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	<title>Artigos de Psicologia &#187; Medo</title>
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	<description>Escritos por Marilena Teixeira Netto</description>
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		<title>Artigos de Psicologia &#187; Medo</title>
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		<title>O Ser Humano Adoecido</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 22:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância]]></category>
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		<description><![CDATA[
Muitas são as perguntas sobre a causa de crianças e adolescentes que apresentam doenças “de adultos”.
O que acontece com eles, atualmente, que antes, não acontecia?
Nas décadas de 50, 60 e 70 as crianças eram ainda “crianças” com brincadeiras de crianças, cercadas por familiares e, principalmente, pelas mães que as mandavam para a escola somente aos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=391&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3><div id="attachment_394" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2009/07/elofraco.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Elo Fraco" title="EloFraco" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-394" /><p class="wp-caption-text">Elo Fraco</p></div><br />
Muitas são as perguntas sobre a causa de crianças e adolescentes que apresentam doenças “de adultos”.</p>
<p>O que acontece com eles, atualmente, que antes, não acontecia?<br />
Nas décadas de 50, 60 e 70 as crianças eram ainda “crianças” com brincadeiras de crianças, cercadas por familiares e, principalmente, pelas mães que as mandavam para a escola somente aos 6 ou até 7 anos de idade. A diversão era na rua (na época, segura) ou mesmo dentro de casa. O apoio dos pais (onde a permanência mais duradoura dos casamentos existia) dava a essas crianças o suporte necessário para que crescessem sentindo-se seguras e amparadas.</p>
<p>As mudanças, já as conhecemos bem:</h3>
<p><span id="more-391"></span><br />
-	no tempo dessa mãe que passa a maior parte de seu dia no trabalho;<br />
-	no casamento, onde pais separados tiveram de se dividir na atenção dos filhos e, também,<br />
-	na pessoa daquele que antes educava e que agora, passa o bastão para professores, babás. creches, etc&#8230;</p>
<p>O abandono se instala na percepção dessa criança que, na tentativa de se adaptar satisfatoriamente, inicia seus processos  de somatização, ansiedade, angústia e autoestima fragilizada. Nesse processo, ainda, o isolamento transforma-se em “egoísmo” onde esse ser precisa pensar e focar em si mesmo nessa tentativa de adaptação.</p>
<p>Como consequência, no início dos relacionamentos que essa criança irá desenvolver, passa a existir a dificuldade de construir vínculos fortes e permanentes, onde a incapacidade de pensar no outro deixa de existir. Pois, afinal, aquele que passou tanto tempo investindo em si mesmo e tentando emocionalmente adaptar-se de maneira mais saudável, agora, desenvolver bons relacionamentos significa dar “tempo ao outro” e “pensar no outro”. Sacrifício demais exigido por alguém desacostumado a viver esse intercâmbio até dentro da própria casa, onde se sentia abandonado ou percebido como tal.</p>
<p>A prova e resultado disso são os relacionamentos desses jovens oriundos daquela geração que mal se  sustentam e inviáveis de permanecerem por muito tempo. Jovens que apresentam as mais diversas consequências dessa dinâmica familiar, adoecidos, com síndrome do pânico, fobias as mais diversas, depressão, transtornos obsessivos, etc&#8230; etc&#8230;</p>
<p>O jovem perdido de hoje, infeliz, doente e solitário, pede socorro a esses pais que repensem seu comportamento e expectativa diante da vida e diante do o que é ser pai e mãe. Pais que aceitam a imposição moderna e o formato do mundo atual da imposição do “ter mais”, “ser mais” deixando de lado esses filhos abandonados e perdidos à procura de uma resposta para suas vidas.</p>
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		<title>Solidão</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 02:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Enganos]]></category>
		<category><![CDATA[Fugas]]></category>
		<category><![CDATA[Maturidade]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Solidão]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca tivemos tanta facilidade de comunicação e ao mesmo tempo tanto isolamento como temos hoje. Se a internet nos permite uma rápida ligação com as pessoas e nos favorece tanto a amplitude nos contatos, por que será que as pessoas se sentem cada vez mais isoladas?

