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	<title>Artigos de Psicologia &#187; Maturidade</title>
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	<description>Escritos por Marilena Teixeira Netto</description>
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		<title>Artigos de Psicologia &#187; Maturidade</title>
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		<title>O Ser Humano Adoecido</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 22:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Maturidade]]></category>
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		<description><![CDATA[
Muitas são as perguntas sobre a causa de crianças e adolescentes que apresentam doenças “de adultos”.
O que acontece com eles, atualmente, que antes, não acontecia?
Nas décadas de 50, 60 e 70 as crianças eram ainda “crianças” com brincadeiras de crianças, cercadas por familiares e, principalmente, pelas mães que as mandavam para a escola somente aos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=391&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3><div id="attachment_394" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2009/07/elofraco.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Elo Fraco" title="EloFraco" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-394" /><p class="wp-caption-text">Elo Fraco</p></div><br />
Muitas são as perguntas sobre a causa de crianças e adolescentes que apresentam doenças “de adultos”.</p>
<p>O que acontece com eles, atualmente, que antes, não acontecia?<br />
Nas décadas de 50, 60 e 70 as crianças eram ainda “crianças” com brincadeiras de crianças, cercadas por familiares e, principalmente, pelas mães que as mandavam para a escola somente aos 6 ou até 7 anos de idade. A diversão era na rua (na época, segura) ou mesmo dentro de casa. O apoio dos pais (onde a permanência mais duradoura dos casamentos existia) dava a essas crianças o suporte necessário para que crescessem sentindo-se seguras e amparadas.</p>
<p>As mudanças, já as conhecemos bem:</h3>
<p><span id="more-391"></span><br />
-	no tempo dessa mãe que passa a maior parte de seu dia no trabalho;<br />
-	no casamento, onde pais separados tiveram de se dividir na atenção dos filhos e, também,<br />
-	na pessoa daquele que antes educava e que agora, passa o bastão para professores, babás. creches, etc&#8230;</p>
<p>O abandono se instala na percepção dessa criança que, na tentativa de se adaptar satisfatoriamente, inicia seus processos  de somatização, ansiedade, angústia e autoestima fragilizada. Nesse processo, ainda, o isolamento transforma-se em “egoísmo” onde esse ser precisa pensar e focar em si mesmo nessa tentativa de adaptação.</p>
<p>Como consequência, no início dos relacionamentos que essa criança irá desenvolver, passa a existir a dificuldade de construir vínculos fortes e permanentes, onde a incapacidade de pensar no outro deixa de existir. Pois, afinal, aquele que passou tanto tempo investindo em si mesmo e tentando emocionalmente adaptar-se de maneira mais saudável, agora, desenvolver bons relacionamentos significa dar “tempo ao outro” e “pensar no outro”. Sacrifício demais exigido por alguém desacostumado a viver esse intercâmbio até dentro da própria casa, onde se sentia abandonado ou percebido como tal.</p>
<p>A prova e resultado disso são os relacionamentos desses jovens oriundos daquela geração que mal se  sustentam e inviáveis de permanecerem por muito tempo. Jovens que apresentam as mais diversas consequências dessa dinâmica familiar, adoecidos, com síndrome do pânico, fobias as mais diversas, depressão, transtornos obsessivos, etc&#8230; etc&#8230;</p>
<p>O jovem perdido de hoje, infeliz, doente e solitário, pede socorro a esses pais que repensem seu comportamento e expectativa diante da vida e diante do o que é ser pai e mãe. Pais que aceitam a imposição moderna e o formato do mundo atual da imposição do “ter mais”, “ser mais” deixando de lado esses filhos abandonados e perdidos à procura de uma resposta para suas vidas.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Solidão</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 02:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Enganos]]></category>
		<category><![CDATA[Fugas]]></category>
		<category><![CDATA[Maturidade]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Solidão]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca tivemos tanta facilidade de comunicação e ao mesmo tempo tanto isolamento como temos hoje. Se a internet nos permite uma rápida ligação com as pessoas e nos favorece tanto a amplitude nos contatos, por que será que as pessoas se sentem cada vez mais isoladas?

