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	<title>Artigos de Psicologia</title>
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	<description>Escritos por Marilena Henriques Teixeira Netto</description>
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		<title>Distimia</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 13:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Transtornos]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito se fala sobre depressão e já é de diagnóstico fácil e corriqueiro. No entanto, há diversas formas  clínicas de depressão que são desconhecidas pela grande maioria da população e rotuladas automaticamente como Depressão. A Distimia é um transtorno afetivo de personalidade. É um modo de sentir e perceber a realidade de uma maneira melancólica [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=5&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_717" class="wp-caption alignleft" style="width: 267px"><a href="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2007/11/hiena.jpg"><img class="size-full wp-image-717" title="hiena" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2007/11/hiena.jpg" alt="" width="257" height="196" /></a><p class="wp-caption-text">Oh, céus! Oh, vida!</p></div>
<h3>Muito se fala sobre depressão e já é de diagnóstico fácil e corriqueiro. No entanto, há diversas formas  clínicas de depressão que são desconhecidas pela grande maioria da população e rotuladas automaticamente como Depressão.</h3>
<h3>A Distimia é um transtorno afetivo de personalidade. É um modo de sentir e perceber a realidade de uma maneira melancólica e negativa. Não há um comprometimento severo na vida profissional e social do indivíduo, mas o estado depressivo é a tônica dessa forma de ser.</h3>
<h3>São pessoas continuamente tristes, com baixa energia, melancólicas, baixa auto-estima e pessimistas. Acentuam demasiadamente os aspectos negativos da vida enquanto os positivos passam desapercebidos e sem importância. Geralmente, não são considerados e até desvalorizados pela pessoa.</h3>
<p><span id="more-5"></span></p>
<p>Ela pode ter uma vida familiar estável e saudável, mas nunca é vista como tal. Sempre falta alguma coisa. Nada a satisfaz.</p>
<p>Os aspectos negativos sempre têm seu impacto maior e se sobressaem, de modo que o indivíduo está quase sempre abatido e desanimado, por causa desses aspectos que “nunca dão certo, nunca melhoram” e que tornam a vida triste e sem graça.</p>
<p>Essa visão faz com que ele se sinta pouco ou nada merecedor de aproveitar e usufruir o lado positivo de sua vida.</p>
<p>Esse ângulo de visão interfere de alguma maneira no rendimento da vida social da pessoa, diferentemente da Depressão, que muitas vezes faz com a pessoa nem saia de casa ou até da cama.</p>
<p>A Distimia permite que a pessoa trabalhe, tenha sua parte de lazer, mas sempre com o lado positivo comprometido, pois há a perda da capacidade de sentir totalmente esse prazer. Há também uma tendência ao isolamento, ansiedade e muitas vezes insônia.</p>
<p>Em crianças, a Distimia pode estar associada ao Transtorno de Aprendizagem, acarretando um comprometimento no rendimento escolar. As mulheres têm 3 vezes mais propensão a desenvolver Distimia.. Pode ter períodos de melhora e piora, incluindo Depressão grave, caso não seja tratada. O melhor personagem para exemplificar esse quadro, seria o da Hiena: “Oh dia! Oh vida! “</p>
<p>As causas são diversas para seu aparecimento; desde os problemas familiares na infância com pais agressivos ou também distímicos ou depressivos.</p>
<p>Pode aparecer em dois momentos: <strong>Início precoce</strong>, se ocorreu antes dos 21 anos e <strong>Início tardio</strong> se ocorreu aos 21 anos mais ou menos.</p>
<p>Sendo um estado crônico, seu tratamento inclui medicação e psicoterapia. É importante que a pessoa procure um psiquiatra para que ele faça um diagnóstico preciso do quadro e inicie a medicação adequada. A terapia  entra como segunda ferramenta nesse tratamento.</p>
<p>O terapeuta poderá identificar o transtorno, mas como é necessária a medicação (e psicólogos não medicam) o psiquiatra deverá confirmar a suspeita e medicar o paciente.</p>
<p>Os dois juntos, levam o indivíduo a perceber o lado positivo e a viver esse lado; ou seja o tratamento permite descondicioná-la de sua visão turva e pessimista que sempre teve de vida e de si mesma.</p>
<p><span style="color:#0000ff;font-family:Arial;"><br />
</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/5/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=5&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Lidando com Adolescentes</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 02:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Os conflitos, geralmente, surgem pelo fato desse filho crescer e os pais continuarem a lidar da mesma forma como se esse filho ainda tivesse seus 8 anos de idade. Perceber e começar a construir uma nova maneira de interagir com o filho é fundamental para que o relacionamento fique menos turbulento. É importante atentar para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=691&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Os <strong>conflitos</strong>, geralmente, surgem pelo fato desse filho crescer e os pais continuarem a lidar da mesma forma como se esse filho ainda tivesse seus 8 anos de idade.<br />
Perceber e começar a <strong>construir uma nova maneira de interagir com o filho</strong> é fundamental para que o relacionamento fique menos turbulento.</h3>