 
As salas de &#8220;bate papo&#8221; na internet são exatamente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=20&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3>Nunca tivemos tanta facilidade de comunicação e ao mesmo tempo tanto isolamento como temos hoje. Se a internet nos permite uma rápida ligação com as pessoas e nos favorece tanto a amplitude nos contatos, por que será que as pessoas se sentem cada vez mais isoladas?</h3>
<p><span id="more-20"></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>As salas de &#8220;bate papo&#8221; na internet são exatamente um atrativo para as pessoas solitárias, sempre em busca de alguém com quem se possa gastar tempo, sem comprometer a privacidade de cada um.<br />
Por que esse tipo de contato é tão procurado? É uma maneira de envolver-se parcialmente, de esconder-se.<br />
É uma alternativa de um contato sem compromisso, uma falsa aproximação, onde faço apenas um contato superficial, sem envolvimento real. </strong></p>
<p><strong> </strong><strong><span style="font-weight:normal;">São vários os fatores que parecem empurrar uma pessoa em direção aos relacionamentos &#8220;internéticos&#8221;, indicando que talvez esse comportamento não seja uma escolha, mas sim uma imposição.</span></strong><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span></p>
<ul>
<li><strong> </strong><strong><span>Um dos fatores é o medo</span></strong><span>. O contato direto tornou-se perigoso. Quem é a pessoa que se aproxima e com que intenção? Como disse uma senhora de alta posição social e financeira: &#8220;Não tenho amigos porque sei que as pessoas se aproximam por interesse. Em algum momento sei que vão pedir alguma coisa. Já vi isso inúmeras vezes e sempre pode acontecer de novo.</span></li>
<li><strong><span>Um segundo fator é a competição nos vários setores</span></strong><span>.<br />
O outro é aquele que compete comigo no trabalho, no curso, na própria família, no sexo. O outro, ou outra pode chamar mais a atenção do que eu. Assim, é preciso manter a distância e a privacidade.</span></li>
</ul>
<p><span>O afastamento um dos outros, na verdade foi um processo bem lento. Nas cidades do interior, por exemplo, antes da TV, as pessoas levavam as cadeiras para as calçadas à noite, e ali ficavam conversando com os que passavam. Com o surgimento da TV, as pessoas começaram a se recolher, absortas com as programações, e automaticamente mergulhando nesse afastamento sem perceberem.</span></p>
<p>Outro ponto é decorrente também da competição que se estabeleceu: a necessidade da informação. Essa necessidade &#8220;encurtou&#8221; nosso tempo, pois minha competência ancora-se no meu preparo, no meu saber. Esse preparo é passado aos filhos, que também correm atrás do tempo.<br />
Portanto, corremos com eles e por eles.</p>
<p><span>A falta de tempo hospedou-se na vida de cada um de tal forma que a convivência tornou-se raridade e o isolamento estabeleceu-se de uma forma inflexível e até irreversível. </span></p>
<p><span>Sem perceber, o ser humano adoeceu no isolamento, mas nem por isso mudou internamente. Continua carente de convívio e de relacionamentos profundos.</span></p>
<p style="line-height:15.6pt;"><span>Ter amigos e conviver profundamente é receita terapêutica para nossa saúde emocional.</span></p>
<p style="line-height:15.6pt;"><span><strong>Você ainda acha que a solidão é uma escolha?</strong></span></p>
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		<item>
		<title>2 a 4 Anos: Medos &#8211; Comentários</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/10/2-a-4-anos-medos-comentarios/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 02:17:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebemos inúmeros comentários sobre a fase de 2 a 4 anos de crianças e procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Esses são aqueles relacionados aos medos.