 
As salas de &#8220;bate papo&#8221; na internet são exatamente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=20&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3>Nunca tivemos tanta facilidade de comunicação e ao mesmo tempo tanto isolamento como temos hoje. Se a internet nos permite uma rápida ligação com as pessoas e nos favorece tanto a amplitude nos contatos, por que será que as pessoas se sentem cada vez mais isoladas?</h3>
<p><span id="more-20"></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>As salas de &#8220;bate papo&#8221; na internet são exatamente um atrativo para as pessoas solitárias, sempre em busca de alguém com quem se possa gastar tempo, sem comprometer a privacidade de cada um.<br />
Por que esse tipo de contato é tão procurado? É uma maneira de envolver-se parcialmente, de esconder-se.<br />
É uma alternativa de um contato sem compromisso, uma falsa aproximação, onde faço apenas um contato superficial, sem envolvimento real. </strong></p>
<p><strong> </strong><strong><span style="font-weight:normal;">São vários os fatores que parecem empurrar uma pessoa em direção aos relacionamentos &#8220;internéticos&#8221;, indicando que talvez esse comportamento não seja uma escolha, mas sim uma imposição.</span></strong><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span></p>
<ul>
<li><strong> </strong><strong><span>Um dos fatores é o medo</span></strong><span>. O contato direto tornou-se perigoso. Quem é a pessoa que se aproxima e com que intenção? Como disse uma senhora de alta posição social e financeira: &#8220;Não tenho amigos porque sei que as pessoas se aproximam por interesse. Em algum momento sei que vão pedir alguma coisa. Já vi isso inúmeras vezes e sempre pode acontecer de novo.</span></li>
<li><strong><span>Um segundo fator é a competição nos vários setores</span></strong><span>.<br />
O outro é aquele que compete comigo no trabalho, no curso, na própria família, no sexo. O outro, ou outra pode chamar mais a atenção do que eu. Assim, é preciso manter a distância e a privacidade.</span></li>
</ul>
<p><span>O afastamento um dos outros, na verdade foi um processo bem lento. Nas cidades do interior, por exemplo, antes da TV, as pessoas levavam as cadeiras para as calçadas à noite, e ali ficavam conversando com os que passavam. Com o surgimento da TV, as pessoas começaram a se recolher, absortas com as programações, e automaticamente mergulhando nesse afastamento sem perceberem.</span></p>
<p>Outro ponto é decorrente também da competição que se estabeleceu: a necessidade da informação. Essa necessidade &#8220;encurtou&#8221; nosso tempo, pois minha competência ancora-se no meu preparo, no meu saber. Esse preparo é passado aos filhos, que também correm atrás do tempo.<br />
Portanto, corremos com eles e por eles.</p>
<p><span>A falta de tempo hospedou-se na vida de cada um de tal forma que a convivência tornou-se raridade e o isolamento estabeleceu-se de uma forma inflexível e até irreversível. </span></p>
<p><span>Sem perceber, o ser humano adoeceu no isolamento, mas nem por isso mudou internamente. Continua carente de convívio e de relacionamentos profundos.</span></p>
<p style="line-height:15.6pt;"><span>Ter amigos e conviver profundamente é receita terapêutica para nossa saúde emocional.</span></p>
<p style="line-height:15.6pt;"><span><strong>Você ainda acha que a solidão é uma escolha?</strong></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/20/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/20/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/20/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=20&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>De mãe para filha &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/11/25/de-mae-para-filha-1/</link>
		<comments>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/11/25/de-mae-para-filha-1/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 19:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Maturidade]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas vezes parece que o relacionamento entre mãe e filha é mais fácil do que em outras relações: mesmo sexo, muita proximidade, facetas semelhantes, etc. Logicamente, todo este relacionamento depende muito da idade que a filha está atravessando.
Aqui, no entanto, vamos nos fixar numa determinada faixa de idade: adolescência e mocidade.
