O Ser Humano Adoecido

Elo Fraco
Muitas são as perguntas sobre a causa de crianças e adolescentes que apresentam doenças “de adultos”.

Elo Fraco
O que acontece com eles, atualmente, que antes, não acontecia?
Nas décadas de 50, 60 e 70 as crianças eram ainda “crianças” com brincadeiras de crianças, cercadas por familiares e, principalmente, pelas mães que as mandavam para a escola somente aos 6 ou até 7 anos de idade. A diversão era na rua (na época, segura) ou mesmo dentro de casa. O apoio dos pais (onde a permanência mais duradoura dos casamentos existia) dava a essas crianças o suporte necessário para que crescessem sentindo-se seguras e amparadas.
As mudanças, já as conhecemos bem:
Solidão
Nunca tivemos tanta facilidade de comunicação e ao mesmo tempo tanto isolamento como temos hoje. Se a internet nos permite uma rápida ligação com as pessoas e nos favorece tanto a amplitude nos contatos, por que será que as pessoas se sentem cada vez mais isoladas?
De mãe para filha – Parte 1
Muitas vezes parece que o relacionamento entre mãe e filha é mais fácil do que em outras relações: mesmo sexo, muita proximidade, facetas semelhantes, etc. Logicamente, todo este relacionamento depende muito da idade que a filha está atravessando.
Aqui, no entanto, vamos nos fixar numa determinada faixa de idade: adolescência e mocidade.
É comum pensarmos só na fase que a filha atravessa e esquecermos de pensar na fase da mãe.
O lado da mãe, que trabalha fora, muitas vezes é determinante no relacionamento entre elas, onde a filha vê essa mãe preocupada e talvez numa posição egoísta, pensando unicamente em sua profissão e em sua responsabilidade com esse trabalho, “ignorando” as necessidades e dúvidas da filha.
Como disse certa vez uma adolescente: “Ela está sempre olhando só para o trabalho e não sabe do que eu preciso e nem sabe se preciso!”.
Frustração
Saber lidar com a frustração é um ponto decisivo para você ser mais ou menos feliz. Saber lidar com as frustações é importante para você, também, saber lidar com as pessoas e isso inclui relacionamento no trabalho, na família, no casamento, etc…
A base desse “lidar com a frustação” começa na infância. Ela pode ser moldada, aprendida, exercitada. A criança que recebe tudo o quer, na hora que quer sem o mínimo de esforço; que tem uma mãe que sempre pensa: “Vou proteger para que ele/ela não sofra” e se antecipa para atender essa criança imediatamente, antes que a criança tente fazer por ela própria, que faz todas as vontades, etc… faz com que essa criança desenvolva uma baixa resistência à frustração.
Crianças desse tipo, tornam-se adolescentes voluntariosos, rebeldes e, posteriormente, adultos infantilizados, com problemas de adaptação em diversas áreas.
Há vários níveis de frustração:
A Comunicação Não Verbal
A comunicação não verbal, que acompanha o homem desde o seu nascimento, aparece através de gestos, olhares, toques e é tão essencial quanto a verbalização, pois através dela consegue-se transmitir a rejeição, o afeto, a empatia, o descaso e naturalmente o amor. Clique aqui e leia mais…
O Casamento e a Família do Conjuge
Como cada pessoa pode identificar aquilo que é trazido da sua família de origem e que passa a ser integrado à nova relação a dois após o casamento? Quais são as maiores áreas que dificultam e interferem? Que atitudes os casais devem adotar neste momento para salvar o relacionamento conjugal sem que cada um perca a sua individualidade?
Fator Surpresa (Como se reage à surpresa)
Nem todos sabem lidar com o fator surpresa, com o imprevisível, com o inesperado e com sua conseqüência, que é obviamente a frustração.
Desde as menores coisas como o carro que não funciona, a consulta que é desmarcada, a chave que quebra, o namoro desfeito, aumentando: o término do casamento, e… a morte. Acontecimentos difíceis de se “engolir”.
O que a Psicoterapia não é
Muito se fala em terapia, mas muitos apenas têm uma noção vaga ou distorcida do que realmente seja uma psicoterapia. Parece mais fácil começarmos por aquilo que não é uma psicoterapia.
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Psicoterapia não é um bate-papo… Clique aqui e leia mais…
