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	<title>Artigos de Psicologia</title>
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	<description>Escritos por Marilena Teixeira Netto</description>
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		<title>Artigos de Psicologia</title>
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		<title>Sexo X Conteúdo</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 13:29:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A moda do &#8220;ficar&#8221; e dos relacionamentos superficiais e efêmeros, ao contrário do que se imagina, não é a melhor opção para a satisfação do ser humano.
Trata-se de uma frustração aprendida a &#8220;duras penas&#8221; e com muito sofrimento.



Muitos autores cristãos denunciam que começar o relacionamento pelo sexo, é começar pela porta errada.
A porta certa de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=34&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="attachment_421" class="wp-caption alignright" style="width: 118px"><img class="size-medium wp-image-421  " title="Iceberg" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2009/08/titanic_image.jpg?w=108&#038;h=147" alt="A ponta do iceberg" width="108" height="147" /><p class="wp-caption-text">A ponta do iceberg</p></div>
<h3><span style="font-family:Arial;color:#0000ff;">A moda do &#8220;ficar&#8221; e dos relacionamentos superficiais e efêmeros, ao contrário do que se imagina, não é a melhor opção para a satisfação do ser humano.</span></h3>
<h3><span style="font-family:Arial;color:#0000ff;">Trata-se de uma frustração aprendida a &#8220;duras penas&#8221; e com muito sofrimento.</span></h3>
<h3><span style="font-family:Arial;color:#0000ff;"></p>
<p><span style="font-family:Arial;color:#0000ff;"><span id="more-34"></span><br />
</span></p>
<p>Muitos autores cristãos denunciam que começar o relacionamento pelo sexo, é começar pela porta errada.</p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">A porta certa de uma relação que tenciona ser consistente e benéfica, teria que começar pela porta da amizade, da conversa, do conhecer-se melhor e o sexo seria sua última etapa.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Olhando dessa maneira e encarando nosso século atual, isso parece piegas e é claro, totalmente ultrapassado. Seria, então, a forma mais moderna que vivemos; pouco conhecimento do outro e rápida entrada pela porta do sexo, a melhor e mais prazerosa forma de relacionamento? Seria esse o formato mais adequado e melhor para todos? Pois, parece que não.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Começa-se pelo sexo e depois de rápido entrosamento e pouco convívio, entra-se na chamada relação a dois, com a tentativa de aí sim, conhecer o conteúdo desse parceiro que já se conhece sexualmente. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">E &#8230;.surpresa: começa a descoberta da personalidade do outro, das esquisitices do outro e da dura convivência que nem sequer se poderia supor. Etapa difícil essa, onde com o passar do tempo, esse parceiro que só trazia prazer, passa a trazer desprazer. Desprazer no confronto de opiniões, nos gostos, nos desejos, etc..etc&#8230; </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Rapidamente termina-se a relação, pois há o despreparo e a falta de persistência para o aprofundamento nessa relação. Como há inúmeras &#8220;portas abertas&#8221; a serem visitadas e com tanta facilidade no encontro delas, não há lugar para a persistência do reencontro, que se torna obsoleto e indesejável.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Passa-se então ao próximo relacionamento, onde a repetição é constante e onde o término é inevitável e novamente outro relacionamento e assim por diante.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Frustrações acumuladas onde o deslumbramento do início da relação acaba, onde o prazer do sexo, que antes encobria as características do parceiro, agora se mistura às diferentes facetas de caráter. Começa a difícil tarefa do aprendizado do conteúdo. Começa o confronto da realidade.<br />
Infelizmente, esse século caracterizado pela pressa, embrenhou-se também dos relacionamentos onde as pessoas, capturadas pela rede do fácil, do sem compromisso e do descartável, encontram-se de repente, surpresas ao descobrir tão cedo, a frustração, a mágoa, o sentimento da rejeição e muitas vezes a sensação de ter sido explorado e usado.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">São pessoas que, na sua maioria por serem extremamente jovens e despreparadas emocionalmente, saem desses relacionamentos machucados, sofridos e levando para os próximos parceiros temores, desacertos, e obstáculos tremendos na relação que deveria ser leve e desarmada.<br />
São jovens que chegam aos 30 anos, já profundamente incapazes de se relacionarem novamente de uma maneira mais sincera e comprometida; apesar de quererem. E como querem!</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Incapazes de acreditarem no outro, já vencidos pelas inúmeras vezes que percorreram sempre o mesmo caminho do desencontro, têm sua habilidade de relacionamento podada pela dificuldade de lidar com o difícil e o permanente (e não mais com o fácil e o descartável.)<br />
Vítimas da pressa, atropelam-se na única realidade que de fato, irá &#8220;segurar&#8221; a relação de duas pessoas: o conteúdo.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Desconhecem que o sexo é importante parcela dentro do relacionamento mas não a única.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Jovens, vítimas do novo formato desse século. Século tão avançado em tantas descobertas e tão algoz e destruidor no que de mais precioso existe que é o relacionamento humano.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Temos jovens despreparados quanto à realidade.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Por mais difícil que seja recompor esse formato e ajudar na estruturação e construção dessa realidade de conteúdo, é preciso fazê-lo.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">&#8220;E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação de vossa mente&#8230;&#8221;</span></span></p>
<p></span></h3>
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	</item>
		<item>
		<title>O Ser Humano Adoecido</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 22:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Maturidade]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Solidão]]></category>

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		<description><![CDATA[
Muitas são as perguntas sobre a causa de crianças e adolescentes que apresentam doenças “de adultos”.