É comum pensarmos só na [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=21&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#0000ff;"><a href="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/11/maefilha2.png"><img class="size-full wp-image-198 alignright" title="Mãe e filha" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/11/maefilha2.png?w=180&#038;h=252" alt="Mãe e filha" width="180" height="252" /></a>Muitas vezes parece que o relacionamento entre mãe e filha é mais fácil do que em outras relações: mesmo sexo, muita proximidade, facetas semelhantes, etc. Logicamente, todo este relacionamento depende muito da idade que a filha está atravessando.</span></p>
<p><span style="color:#0000ff;">Aqui, no entanto, vamos nos fixar numa determinada faixa de idade: adolescência e mocidade.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="color:#0000ff;">É comum pensarmos só na fase que a filha atravessa e esquecermos de pensar na fase da mãe.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="color:#0000ff;">O lado da mãe, que trabalha fora, muitas vezes é determinante no relacionamento entre elas, onde a filha vê essa mãe preocupada e talvez numa posição egoísta, pensando unicamente em sua profissão e em sua responsabilidade com esse trabalho, &#8220;ignorando&#8221; as necessidades e dúvidas da filha. </span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="color:#0000ff;">Como disse certa vez uma adolescente: <em>&#8220;Ela está sempre olhando só para o trabalho e não sabe do que eu preciso e nem sabe se preciso!&#8221;.</em></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="color:#0000ff;"><span id="more-21"></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="color:#0000ff;">Por outro lado, sua mãe pensava que a busca de uma afirmação profissional e o esforço em permanecer no emprego já demonstraria, por si só, uma preocupação natural com a filha e que, conseqüentemente ela poderia perceber sua boa intenção. Pensar, mas não evidenciar em palavras, talvez seja uma das maiores dificuldades que exista nesse relacionamento.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="color:#0000ff;">Na fase da adolescência esse perigo é maior porque existe, muitas vezes, um retraimento da filha ao perceber, erroneamente, esse trabalho como um afastamento ou indiferença da mãe. Muitas vezes, a mãe que gasta sua energia no trabalho, gasta poucas palavras num diálogo mal articulado, e pouco profundo.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="color:#0000ff;">Um outro ponto a ser visto é uma certa frustração que ocorre justamente nessa fase. Com a independência crescente da filha, há uma sensação de perda de controle por parte da mãe, que vê cada vez mais sua necessidade de acompanhar e ser solicitada, diminuir.<br />
Nesse momento, é comum a mãe pensar: &#8220;<em>Já não sirvo e não me encaixo mais nesse espaço. Ela consegue fazer tudo sozinha e consegue se virar muito bem!&#8221;.</em> A sensação de não servir mais para nada, diminui a auto-estima e, produz muitas vezes afastamento.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><span style="color:#0000ff;">A filha sempre poderá fazer escolhas sozinha, mas as escolhas certas, poderão sempre ser acompanhadas e assessoradas pela mãe, que mesmo vendo diminuir seu trabalho de educadora não deixará de assessorar e orientar as prioridades na vida de sua filha. </span></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Continua em <a title="DeMãeParaFilha2" href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/11/25/de-mae-para-filha-2/" target="_blank">De mãe para filha &#8211; Parte 2</a> &#8230;</span></span></span><br />
<span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Artigo publicado originalmente na revista Casal Feliz &#8211; Ano XII no.48</span></span></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/21/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=21&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Frustração</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/09/28/frustracao/</link>
		<comments>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/09/28/frustracao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 22:17:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Frustração]]></category>
		<category><![CDATA[Maturidade]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Saber lidar com a frustração é um ponto decisivo para você ser mais ou menos feliz. Saber lidar com as frustações é importante para você, também, saber lidar com as pessoas e isso inclui relacionamento no trabalho, na família, no casamento, etc&#8230;
A base desse “lidar com a frustação” começa na infância. Ela pode ser moldada, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=89&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="attachment_93" class="wp-caption alignleft" style="width: 80px"><a href="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/09/frustration.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-93 " title="Frustração" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/09/frustration.jpg?w=70&#038;h=96" alt="Lidando com as frustações" width="70" height="96" /></a><p class="wp-caption-text">Lidando com as frustrações</p></div>
