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	<title>Artigos de Psicologia &#187; Transtornos</title>
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	<description>Escritos por Marilena Teixeira Netto</description>
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		<title>Artigos de Psicologia &#187; Transtornos</title>
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		<title>Hiperatividade</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Nov 2007 08:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Transtornos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Esse distúrbio também pode ser chamado de transtorno ou desordem de déficit de atenção. Ele pode ser acompanhado de hiperatividade ou não.
A pessoa portadora desse distúrbio tem sérias dificuldades de relacionamento. São pessoas inquietas, distraídas, impulsivas, agitadas e têm dificuldade de terminar os projetos e as tarefas. Aliás, podem se engajar em inúmeras tarefas ao [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=7&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><a title="Hiperatividade1" href="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2007/11/hiperatividade.jpg"></a></span></p>
<p align="left"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><img src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2007/11/hiperatividade.jpg?w=307&#038;h=230" border="10" alt="" hspace="10" width="307" height="230" align="left" />Esse distúrbio também pode ser chamado de transtorno ou desordem de déficit de atenção. Ele pode ser acompanhado de hiperatividade ou não.<br />
A<span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><a title="Hiperatividade1" href="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2007/11/hiperatividade.jpg"></a></span> pessoa portadora desse distúrbio tem sérias dificuldades de relacionamento. São pessoas inquietas, distraídas, impulsivas, agitadas e têm dificuldade de terminar os projetos e as tarefas. Aliás, podem se engajar em inúmeras tarefas ao mesmo tempo.</span></p>
<p align="left"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span id="more-7"></span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Essa atitude é logo notada na escola. De certa maneira, elas se destacam das outras crianças pela forma agitada e a dificuldade de concentração. Essa dificuldade, é claro, interfere no aprendizado e no acompanhamento escolar, e isto faz com que ela não consiga manter o mesmo rítmo das outras. Daí a baixo-estima, o atraso, a cobrança dos pais e professores, as aulas particulares, etc. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Muitas vezes, a criança é rotulada de medíocre, e de ter um QI abaixo do normal. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A criança pode também nos confundir como se ela tivesse um déficit auditivo, pois quando se fala, ela dá indícios de que não está nos ouvindo.<br />
Na realidade, ela é capaz de pensar em várias coisas ao mesmo tempo, e seu raciocínio já está em outro assunto distante.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Esses sintomas de hiperatividade, desantenção ou impulsividade aparecem, mais ou menos, antes dos 7 anos de idade e devem ocorrer em casa, na escola ou no trabalho. Se não tratados, podem se estender até à vida adulta.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Não há nenhum distúrbio neurológico encontrado na maioria dessas crianças.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O profissional mais adequado para avaliá-las, seria primeiro o psicopedagogo. Depois devem ser envidas a um neurologista para medicamento, se for o caso. Só uma avaliação poderá dizer se realmente esse criança é hiperativa ou possui déficit de atenção.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Muitas vezes a criança é agitada ou encontra-se assim por outros motivos e é erroneamente taxada de hiperativa. Pode haver inúmeros fatores que promovam nela um comportamento agitado ou impulsivo. Esse comportamento, portanto, deve ser avaliado com cuidado.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O déficit de atenção pode ocorrer em pessoas reservadas, quietas, e que são muito distraídas. Nesse caso, não devem ser acompanhadas pela hiperatividade, mas se enquadram igualmente, neste distúrbio. São aquelas pessoas que vivem no &#8220;mundo da lua&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Esse distúrbio foi incluso no DSM-III (Associação Americana de Psiquiatria).</span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/7/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/7/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/7/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=7&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Distimia</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/11/13/distimia/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Nov 2007 17:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Transtornos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 

Muito se fala sobre depressão e já é diagnóstico fácil e corriqueiro. No entanto, há diversas formas  clínicas de depressão que são desconhecidas pela grande maioria da população e rotuladas automaticamente como Depressão.
