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	<title>Artigos de Psicologia &#187; Sexualidade</title>
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	<description>Escritos por Marilena Teixeira Netto</description>
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		<title>Artigos de Psicologia &#187; Sexualidade</title>
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			<item>
		<title>Sexo X Conteúdo</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 13:29:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A moda do &#8220;ficar&#8221; e dos relacionamentos superficiais e efêmeros, ao contrário do que se imagina, não é a melhor opção para a satisfação do ser humano.
Trata-se de uma frustração aprendida a &#8220;duras penas&#8221; e com muito sofrimento.



Muitos autores cristãos denunciam que começar o relacionamento pelo sexo, é começar pela porta errada.
A porta certa de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=34&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="attachment_421" class="wp-caption alignright" style="width: 118px"><img class="size-medium wp-image-421  " title="Iceberg" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2009/08/titanic_image.jpg?w=108&#038;h=147" alt="A ponta do iceberg" width="108" height="147" /><p class="wp-caption-text">A ponta do iceberg</p></div>
<h3><span style="font-family:Arial;color:#0000ff;">A moda do &#8220;ficar&#8221; e dos relacionamentos superficiais e efêmeros, ao contrário do que se imagina, não é a melhor opção para a satisfação do ser humano.</span></h3>
<h3><span style="font-family:Arial;color:#0000ff;">Trata-se de uma frustração aprendida a &#8220;duras penas&#8221; e com muito sofrimento.</span></h3>
<h3><span style="font-family:Arial;color:#0000ff;"></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#0000ff;"><span id="more-34"></span><br />
</span></p>
<p>Muitos autores cristãos denunciam que começar o relacionamento pelo sexo, é começar pela porta errada.</p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A porta certa de uma relação que tenciona ser consistente e benéfica, teria que começar pela porta da amizade, da conversa, do conhecer-se melhor e o sexo seria sua última etapa.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Olhando dessa maneira e encarando nosso século atual, isso parece piegas e é claro, totalmente ultrapassado. Seria, então, a forma mais moderna que vivemos; pouco conhecimento do outro e rápida entrada pela porta do sexo, a melhor e mais prazerosa forma de relacionamento? Seria esse o formato mais adequado e melhor para todos? Pois, parece que não.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Começa-se pelo sexo e depois de rápido entrosamento e pouco convívio, entra-se na chamada relação a dois, com a tentativa de aí sim, conhecer o conteúdo desse parceiro que já se conhece sexualmente. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">E &#8230;.surpresa: começa a descoberta da personalidade do outro, das esquisitices do outro e da dura convivência que nem sequer se poderia supor. Etapa difícil essa, onde com o passar do tempo, esse parceiro que só trazia prazer, passa a trazer desprazer. Desprazer no confronto de opiniões, nos gostos, nos desejos, etc..etc&#8230; </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Rapidamente termina-se a relação, pois há o despreparo e a falta de persistência para o aprofundamento nessa relação. Como há inúmeras &#8220;portas abertas&#8221; a serem visitadas e com tanta facilidade no encontro delas, não há lugar para a persistência do reencontro, que se torna obsoleto e indesejável.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Passa-se então ao próximo relacionamento, onde a repetição é constante e onde o término é inevitável e novamente outro relacionamento e assim por diante.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Frustrações acumuladas onde o deslumbramento do início da relação acaba, onde o prazer do sexo, que antes encobria as características do parceiro, agora se mistura às diferentes facetas de caráter. Começa a difícil tarefa do aprendizado do conteúdo. Começa o confronto da realidade.<br />
Infelizmente, esse século caracterizado pela pressa, embrenhou-se também dos relacionamentos onde as pessoas, capturadas pela rede do fácil, do sem compromisso e do descartável, encontram-se de repente, surpresas ao descobrir tão cedo, a frustração, a mágoa, o sentimento da rejeição e muitas vezes a sensação de ter sido explorado e usado.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">São pessoas que, na sua maioria por serem extremamente jovens e despreparadas emocionalmente, saem desses relacionamentos machucados, sofridos e levando para os próximos parceiros temores, desacertos, e obstáculos tremendos na relação que deveria ser leve e desarmada.<br />
São jovens que chegam aos 30 anos, já profundamente incapazes de se relacionarem novamente de uma maneira mais sincera e comprometida; apesar de quererem. E como querem!</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Incapazes de acreditarem no outro, já vencidos pelas inúmeras vezes que percorreram sempre o mesmo caminho do desencontro, têm sua habilidade de relacionamento podada pela dificuldade de lidar com o difícil e o permanente (e não mais com o fácil e o descartável.)<br />
Vítimas da pressa, atropelam-se na única realidade que de fato, irá &#8220;segurar&#8221; a relação de duas pessoas: o conteúdo.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Desconhecem que o sexo é importante parcela dentro do relacionamento mas não a única.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Jovens, vítimas do novo formato desse século. Século tão avançado em tantas descobertas e tão algoz e destruidor no que de mais precioso existe que é o relacionamento humano.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Temos jovens despreparados quanto à realidade.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Por mais difícil que seja recompor esse formato e ajudar na estruturação e construção dessa realidade de conteúdo, é preciso fazê-lo.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">&#8220;E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação de vossa mente&#8230;&#8221;</span></span></p>
<p></span></h3>
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		<title>2 a 4 Anos: Sexualidade nesta fase?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 22:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebemos inúmeros comentários sobre a fase de 2 a 4 anos de crianças e procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Esses são aqueles relacionados à sexualidade nesta fase.