<p>Saber <em>lidar com a frustração</em> é um ponto decisivo para você ser mais ou menos feliz. Saber <em>lidar com as frustações</em> é importante para você, também, saber lidar com as pessoas e isso inclui relacionamento no trabalho, na família, no casamento, etc&#8230;</p>
<p>A base desse <strong>“lidar com a frustação”</strong> começa na infância. Ela pode ser moldada, aprendida, exercitada. A criança que recebe tudo o quer, na hora que quer sem o mínimo de esforço; que tem uma mãe que sempre pensa: “Vou proteger para que ele/ela não sofra” e se antecipa para atender essa criança imediatamente, antes que a criança tente fazer por ela própria, que faz todas as vontades, etc&#8230; faz com que essa criança desenvolva uma baixa resistencia à frustração.<br />
Crianças desse tipo, tornam-se  adolescentes voluntariosos, rebeldes e, posterormente,  adultos infantilizados, com problemas de adaptação em diversas áreas.<br />
Há vários níveis de frustração:<span id="more-89"></span></p>
<ul>
<li><strong>Com aquilo que você pode mudar,</strong> como um trabalho, um curso ou um namorado(a). Caso você tenha um nível de frustração saudável, você já sabe que vai encontrar e esbarrar em situações que não gosta, mas nem por isso vai desistir. Muitas vezes, o trabalho não é exatamente o que se esperava, mas é preciso continuar nele até que apareça outro.</li>
</ul>
<p><strong></strong></p>
<ul>
<li><strong>Com aquilo que você não pode mudar mas precisa conviver.<br />
</strong>Esse é o nível mais profundo: o da impossiblidade. Por ex.: o pai ou mãe que se teve, abuso na infancia, etc&#8230; Situações impossívels de serem mudadas, porque fazem parte do passado da pessoa.<br />
Nesse caso, há perguntas que nunca ajudam. Por que eu tive um pai assim? Ou, se eu não tivesse tido uma família assim? Ou, como isso foi acontecer? Portanto: Por que? Se? Como? São perguntas que não modificam seu passado  e paralisam o indivíduo naquele passado.<br />
No entanto, perguntar: ”O que eu faço com tudo isso agora?” Trocando o “Por que?” o “Como?” por “a partir de agora”. Isso possibilita uma mudança para o presente fazendo o resgate da pessoa de seu passado. Permanecer em algum ponto do passado, é adoecedor e angustiante.<br />
Outro ponto esclarecedor: é saber que o IDEAL nem sempre é o REAL. Talvez o real tivesse ter tido uma família equilibrada, saudável, etc&#8230; , mas o real é que, quem sabe, essa família foi muito desestruturada.<br />
Outra coisa ajuda, é perceber que dentro de determinada situação a pessoa deve conviver com aquilo da melhor maneira possível e começar a identificar onde estão as situações que a ajudarão a faze-lo. Portanto, “conviver com isso da melhor maneira possível” é outro gancho que ajuda a caminhar para frente e não ficar preso ao passado, paralisado.<br />
Outra providência: trocar o “Por que?” pelo “para que?”.<br />
Situações mudam quando voce troca a frase, como por ex.: Por que eu tive um pai alcóolatra que era tão agressivo com minha família? Para que eu tive um pai&#8230;<br />
Suas respostas serão inúmeras e sempre voltadas para um caminhar à frente. Talvez, para você perceber que o excesso de bebida poderá destruir uma família inteira ou que você precisará observar seu comportamento frente à bebida, etc&#8230;</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li><strong>O nível limiar e tênue tão dificil  de lidar como o acima, pois trata-se da frustração vs. acomodação.</strong> A pessoa pode permanecer num trabalho  com todas as dificuldades, reconhecendo que decididamente não gosta e não aventura-se em mudar, pois “afinal, todos os trabalhos são assim mesmo”. Existe uma linha muito tênue entre acomodação e a alta resistencia à frustação.<br />
Uma resistencia à frustração pode ser muito bom mas uma acomodação de nível muito alta, pode não ser muito saudável.<br />
Exemplo desse tipo, são pessoas que abrem mão do que queriam, de fato, para ficarem com algo que “não era exatamente o que queriam, mas que serve de qualquer maneira”.<br />
Talvez, a roupa que gostou não é a do seu tamanho, mas como não tinha&#8230; você leva um número acima.<br />
Pensar no seu <strong>“alvo”</strong> poderá ajudar nessa situação. Caso seu alvo esteja muito distante daquilo que você está vivendo e você insiste em permanecer nesta condição atual, talvez você esteja na “acomodação”. Na acomodação o indivíduo pode movimentar-se, ainda que seja pouco, mas não se movimenta. A pergunta é: Se você fizer alguma coisa, você se aproxima do seu alvo?</li>
</ul>
<p>A resistencia à frustração ajuda em situações onde a pessoa “por enquanto” não pode sair dela, enquanto caminha para o alvo.<br />
<strong>Onde você se encaixa?</strong></p>
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			<media:title type="html">Frustração</media:title>
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		<title>A Comunicação Não Verbal</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/06/05/a-comunicacao-nao-verbal/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 16:57:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maturidade]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[A comunicação não verbal, que acompanha o homem desde o seu nascimento, aparece através de gestos, olhares, toques e é tão essencial quanto a verbalização, pois através dela consegue-se transmitir a rejeição, o afeto, a empatia, o descaso e naturalmente o amor.