O que acontece com eles, atualmente, que antes, não acontecia?
Nas décadas de 50, 60 e 70 as crianças eram ainda “crianças” com brincadeiras de crianças, cercadas por familiares e, principalmente, pelas mães que as mandavam para a escola somente aos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=391&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3><div id="attachment_394" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2009/07/elofraco.jpg?w=300&#038;h=225" alt="Elo Fraco" title="EloFraco" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-394" /><p class="wp-caption-text">Elo Fraco</p></div><br />
Muitas são as perguntas sobre a causa de crianças e adolescentes que apresentam doenças “de adultos”.</p>
<p>O que acontece com eles, atualmente, que antes, não acontecia?<br />
Nas décadas de 50, 60 e 70 as crianças eram ainda “crianças” com brincadeiras de crianças, cercadas por familiares e, principalmente, pelas mães que as mandavam para a escola somente aos 6 ou até 7 anos de idade. A diversão era na rua (na época, segura) ou mesmo dentro de casa. O apoio dos pais (onde a permanência mais duradoura dos casamentos existia) dava a essas crianças o suporte necessário para que crescessem sentindo-se seguras e amparadas.</p>
<p>As mudanças, já as conhecemos bem:</h3>
<p><span id="more-391"></span><br />
-	no tempo dessa mãe que passa a maior parte de seu dia no trabalho;<br />
-	no casamento, onde pais separados tiveram de se dividir na atenção dos filhos e, também,<br />
-	na pessoa daquele que antes educava e que agora, passa o bastão para professores, babás. creches, etc&#8230;</p>
<p>O abandono se instala na percepção dessa criança que, na tentativa de se adaptar satisfatoriamente, inicia seus processos  de somatização, ansiedade, angústia e autoestima fragilizada. Nesse processo, ainda, o isolamento transforma-se em “egoísmo” onde esse ser precisa pensar e focar em si mesmo nessa tentativa de adaptação.</p>
<p>Como consequência, no início dos relacionamentos que essa criança irá desenvolver, passa a existir a dificuldade de construir vínculos fortes e permanentes, onde a incapacidade de pensar no outro deixa de existir. Pois, afinal, aquele que passou tanto tempo investindo em si mesmo e tentando emocionalmente adaptar-se de maneira mais saudável, agora, desenvolver bons relacionamentos significa dar “tempo ao outro” e “pensar no outro”. Sacrifício demais exigido por alguém desacostumado a viver esse intercâmbio até dentro da própria casa, onde se sentia abandonado ou percebido como tal.</p>
<p>A prova e resultado disso são os relacionamentos desses jovens oriundos daquela geração que mal se  sustentam e inviáveis de permanecerem por muito tempo. Jovens que apresentam as mais diversas consequências dessa dinâmica familiar, adoecidos, com síndrome do pânico, fobias as mais diversas, depressão, transtornos obsessivos, etc&#8230; etc&#8230;</p>
<p>O jovem perdido de hoje, infeliz, doente e solitário, pede socorro a esses pais que repensem seu comportamento e expectativa diante da vida e diante do o que é ser pai e mãe. Pais que aceitam a imposição moderna e o formato do mundo atual da imposição do “ter mais”, “ser mais” deixando de lado esses filhos abandonados e perdidos à procura de uma resposta para suas vidas.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/391/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/391/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/391/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=391&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A Mente de 9 a 11 Anos</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 08:16:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância]]></category>

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		<description><![CDATA[
O senso crítico nessa idade está mais acentuado e, portanto, os pais precisam ser coerentes com as punições e recompensas para não confundir a cabeça da criança.

Nesse período o grupo de amigos precisa ser mais expandido além do grupo da escola. As brincadeiras ao ar livre, devem ser propiciadas. Caso a criança apresente uma tendência [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=44&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="left">
<h3>O senso crítico nessa idade está mais acentuado e, portanto, os pais precisam ser coerentes com as punições e recompensas para não confundir a cabeça da criança.</p>
<p align="left">
<h3>Nesse período o grupo de amigos precisa ser mais expandido além do grupo da escola. As brincadeiras ao ar livre, devem ser propiciadas. Caso a criança apresente uma tendência a roer as unhas, chupar os dedos ou algum tique nervoso, significa que ela não está conseguindo se expandir de modo adequado. É um sinal claro de que ela está se contendo, ou vivendo algum período de tensão. </h3>
<p><span id="more-44"></span></p>
<p align="left">Como são mais críticos em relação aos outros, e críticos consigo mesmos, a tendência é se sentirem cobrados quando não fazem corretamente as tarefas.</p>
<p align="left">Uma situação competitiva pode gerar tensão.<span style="font-family:'Times New Roman';"><span> </span></span></p>
<p align="left">Estatisticamente, é a fase que mais sofrem acidentes sérios, pois a tentativa de se expandirem é liberada nos jogos violentos e nas correrias desenfreadas.<span style="font-family:'Times New Roman';"><span> </span></span></p>
<p align="left">É um excelente momento para que os pais comecem a introduzir a mesada. Pois, é uma fase que pedem em demasia, então, já podem começar a ter noção do gasto com o dinheiro. Assim, quando a mesada terminar, saberão e entenderão bem os pais, quando os ouvirem dizer que o dinheiro deles acabou, e que agora, só no mês seguinte.<span> </span></p>