A Distimia é um transtorno afetivo de personalidade. É um modo de sentir e perceber a realidade de uma maneira melancólica e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=5&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:medium;"><span><strong> </strong></span></span></p>
<p><span style="font-size:medium;"><strong></p>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">Muito se fala sobre depressão e já é diagnóstico fácil e corriqueiro. No entanto, há diversas formas  clínicas de depressão que são desconhecidas pela grande maioria da população e rotuladas automaticamente como Depressão.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">A Distimia é um transtorno afetivo de personalidade. É um modo de sentir e perceber a realidade de uma maneira melancólica e negativa. Não há um comprometimento severo na vida profissional e social do indivíduo, mas o estado depressivo é a tônica dessa forma de ser.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">São pessoas continuamente tristes, com baixa energia, melancólicas, baixa auto-estima e pessimistas. Acentuam demasiadamente os aspectos negativos da vida enquanto os positivos passam desapercebidos e sem importância. Geralmente não são considerados e até desvalorizados pela pessoa.</div>
<p>Muito se fala sobre depressão e já é diagnóstico fácil e corriqueiro. No entanto, há diversas formas  clínicas de depressão que são desconhecidas pela grande maioria da população e rotuladas automaticamente como Depressão.</p>
<p>A Distimia é um transtorno afetivo de personalidade. É um modo de sentir e perceber a realidade de uma maneira melancólica e negativa. Não há um comprometimento severo na vida profissional e social do indivíduo, mas o estado depressivo é a tônica dessa forma de ser.</p>
<p>São pessoas continuamente tristes, com baixa energia, melancólicas, baixa auto-estima e pessimistas. Acentuam demasiadamente os aspectos negativos da vida enquanto os positivos passam desapercebidos e sem importância. Geralmente não são considerados e até desvalorizados pela pessoa.</p>
<p></strong></span></p>
<h3><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></p>
<h3><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span id="more-5"></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Ela pode ter uma vida familiar estável e saudável, mas nunca é vista como tal. Sempre falta alguma coisa. Nada a satisfaz.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Os aspectos negativos sempre têm seu impacto maior e se sobressaem, de modo que o indivíduo está quase sempre abatido e desanimado, por causa desses aspectos que “nunca dão certo, nunca melhoram” e que tornam a vida triste e sem graça.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Essa visão faz com que ele se sinta pouco ou nada merecedor de aproveitar e usufruir o lado positivo de sua vida.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Esse ângulo de visão interfere de alguma maneira no rendimento da vida social da pessoa, diferentemente da Depressão, que muitas vezes faz com a pessoa nem saia de casa ou até da cama.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A Distimia permite que a pessoa trabalhe, tenha sua parte de lazer, mas sempre com o lado positivo comprometido, pois há a perda da capacidade de sentir totalmente esse prazer. Há também uma tendência ao isolamento, ansiedade e muitas vezes insônia.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Em crianças, a Distimia pode estar associada ao Transtorno de Aprendizagem, acarretando um comprometimento no rendimento escolar. As mulheres têm 3 vezes mais propensão a desenvolver Distimia.. Pode ter períodos de melhora e piora, incluindo Depressão grave, caso não seja tratada. O melhor personagem para exemplificar esse quadro, seria o da Hiena: <em>“Oh dia! Oh vida! “</em></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">As causas são diversas para seu aparecimento; desde os problemas familiares na infância com pais agressivos ou também distímicos ou depressivos. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Pode aparecer em dois momentos: Início precoce, se ocorreu antes dos 21 anos e Início tardio se ocorreu<span> </span>aos 21 anos mais ou menos. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Sendo um estado crônico, seu tratamento inclui medicação e psicoterapia. É importante que a pessoa procure um psiquiatra para que ele faça um diagnóstico preciso do quadro e inicie a medicação adequada. A terapia  entra como segunda ferramenta nesse tratamento.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Os dois juntos, levam o indivíduo a perceber o lado positivo e a viver esse lado; ou seja o tratamento permite descondicioná-la de sua visão turva e pessimista que sempre teve de vida e de si mesma.</span></p>
<p></span></h3>
<p></span></h3>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=5&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>TOC &#8211; Transtorno Obsessivo Compulsivo</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/toc-transtorno-obssesivo-compulsivo/</link>
		<comments>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/toc-transtorno-obssesivo-compulsivo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:29:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Transtornos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Transtorno Obsessivo Compulsivo, normalmente, aparece antes dos 25 anos, ou seja, na infância e na adolescência. São comuns as repetições e os tiques nervosos.
Ainda não se sabe sobre as verdadeiras causas do TOC. Há alguns fatores que contribuem para o aparecimento dos sintomas que podem ser de ordem biológica e de ordem psicológica.
