221;que a intimidade sexual é desagradável (para a mulher), penosa, sofrida e suja, ou que o orgasmo é difícil de ser alcançado.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Quantas vezes você ouviu frases assim em algum momento de sua vida e viveu os anos seguintes como se a vida tivesse estagnado naquele momento e tivesse começado a ser construída a partir daqueles comentários. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Marcas profundas deixadas em nossa psiquê que transformaram decisões e aptidões em frustrações, auto-confiança em insegurança e sonhos realizáveis em utopias. É o adulto que chega à sua maturidade incapaz de promover cura em si mesmo, curar feridas e restaurar mágoas. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">É o adulto podado em sua mais completa singularidade e essência, obrigado a tomar outra direção e obrigado a fazer outras escolhas (sempre segundas escolhas). </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">São pessoas castradas nas suas diferentes formas de ser e agir, necessitando de reconstrução emocional por terem abdicado forçosamente de sua natureza espontânea e de seus talentos naturais. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Felizmente, há a alternativa da busca pela cura, da recomposição da auto-imagem. Felizmente, há a possibilidade do encontro do doente castrado, com o doente curado. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Que possamos estar sempre atentos à nossa própria capacidade venenosa de castração para que não venhamos a usar tal arma contra parentes e principalmente contra filhos.</span></p>
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		<title>Fator Surpresa (Como se reage à surpresa)</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:26:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Frustração]]></category>
		<category><![CDATA[Maturidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem todos sabem lidar com o fator surpresa, com o imprevisível, com o inesperado e com sua conseqüência, que é obviamente a frustração.
Desde as menores coisas como o carro que não funciona, a consulta que é desmarcada, a chave que quebra, o namoro desfeito, aumentando: o término do casamento, e&#8230; a morte. Acontecimentos difíceis de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=27&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Nem todos sabem lidar com o fator surpresa, com o imprevisível, com o inesperado e com sua conseqüência, que é obviamente a frustração.<br />
Desde as menores coisas como o carro que não funciona, a consulta que é desmarcada, a chave que quebra, o namoro desfeito, aumentando: o término do casamento, e&#8230; a morte. Acontecimentos difíceis de se &#8220;engolir&#8221;.</span></span></p>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span id="more-27"></span><br />
Melanie Klein dizia que viver é resignar-se. Ou seja, é entender e trabalhar bem a frustração e organizar-se a partir desse fator inesperado, dessa surpresa muitas vezes não tão bem vinda assim.</span></span></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Isto começa na infância, por incrível que pareça. A criança que consegue o que quer, na hora que quer e como quer. É decepcionante muitas vezes, como os pais lidam com isso, facilitando ou não, cedendo aos caprichos ou não. Tudo será um somatório para um futuro reforço em relação a essa dificuldade, de aceitar aquilo que não pode ser conseguido, ou tornou-se impossível.</p>
<p>Essa criança a partir daí, poderá tornar-se um adulto incapaz de lidar com as surpresas e, com as decepções da vida. Mesmo sendo capaz de aceitá-las, precisará aprender a equilibrar-se novamente com esse novo acontecimento.<br />
Isso é visto com freqüência diante de uma aposentadoria forçada ou de uma demissão, onde esse adulto terá de refazer suas expectativas e seus sonhos.</p>
<p>Muitas vezes, nesse intervalo de tempo conflitivo, entra a crise e a depressão, para alertar a falta de estrutura emocional e psíquica que leva à doença, à somatização e à angústia.</p>
<p>Entender que nem sempre o ideal é o real, não significa acomodar-se definitivamente ou deixar de sonhar. Significa adaptar-se da melhor maneira possível àquilo que não pode ser mudado e tentar transformar a perda em algo construtivo e alternativo.<br />
É viver nesse espaço alternativo, de uma maneira madura, real e ao mesmo tempo com uma intensa focalização no &#8220;depois&#8221;; no como fazer &#8220;daqui em diante&#8221;. Isto trará uma adaptação mais rápida e saudável.</p>
<p>Essa construção do amadurecer, que começa na infância se faz necessária, principalmente, quando vemos a geração do &#8220;tenho tudo que quero&#8221; ou &#8220;meu pai me dá tudo que peço&#8221;.</p>