&#8212;
25/09/08 Comentário recebido:
Tenho uma filha de 4 anos eu a peguei brincando com um cachorrinho de pelúcia. Fiquei muito assustada, pois colocava dentro [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=243&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Recebemos inúmeros comentários sobre a <a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/a-mente-entre-2-e-4-anos/" target="_blank">fase de 2 a 4 anos de criança</a>s e procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Esses são aqueles relacionados à<strong> sexualidade nesta fase</strong>.</p>
<p><span id="more-243"></span></p>
<p>&#8212;</p>
<p><em>25/09/08 Comentário recebido:</em></p>
<p><em>Tenho uma filha de 4 anos eu a peguei brincando com um cachorrinho de pelúcia. Fiquei muito assustada, pois colocava dentro da calcinha. Perguntei o que estava fazendo e disse pra não repetir. Acho que não agi corretamente pois quando a vi novamente fazendo eu bati nela, estou muito preocupada e não sei como agir, não sei se é normal e pra falar a verdade estou apavorada me ajude por favor.</em></p>
<p><strong>Marilena responde:</strong></p>
<p>Há vários motivos para isso. Ela pode ter visto alguém guardando alguma coisa dentro da calça, ou</p>
<p>pode ter observado o volume da calça algum menino e por isso copia. Ou, ainda, apenas pra sentir cócegas, já que é uma região muito sensível.</p>
<p>Nessa fase, isso é apenas uma curiosidade e não se trata de masturbação ou algo parecido.</p>
<p>Pergunte, apenas, porque ela faz isso. Mas você não precisa bater nela por isso e nem brigar.</p>
<p>Isso só vai fazer com que ela fique mais curiosa ainda e queira repetir ainda mais vezes.</p>
<p>Deixe que ela esgote essa curiosidade que logo esquecerá isso.</p>
<p><em>Retorno da mãe:<br />
</em></p>
<p><em>Agradeço pelo conselho e vou seguir. Esta resposta me tirou um peso na consciência. Ela sempre foi muito precoce em tudo sempre faz perguntas e nada passa por despercebido e eu sempre respondo às suas perguntas da melhor forma possível sem dar margens a duvidas.</em></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/243/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=243&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>2 a 4 Anos: Identificação Sexual</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 22:55:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebemos inúmeros comentários sobre a fase de 2 a 4 anos de crianças e procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Esses são aqueles relacionados à Identificação Sexual.

A criança começa seu processo de aprendizado através primeiramente pela observação e depois pela imitação dessa observação. Por isso mesmo, tarefas como: escovar os dentes, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=241&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3>Recebemos inúmeros comentários sobre a <a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/a-mente-entre-2-e-4-anos/" target="_blank">fase de 2 a 4 anos de crianças</a> e procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Esses são aqueles relacionados à <strong>Identificação Sexual</strong>.</h3>
<p><span id="more-241"></span></p>
<p>A criança começa seu processo de aprendizado através primeiramente pela observação e depois pela imitação dessa observação. Por isso mesmo, tarefas como: escovar os dentes, pentear o cabelo, calçar uma meia, jogar lixo na lixeira, etc&#8230;.. são feitas através dessa observação.</p>
<p>A identificação sexual, também, começa por essa observação a dos 6, 7 anos. Ela começa a se espelhar na pessoa do mesmo sexo onde se identifica ao longo dessa observação. As meninas observam a mãe e passam a copiar todo o jeito de andar, uso de acessórios, etc&#8230; e os meninos observam ou deveriam observar mais os pais.</p>
<p>No entanto, os meninos se encontram imersos num universo predominantemente feminino; desde o nascimento com a mãe, que obviamente é fundamental para ele, mas são incluídas aí ao longo dos primeiros anos, as avós, tias, babás, empregadas e depois professoras.</p>
<p>Há ainda o quadro do &#8220;pai ausente&#8221; que surge não somente pelo divórcio, mas, também, pelo trabalho pesado que afasta esse pai do convívio familiar, cuja ausência fundamental deixa esse menino cada vez mais mergulhado no mundo feminino.</p>
<p>O único espelho possível passa a ser essa mãe que jamais poderá substituir a figura masculina.</p>
<p>Muitos pais imaginam que a tarefa de passar horas com o filho indo ao cinema, por exemplo, seria o ideal.</p>
<p>Engano.</p>
<p>Poucas coisas são necessárias para que isso aconteça.</p>
<p>O pai pode levá-lo junto para comprar jornal, colocar gasolina no carro, trocar uma lâmpada, fazer a barba (coisa que ele fará em alguns anos), pedir ajuda desse filho na hora de consertar algo em casa (segurar algo para ele), etc&#8230;. Pequenas tarefas são igualmente observadas, pois esse pai caminha diferente, fala e gesticula de forma diversa, escolhe e comenta diferente dessa mãe que está sempre à frente dele.</p>
<p>Nessa identificação o menino vai percebendo que  seu mundo é mais semelhante àquele do pai e não se sente tão desconfortável assim no seu papel masculino.</p>
<p>É triste perceber que mães levam esses meninos para que eles mergulhem nesse mundo feminino e nem sequer percebem que a observação é uma ferramenta importante nesse processo de identificação.</p>