Sabe-se que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=33&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O Transtorno Obsessivo Compulsivo, normalmente, aparece antes dos 25 anos, ou seja, na infância e na adolescência. São comuns as repetições e os tiques nervosos.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Ainda não se sabe sobre as verdadeiras causas do TOC. Há alguns fatores que contribuem para o aparecimento dos sintomas que podem ser de ordem biológica e de ordem psicológica.<span id="more-33"></span><br />
</span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Sabe-se que é comum que os sintomas obsessivo-compulsivos podem aparecer durante uma doença ou um problema cerebral, como traumatismo craniano, encefalite ou acidentes vasculares. Podem também surgir durante o uso de certos medicamentos.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Uma grande incidência do TOC foi observada em grupos familiares, onde várias pessoas dessa mesma família são acometidas. Em gêmeos idênticos a incidência é de 20 a 40 vezes maior do que na população em geral. Daí a hipótese de ser uma doença que apresente um fator genético.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Os sintomas são diversos, de leves a graves. Alguns respondem bem à determinados medicamentos, outros não. Sua diversidade é tão grande, que o TOC normalmente é dividido em grupos como:</span></span></p>
<ul>
<li><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Symbol;"><font color="#000000"><span style="font:7pt 'Times New Roman';"> </span></font></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">início precoce</span></span></li>
<li><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">associado a tiques ou ao transtorno de Tourette (tiques motores e vocais)</span></span></li>
<li><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">relacionado a um tipo de bactéria que produz infecções de garganta e febre reumática</span></span></li>
</ul>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O TOC de início precoce está associado à ocorrência de transtorno em familiares, com sintomas mais graves e com menos resposta à medicamentos.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Observou-se também que quanto mais severo o TOC, maior prejuízo do funcionamento social do paciente, mesmo após o controle dos sintomas. Há uma menor incidência de casamentos estáveis entre seus portadores.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Alguns sintomas que podem ajudar na identificação de portadores do TOC:</span></span></p>
<ul>
<li><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">preocupação excessiva em relação às coisas que estejam super organizadas, simétricas, definidas ou alinhadas</span></span></li>
<li><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Symbol;"><font color="#000000"><span style="font:7pt 'Times New Roman';"> </span></font></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">lavar as mãos repetidas vezes ou tomar banho também repetidas vezes por sentir-se sujo ou culpado</span></span></li>
<li><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">v</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">erificação sistemática de portas, janelas, aparelhos elétricos, etc&#8230;</span></span></li>
<li><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">preocupação exagerada com doença, sujeira, vírus, germes, etc&#8230;</span></span></li>
<li><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Symbol;"><font color="#000000"><span style="font:7pt 'Times New Roman';"> </span></font></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">idéias repetitivas que surgem de maneira incontrolável na mente, ou frases, ou imagens.</span></span></li>
</ul>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Note-se que falo aqui de itens que surgem de &#8220;maneira excessiva&#8221;.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Alguns medicamentos reduzem os sintomas. São medicamentos que elevam os níveis de serotonina. importante na transmissão de impulsos nervosos. Estes medicamentos bloqueiam o transporte da serotonina para dentro das células. São medicamentos do grupo de antidepressivos. A melhora é conseguida com um grande número de portadores.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A Terapia Comportamental tem-se mostrado eficiente com alguns pacientes, mas a internação psiquiátrica é necessária em alguns casos. Esse trabalho conjunto auxilia grandemente esses portadores que têm sua vida limitada por essa doença.</span></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/33/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/33/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/33/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/33/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/33/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/33/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/33/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/33/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/33/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/33/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/33/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/33/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=33&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Esquizofrenia</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Transtornos]]></category>

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		<description><![CDATA[A esquizofrenia é uma doença que atinge mais ou menos 60 milhões de pessoas e até hoje não sabemos totalmente suas causas. Sabemos, no entanto, que ela não tem cura e que há uma predisposição genética para seu desenvolvimento ou aparecimento. Por outro lado, verificamos que há famílias onde há uma pessoa com essa doença [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=26&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A esquizofrenia é uma doença que atinge mais ou menos 60 milhões de pessoas e até hoje não sabemos totalmente suas causas. Sabemos, no entanto, que ela não tem cura e que há uma predisposição genética para seu desenvolvimento ou aparecimento. Por outro lado, verificamos que há famílias onde há uma pessoa com essa doença e um filho, por exemplo, que não desenvolve a doença.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Ou seja, não podemos afirmar que dentro de uma família onde há alguém esquizofrênico, que necessariamente alguma outra pessoa da mesma família também será esquizofrênica.<span id="more-26"></span><br />