<p align="left">Aos 10 anos, a motricidade é mais tranqüila e a descarga de tensão aparece nos movimentos finos, como ao enrolarem os cabelos, enquanto fazem o dever ou mordem a bochecha.</p>
<p align="left">O equilíbrio emocional é mais equilibrado, mais razoável, mas se desestabiliza aos 11 anos. E, por que perdem um pouco desse equilíbrio?</p>
<p align="left">Porque a individualidade já está mais definida e precisam de auto-afirmação; o que aparece numa atitude de rebeldia, de oposição, principalmente, em relação á mãe que é a figura mais próxima e quem mais dá as ordens.<span> </span></p>
<p align="left">O pensamento consciente já está quase pronto aos 12 anos, e o córtex cerebral que possibilita esse pensamento, já se completou. <span> </span></p>
<p align="left">Aos 11 anos, para as meninas, é importante já saber sobre a menstruação. Pois muitas já têm a menarca nessa idade.</p>
<p align="left">A independência é bem maior. Os pais já começam a perceber sinais de uma adolescência nesses filhos que, já se autodenominam de pré-adolescentes.</p>
<p align="left">
<p align="left">Tendo recebido muito pedidos de sugestões de livros sobre esta faixa de idade, recomendo as publicações da Clínica Tavistock. Em português, publicados pela <a href="http://www.imagoeditora.com.br/advanced_search_result.php?action=process&amp;opcoes=product_description&amp;keywords=COMPREENDENDO+SEU&amp;x=7&amp;y=10" target="_blank">Editora Imago</a> :</p>
<ul>
<li>Compreendendo seu filho de 10 anos &#8211; Jonathan Bradley</li>
</ul>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/44/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/44/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/44/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=44&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Tempo com os filhos</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 21:02:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>

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		<description><![CDATA[
Filhos que estão na escola meio período e quando chegam, não podem ficar em casa com empregada e se atiram em diversas atividades. Além da escola, têm aula de natação, computação, judô, etc&#8230;. etc&#8230;.
Esse é o quadro que temos hoje. Comum, sem dúvida, mas eficiente? Terão consequências ou já as têm que talvez nem estejam [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=343&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3>
<div id="attachment_349" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><img class="size-medium wp-image-349 " title="ampulheta" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2009/04/sand_timer.jpg?w=180&#038;h=170" alt="Tempo para os filhos" width="180" height="170" /><p class="wp-caption-text">Tempo para os filhos</p></div>
<p>Filhos que estão na escola meio período e quando chegam, não podem ficar em casa com empregada e se atiram em diversas atividades. Além da escola, têm aula de natação, computação, judô, etc&#8230;. etc&#8230;.<br />
Esse é o quadro que temos hoje. Comum, sem dúvida, mas eficiente? Terão consequências ou já as têm que talvez nem estejam sendo identificadas pelos pais?</h3>
<p><span id="more-343"></span></p>
<p>O tempo com filhos tem sido negligenciado ou considerado pouco importante pelos pais e, principalmente, pelas mães que colocam o trabalho como prioridade e filhos em segundo plano, imaginando  que com o resultado financeiro advindo do trabalho, estará dando a esse filho o melhor de tudo. Grande ilusão!</p>
<p>A distorção  desses valores tem mostrado que temos crianças infelizes e despreparadas para enfrentarem uma realidade muito mais exigente do que parece.</p>
<p>Crianças que passam muito tempo longe da mãe muitas vezes desenvolvem um comportamento inseguro, pois a base da segurança vem da interiorização da figura materna e isso é feito na convivência profunda entre mãe e filho(a).</p>
<p>Pais que chegam tarde em casa e que convivem apenas de uma hora e meia a duas horas com filhos, têm dificuldade em discipliná-los por pena ou receio de se tornarem mal vistos por esses filhos,  ou  de parecerem antipáticos.<br />
Deixando de discipliná-los como convém, esses filhos se tornam ditadores, manipuladores e autoritários. Como consequência disso, desenvolvem baixa resistência à frustração, pois não aprendem a lidar com situações que não são aquelas que eles planejaram. Em decorrência disso, tornam-se adultos infantilizados que na primeira dificuldade no trabalho, por exemplo, pedem demissão ou, na primeira crise em relacionamentos, &#8220;tiram o time&#8221;e procuram logo novos parceiros. Igualmente, na primeira crise dentro do casamento, incapazes que sempre foram em lidar com  situações de dificuldade, escolhem o divórcio como alternativa mais fácil e menos desgastante.</p>
<p>O resultado disso é o que temos visto dessa geração que começou a surgir nos anos 80, com a chegada da mulher ao mercado de trabalho. Geração, essa hoje, com jovens de  vinte e tantos anos vivendo relacionamentos precários e passageiros, com parceiros descartáveis e flutuantes.</p>
<p>Esquema de criação estabelecido décadas atrás que se estende e se perpetua ainda hoje, onde crianças de 3,5,8, anos etc&#8230; vivem situações semelhantes. Pouquíssimas mudanças aconteceram nas últimas décadas, e podemos considerar mudanças para pior. Afinal, o mundo competitivo exige atividades múltiplas&#8230; transformado essas crianças em adultos bem-sucedidos. Será?</p>