<p>Na ausência da figura paterna, é igualmente importante haver um substituto , como a presença de um avô, tio, irmão mais velho ou até pai de algum coleguinha da escola onde esse menino possa passar algumas horas com essa família e perceber e aprender um pouco mais do universo masculino.</p>
<div></div>
<p>&#8212;</p>
<p><em>06/02/08 Comentário recebido:</em></p>
<p><em>Tenho 2 netas de 4 anos e 5 meses e outra de 2 anos e 9 meses que ficaram órfãs de mãe há 1 ano e meio. A mais velha que conviveu 2 anos e nove meses com a mãe é bem feminina, vaidosa e gosta de roupas apropriadas para a sua idade (tendendo mais para o lado mocinha). Já a mais nova que só conviveu 1 ano com a mãe doente, não tem parâmetro da mãe e só do pai, não gosta de maquilagem, nem de vestidos. Prefere shorts e para tirar fotos no estúdio onde devia se pintar foi um berreiro só. Brinca com meninas e meninos, mas prefere a companhia dos meninos. NO NATAL DISSE QUE QUERIA GANHAR UM PINTO (REFERENCIA AO ÓRGAO MASCULINO). É normal essa atitude, não devo me preocupar? E a falta de referencia feminina como fica?</em></p>
<p><strong>Marilena responde:</strong></p>
<p>É mais normal a criança na idade de 2 anos gostar tanto de brinquedos de meninos quanto de meninas.</p>
<p>A referencia feminina de identificação sexual acontece somente mais tarde.</p>
<p>Como ela tem você como referencia, não se preocupe com isso. Tendo uma figura feminina ao lado ela se identificará com você mais tarde.</p>
<p>Essa identificação será mais forte aos 6 anos, como a imitação de comportamentos femininos.</p>
<p>É importante saber que o gosto pelo feminino, como maquiagem etc não acontece nessa idade anos, ou mesmo de 3 e até 4.</p>
<p>Ela ainda está na idade de percepção, ou seja, de perceber detalhes e de aprender.</p>
<p>A maquiagem para ela, com certeza, deve ser uma tortura, pois ela ainda não entende seu significado e nessa idade nem pode ainda.</p>
<p>Acessórios femininos estão fora de questão. O interesse dela nesse momento é de observar e por isso mesmo ela já observou a diferença sexual.</p>
<p>É normal também a criança querer um “pinto”, pois ele representa aquilo que parece estar faltando nela. Mas, é apenas uma questão de diferenciação.</p>
<p>Sua presença no devido tempo, no lugar da mãe, fará a identificação sexual adequada.</p>
<p>Nunca podemos comparar as crianças com suas preferências mesmo sendo irmãs. Algumas se interessam mais cedo que outras por comportamentos femininos.</p>
<p style="text-align:center;">XXX</p>
<p style="text-align:left;"><em>Comentário recebido (27/12/08):</em></p>
<p><em>Gostaria de parabenizá-la pelo excelente trabalho neste site, que vem nos ajudando muito!!</em></p>
<p><em>Meu filho tem 3 anos e 6 meses e é bastante agitado. Eu quase não saio de casa, pois ele não pára quieto, mexe em tudo e isso me deixa profundamente nervosa, me deixa com um sentimento enorme de frustração.</em></p>
<p><em>Outra coisa que muito me preocupa é que ele gosta muito de brincar com brinquedos de meninas, ele gosta de dançar como meninas, e quase não liga para brinquedos de meninos, como bola, carrinhos,etc., tudo do universo feminino o encanta, e quando eu falo para ele, que ele é um menino e que deveria brincar com meninos ele reage de forma negativa. </em></p>
<p><em>Gostaria da sua ajuda para entender e lidar melhor com o meu filho, pois estou me sentindo muito triste e frustrada. Desde já obrigada.</em></p>
<p><strong>Marilena responde: </strong></p>
<p>Seu filho não para quieto porque é perfeitamente normal e nessa idade eles são assim mesmo.</p>
<p>Crianças quietas, nessa idade são preocupantes.</p>
<p>Quanto às brincadeiras, você não menciona se o pai está em casa.</p>
<p>Ele precisa ser incentivado a brincar com os brinquedos de meninos e este estímulo vem do contato com outros meninos e com o pai.</p>
<p>Brinquedos de meninos devem ser valorizados.</p>
<p>Ele deve observar muito você e quem sabe sair sempre com você olhando o que você sempre olha e talvez seja essa o motivo dele sempre sentir</p>
<p>que o universo feminino é mais interessante, porque é você que sempre usa isso e é claro, ele valoriza e acha importante o que você usa.</p>
<p>Essa observação deve ser feita com o pai.</p>
<p>Retire da vista dele o que for &#8220;feminino&#8221; (o que você puder, é claro) e estimule o universo masculino, mesmo sendo você que possa mostrar a ele essa parte.</p>
<p><em>Retorno da mãe:<br />
</em></p>
<p><em>Muito obrigada Marilena, pela resposta muito esclarecedora e que tenho certeza que me ajudará muito,</em></p>
<p><em>Eu vivo com meu marido, porém ele trabalha muito e só chega em casa a noite, ele é um ótimo pai, e procura dar atenção ao nosso filho.</em></p>
<p><em>Eu moro com minha mãe, e minha irmã, e meu filho não tem muito contato com meninos, tenho duas sobrinhas que estão sempre aqui em casa e que brincam muito com meu filho, ou seja, realmente a figura feminina é muito mais forte para ele.</em></p>
<p><em>Vou seguir suas recomendações e tenho certeza de que funcionará.</em></p>
<p><em>Obrigada Marilena, talvez você não tenha noção de como tem nos ajudado, mas tenha a certeza de que é muito, pois muitas de nós não temos acesso a profissionais da sua competência, e às vezes uma simples observação, como a que você me deu por exemplo fazem toda a diferença, obrigado!</em></p>
<p style="text-align:center;">XXX</p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;"><em>Comentário de Fabiana (04/03/2009):</em></p>