Em diversas passagens da Bíblia podemos encontrar a comunicação não verbal. Em João 13:23 [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=59&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft" style="float:left;border:10px solid black;margin:10px;" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2008/06/keep-silence.jpg?w=100&#038;h=100" alt="" width="100" height="100" />A comunicação não verbal, que acompanha o homem desde o seu nascimento, aparece através de gestos, olhares, toques e é tão essencial quanto a verbalização, pois através dela consegue-se transmitir a rejeição, o afeto, a empatia, o descaso e naturalmente o amor.<span id="more-59"></span></p>
<p>Em diversas passagens da Bíblia podemos encontrar a comunicação não verbal. Em João 13:23 vemos o “discípulo amado” aconchegado a Jesus, demonstrando afinidade e confiança n&#8217;Aquele que estava a seu lado. Igualmente em Marcos 14:3-9 vemos a atitude a mulher que leva um vaso de alabastro com perfume de nardo puro quebrando-o e derramando-o sobre a cabeça de Jesus. Mensagem transmitida pela mulher, porém, foi compreendida somente por Jesus, pois os que estavam ao redor diziam: “Para que este desperdício de bálsamo tão caro?&#8221;.<br />
Há também a mulher que lava os pés de Jesus secando-os com os cabelos, demonstrando reconhecimento da pessoa de Jesus.<br />
No dia-a-dia impregnamos nossa realidade com esse tipo de comunicação. Desse modo, tanto na amizade como na vida a dois, ela interfere no relacionamento, fazendo parte de um conjunto de mensagens codificadas através das quais nos expressamos.<br />
No casamento é comum um dos parceiros transmitir sua insatisfação e frustração através da comunicação não verbal.</p>
<p><strong>FALANDO POR MEIO DO SILÊNCIO</strong></p>
<p>O silêncio é um dos preferidos. Através dele,  tento mostrar minha irritação ou descontentamento por algo que houve. Caso meu cônjuge não perceba que algo anda errado, minha insatisfação é maior ainda. Para muitos, o marido ou esposa teria a obrigação de “entender” essa minha atitude. Se me calo, essa pessoa que está comigo, teria que adivinhar o que está atrás desse meu silêncio. À medida que passa o tempo e isso não é percebido, meu silêncio agora tem outro objetivo que é a punição. Propositadamente, eu agora me calo porque ele não foi capaz de entender o fato real que me levou àquela postura. Para o cônjuge, viver esta situação é agonizante, pois é exigida uma mente telepata, sobrenatural.</p>
<p><strong>A ARMA DA INDIFERENÇA</strong></p>
<p>A indiferença aparece também como uma outra forma de comunicação não verbal. O cônjuge torna-se indiferente em re1ação aos assuntos da casa, das crianças, da intimidade sexual, etc. Este último, comumente usado pela mulher quando tenta dizer que algo anda mal. O homem geralmente usa seu horário de chegada do trabalho como sinalizador igualmente importante. “Chego tarde porque é melhor ficar no trabalho do que em casa entrando em choque na tentativa de entender-me com ela. Pelo menos no trabalho consigo evitar essa atitude tão desgastante.”</p>
<p>Os amigos também são usados nessas circunstâncias: “Já que é difícil ficarmos juntos, o melhor é estarmos rodeados de amigos o tempo todo”. Neste caso, usa-se o amigo como escudo para preencher o tempo que provavelmente seria passado com o cônjuge.<br />
Uma hiper-atividade solitária também é uma maneira de demonstrar que algo anda mal, ou seja, preencher todo o tempo sem incluir o companheiro. A afetividade também fica bloqueada, resultante dessa situação vivida.</p>
<p><strong>A COMUNICACÃO NÃO VERBAL QUE FORTALECE A RELAÇÃO</strong></p>
<p>Naturalmente esses são tipos de comunicação não verbal destrutivas, que empurram a situação não resolvida para adiante, protelando-a indefinidamente, minando a relação amadurecida e adulta. O lado amadurecido tem como conseqüência uma comunicação que fortalece a auto-confiança e a segurança do casal.</p>
<p>O olhar de cumplicidade e de incentivo enquadra-se na comunicação não verbal positiva</p>
<p>O marido que separa tempo para estarem casa ou sair com a esposa, está dizendo que mesmo dentro do intrincado esquema de trabalho essa convivência faz parte de suas prioridades.<br />
O olhar de cumplicidade e de incentivo também se enquadra nesta positividade da comunicação não verbal. O momento da dor é especialmente impregnado dessa atitude. O toque momentâneo ou prolongado, a simples presença. mesmo no silêncio, funcionam como uma alavanca para o fortalecimento pessoal.</p>
<p>Não podemos nos esquecer, no entanto, que a verba1ização é igualmente importante. À medida que falo sobre meus sentimentos, sobre aquilo que me incomodou e que não foi suficientemente explicado e resolvido, fortaleço meu entendimento com meu cônjuge e posso confirmar ou não aquilo que foi interpretado por ele na minha comunicação não verbal. Minha atitude de silêncio muitas vezes não significa que escondo algo por trás dela. No entanto, as falsas interpretações podem acumular de fantasmas a imaginação do outro, o que seria igualmente complicado na relação.<br />
Por isso, necessito deixar claras minhas atitudes e expressar-me sem rodeios, destruindo assim os fantasmas antes que se tornem grandes e imbatíveis.</p>
<p>Publicado originalmente na Revista Casal Feliz (Ano V &#8211; No.22)</p>