<p>Será o adulto bem-sucedido aquele  gerente de alguma empresa, com inúmeras pessoas trabalhando abaixo dele, mas que fica estressado ao extremo, levando a crises de depressão, de agressividade, síndrome do pânico e com dificuldade em lidar com frustrações e medo da competitividade. E, como consequência, o isolamento e dificuldade de aproximar-se das pessoas que podem ser inimigas em potencial?</p>
<p>Hoje em dia, sabemos que um adulto bem-sucedido, é aquele bem equilibrado emocionalmente, que gerencia bem situações de frustração e não tem receio da competição, pois conhece bem sua tarefa, seu lugar e sabe disso por ter uma auto-estima equilibrada e saudável. É bom lembrar que auto-estima  não se constrói aos 30 anos, mas é construída na primeira infância pelos pais que gastam tempo observando essa criança e acompanhando em detalhes a evolução de comportamento e personalidade, que aos 3 anos já está formada.</p>
<p>Exemplificando, se no meu projeto está a música e compro um violão, mas não tenho tempo de dedicar-me a esse projeto, o final será sofrível.</p>
<p>Criação de filhos exige renúncia, sacrifício e deixar de lado situações aparentemente prioritárias e engajamento absoluto no preparo dessa vida que um dia iniciou, na maioria das vezes, por escolha.</p>
<p>É necessário observar cuidadosamente se cada mãe em potencial se encaixa dentro da exigência da maternidade.<br />
Caso não se encaixe, NÃO TENHA FILHOS! Nenhum ser humano merece ser negligenciado.</p>
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	</item>
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		<title>Solidão</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/solidao/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 02:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amizade]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Enganos]]></category>
		<category><![CDATA[Fugas]]></category>
		<category><![CDATA[Maturidade]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Solidão]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca tivemos tanta facilidade de comunicação e ao mesmo tempo tanto isolamento como temos hoje. Se a internet nos permite uma rápida ligação com as pessoas e nos favorece tanto a amplitude nos contatos, por que será que as pessoas se sentem cada vez mais isoladas?

 
As salas de &#8220;bate papo&#8221; na internet são exatamente [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=20&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3>Nunca tivemos tanta facilidade de comunicação e ao mesmo tempo tanto isolamento como temos hoje. Se a internet nos permite uma rápida ligação com as pessoas e nos favorece tanto a amplitude nos contatos, por que será que as pessoas se sentem cada vez mais isoladas?</h3>
<p><span id="more-20"></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>As salas de &#8220;bate papo&#8221; na internet são exatamente um atrativo para as pessoas solitárias, sempre em busca de alguém com quem se possa gastar tempo, sem comprometer a privacidade de cada um.<br />
Por que esse tipo de contato é tão procurado? É uma maneira de envolver-se parcialmente, de esconder-se.<br />
É uma alternativa de um contato sem compromisso, uma falsa aproximação, onde faço apenas um contato superficial, sem envolvimento real. </strong></p>
<p><strong> </strong><strong><span style="font-weight:normal;">São vários os fatores que parecem empurrar uma pessoa em direção aos relacionamentos &#8220;internéticos&#8221;, indicando que talvez esse comportamento não seja uma escolha, mas sim uma imposição.</span></strong><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"> </span></p>
<ul>
<li><strong> </strong><strong><span>Um dos fatores é o medo</span></strong><span>. O contato direto tornou-se perigoso. Quem é a pessoa que se aproxima e com que intenção? Como disse uma senhora de alta posição social e financeira: &#8220;Não tenho amigos porque sei que as pessoas se aproximam por interesse. Em algum momento sei que vão pedir alguma coisa. Já vi isso inúmeras vezes e sempre pode acontecer de novo.</span></li>
<li><strong><span>Um segundo fator é a competição nos vários setores</span></strong><span>.<br />
O outro é aquele que compete comigo no trabalho, no curso, na própria família, no sexo. O outro, ou outra pode chamar mais a atenção do que eu. Assim, é preciso manter a distância e a privacidade.</span></li>
</ul>
<p><span>O afastamento um dos outros, na verdade foi um processo bem lento. Nas cidades do interior, por exemplo, antes da TV, as pessoas levavam as cadeiras para as calçadas à noite, e ali ficavam conversando com os que passavam. Com o surgimento da TV, as pessoas começaram a se recolher, absortas com as programações, e automaticamente mergulhando nesse afastamento sem perceberem.</span></p>
<p>Outro ponto é decorrente também da competição que se estabeleceu: a necessidade da informação. Essa necessidade &#8220;encurtou&#8221; nosso tempo, pois minha competência ancora-se no meu preparo, no meu saber. Esse preparo é passado aos filhos, que também correm atrás do tempo.<br />
Portanto, corremos com eles e por eles.</p>
<p><span>A falta de tempo hospedou-se na vida de cada um de tal forma que a convivência tornou-se raridade e o isolamento estabeleceu-se de uma forma inflexível e até irreversível. </span></p>
<p><span>Sem perceber, o ser humano adoeceu no isolamento, mas nem por isso mudou internamente. Continua carente de convívio e de relacionamentos profundos.</span></p>
<p style="line-height:15.6pt;"><span>Ter amigos e conviver profundamente é receita terapêutica para nossa saúde emocional.</span></p>
<p style="line-height:15.6pt;"><span><strong>Você ainda acha que a solidão é uma escolha?</strong></span></p>
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	</item>
		<item>