<p style="text-align:left;"><em>Por favor me ajude! Tenho um filho de 3 anos e 7 meses. Desde os 2 anos e meio ele se interessa por bonecas, quer ter cabelo comprido, colocava uma fralda na cabeça para parecer um cabelão. Já pediu no ano passado um vestido nos ensaios da dança junina, depois dançou como menino normalmente, mas imita a dança das meninas. </em></p>
<p style="text-align:left;"><em>Ele frequenta a mesma escolinha desde os 4 meses, sempre gostou muito, é carinhoso, meigo e sempre prefere as meninas para brincar, ele gosta muito de carrinhos miniaturas tem muitos, gosta de bichos de pelúcia, mas às vezes em casa vejo ele simulando com os bichos que são como bonecas. Ele diz algumas vezes que quer ser menina,às vezes, tenho notado com mais frequência que nos momentos de imaginação ele sempre é o personagem feminino da história, Monica, Branca de Neve. Na escola a prof.ª repreendeu ele pois,ela propôs um tipo de brinquedo ele queria brincar de boneca.O pai dele e eu convivemos muito bem, o pai participa dos afazeres domésticos ativamente, me ajude, não sei o que fazer, a fala do meu filho é otima e ele é muito ativo, participativo e observador, tenho medo de um distúrbio do comportamento sexual, estou muito aflita.</em></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Marilena responde:</strong></p>
<p style="text-align:left;">Meninos nessa idade precisam muito da atenção e da companhia do pai. É necessário um reforço nesse sentido, para que ele comece a valorizar mais o lado masculino do que o feminino. Seu marido pode ajudar bastante nessa fase.</p>
<p style="text-align:left;">Se você observar, o universo feminino é imenso ao redor de um garoto. Começa pela companhia da mãe, ou de uma avó, da empregada, faxineira, babá e depois a professora. Mulheres ao redor em demasia. É de se esperar que a figura do pai fique um pouco apagada nesse universo e que ele só veja (mais você) com todas as características femininas: modo de andar, falar, escolher, olhar, comentar, etc&#8230;</p>
<p style="text-align:left;">Seu marido pode traze-lo mais perto desse mundo masculino, como por exemplo, pedindo ajuda dele nas horas que ele for fazer a barba, trocar uma lampada, ir à padaria, comprar um jornal, etc&#8230;. ele precisa observar mais o andar desse pai, a maneira como fala, como gesticula, o que olha, o que observa, o que comenta e assim por diante.</p>
<p style="text-align:left;">Ou seja, ele precisa observar mais esse lado, pois já vem observando há muito, o  lado oposto.</p>
<p style="text-align:left;">Você pode estimulá-lo, também, trazendo à sua casa algum coleguinha da escola para que possam brincar juntos.</p>
<p style="text-align:left;">Nada irá mudar prontamente, mas é tudo uma questão de hábito e condicionamento. Comente com seu marido sobre isso e ele poderá ajudar bastante seu filho de maneira decisiva.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Retorno de Fabiana:</strong></p>
<p style="text-align:left;">Marilena, muito obrigada pelas orientações que você nos deu. Gostaria de perguntar ainda se, quando meu filho pedir bonecas, e apresentar outros comportamentos mais femininos, devo repreendê-lo ou simplesmente ignorar tais comportamentos? Estou mais aliviada com suas orientações, muito obrigada mesmo.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Marilena responde:</strong></p>
<p style="text-align:left;">Quando ele pedir bonecas, tente substituir por outros brinquedos, mostrando e enfatizando como &#8220;o outro brinquedo&#8221; é muito mais interessante e que o pai dele gostaria muito mais de brincar com o outro.</p>
<p style="text-align:left;">Quanto ao comportamento, mostre que o pai também não agiria assim e mostre como o pai faz.</p>
<p style="text-align:left;">Mas, deixe, principalmente, que ele mesmo possa ter um tempo de observação.</p>
<p style="text-align:left;">Quanto mais ele observar o pai, mais ele o imitará.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>XXX</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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<p><strong> </strong></p>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:2703px;width:1px;height:1px;">Comentário de Cristina (08/03/2009):</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:2703px;width:1px;height:1px;">Estou um pouco preocupada com meu filho de 4 anos e 8 meses. Encontrei-o, outro dia, vestindo minhas lingeries, tirou correndo quando me viu chegar ao perguntar o que estava fazendo e ele disse que só queria se divertir. Será algum desvio sexual ??? Já estou ficando desesperada!!!</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:2703px;width:1px;height:1px;">Eu preciso mesmo me policiar quanto a isso, sou muito protetora, e acabo ocupando o tempo livre só com ele&#8230; e o meu marido acaba ficando um pouco isolado.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:2703px;width:1px;height:1px;">Obrigada e adorei o site &#8230; simplesmente maravilhoso</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:2703px;width:1px;height:1px;">Marilena responde:</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:2703px;width:1px;height:1px;">Seria importante você valorizar os aspectos masculinos, como roupas e acessórios para seu filho.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:2703px;width:1px;height:1px;">Se ele não sai muito com o pai e não tem tempo para observar esses aspectos, é natural que ele veja então o que você valoriza; como roupas, objetos, acessórios,etc&#8230;.