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	</item>
		<item>
		<title>O Casamento e a Família do Conjuge</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/05/08/o-casamento-e-a-familia-do-conjuge/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2008 02:37:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Maturidade]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Como cada pessoa pode identificar aquilo que é trazido da sua família de origem e que passa a ser integrado à nova relação a dois após o casamento? Quais são as maiores áreas que dificultam e interferem? Que atitudes os casais devem adotar neste momento para salvar o relacionamento conjugal sem que cada um perca [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=58&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Como cada pessoa pode identificar aquilo que é trazido da sua família de origem e que passa a ser integrado à nova relação a dois após o casamento? Quais são as maiores áreas que dificultam e interferem? Que atitudes os casais devem adotar neste momento para salvar o relacionamento conjugal sem que cada um perca a sua individualidade?</p>
<p><span id="more-58"></span></p>
<p>Cada pessoa precisa aprender a livrar-se das cópias para poder entrar num novo relacionamento, mas nunca irá deixar a sua individualidade. É algo que precisa ser mantida todo o tempo do casamento. Essa individualidade deverá ser preservada e não castrada. O casamento é uma nova etapa da vida a dois onde as influências da vida de solteiro não desaparecem, antes precisam entrar em um novo ritmo.</p>
<p>De vez em quando, somos surpreendidos por estarmos agindo da mesma maneira que nossos pais em relação aos filhos e marido. Tenho uma amiga que ao casar queria manter o mesmo ritmo da casa de seus pais nos horários das refeições e outros detalhes. Sempre que a encontrava ela reclamava que o seu esposo não cooperava e ainda por cima ficava dizendo a todo instante que ela era a “cópia xerox” de sua mãe. Isso a deixava extremamente triste e magoada.</p>
<p> </p>
<p>As figuras paternas podem ter grande poder de decisão na escolha do parceiro (a). Podemos perceber a influência que essas figuras de pai e mãe exercem até na escolha do companheiro. Por exemplo, uma moça que teve um pai autoritário e agressivo, que sempre estava em desacordo com suas decisões, provavelmente buscará um marido que seja dócil e acessível, uma personalidade oposta a seu pai.</p>
<p>A dificuldade porém surgirá depois, na hora de lidar com tais características.</p>
<p> </p>
<p>Se uma outra moça, que teve um pai que interferia em tudo desde que curso fazer até os tipos de amizade e namorado com os quais deveria se relacionar; quando finalmente libertar-se deste vínculo paterno partindo para o seu casamento, provavelmente, manifestará uma atitude de total resistência a qualquer tipo de controle, não admitindo quaisquer interferências em sua vida. Ou então, no momento da transição pai-marido, em que poderá finalmente ver-se com liberdade de escolha, a jovem simplesmente não saberá lidar com essa liberdade. O que escolher? Como se organizar? A cobrança, então, cairá em cima do marido. Ele deverá ser capaz de decidir em todas as áreas. A expectativa é que ele se comporte exatamente como seu pai.</p>
<p> </p>
<p>Quanto ao homem, quando a mãe é vista como uma mulher muito abnegada, sem direito a aspirações pessoais por causa da família; o rapaz vê-se num compromisso de amenizar o &#8220;sofrimento&#8221; da mulher poupando-a de toda sorte de trabalho em casa e mais tarde com os filhos. Outra atitude poderá ser de achar que a esposa deva ser uma cópia fiel de sua mãe dedicando-se exclusivamente ao lar.</p>
<p> </p>
<p>As interferências das vivências anteriores que cada um carrega ao longo de suas vidas, marcam e exercem um importante papel na vida futura. E não poderia ser diferente. Afinal, a história de vida de cada um é escrita com muitos detalhes, minúcias, carregadas de sentimentos que não poderiam, de uma hora para outra, serem apagadas e simplesmente começar do zero.</p>
<p>O dar-se no casamento, diz respeito também a ceder espaço para que o outro possa transitar de modo livre e verdadeiramente sentir-se à vontade dentro dessa nova união. Não tolhido e subjugado aos desejos e caprichos do outro.</p>
<p>À medida que essa compreensão vai sendo estabelecida a relação torna-se tranqüila, leve e principalmente adulta.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/58/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/58/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/58/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/58/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/58/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=58&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Fator Surpresa (Como se reage à surpresa)</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/fator-surpresa/</link>
		<comments>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/fator-surpresa/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:26:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Frustração]]></category>
		<category><![CDATA[Maturidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem todos sabem lidar com o fator surpresa, com o imprevisível, com o inesperado e com sua conseqüência, que é obviamente a frustração.