		<title>A Mente entre 2 e 4 anos</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/a-mente-entre-2-e-4-anos/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 23:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é uma passagem importante, pois na idade de 2 anos a criança desconecta o EU do OUTRO. Antes dos 2 anos, a criança não tem noção exata de quem ela é. Por isso, se olha no espelho e não se identifica na própria imagem. Não sabe que é ela mesma que está vendo. Aos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=41&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3>Essa é uma passagem importante, pois na idade de 2 anos a criança desconecta o EU do OUTRO. Antes dos 2 anos, a criança não tem noção exata de quem ela é. Por isso, se olha no espelho e não se identifica na própria imagem. Não sabe que é ela mesma que está vendo. Aos 2 anos essa diferenciação já acontece e ela consegue &#8220;controlar&#8221; a imagem no espelho.</h3>
<h3>Nesta fase a criança possue apenas o raciocínio concreto.</h3>
<p><span id="more-41"></span></p>
<p><strong>O abstrato ainda não está formado.</strong> Exatamente por isso, que os pais devem cuidar da linguagem que usam. Se você diz <em>&#8220;Preciso voar daqui, agora!&#8221;</em> ela entende literalmente o que você diz. Ou, <em>&#8220;Você parece uma bola de tão gordinho&#8221;</em> , faz a criança se imaginar como uma bola. Mas, por que isso é tão importante? Porque, é nesse período que as imagens ficam impressas em nossa mente. Elas podem interferir em nossa imaginação e nos acompanham por muito tempo.</p>
<p>É a fase em que o conhecimento das palavras aumenta, e o aprendizado dos nomes do corpo também. A criança já aprende nomes como joelho, pescoço, orelha&#8230;.e o nome da genitália masculina e feminina. Geralmente, os pais nomeiam corretamente diferentes partes do corpo, mas nessa área, por um constrangimento dos próprios pais, nomes diversos são dados. No caso das meninas, nomes como: barata, aranha, perereca e vassoura aparecem como nomes &#8220;alternativos&#8221; e para os meninos,: pistola, passarinho, documentos, etc&#8230; idem.</p>
<p>No caso das meninas, são nomes que sugerem nôjo, mêdo e que assustam. São noções passadas e fixadas nesta mente, na fase do concreto e que leva, mais tarde, a encontrarmos adolescentes e jovens com uma imagem distorcida do funcionamento da genitália. Geralmente, apresentam um desconhecimento dessa parte do corpo. Levam uma sensação de &#8220;não se pode chegar perto&#8221;, é &#8220;nojento&#8221; ou &#8220;não sei direito como funciona&#8221;.</p>
<p>Se percebe, nesta faixa de idade, o menino segurando seu pênis, frequentemente, com mêdo de que ele de fato possa &#8220;sair voando&#8221;. A tentativa de disciplinar o filho com esta atitude, ou &#8220;mania&#8221;, é frequente. Mas os pais ignoram que este comportamento é causado por eles mesmos. Ou, eles se assustam quando vêm o pai preocupado com seus &#8220;documentos&#8221; que sumiram.</p>
<p>Como é uma fase onde a criança já começa a perceber o OUTRO, ela já diferencia a expressão de raiva ou de contentamento nos pais. Por isso, não se deve permitir que a criança permaneça no quarto dos pais e presencie a relação sexual, principalmente porque é vista como uma agressão, e não como um ato amoroso. Geralmente, é percebido como uma atitude de agressão do pai, em relação, à mãe.</p>
<p>Como não há pensamento lógico nessa fase, é comum no supermercado a criança segurar um pacote de balas, por exemplo, e não querer largá-lo na saída, no caixa. A mão se desespera, neste momento, interpretando tal atitude como rebeldia. Mas para a criança não existe a conclusão de que, poderá receber depois o pacote de balas. É necessário explicar, e levá-la a observar o processo do caixa, para que ela entenda. Pois ela percebe somente o que vê.</p>
<p>Para entender como o OUTRO se comporta, a criança faz a brincadeira de vestir a roupa da mãe, usar seus sapatos, pois assim vestida como a mãe, ela É a mãe. Então, poderá entender como ela, sua mãe, se comporta. As brincadeiras de pai, mãe, médico, etc&#8230; acontecem de maneiras repetidas. Quanto mais ela repetir e fizer esse exercício, mais ela aprenderá o comportamento do OUTRO. (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=KHi2dxSf9hw" target="_blank">Veja este vídeo ilustrativo&#8230;</a>)</p>
<p>É a fase também do Comportamento Aprendido. Se ela machucou a mão e recebeu um carinho, uma atenção maior, ela irá repetir tal fato. Dirá que está com a mão machucada, para novamente receber o mesma atenção. Muitos pais repreendem os filhos, neste momento, imaginando se tratar de uma mentira. Não há nesta fase a consciência do saber enganar o outro. Da mesma maneira que, quando você a proíbe de comer algo e se ausenta. Ela come e como não conclui, não entende como a sua mãe sabe que foi ela que o fez. Também não se trata de &#8221; mentiras&#8221;. Quando fala sobre monstros, ou conta estórias fantasiosas em excesso. É uma fase de grande imaginação criativa.</p>
<p>Como os meninos têm mais atividade cerebral do lado direito, preferem os carrinhos, pois lidam melhor com espaço e movimento. Já as meninas, têm os dois lados em atividade e lidam melhor com emoções e linguagem. Enquanto as meninas falam mais, mesmo sozinhas, os meninos já começam a preferir jogos com maior contato físico.</p>
<p>São diferenças e características fundamentais que ajudam aos pais a terem maior exatidão na conduta com os próprios filhos.</p>
<p>Tendo recebido muito pedidos de sugestões de livros sobre esta faixa de idade, recomendo as publicações da Clínica Tavistock. Em português, publicados pela <a href="http://www.imagoeditora.com.br/advanced_search_result.php?action=process&amp;opcoes=product_description&amp;keywords=COMPREENDENDO+SEU&amp;x=7&amp;y=10" target="_blank">Editora Imago</a> :</p>