O psiquiatra suíço Bleuler, por volta de 1911, classificou como esquizofrenia, a doença que ele identificou como skizo=separação e phrenos=espírito.<br />
O que sabemos é que ocorre um desequilíbrio bioquímico no cérebro causado por um excesso de dopamina, responsável por produzir alucinações. Quando isso ocorre, a pessoa pode ouvir vozes ou ver pessoas imaginárias, ter idéias de perseguição e desorganização de pensamentos e também da fala. Pode ocorrer também apatia e falta de auto-estima.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Como muitas vezes, essas pessoas passam a ter uma grande dificuldade em expressar seus sentimentos, a terapia ocupacional é muito importante, assim como os medicamentos e a psicoterapia.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Os surtos podem ocorrer e daí a necessidade de internação e de acompanhamento, mas não numa proposta definitiva. Diferentemente do que se via antigamente, quando os pacientes eram confinados em hospitais psiquiátricos, sofrendo eletro-choque ou lobotomia&#8230; Ou seja, eram considerados ¨casos perdidos¨ ou irrecuperáveis. A falta de uma medicação adequada, inexistente naquela época, empurrava os pacientes para uma vida sem saída. Hoje, esse quadro mudou bastante.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Atualmente, o paciente pode ser liberado da internação e com a existência do hospital-dia , ele pode passar o dia no hospital ocupando-se com a psicoterapia e terapia ocupacional e à noite retornar para casa.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Apesar de não ter cura, o tratamento sendo feito dessa maneira, pode fazer com que esse paciente volte a ter uma vida mais normalizada e mais sob controle, continuando a viver em sociedade normalmente e junto a seus familiares.</span></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/26/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/26/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/26/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/26/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/26/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=26&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Masoquismo</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Transtornos]]></category>

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		<description><![CDATA[O que será que leva uma pessoa aparentemente estável em suas relações, em sua vida profissional, econômica, etc&#8230; alimentar pensamentos ou atitudes que a deixam infeliz? Parecer infeliz aos olhos dos outros muitas vezes traz seu ganho, colocando-a em destaque&#8230;
Sentir-se prejudicada e ao mesmo tempo persistir numa situação que traz infortúnio é difícil de entender.

Há [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=22&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O que será que leva uma pessoa aparentemente estável em suas relações, em sua vida profissional, econômica, etc&#8230; alimentar pensamentos ou atitudes que a deixam infeliz? Parecer infeliz aos olhos dos outros muitas vezes traz seu ganho, colocando-a em destaque&#8230;<br />
Sentir-se prejudicada e ao mesmo tempo persistir numa situação que traz infortúnio é difícil de entender.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span id="more-22"></span><br />
Há mulheres que mantêm relacionamentos complicados, mas não se dão conta que poderiam ter algo melhor. São mulheres que investem demasiadamente na relação, recebem muito pouco, mas continuam com ela mantendo o seguinte pensamento:<em> ¨Não existe coisa melhor. Isso foi o que consegui. É o que eu mereço. Sou uma heroína, pois ele está comigo até hoje&#8230;¨</em></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Algumas delas vêm de um lar onde o pai era alcoólatra, e quando adultas por ¨coincidência¨ encontram parceiros alcoólatras, e passam a viver de modo repetitivo a função de mártir, e ajudadora, sofrendo continuamente. O exemplo mais clássico é o da mulher que sofre agressão física, mas persiste na relação.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">São mulheres com auto-estima avariada, e ao mesmo tempo convictas de seu papel de guerreiras. Curiosamente são abandonadas, encontram outro parceiro com as mesmas características e repetem esse comportamento.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Os pensamentos: “Não encontro nada melhor”, “Não existe nada melhor”, “Não adianta tentar sair disso”, ou então, “Não vou conseguir outro emprego”, são pensamentos auto-destruidores, porque não permitem que a pessoa se concentre em focos otimistas, reais e mais vantajosos.<br />
Eles impedem o crescimento interno, emocional, pessoal e profissional. É uma estagnação imperceptível que mantém a pessoa prisioneira de si mesma.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Desbravar algo diferente, arriscar-se, apostar em si mesmo, é algo muito obscuro, pois a busca do sofrimento é contínua. Afinal, é somente dessa maneira que a pessoa sabe gerenciar sua vida.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O mais difícil é o convencimento de que essa busca é danosa, doentia e desequilibrada, necessitando tratamento e cura.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">&#8220;Todos os dias do aflito são maus; mas o coração contente tem um banquete contínuo&#8221;. Provérbios 15:15 </span></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=22&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Pânico</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:18:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Transtornos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Ora, o medo produz tormento; logo aquele que teme não é aperfeiçoado no amor”.