Desde as menores coisas como o carro que não funciona, a consulta que é desmarcada, a chave que quebra, o namoro desfeito, aumentando: o término do casamento, e&#8230; a morte. Acontecimentos difíceis de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=27&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Nem todos sabem lidar com o fator surpresa, com o imprevisível, com o inesperado e com sua conseqüência, que é obviamente a frustração.<br />
Desde as menores coisas como o carro que não funciona, a consulta que é desmarcada, a chave que quebra, o namoro desfeito, aumentando: o término do casamento, e&#8230; a morte. Acontecimentos difíceis de se &#8220;engolir&#8221;.</span></span></p>
<div><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span id="more-27"></span><br />
Melanie Klein dizia que viver é resignar-se. Ou seja, é entender e trabalhar bem a frustração e organizar-se a partir desse fator inesperado, dessa surpresa muitas vezes não tão bem vinda assim.</span></span></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Isto começa na infância, por incrível que pareça. A criança que consegue o que quer, na hora que quer e como quer. É decepcionante muitas vezes, como os pais lidam com isso, facilitando ou não, cedendo aos caprichos ou não. Tudo será um somatório para um futuro reforço em relação a essa dificuldade, de aceitar aquilo que não pode ser conseguido, ou tornou-se impossível.</p>
<p>Essa criança a partir daí, poderá tornar-se um adulto incapaz de lidar com as surpresas e, com as decepções da vida. Mesmo sendo capaz de aceitá-las, precisará aprender a equilibrar-se novamente com esse novo acontecimento.<br />
Isso é visto com freqüência diante de uma aposentadoria forçada ou de uma demissão, onde esse adulto terá de refazer suas expectativas e seus sonhos.</p>
<p>Muitas vezes, nesse intervalo de tempo conflitivo, entra a crise e a depressão, para alertar a falta de estrutura emocional e psíquica que leva à doença, à somatização e à angústia.</p>
<p>Entender que nem sempre o ideal é o real, não significa acomodar-se definitivamente ou deixar de sonhar. Significa adaptar-se da melhor maneira possível àquilo que não pode ser mudado e tentar transformar a perda em algo construtivo e alternativo.<br />
É viver nesse espaço alternativo, de uma maneira madura, real e ao mesmo tempo com uma intensa focalização no &#8220;depois&#8221;; no como fazer &#8220;daqui em diante&#8221;. Isto trará uma adaptação mais rápida e saudável.</p>
<p>Essa construção do amadurecer, que começa na infância se faz necessária, principalmente, quando vemos a geração do &#8220;tenho tudo que quero&#8221; ou &#8220;meu pai me dá tudo que peço&#8221;.</p>
<p>Muitas vezes esse comportamento surge numa tentativa de não desagradar o filho, por não poder passar muito tempo com ele. A culpa sugere ganhos do lado material. O saber esperar, o saber resignar-se quando necessário, é imprescindível na construção de uma personalidade equilibrada e saudável. O adulto despreparado diante do sofrimento muitas vezes inevitável, desestrutura-se e padece profundamente, chega até perder o controle da própria vida.</p>
<p>Por isso o surgimento de grupos de apoio tão necessários, como os grupos dos alcoólatras, psicóticos, drogaditos, filhos com síndrome de Down, etc&#8230;numa tentativa de ajudar rapidamente à família a adaptar-se a essa nova realidade, quando atinge algum membro da família.</p>
<p>No fundo, nossa capacidade de viver a realidade, é defasada, pois acreditamos que nosso dia, uma vez começado, terminará como planejamos. Os contratempos estão excluídos, o inesperado está fora do nosso cotidiano e de certa maneira nos sentimos onipotentes em relação àquilo que queremos realizar.</p>
<p>Entender a própria finitude e limitação, já é um passo na construção dessa maturidade e na futura aceitação do &#8220;fator surpresa&#8221;.</p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
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			<media:title type="html">mhtnetto</media:title>
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		<title>O que a Psicoterapia não é</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/o-que-a-psiquiatria-nao-e/</link>
		<comments>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/o-que-a-psiquiatria-nao-e/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:25:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enganos]]></category>
		<category><![CDATA[Maturidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Muito se fala em terapia, mas muitos apenas têm uma noção vaga ou distorcida do que realmente seja uma psicoterapia. Parece mais fácil começarmos por aquilo que não é uma psicoterapia. 


Psicoterapia não é um bate-papo&#8230;
Muitas vezes a pessoa diz que precisa de um terapeuta porque não tem ninguém quem converse com ela.