<ul>
<li>Compreendendo seu filho de 2 anos &#8211; Susan Reid</li>
<li>Compreendendo seu filho de 3 anos &#8211; Judith Trowell</li>
<li>Compreendendo seu filho de 4 anos &#8211; Lisa Miller</li>
</ul>
<p>Um website bastante interessante é o da <a href="http://www.supernanny.com/" target="_blank">Supernanny</a>, em inglês.</p>
<ul></ul>
<p>Como recebemos inúmeros comentários sobre esta fase de 2 a 4 anos das crianças procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Além de estarem logo abaixo de <strong>Comentários</strong>, em ordem cronológica, as perguntas recebidas e as respostas dadas estão, também, compiladas nos seguintes grupos/links:</p>
<ol>
<li><a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-comportamento-comentarios/" target="_blank">Comportamento, Disciplina, Agressividade</a></li>
<li><a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-manias-e-tiques-comentarios/" target="_blank">Manias e Tiques</a></li>
<li><a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-desenvolvimento-comentarios/" target="_blank">Desenvolvimento (Fala/Vocabulário, Desenvolvimento Motor)</a></li>
<li><a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-adaptacao-na-escolinha-comentarios/" target="_blank">Adaptação na Escolinha</a></li>
<li><a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-timidez-comentarios/" target="_blank">Timidez e Auto-estima fragilizada</a></li>
<li><a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-identificacao-sexual-comentarios/" target="_blank">Identificação sexual</a></li>
<li><a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-sexualidade-nesta-fase-comentarios/" target="_blank">Sexualidade nesta fase?</a></li>
<li><a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-amamentacao-nesta-fase-comentarios/" target="_blank">Amamentação nesta fase</a></li>
<li><a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-dificil-colocar-para-dormir-comentarios/" target="_blank">Difícil colocar para dormir</a></li>
<li><a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-ciumes-de-um-dos-pais-comentarios/" target="_blank">Ciúmes de um dos pais</a></li>
<li><a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-tao-tranquilas-que-preocupam-comentarios/" target="_blank">Tão tranquilas que preocupam&#8230;</a></li>
<li><a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-chorando-muito-comentarios/" target="_blank">Chorando muito&#8230;</a></li>
<li><a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/10/2-a-4-anos-medos-comentarios/">Medos&#8230;</a></li>
<li><a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-alimentando-se-pouco-comentarios/" target="_blank">Alimentando-se pouco&#8230;</a></li>
<li><a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-largando-as-fraldas…-comentarios/" target="_blank">Largando as fraldas.</a>..</li>
</ol>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/41/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=41&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>2 a 4 Anos: Chorando muito&#8230;</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-chorando-muito-comentarios/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 23:15:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://artigosdepsicologia.wordpress.com/?p=255</guid>
		<description><![CDATA[Recebemos inúmeros comentários sobre a fase de 2 a 4 anos de crianças e procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Esses são aqueles relacionados ao choro excessivo.

&#8212;
Comentário por Dagmar &#8211; Setembro 2, 2008

Meu filho acabou de completar 4 anos e está numa fase que chora muito por qualquer motivo, não [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=255&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3>Recebemos inúmeros comentários sobre a <a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/a-mente-entre-2-e-4-anos/" target="_blank">fase de 2 a 4 anos de crianças</a> e procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Esses são aqueles relacionados ao <strong>choro excessivo</strong>.</h3>
<p><span id="more-255"></span></p>
<p>&#8212;</p>
<p><em>Comentário por Dagmar &#8211; Setembro 2, 2008<br />
</em></p>
<p><em>Meu filho acabou de completar 4 anos e está numa fase que chora muito por qualquer motivo, não era de chorar, a professora ATÉ FALAVA QUE QUANDO ELE CHORAVA tinha que sair correndo que com certeza era grave… Como devo proceder???</em></p>
<p><strong>Marilena responde:</strong></p>
<p>Muitas vezes o choro sem causa aparente, é uma necessidade de atenção.</p>
<p>Você tem tido tempo para ficar com ele? Como anda sua atenção com ele?</p>
<p>Muitas vezes, também, a criança não consegue realizar alguma tarefa sozinho e percebe a cobrança da mãe ou decepção dela. Veja se isso tem acontecido.</p>
<p>Observar detalhes assim poderá lhe ajudar a entender melhor a reação dele.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/255/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/255/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/255/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=255&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>2 a 4 Anos: Tão tranquilas que preocupam&#8230;</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-tao-tranquilas-que-preocupam-comentarios/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 23:11:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebemos inúmeros comentários sobre a fase de 2 a 4 anos de crianças e procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Esses são aqueles relacionados às crianças tranquilas que até preocupam aos pais.