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:2703px;width:1px;height:1px;">Nessa idade, tudo o que ele puder fazer com o pai; para que observe o comportamento masculino, é muito importante.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:2703px;width:1px;height:1px;">Geralmente, meninos se situam em um universo predominantemente feminino, o que dificulta bastante a valorização desse universo masculino.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:2703px;width:1px;height:1px;">Para que ele se identifique como isso, a presença do pai, ou figura masculina é fundamental para ele. observar por exemplo, que homens descem escada com o corpo posicionado para frente e mulheres com o corpo  e  pés de lado, etc&#8230;. vai mostrando as pequenas diferenças de cada um.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:2703px;width:1px;height:1px;">Procure deixar seu filho mais com o pai, para que ele o observe fazendo a barba, andando, conversando, etc&#8230;. toda identificação só irá fortalecer esse lado para que ele possa além de se identificar, admirar e tentar copiar.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:2703px;width:1px;height:1px;">Caso você o encontre colocando roupas femininas de novo, mostre que o pai não usa isso, pois as roupas masculinas são mais interessantes para ele e o serão também para seu filho.</div>
<p style="text-align:left;"><em>Comentário de Cristina (08/03/2009):</em></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-weight:normal;"><em>Estou um pouco preocupada com meu filho de 4 anos e 8 meses. Encontrei-o, outro dia, vestindo minhas lingeries, tirou correndo quando me viu chegar ao perguntar o que estava fazendo e ele disse que só queria se divertir. Será algum desvio sexual ??? Já estou ficando desesperada!!!</em></span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-weight:normal;"><em>Eu preciso mesmo me policiar quanto a isso, sou muito protetora, e acabo ocupando o tempo livre só com ele&#8230; e o meu marido acaba ficando um pouco isolado.</em></span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-weight:normal;"><em>Obrigada e adorei o site &#8230; simplesmente maravilhoso</em></span></p>
<p style="text-align:left;">Marilena responde:</p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-weight:normal;">Seria importante você valorizar os aspectos masculinos, como roupas e acessórios para seu filho.</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-weight:normal;">Se ele não sai muito com o pai e não tem tempo para observar esses aspectos, é natural que ele veja então o que você valoriza; como roupas, objetos, acessórios,etc&#8230;.</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-weight:normal;">Nessa idade, tudo o que ele puder fazer com o pai; para que observe o comportamento masculino, é muito importante.</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-weight:normal;">Geralmente, meninos se situam em um universo predominantemente feminino, o que dificulta bastante a valorização desse universo masculino.</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-weight:normal;">Para que ele se identifique como isso, a presença do pai, ou figura masculina é fundamental para ele observar por exemplo, que homens descem escada com o corpo posicionado para frente e mulheres com o corpo  e  pés de lado, etc&#8230;. vai mostrando as pequenas diferenças de cada um.</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-weight:normal;">Procure deixar seu filho mais com o pai, para que ele o observe fazendo a barba, andando, conversando, etc&#8230;. toda identificação só irá fortalecer esse lado para que ele possa além de se identificar, admirar e tentar copiar.</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-weight:normal;">Caso você o encontre colocando roupas femininas de novo, mostre que o pai não usa isso, pois as roupas masculinas são mais interessantes para ele e o serão também para seu filho. </span></p>
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<div>XXX</div>
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  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/241/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/241/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/241/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/241/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/241/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/241/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/241/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/241/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/241/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/241/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=241&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Intimidade Sexual no Casamento</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/07/20/intimidade-sexual-no-casamento/</link>
		<comments>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/07/20/intimidade-sexual-no-casamento/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 21:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas pensam que basta estarem casadas para que a intimidade sexual seja completa e franca. Depois de alguns meses ou anos de casamento, percebem que não é bem assim. Aquilo que parecia ser fácil e que poderia vir com naturalidade, de repente, estancou e não houve mais progresso.