&#8212;
Comentário por Cláudia &#8211; Julho 13, 2008

Meu filho com 2 anos e 4 meses tem apresentado pavor de televisão, não podemos ligar que ele corre [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=257&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3>Recebemos inúmeros comentários sobre a <a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/a-mente-entre-2-e-4-anos/" target="_blank">fase de 2 a 4 anos de crianças</a> e procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Esses são aqueles relacionados aos <strong>medos</strong>.</h3>
<p><span id="more-257"></span></p>
<p>&#8212;</p>
<p><em>Comentário por Cláudia &#8211; Julho 13, 2008<br />
</em></p>
<p><em>Meu filho com 2 anos e 4 meses tem apresentado pavor de televisão, não podemos ligar que ele corre para desligar e caso seja contrariado entra em desespero. Ele diz que a televisão dói, não sei mais o que fazer, não sei como me comportar, enfim gostaria muito de ajudar meu filho nessa situação.</em></p>
<p><strong>Marilena responde:</strong></p>
<p>Não sei o que seu filho andou vendo pela TV que o fez ficar com medo.</p>
<p>Seria bom que ele ficasse mesmo um bom tempo sem a TV e depois que aos poucos ele somente visse desenhos animados de bichinhos, por ex. Vila Sésamo, os desenhos da TV Cultura, por ex.</p>
<p>Infelizmente, nossa TV apresenta programas nada saudáveis para as crianças e há sempre intervalos onde aparecem coisas assustadoras para elas.</p>
<p>Evite ver seus programas perto dele e tente vê-los na ausência dele, quando ele estiver dormindo, por exemplo.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/257/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/257/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/257/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/257/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/257/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/257/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=257&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O Medo do medo</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Nov 2007 19:14:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enganos]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Medo de ir, medo de sair, medo de uma consulta, medo de sofrer, medo de se envolver e sofrer, medo de preconceito, medo de fracassar, medo de não ser aceito, etc..etc&#8230; Não são os medos previsíveis, reais e sim os medos possíveis que nos fazem perder a noção da realidade, que nos paralisam, que dificultam [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=6&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Medo de ir, medo de sair, medo de uma consulta, medo de sofrer, medo de se envolver e sofrer, medo de preconceito, medo de fracassar, medo de não ser aceito, etc..etc&#8230; Não são os medos previsíveis, reais e sim os medos possíveis que nos fazem perder a noção da realidade, que nos paralisam, que dificultam nossa vida e nossas decisões.<span id="more-6"></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><br />
O medo da vida com suas inseguranças, automaticamente nos leva a recuar diante do viver intensamente ou do desfrutar as ocasiões e as oportunidades.</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">É certo que diante de tantos acontecimentos brutais, a insegurança é a tônica em nosso dia a dia. O lazer tornou-se moderado e restrito à determinados lugares o horários.</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">É sábio o cuidado e a ponderação na escolha das saídas e igualmente necessário. Esses são os medos reais. Mas e aqueles que provocam uma rutura em nosso viver?</p>
<p>Como são mencionados acima, é frequente ouvir; <em>&#8220;Não quero me envolver, porque tenho medo de sofrer.&#8221; &#8220;Não quero fazer determinado exame, porque não quero saber o que eu tenho.&#8221; &#8220;Não posso ir lá, porque tenho medo que tal e tal possa me suceder.&#8221;</em></p>
<p>Esse é o medo castrador que ultrapassa o bom senso e vai além daquilo que é saudável para nossa vida.</p>
<p>Há limites nesse medo.</p>
<p>Precisamos da sagacidade para distinguir esses dois tipos de medo, onde o primeiro nos coloca em vigilância e prudência de comportamento e o outro nos tira &#8220;vida&#8221;, nos tira perspectiva, nos enclausura, nos aprisiona, nos coloca ilusoriamente protegidos, mas ao mesmo tempo infelizes por não nos permitir participar ativamente de algo que nos faz bem.</p>
<p>O medo das pessoas é muito frequente; medo de ser julgado e mal interpretado e por isso omitimos nossas opinões; não queremos ser vistos, observados, evitando assim um comentário sobre nossa aparência, etc&#8230;Isso tudo nos coloca num conflito, pois o ser humano precisa do contato humano, precisa da porção lazer, precisa da amizade e mais que tudo, precisa sim, ser confrontado com as ousadias do desconhecido para crescer e amadurecer.</p>
<p>Geralmente o &#8211; deixar de ir implica na visão somente de um lado; o negativo. E quem disse que o contrário não pode acontecer? E por que não perceber por exemplo que um exame pode nos levar à descoberta de que nada de negativo nos está acontecendo?</p>
<p>É um exercício de desafios e de fé. Um desafio que nos coloca em posição de alerta sim, mas nos empurra a desfrutar da porção boa e gratificante que é viver dos poucos momentos que nos deparamos.</p>
<p>Desafio de perspectiva, desafio de quebra de paradigmas, desafio de abandono naquele que é nossa Rocha.</p>
<p></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/6/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/6/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/6/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=6&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Pânico</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:18:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Transtornos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Ora, o medo produz tormento; logo aquele que teme não é aperfeiçoado no amor”.