&#8212;
Comentário por Luciana &#124; Setembro 5, 2008

Olá, minha filha tem 4 anos e sempre foi esperta, carinhosa demais, ligada [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=253&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3>Recebemos inúmeros comentários sobre a fase de <a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/a-mente-entre-2-e-4-anos/" target="_blank">2 a 4 anos de crianças</a> e procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Esses são aqueles relacionados às <strong>crianças tranquilas que até preocupam aos pais</strong>.</h3>
<p><span id="more-253"></span></p>
<p>&#8212;</p>
<p><em>Comentário por Luciana | Setembro 5, 2008<br />
</em></p>
<p><em>Olá, minha filha tem 4 anos e sempre foi esperta, carinhosa demais, ligada no mundo a sua volta, está sempre pronta a ajudar, comportada até demais, organizada também. Com muito diálogo em casa sempre procuro explicar o porquê de cada não, elogio sempre tudo o q ela faz, sempre olhando nos olhos etc. Seu comportamento sempre foi muito maduro para sua idade. Com os amigos ela nunca consegue “brigar” pelas suas idéias e vontades ex: brincadeira de mãe e filha ela quer ser a mãe mas a outra n deixa ela acaba sempre cedendo pq diz q senão n brinca. Ela está numa escola nova tenta fazer amigos mas diz q nunca é chamada para brincadeiras, sempre ela quem chama e diz estar se sentindo sozinha, q n tem ninguém que fique “com ela” (melhor amiga). Na outra escolinha tinha a “melhor amiga”. Não exijo nada dela só explico o porquê de organizar suas coisinhas (e quando, raramente, deixa espalhada não falo nada pois acho isso normal), de como é bonito ser educada (dizer por favor e obrigada) etc. Será que por tentar educar acabei errando? Acho q ela não se comporta como criança não como as outras. Ela repara e comenta comportamentos dos outros amigos quando são rebeldes, jogam seus brinquedos, brigam etc. Sinto ela muito frágil emocionalmente. Não sei como ajudar.</em></p>
<p><strong>Marilena responde:</strong></p>
<p>Há algumas crianças que desde muito cedo já demonstram seu perfil.</p>
<p>Há aquelas que brigam por qualquer coisa, há as que cedem quase sempre e há as que são intermediárias, mais pacifistas, etc… Talvez, sua filha seja uma delas.</p>
<p>Você poderia ajudá-la se pudesse identificar algumas amigas mais próximas e convidando-as para brincarem com sua filha (desde que ela queira, é claro). Talvez, ela seja mais amiga de poucas crianças do que de muitas. A troca de “casas” entre amigas por uma tarde ou algumas horas, poderá fortalecer sua filha no sentido de mostrar a ela que ela pode e consegue fazer amizades.</p>
<p>Observe esses detalhes de preferência em sua filha e tente estimular esse seu lado para que ela se sinta mais segura.</p>
<p><em>Retorno da mãe:<br />
</em></p>
<p><em>Deus sabe como coração de mãe às vezes aperta!! Agradeço por mim e por tantos outros que mesmo sendo pessoas desconhecidas, foram merecedoras, acima de tudo, da sua atenção e do seu carinho. Muito obrigada!</em></p>
<p><em>Luciana.</em></p>
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		<item>
		<title>2 a 4 Anos: Ciúmes de um dos pais&#8230;</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-ciumes-de-um-dos-pais-comentarios/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 23:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciúmes]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebemos inúmeros comentários sobre a fase de 2 a 4 anos de crianças e procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Esses são aqueles relacionados ao Ciúmes de um dos pais.

&#8212;
Comentário por Juliana &#124; Setembro 5, 2008
Olá! Meu filho tem 2 anos e 4 meses, tem horas que é muito carinhoso, dá [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=251&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3>Recebemos inúmeros comentários sobre a <a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/a-mente-entre-2-e-4-anos/" target="_blank">fase de 2 a 4 anos de crianças</a> e procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Esses são aqueles relacionados ao <strong>Ciúmes de um dos pais</strong>.</h3>
<p><span id="more-251"></span></p>
<p>&#8212;</p>
<p><em>Comentário por Juliana | Setembro 5, 2008</em></p>
<p><em>Olá! Meu filho tem 2 anos e 4 meses, tem horas que é muito carinhoso, dá beijos e abraços, mas tem vezes que só quer bater em mim e no pai dele, se bato nele também ele quer bater mais então eu converso com ele digo que não se deve bater que machuca. Se eu e o pai dele estamos sentados juntos no sofá ele vem e faz um de nós sair. O que devo fazer pra mostrar que quem manda são os pais e não ele? Preciso de ajuda. Abraço</em></p>
<p><strong>Marilena responde:</strong></p>
<p>Seu filho está na fase do ciúme (seu com o pai) e por isso tenta separar vocês dois no sofá.</p>
<p>Sempre que ele fizer isso, tente colocá-lo no meio e arrume alguma coisa que possa entrete-lo.</p>
<p>Essa fase passa e os tapas mostram o quanto ele bate por não ter o que consegue, que é atenção sua exclusiva com ele.</p>
<p>Bate em você por não conseguir isso e bate no pai por saber que é ele quem separa você dele.</p>
<p>Essa fase passa com o tempo e é normal que aconteça.</p>
<p>Bater para ele, ainda não significa que ele está desafiando você ou que quer mandar.</p>
<p>É apenas uma demonstração de ciúme.</p>
<p>Diga à ele que todos vocês gostam dele e que você, gosta muito dele.</p>
<p>E, sempre que puder, incentive alguma brincadeira com vocês tres para que ele perceba o quanto é divertido brincar com os pais e não somente com a mãe.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>2 a 4 Anos: Difícil colocar para dormir?</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-dificil-colocar-para-dormir-comentarios/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 23:06:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebemos inúmeros comentários sobre a fase de 2 a 4 anos de crianças e procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Esses são aqueles relacionados a dificuldade para colocar para dormir.