A espontaneidade de falar sobre determinados pontos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=64&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Muitas pessoas pensam que basta estarem casadas para que a intimidade sexual seja completa e franca. Depois de alguns meses ou anos de casamento, percebem que não é bem assim. Aquilo que parecia ser fácil e que poderia vir com naturalidade, de repente, estancou e não houve mais progresso.</p>
<p>A espontaneidade de falar sobre determinados pontos dessa intimidade torna-se difícil para alguns casais.<br />
Devemos pensar, no entanto, que da mesma maneira que desenvolvemos uma certa intimidade nas amizades e relacionamentos, também o fazemos na área sexual. Ou seja, a conversa, as confidências e o toque são fundamentais. Mas, uma das maiores dificuldades é a abordagem do assunto.<span id="more-64"></span></p>
<p>Como e quando começar essa abordagem? Um dos momentos mais propícios é naturalmente nos minutos que precedem a relação (no momento do toque, quando cada um pode dizer ou indicar as áreas que mais lhe excitam; que mais lhe dão prazer).</p>
<p>Muitos maridos desconhecem as áreas erógenas da mulher, tendo apenas um conhecimento geral do assunto. No entanto, sabemos que cada mulher é diferente. Algumas, na própria relação, sentem-se mais à vontade assumindo determinadas posições que outras. Adivinhar não faz parte da habilidade do parceiro. É necessário conversar sobre isso. Percebo que uma grande dificuldade também vem da educação de algumas mulheres. Algumas receberam uma orientação sexual rígida, distorcida, e muitas desconhecem a anatomia do próprio corpo, o que dificulta tremendamente a conquista do prazer.</p>
<p>Na grande virada do movimento feminista, quando foi alardeado que o orgasmo não era só privilégio dos homens, as mulheres automaticamente impuseram-se ter orgasmos a cada relação. Muitas porém não o conseguiam e isso as tornava insatisfeitas ou pior, imaginando que havia algo errado com elas. Os maridos, por sua vez, sentiam-se culpados por não saberem levá-las sempre ao orgasmo. Mais tarde, em pesquisas, descobriu-se que não é em toda relação sexual que a mulher atinge o orgasmo (pelo menos isso acontece com a grande maioria delas).</p>
<p>Portanto, três pontos são importantes para desenvolver essa intimidade:<br />
a) conhecimento do próprio corpo, b) conhecimento sobre sexualidade e c) diálogo.</p>
<p>Lembro-me de duas moças na faixa de seus vinte anos, universitárias, onde o problema estava justamente num dos pontos acima. Ambas solteiras, a primeira confundia a função do clitóris com a da uretra e desconhecia que a grande maioria das mulheres atinge orgasmo através da manipulação clitoriana. A segunda perguntou-me se, na noite do casamento, teria de ficar de camisola e toda coberta na relação sexual. Novamente a rígida educação sexual vinda da família, igreja etc.</p>
<p>Percebo o quanto de desconhecimento ainda existe mesmo com as inúmeras palestras, revistas e estudos sobre sexo. Em algumas igrejas, o assunto ainda é tabu. A vergonha do próprio corpo e da nudez frente ao parceiro é mais comum do que se imagina.</p>
<p>Outra dificuldade está quando o marido aprecia determinadas carícias ou posições e a esposa não &#8212; esse é um momento perigoso. Deixar de viver um desejo, licitamente permitido, e não poder fazê-lo porque a esposa se sente constrangida ou com vergonha, com certeza leva o marido à frustração. A chave seria cada um ceder, pelo menos um pouco, a favor do outro. Perceber que o outro se sente satisfeito e completo quando me aventuro a ceder significa que a relação também poderá ser satisfatória, porque nesse momento somos um só. &#8220;Uma só carne&#8221;, na liguagem bíblica. &#8220;Um só&#8221; &#8211; significa, também, que o prazer do outro também é o meu prazer. Mas, para isso, preciso ceder. Se for possível para mim fazê-lo em determinados pontos, sei que o parceiro também poderá ceder um pouco a meu favor. Estaremos assim no meio do caminho, sem o perigo das frustrações.</p>
<p>Alguns pontos bem mais sérios impedem que a relação sexual seja totalmente satisfatória. Lembro-me de uma moça que ao se casar descobriu que tinha frigidez sexual e, portanto, não gostava e não sentia prazer na relação, passando a evitá-la sistematicamente. Enquanto estava em tratamento, o que deveria surtir um resultado a longo prazo, percebeu que a insatisfação por parte do marido e seu mau humor  acentuavam-se a cada dia. Seu descontentamento não se limitava mais somente à relação em si, mas estendia-se também ao trabalho, à casa, à família e a outros pontos. Era evidente a raiz do problema. Decidiu contar-lhe o que se passava e como não lhe era doloroso ter relação, resolveu ceder algumas vezes. O marido caminhou sua parte, não lhe pressionando sistematicamente como fazia antes, e assim, os dois conseguiram ir até o meio do caminho. Ela teve filhos, podendo preencher o lado maternal, que obviamente era igual ao de todas as mães. A satisfação do marido pôde ser recuperada nas outras áreas, pois a raiz do problema tinha sido parcialmente solucionada.<br />
Prazer completo na relação ela continuava a não ter, mas tinha prazer no relacionamento afetivo com seu marido. Creio que o importante, nesse caso, foi a resolução da esposa em admitir contar ao marido o que se passava com ela. Esconder ou &#8220;fazer de conta&#8221; seria o pior para ambos. Novamente, o diálogo aqui foi fundamental.</p>
<p>Discutir, ler e conhecer mais sobre o assunto é a única maneira de se conseguir desenvolver essa intimidade e conhecer mais sobre as dificuldades e desejos do parceiro. Isso faz com que cada um se sinta mais à vontade e com menos constrangimento para poder se chegar no passo seguinte: colocar em prática o que foi conversado.</p>
<p>Artigo publicado originalmente em Casal Feliz (Ano IX &#8211; No. 33)</p>
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		<title>Jogos Sexuais</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/12/15/jogos-sexuais/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 Dec 2007 10:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Os jogos sexuais formam uma linguagem própria com vários objetivos: a aproximação, a conquista do parceiro(a) e a satisfação sexual. 
Quando um casal inicia uma aproximação, inicia também a expectativa de ser ou não ser aceito, de ser desejável ou não, agradável ou não. 