<p>Muitas vezes esse comportamento surge numa tentativa de não desagradar o filho, por não poder passar muito tempo com ele. A culpa sugere ganhos do lado material. O saber esperar, o saber resignar-se quando necessário, é imprescindível na construção de uma personalidade equilibrada e saudável. O adulto despreparado diante do sofrimento muitas vezes inevitável, desestrutura-se e padece profundamente, chega até perder o controle da própria vida.</p>
<p>Por isso o surgimento de grupos de apoio tão necessários, como os grupos dos alcoólatras, psicóticos, drogaditos, filhos com síndrome de Down, etc&#8230;numa tentativa de ajudar rapidamente à família a adaptar-se a essa nova realidade, quando atinge algum membro da família.</p>
<p>No fundo, nossa capacidade de viver a realidade, é defasada, pois acreditamos que nosso dia, uma vez começado, terminará como planejamos. Os contratempos estão excluídos, o inesperado está fora do nosso cotidiano e de certa maneira nos sentimos onipotentes em relação àquilo que queremos realizar.</p>
<p>Entender a própria finitude e limitação, já é um passo na construção dessa maturidade e na futura aceitação do &#8220;fator surpresa&#8221;.</p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
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		<title>Sadismo</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:25:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frustração]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O sádico é aquele que sente prazer em impor sofrimento à outra pessoa ou que se deleita com o sofrimento do outro. Muitas vezes são pessoas que foram lesadas, boicotadas nos seus desejos e &#8220;descontam&#8221; no próximo.
Na maioria das vezes, são aqueles que claramente demonstram uma satisfação ou prazer maior em ouvir &#8220;desgraças&#8221;, tragédias, e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=23&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O sádico é aquele que sente prazer em impor sofrimento à outra pessoa ou que se deleita com o sofrimento do outro. Muitas vezes são pessoas que foram lesadas, boicotadas nos seus desejos e &#8220;descontam&#8221; no próximo.<span id="more-23"></span><br />
Na maioria das vezes, são aqueles que claramente demonstram uma satisfação ou prazer maior em ouvir &#8220;desgraças&#8221;, tragédias, e dificuldades.<br />
Geralmente, receberam pouco dos pais na afetividade, na atenção, no cuidado, no respeito, e isso foi reforçado ao longo da vida, recebendo desta também revés e perdas.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Passado por esse reforço, repetem nos que estão ao redor.<br />
Isso não significa que invariavelmente todos aqueles que passaram por isso desenvolvem esse tipo de comportamento, mas estamos tratando aqui apenas esse comportamento sádico de desejar que o outro sinta, o que ele já sentiu.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Naturalmente, o sadismo pode estender-se de uma maneira muito mais ampla como na área sexual, por exemplo (o que é mais comumente relacionado), mas muitas vezes, não é relacionado a comportamentos na área social.<br />
Nessa área, há um boicote evidente em sentir certo prazer em ver aquele filho, por exemplo, ou aquele colega, sem a possibilidade de conquistar o que deseja, e atingir a felicidade que almeja. Muito sutilmente é uma busca em minimizar a própria infelicidade, pois quando o outro perde ele se sente melhor, mais apaziguado, mais ressarcido.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Na área familiar isso muitas vezes ocorre em relação aos filhos, como: &#8220;Eu não tinha carro, você também não precisa. &#8220;Eu não segui a carreira que eu queria, você também pode escolher qualquer coisa.&#8221; </span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Muitas vezes, esse &#8220;repeteco&#8221; traz escondido um comportamento mordaz e frustrado, sob a carapuça de ser durão, realista, etc&#8230; </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Deleitar-se na infelicidade do outro, é sem dúvida a maior prova de desamor &#8230; a menos que se encontre outra pessoa que goste de sofrer, e também possua esse comportamento nocivo, distorcido e necessitado de cura. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">&#8220;Quando cair o teu inimigo, não te alegres, e quando tropeçar, não regozije o teu coração; para que o Senhor não o veja, e isso seja mau aos seus olhos e, desvie dele a sua ira&#8221;. Provérbios 24:17-18.</span></span></p>
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