Algumas dicas&#8230;
A criança dorme à tarde? Por quanto tempo?
- Se ela dorme muito durante o dia, à noite talvez não esteja [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&blog=1635448&post=249&subd=artigosdepsicologia&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3>Recebemos inúmeros comentários sobre a <a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/a-mente-entre-2-e-4-anos/" target="_blank">fase de 2 a 4 anos de crianças</a> e procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Esses são aqueles relacionados a <strong>dificuldade para colocar para dormir</strong>.</h3>
<p><span id="more-249"></span></p>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:27px;width:1px;height:1px;">Algumas dicas&#8230;</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:27px;width:1px;height:1px;">A criança dorme à tarde? Por quanto tempo?</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:27px;width:1px;height:1px;">- Se ela dorme muito durante o dia, à noite talvez não esteja tão cansada assim.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:27px;width:1px;height:1px;">Ela  tira algum cochilo à noite,  mesmo que sejam 10 minutos?</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:27px;width:1px;height:1px;">- Se isto acontece, já é motivo também para perder um pouco o sono mais à noite.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:27px;width:1px;height:1px;">Ela tem atividades ao longo do dia em que possa gastar suas energias?</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:27px;width:1px;height:1px;">- Tem espaço para correr ou fica todo o tempo vendo TV?</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:27px;width:1px;height:1px;">Ela tem algum ritual para dormir?</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:27px;width:1px;height:1px;">- Chupeta ou paninho que goste de segurar, luz amena no quarto, etc&#8230;</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:27px;width:1px;height:1px;">- Crianças precisam de algum ritual antes de dormir para que comecem a se acostumar à esse processo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:27px;width:1px;height:1px;">Os pais trabalham fora e só chegam à noite?</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:27px;width:1px;height:1px;">Ficam pouco tempo com ela?</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:27px;width:1px;height:1px;">- Crianças, mesmo nessa fase tão cedo, fazem um drama para dormir, porque querem ficar com os pais e este, muitas vezes, é o único momento para isso.</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:27px;width:1px;height:1px;">Há muitas brincadeiras agitadas antes de dormir?</div>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:27px;width:1px;height:1px;">- Isso, também, dificulta/afasta o sono.</div>
<p>Algumas dicas&#8230;</p>
<p>A criança dorme à tarde? Por quanto tempo?</p>
<p>- Se ela dorme muito durante o dia, à noite talvez não esteja tão cansada assim.</p>
<p>Ela  tira algum cochilo à noite,  mesmo que sejam 10 minutos?</p>
<p>- Se isto acontece, já é motivo também para perder um pouco o sono mais à noite.</p>
<p>Ela tem atividades ao longo do dia em que possa gastar suas energias?</p>
<p>- Tem espaço para correr ou fica todo o tempo vendo TV?</p>
<p>Ela tem algum ritual para dormir?</p>
<p>- Chupeta ou paninho que goste de segurar, luz amena no quarto, etc&#8230;</p>
<p>- Crianças precisam de algum ritual antes de dormir para que comecem a se acostumar à esse processo.</p>
<p>Os pais trabalham fora e só chegam à noite?</p>
<p>Ficam pouco tempo com ela?</p>
<p>- Crianças, mesmo nessa fase tão cedo, fazem um drama para dormir, porque querem ficar com os pais e este, muitas vezes, é o único momento para isso.</p>
<p>Há muitas brincadeiras agitadas antes de dormir?</p>
<p>- Isso, também, dificulta/afasta o sono.</p>
<p>&#8212;</p>
<p><em>Comentário por Thais | Setembro 29, 2008<br />
</em></p>
<p><em>Nossa, amei esse site que encontrei por acaso. sou mãe de primeira viagem de uma menina que fará 2 anos agora em outubro. Costumo ser muito carinhosa, mas tenho observado que ela tem me desafiado. Penso que posso estar sendo muito permissiva. Atualmente ela não tem dormido a noite toda, acorda gritando e me chamando, fico achando que ela possa estar tendo algum tipo de terror noturno e acabo dormindo com ela num colchão que coloquei na sala pra ela ficar + perto do meu quarto.O fato é que ela acorda sempre que saio e só para de gritar quando volto. Meu marido está ficando cansado dessa situação pois acha que não me posiciono. Não sei mais o que fazer, como agir…me deem uma solução. Aguardo ansiosa.</em></p>
<p><strong>Marilena responde:</strong></p>
<p>Explique a sua filha que é hora de dormir, leve-a até o quarto, coloque na cama e saia.</p>
<p>Quando ela começar a gritar, volte, diga que é hora de dormir e saia do quarto.</p>
<p>Da segunda vez que ela chamar gritando, entre, não olhe para ela e não fale nada; apenas deite-a na cama e saia. Faça isso quantas vezes for preciso.</p>
<p>Ela já se acostumou com você por perto e já sabe que se gritar, terá você de volta (eles aprendem rápido…). Esse processo é cansativo, mas é a única maneira de você “descondicionar” sua filha do hábito que ela já adquiriu.</p>
<p>Se ela está bem de saúde, sem dor de ouvido, calor, fome, etc….não há com que se preocupar.</p>
<p>Há uma coleção de livros, separados por idade, da Clinica Tavistock (em livrarias) e você encontrará a idade de 2 anos lá. É uma boa dica.</p>
<p>COMPREENDENDO SEU FILHO DE 2 ANOS &#8211; Editora Imago &#8211; Autora: Susan Reid</p>
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