Essa aceitação está intimamente ligada à auto-estima e terá, portanto conseqüências [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=11&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img border="10" align="left" width="120" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2007/12/figura-seducao.jpg?w=120&#038;h=200" hspace="10" height="200" /><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Os jogos sexuais formam uma linguagem própria com vários objetivos: a aproximação, a conquista do parceiro(a) e a satisfação sexual. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Quando um casal inicia uma aproximação, inicia também a expectativa de ser ou não ser aceito, de ser desejável ou não, agradável ou não. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Essa aceitação está intimamente ligada à auto-estima e terá, portanto conseqüências positivas ou negativas.</span></p>
<p><span id="more-11"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A mulher ainda é criada e instruída para mostrar a beleza, cultivar a graça e saber seduzir. Os inúmeros artigos sobre &#8220;a arte de seduzir&#8221; atraem em massa o grupo feminino. É fato, que a conquista do trabalho da mulher, naturalmente faz parte do conjunto de atrativos importantes, mas parece que esse item por si só não é suficiente. Além de todo o investimento cultural, a sedução é incorporada à mente feminina já na fase da adolescência, muitas vezes pela própria mãe. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Em pesquisa entre executivos, constatou-se que uma reclamação unânime entre eles; a de que no trabalho, quando os argumentos se esgotavam por parte das mulheres, elas apelavam para a sedução. A maioria confessou sentir-se constrangida com tal atitude.</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Tentar parecer aquilo que não se é, na tentativa de atrair o parceiro, também faz parte desse jogo. Muitas vezes, mostra-se um humor inalterável, uma bondade constante, uma paciência de Jó, porque se sabe que isso é agradável à pessoa que nos interessa.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A famosa &#8220;idade do lobo&#8221;, na meia idade, é exatamente a insegurança da sedução para o homem. Não se trata aqui de estabelecer vínculos fortes com outra parceira, mas de simplesmente usar a conquista, como meio de avaliação para testar a auto-estima, já meio fragilizada com a idade. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Para a mulher, a mesma situação pode ocorrer na tentativa de preservar a juventude e beleza, que para ela, são sinônimos de sedução e agentes facilitadores em qualquer setor. Infelizmente a sociedade privilegia a beleza e induz o uso da sedução como arma de conquista.</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Em nossa cultura, por exemplo, no Brasil, isso é cada vez mais evidente, onde não sobra muito espaço para uma valorização genuína da mulher, onde outros atributos devam e mereçam ser identificados. </span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/11/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/11/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/11/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=11&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Castração</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 10:12:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frustração]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Castração emocional, castração profissional, castração intelecutal, sexual, etc&#8230; 
Modalidades de castração que podem ocorrer na nossa infância, adolescência ou fase adulta. Se ocorrem na infância podem causar prejuízos enormes e desconsertantes para o resto da vida. Podemos fazer isso inúmeras vezes com colegas ou filhos numa projeção daquilo que fomos vítimas um dia.
 
Alguns exemplos: Aquele [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=4&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Castração emocional, castração profissional, castração intelecutal, sexual, etc&#8230; </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Modalidades de castração que podem ocorrer na nossa infância, adolescência ou fase adulta. Se ocorrem na infância podem causar prejuízos enormes e desconsertantes para o resto da vida. Podemos fazer isso inúmeras vezes com colegas ou filhos numa projeção daquilo que fomos vítimas um dia.<span id="more-4"></span><br />
</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Alguns exemplos: Aquele filho que foi obrigado pelos pais a escrever com a mão direita, quando na verdade era canhoto; ou o filho adolescente que segue uma carreira profissional &#8220;escolhida&#8221; pelos pais, cumprindo assim uma aspiração pessoal ou preenchendo o orgulho dos mesmos. Ou pior ainda, quandos os pais identificam alguma dificuldade no filho e o desestimulam na conquista de iniciar uma faculdade ou algo semelhante. Ou quando o filho ouve; <em>&#8220;Você não consegue fazer isso, ou você nunca vai ser feliz assim, etc&#8230;etc&#8230;&#8221;</em></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Na área sexual isso ocorre de difrentes maneiras, quando é &#8220;sugerido&#8221;que a intimidade sexual é desagradável (para a mulher), penosa, sofrida e suja, ou que o orgasmo é difícil de ser alcançado.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Quantas vezes você ouviu frases assim em algum momento de sua vida e viveu os anos seguintes como se a vida tivesse estagnado naquele momento e tivesse começado a ser construída a partir daqueles comentários. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Marcas profundas deixadas em nossa psiquê que transformaram decisões e aptidões em frustrações, auto-confiança em insegurança e sonhos realizáveis em utopias. É o adulto que chega à sua maturidade incapaz de promover cura em si mesmo, curar feridas e restaurar mágoas. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">É o adulto podado em sua mais completa singularidade e essência, obrigado a tomar outra direção e obrigado a fazer outras escolhas (sempre segundas escolhas). </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">São pessoas castradas nas suas diferentes formas de ser e agir, necessitando de reconstrução emocional por terem abdicado forçosamente de sua natureza espontânea e de seus talentos naturais. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Felizmente, há a alternativa da busca pela cura, da recomposição da auto-imagem. Felizmente, há a possibilidade do encontro do doente castrado, com o doente curado. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Que possamos estar sempre atentos à nossa própria capacidade venenosa de castração para que não venhamos a usar tal arma contra parentes e principalmente contra filhos.</span></p>
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		<title>Sadismo</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/sadismo/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:25:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Frustração]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O sádico é aquele que sente prazer em impor sofrimento à outra pessoa ou que se deleita com o sofrimento do outro. Muitas vezes são pessoas que foram lesadas, boicotadas nos seus desejos e &#8220;descontam&#8221; no próximo.