&#8220;Senti o coração disparado; uma sensação de perda de controle como se eu fosse desmaiar, morrer ou ficar louco!”Esse é o relato que normalmente se houve de alguém que passou por um ataque de pânico. 
De acordo com a descrição clínica do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=17&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">&#8220;Ora, o medo produz tormento; logo aquele que teme não é aperfeiçoado no amor”.</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><br />
<em><span>&#8220;Senti o coração disparado; uma sensação de perda de controle como se eu fosse desmaiar, morrer ou ficar louco!”</span></em></span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span id="more-17"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>Esse é o relato que normalmente se houve de alguém que passou por um ataque de pânico. </span></span></p>
<p></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>De acordo com a descrição clínica do CID-10, nos transtornos de pânico, &#8220;os aspectos essenciais são ataques recorrentes de ansiedade grave, os quais não estão restritos a qualquer situação ou conjunto de circunstâncias em particular e que são, portanto, imprevisíveis. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>Os sintomas variam de pessoa para pessoa, porém com início súbito de palpitações, dor no peito, sensações de choque, tontura, medo de morrer&#8230; Os ataques duram usualmente apenas alguns minutos, o que resulta numa saída do indivíduo apressada de onde quer que esteja. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>Se isso ocorre num ônibus ou multidão, o indivíduo pode, como conseqüência, evitar aquela situação. Um ataque de pânico é seguido com freqüência por um medo persistente de ter outro ataque.&#8221;</span></span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>Por causa dos sintomas, ele pode ser confundido com alguma doença do coração e muitas vezes a pessoa passa por uma série de exames sem encontrar absolutamente nada.</span></p>
<p><span>O transtorno do pânico é um problema sério, já que atinge de 2 a 4% da população; na maioria mulheres.</span></p>
<p><span>Segundo algumas teorias, o sistema de alerta do organismo (um conjunto de mecanismos físicos e mentais com que uma pessoa reage a uma ameaça) pode ser desencadeado na crise do pânico sem nenhum perigo iminente. O cérebro produz neurotransmissores que são responsáveis pela comunicação entre os neurônios e essas comunicações determinam todas as nossas atividades físicas. No entanto, na crise do pânico, há um desequilíbrio na produção dos neurotransmissores, levando informações incorretas e deixando o organismo alerta para uma ameaça que na verdade, não existe.</span></p>
<p><span>O primeiro acontecimento pode ser num elevador, dirigindo, num ambiente fechado, etc&#8230; Depois dessa primeira crise, surge um medo irracional (fobia) e gradativamente o nível de ansiedade e o medo de uma nova crise pode chegar a uma proporção tal, que a pessoa passa a evitar a situação que originou tal crise, como evitar a dirigir, evitar elevadores, ou mesmo sair de casa.</span></p>
<p><span>Há ainda um perfil semelhante entre as pessoas que sofrem desse transtorno: são perfeccionistas, exigentes consigo mesmas, muito produtivas profissionalmente, assumindo uma carga excessiva de responsabilidade, possuem uma grande necessidade de estarem no controle das coisas e grande necessidade de aprovação, não aceitando com facilidade seus erros.</span></p>
<p><span>Portanto, temos aqui características físicas e mentais e esses mecanismos físicos e mentais poderiam ser os fatores desencadeantes. Dessa forma, o tratamento também necessita tanto da medicação como do acompanhamento terapêutico. A combinação da psicoterapia e da medicação, produz bons resultados num espaço curto de tempo, trazendo alívio entre 70 a 90% para as pessoas.</span></p>
<p>É importante observar que esse tipo de transtorno deve ser encarado com seriedade e não considerado como &#8220;fricote&#8221; ou exagero da pessoa que passa por isso. Por seriedade, consideramos que a pessoa deva ser medicada adequadamente. Palavras como: &#8220;Isso não é nada de grave&#8221; ou &#8220;Isso passa&#8221;, não traz benefício algum à pessoa que sofre desse transtorno.Muito pelo contrário; só aumenta sua ansiedade abrindo espaço a uma nova crise e retardando seu tratamento que deveria ser imediato.</p>
<p></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Artigo publicado originalmente no site <a target="_blank" href="http://www.paponosso.com.br" title="PapoNosso">PapoNosso</a> : Pânico<br />
</span></p>
<p></span></p>
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