&#8220;Senti o coração disparado; uma sensação de perda de controle como se eu fosse desmaiar, morrer ou ficar louco!”Esse é o relato que normalmente se houve de alguém que passou por um ataque de pânico. 
De acordo com a descrição clínica do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=17&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">&#8220;Ora, o medo produz tormento; logo aquele que teme não é aperfeiçoado no amor”.</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><br />
<em><span>&#8220;Senti o coração disparado; uma sensação de perda de controle como se eu fosse desmaiar, morrer ou ficar louco!”</span></em></span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span id="more-17"></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>Esse é o relato que normalmente se houve de alguém que passou por um ataque de pânico. </span></span></p>
<p></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>De acordo com a descrição clínica do CID-10, nos transtornos de pânico, &#8220;os aspectos essenciais são ataques recorrentes de ansiedade grave, os quais não estão restritos a qualquer situação ou conjunto de circunstâncias em particular e que são, portanto, imprevisíveis. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>Os sintomas variam de pessoa para pessoa, porém com início súbito de palpitações, dor no peito, sensações de choque, tontura, medo de morrer&#8230; Os ataques duram usualmente apenas alguns minutos, o que resulta numa saída do indivíduo apressada de onde quer que esteja. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>Se isso ocorre num ônibus ou multidão, o indivíduo pode, como conseqüência, evitar aquela situação. Um ataque de pânico é seguido com freqüência por um medo persistente de ter outro ataque.&#8221;</span></span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span>Por causa dos sintomas, ele pode ser confundido com alguma doença do coração e muitas vezes a pessoa passa por uma série de exames sem encontrar absolutamente nada.</span></p>
<p><span>O transtorno do pânico é um problema sério, já que atinge de 2 a 4% da população; na maioria mulheres.</span></p>
<p><span>Segundo algumas teorias, o sistema de alerta do organismo (um conjunto de mecanismos físicos e mentais com que uma pessoa reage a uma ameaça) pode ser desencadeado na crise do pânico sem nenhum perigo iminente. O cérebro produz neurotransmissores que são responsáveis pela comunicação entre os neurônios e essas comunicações determinam todas as nossas atividades físicas. No entanto, na crise do pânico, há um desequilíbrio na produção dos neurotransmissores, levando informações incorretas e deixando o organismo alerta para uma ameaça que na verdade, não existe.</span></p>
<p><span>O primeiro acontecimento pode ser num elevador, dirigindo, num ambiente fechado, etc&#8230; Depois dessa primeira crise, surge um medo irracional (fobia) e gradativamente o nível de ansiedade e o medo de uma nova crise pode chegar a uma proporção tal, que a pessoa passa a evitar a situação que originou tal crise, como evitar a dirigir, evitar elevadores, ou mesmo sair de casa.</span></p>
<p><span>Há ainda um perfil semelhante entre as pessoas que sofrem desse transtorno: são perfeccionistas, exigentes consigo mesmas, muito produtivas profissionalmente, assumindo uma carga excessiva de responsabilidade, possuem uma grande necessidade de estarem no controle das coisas e grande necessidade de aprovação, não aceitando com facilidade seus erros.</span></p>
<p><span>Portanto, temos aqui características físicas e mentais e esses mecanismos físicos e mentais poderiam ser os fatores desencadeantes. Dessa forma, o tratamento também necessita tanto da medicação como do acompanhamento terapêutico. A combinação da psicoterapia e da medicação, produz bons resultados num espaço curto de tempo, trazendo alívio entre 70 a 90% para as pessoas.</span></p>
<p>É importante observar que esse tipo de transtorno deve ser encarado com seriedade e não considerado como &#8220;fricote&#8221; ou exagero da pessoa que passa por isso. Por seriedade, consideramos que a pessoa deva ser medicada adequadamente. Palavras como: &#8220;Isso não é nada de grave&#8221; ou &#8220;Isso passa&#8221;, não traz benefício algum à pessoa que sofre desse transtorno.Muito pelo contrário; só aumenta sua ansiedade abrindo espaço a uma nova crise e retardando seu tratamento que deveria ser imediato.</p>
<p></span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Artigo publicado originalmente no site <a target="_blank" href="http://www.paponosso.com.br" title="PapoNosso">PapoNosso</a> : Pânico<br />
</span></p>
<p></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/artigosdepsicologia.wordpress.com/17/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/artigosdepsicologia.wordpress.com/17/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/17/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=17&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Bulimia e Anorexia</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2007/09/16/bulimia-e-anorexia/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2007 01:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Transtornos]]></category>

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		<description><![CDATA[É muito comum pensarmos que estes dois distúrbios ocorrem apenas como conseqüência da busca exagerada do &#8220;corpo perfeito&#8221;, dos quilos a menos, enfim, do desejo, da mulher de encaixar-se no ideal do físico determinado pela sociedade. Existem no entanto, outros fatores que levam à pessoa a adoecer dessa forma.