A idéia é [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=25&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></p>
<p style="line-height:15.6pt;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Muito se fala em terapia, mas muitos apenas têm uma noção vaga ou distorcida do que realmente seja uma psicoterapia. Parece mais fácil começarmos por aquilo que não é uma psicoterapia. </span></p>
<ol>
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<p style="line-height:15.6pt;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><strong>Psicoterapia não é um bate-papo&#8230;</strong><span id="more-25"></span><br />
Muitas vezes a pessoa diz que precisa de um terapeuta porque não tem ninguém quem converse com ela.<br />
A idéia é de que o terapeuta vai poder trocar idéias com ela, dizer o que acha, dar opinião, dizer o que não acha, etc&#8230; O terapeuta nunca vai poder dizer &#8220;eu acho&#8221; isso ou aquilo. Ele está ali para poder acompanhar o processo da escolha consciente do paciente, e não induzi-lo a escolher o que o terapeuta &#8220;acha&#8221; mais conveniente. Se isso realmente acontecesse numa terapia, todos os pacientes sairiam induzidos pelos conceitos e &#8220;achismos&#8221; do terapeuta, sem escolhas próprias.</span></li>
<li>
<p style="line-height:15.6pt;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Wingdings;"><span style="font:7pt 'Times New Roman';"> </span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><strong>O terapeuta não é apenas um ouvido.</strong><br />
Faz parte do processo a escuta atenciosa do mesmo, pois durante esse silêncio e essa escuta, ele está intercalando frases ditas anteriormente, combinando associações e interpretações inconscientes e devolvendo ao paciente uma tradução desse material para que o paciente possa melhor se entender, e se conhecer de uma maneira total, e não mais fragmentada.</span></li>
<li>
<p style="line-height:15.6pt;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Wingdings;"><span style="font:7pt 'Times New Roman';"><strong> </strong></span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><strong>A terapia não se propõe a &#8220;culpar&#8221; pai e mãe do paciente, ou simplesmente explicar o porquê de determinados comportamentos e facetas desse paciente.</strong><br />
A frase: &#8220;Freud explica&#8221;, é real, mas é apenas UMA das partes do processo. Se somente a explicação bastasse, não haveria mudança ou cura. A outra parte é exatamente a da mudança.<br />
É preciso esclarecer aqui que, muitas de nossas raízes estão mesmo na infância e somos de fato, de muitas maneiras, conseqüência daquilo que recebemos e ouvimos de nossos pais. No entanto, a terapia nos coloca como responsáveis diante de todo esse material que é nosso (e somente nosso agora nessa fase adulta), e nos impele a decidir o que fazer com tudo isso.<br />
Mudar ou estagnar?<br />
A explicação é necessária? Sem dúvida, pois identifica o &#8220;inimigo&#8221; correto, fazendo com que a partir daí, o paciente não ande às escuras sem saber onde está o inimigo. A partir desse ponto de identificação, o &#8220;tiro&#8221; é certeiro.</span></li>
<li>
<p style="line-height:15.6pt;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Wingdings;"><span style="font:7pt 'Times New Roman';"> </span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><strong>Terapia não significa falar somente do passado, da infância, dos pais e esquecer o agora.</strong><br />
Colocar o paciente mundo real, é ajudá-lo a ver todos os lados do cubo. As situações externas precisam, logicamente, ser inseridas dentro do processo, pois fazem parte real de seus conflitos.</span></li>
<li>
<p style="line-height:15.6pt;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Wingdings;"><font color="#000000"><span style="font:7pt 'Times New Roman';"><strong> </strong></span></font></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><strong>O terapeuta não é um &#8220;amigo&#8221;.</strong><br />
Ele é próximo a esse paciente, mas está aliado ao Ego deste paciente e a indiferença e a distância (comumente observadas por eles) é necessária, pois é a partir dela, que o terapeuta reflete, entende, analisa, e dá retorno de todo esse material cifrado que lhe chega às mãos.</span></li>
<li>
<p style="line-height:15.6pt;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Wingdings;"><font color="#000000"><span style="font:7pt 'Times New Roman';"><strong> </strong></span></font></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><strong>O trabalho do terapeuta não é simples.</strong><br />
Ser objeto de transferência para outra pessoa é aceitar transferir parte de sua vida privada para que o outro reencontre, ou apenas encontre sua própria vida privada. Portanto, seu trabalho é de concentração e foco permanentes, ouvindo também aquilo que não é dito, mas transferido, projetado, etc&#8230; </span></li>
<li>
<p style="line-height:15.6pt;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><strong>A terapia não transforma a pessoa em outro ser totalmente diferente do que sempre foi.<br />
</strong>Ocorrem modificações, mas não transformações radicais e absolutas. As mudanças são visíveis, são sentidas, são percebidas por outros e até provocam modificações no outro que convive com este paciente.</span></li>
</ol>
<p></span></p>
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