Na maioria das vezes, são aqueles que claramente demonstram uma satisfação ou prazer maior em ouvir &#8220;desgraças&#8221;, tragédias, e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=23&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O sádico é aquele que sente prazer em impor sofrimento à outra pessoa ou que se deleita com o sofrimento do outro. Muitas vezes são pessoas que foram lesadas, boicotadas nos seus desejos e &#8220;descontam&#8221; no próximo.<span id="more-23"></span><br />
Na maioria das vezes, são aqueles que claramente demonstram uma satisfação ou prazer maior em ouvir &#8220;desgraças&#8221;, tragédias, e dificuldades.<br />
Geralmente, receberam pouco dos pais na afetividade, na atenção, no cuidado, no respeito, e isso foi reforçado ao longo da vida, recebendo desta também revés e perdas.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Passado por esse reforço, repetem nos que estão ao redor.<br />
Isso não significa que invariavelmente todos aqueles que passaram por isso desenvolvem esse tipo de comportamento, mas estamos tratando aqui apenas esse comportamento sádico de desejar que o outro sinta, o que ele já sentiu.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Naturalmente, o sadismo pode estender-se de uma maneira muito mais ampla como na área sexual, por exemplo (o que é mais comumente relacionado), mas muitas vezes, não é relacionado a comportamentos na área social.<br />
Nessa área, há um boicote evidente em sentir certo prazer em ver aquele filho, por exemplo, ou aquele colega, sem a possibilidade de conquistar o que deseja, e atingir a felicidade que almeja. Muito sutilmente é uma busca em minimizar a própria infelicidade, pois quando o outro perde ele se sente melhor, mais apaziguado, mais ressarcido.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Na área familiar isso muitas vezes ocorre em relação aos filhos, como: &#8220;Eu não tinha carro, você também não precisa. &#8220;Eu não segui a carreira que eu queria, você também pode escolher qualquer coisa.&#8221; </span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Muitas vezes, esse &#8220;repeteco&#8221; traz escondido um comportamento mordaz e frustrado, sob a carapuça de ser durão, realista, etc&#8230; </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Deleitar-se na infelicidade do outro, é sem dúvida a maior prova de desamor &#8230; a menos que se encontre outra pessoa que goste de sofrer, e também possua esse comportamento nocivo, distorcido e necessitado de cura. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">&#8220;Quando cair o teu inimigo, não te alegres, e quando tropeçar, não regozije o teu coração; para que o Senhor não o veja, e isso seja mau aos seus olhos e, desvie dele a sua ira&#8221;. Provérbios 24:17-18.</span></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/23/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/23/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/23/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/23/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/23/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=23&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Masoquismo</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Transtornos]]></category>

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		<description><![CDATA[O que será que leva uma pessoa aparentemente estável em suas relações, em sua vida profissional, econômica, etc&#8230; alimentar pensamentos ou atitudes que a deixam infeliz? Parecer infeliz aos olhos dos outros muitas vezes traz seu ganho, colocando-a em destaque&#8230;
Sentir-se prejudicada e ao mesmo tempo persistir numa situação que traz infortúnio é difícil de entender.

Há [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=22&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O que será que leva uma pessoa aparentemente estável em suas relações, em sua vida profissional, econômica, etc&#8230; alimentar pensamentos ou atitudes que a deixam infeliz? Parecer infeliz aos olhos dos outros muitas vezes traz seu ganho, colocando-a em destaque&#8230;<br />
Sentir-se prejudicada e ao mesmo tempo persistir numa situação que traz infortúnio é difícil de entender.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span id="more-22"></span><br />
Há mulheres que mantêm relacionamentos complicados, mas não se dão conta que poderiam ter algo melhor. São mulheres que investem demasiadamente na relação, recebem muito pouco, mas continuam com ela mantendo o seguinte pensamento:<em> ¨Não existe coisa melhor. Isso foi o que consegui. É o que eu mereço. Sou uma heroína, pois ele está comigo até hoje&#8230;¨</em></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Algumas delas vêm de um lar onde o pai era alcoólatra, e quando adultas por ¨coincidência¨ encontram parceiros alcoólatras, e passam a viver de modo repetitivo a função de mártir, e ajudadora, sofrendo continuamente. O exemplo mais clássico é o da mulher que sofre agressão física, mas persiste na relação.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">São mulheres com auto-estima avariada, e ao mesmo tempo convictas de seu papel de guerreiras. Curiosamente são abandonadas, encontram outro parceiro com as mesmas características e repetem esse comportamento.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Os pensamentos: “Não encontro nada melhor”, “Não existe nada melhor”, “Não adianta tentar sair disso”, ou então, “Não vou conseguir outro emprego”, são pensamentos auto-destruidores, porque não permitem que a pessoa se concentre em focos otimistas, reais e mais vantajosos.<br />
Eles impedem o crescimento interno, emocional, pessoal e profissional. É uma estagnação imperceptível que mantém a pessoa prisioneira de si mesma.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Desbravar algo diferente, arriscar-se, apostar em si mesmo, é algo muito obscuro, pois a busca do sofrimento é contínua. Afinal, é somente dessa maneira que a pessoa sabe gerenciar sua vida.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O mais difícil é o convencimento de que essa busca é danosa, doentia e desequilibrada, necessitando tratamento e cura.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">&#8220;Todos os dias do aflito são maus; mas o coração contente tem um banquete contínuo&#8221;. Provérbios 15:15 </span></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=22&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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