 Há diferença entre esses dois distúrbios, mas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=13&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">É muito comum pensarmos que estes dois distúrbios ocorrem apenas como conseqüência da busca exagerada do &#8220;corpo perfeito&#8221;, dos quilos a menos, enfim, do desejo, da mulher de encaixar-se no ideal do físico determinado pela sociedade. Existem no entanto, outros fatores que levam à pessoa a adoecer dessa forma.</span><span id="more-13"></span><br />
<span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Há diferença entre esses dois distúrbios, mas eles podem coexistir na mesma pessoa em épocas diferentes. São distúrbios apresentados, em sua maioria, por pessoas do sexo feminino (90%).</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A bulimia geralmente surge entre 18 até 40 anos. Não há perda de peso tão acentuada como na anorexia. 70% das pessoas preservam o peso normal e outras têm o peso um pouco acima ou abaixo do normal. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A pessoa consome grandes quantidades de alimento compulsivamente, provocando depois vômito ou diarréia, e abusam do uso de laxantes, diuréticos, práticas de exercício físico, dietas, jejuns. São freqüentes na classe média alta.</span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A bulimia pode fazer parte da evolução da anorexia.</p>
<p>Na anorexia, a pessoa tem uma visão distorcida do seu próprio corpo, achando que está gorda, com o abdômen grande demais ou seios muito grandes, etc&#8230;</p>
<p>Há dois tipos de anorexia:</p>
<p>1) A pessoa pode comer determinados alimentos, mas em quantidades pequenas ou priva-se de comer sem envolver-se com a auto-indução de vômitos e abusa de diuréticos e laxantes.</p>
<p>2) A pessoa alterna jejum prolongado com o comer compulsivo, depois usa laxantes e diuréticos. Quanto mais tarde aparece esse distúrbio, melhor é o prognóstico.</p>
<p>Há um perfil psicológico semelhante nas meninas que apresentam essa doença. Geralmente são perfeccionistas, pouco espontâneas, com poucos amigos. Sentem-se muitas vezes controladas demais pela família, sem liberdade, sem autonomia e tudo isso acompanhado por um estado depressivo.</p>
<p>Já na bulimia, a paciente pode ter mais amigos, mas o perfecciosismo e obsessividade são mais fracos. O excesso de vômitos pode produzir distúrbios metabólicos.</p>
<p>Na bulimia, a pessoa tem mais consciência dos seus sintomas e aceita melhor o tratamento em casa, por exemplo.</p>
<p>O tratamento terapêutico, muitas vezes é difícil, pois a paciente é levada a iniciar o tratamento pela imposição dos pais para ver-se livre da cobrança dos mesmos. Quando há risco para a saúde física, a internação é necessária.</p>
<p>O tratamento desses distúrbios necessita de controle médico, iniciando com anti-depressivos, que diminuem o caráter compulsivo dos vômitos e a distorção da auto-imagem, agindo nos sistemas neurotransmissores.</p>
<p>A psicoterapia mais indicada é a cognitiva-comportamental. O endocrinologista e a nutricionista trabalham juntos, organizando um programa bem elaborado de nutrição.</p>
<p>As recaídas e o isolamento social acontecem com freqüência e determinar o prazo do tratamento é impossível. Pode levar anos.</p>
<p>Muitas vezes a doença só é percebida muito tempo depois, pois os pais demoram a identificar o distúrbio já que é comum, em nossos dias, o bombardeio da imposição do corpo esguio e peso de modelo juntamente com a dedicação à atividade física.</p>
<p>De qualquer maneira, é muito difícil para os pais entenderem que se trata de uma doença grave e que precisa ser tratada com seriedade e urgência.</p>
<p>O acompanhamento da auto-estima é muito importante, pois muitas vezes são meninas inseguras, desvalorizadas ou que se auto-desvalorizam, incapazes de identificarem em si mesmas suas capacidades, seus valores e suas qualidades.</p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Artigo publicado originalmente no site <a target="_blank" href="http://www.paponosso.com.br" title="PapoNosso">PapoNosso</a> : Bulimia e Anorexia<br />
</span></p>
<p></span></p>
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