<p><span id="more-691"></span></p>
<p>É importante atentar para um dos pontos de maior conflito: <strong>a projeção dos sonhos pais nos filhos</strong>.<br />
Há o artigo sobre esse tema no blog (leia depois): <a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2008/01/09/pais-que-projetam-seus-sonhos-nos-filhos-%e2%80%93-parte-1/" target="_blank">Pais que projetam seus sonhos nos filhos</a></p>
<h4>Imposição vs. Negociação</h4>
<p>A <strong>imposição</strong> por parte dos pais, nessa fase, é sempre vista como um excesso de autoridade e não como uma proteção ou preocupação por parte dos pais. No lugar da imposição, em termos de horários, tarefas, atividades, etc&#8230;. faça uma <strong>negociação</strong> com os filho. Por exemplo, se ele quer sempre ir a baladas durante a semana, negocie o número de vezes que você acha mais conveniente. É importante que ele participe desse acordo, pois quando algo sair fora do esquema, ou ele “se esquecer” você terá como cobrar essa falha dele; afinal, o acordo foi estabelecido entre ambos (sendo ele também responsável por esse acordo) e não determinado somente você.</p>
<h4>O Grupo, a Turma&#8230;</h4>
<p>A influência do grupo é grande. Antes, quando sua opinião era aceita sem restrições ou sem grande resistência, agora a contestação é muito maior. Leia no blog o artigo (link) : <a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2010/09/28/nasci-para-contestar/" target="_blank">Nasci para Contestar</a></p>
<p>Para conseguir um <strong>maior reforço em suas opiniões</strong>, traga ao diálogo toda a informação que você alcançar sobre o tema em questão. Por exemplo, se a dificuldade é de convencer esse filho que seu horário de sono tem sido muito pequeno, podendo interferir em seu rendimento escolar, etc&#8230; recolha toda a informação sobre como possíveis consequências de poucas horas de sono, alterações de memória, concentração, etc&#8230; e entregue a ele. Artigos em jornais, revistas e internet poderão lhe ajudar nesse momento. Talvez na família exista algum tio ou avô que possa também lhe ajudar nesse reforço; alguém que ele considere e admire.</p>
<h4>Criando ponto de contato&#8230;</h4>
<p><span class="Apple-style-span" style="font-weight:normal;">Verifique como você tem agido em relação ao filho, como tem sido seu ponto de contato com ele. Geralmente, os contatos são: autoridade, afetividade e indiferença.</span></p>
<p>Na <strong>autoridade</strong>, o pai aparece somente para impor, cobrar, exigir e determinar. Nada de conversa, ou diálogo.<br />
Na <strong>afetividade</strong>, quando percebe que o fiho está triste, abraça-o, conversa no sentido de distraí-lo, sugere comer algo, e&#8230; nada de saber o motivo da tristeza.<br />
Na<strong> indiferença</strong>, percebe que o filho está mal, mas ao mesmo tempo pensa: Ele já está bem grandinho para resolver suas coisas e não vou interferir&#8230; Nada de conversa.<br />
Nenhuma das três aproxima ou fortalece o vínculo entre pais e filhos.<br />
Caso o relacionamento e diálogo estejam muito difíceis, <strong>aposte na “conquista”</strong>. Busque um ponto em comum : talvez atividades em comum ou esportes, música, etc&#8230; e invista nisso.</p>
<p>Caso esteja difícil também, procure ajuda, você!<br />
Nunca empurre seu filho para fazer uma terapia se ele não quiser. Não trará benefício algum. Talvez, seja importante que você procure ajuda para saber como lidar com ele.<br />
Deixe claro para ele, no entanto, sua opinião sobre a necessidade dele precisar de ajuda. Talvez ele não sinta necessidade no momento, mas mais tarde mude de idéia.</p>
<p>Caso tenha interesse em mais artigos, deste blog, sobre a fase da <a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/category/adolescente/" target="_blank">Adolescência</a> (&lt;=link).</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/691/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/691/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/691/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/691/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/artigosdepsicologia.wordpress.com/691/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/artigosdepsicologia.wordpress.com/691/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/artigosdepsicologia.wordpress.com/691/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/artigosdepsicologia.wordpress.com/691/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/691/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/691/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/691/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/691/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/691/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/691/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=691&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Tempo com os filhos</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 15:02:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>

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		<description><![CDATA[Filhos que estão na escola meio período e quando chegam, não podem ficar em casa com empregada e se atiram em diversas atividades. Além da escola, têm aula de natação, computação, judô, etc&#8230;. etc&#8230;. Esse é o quadro que temos hoje. Comum, sem dúvida, mas eficiente? Terão consequências ou já as têm que talvez nem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=343&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_349" class="wp-caption alignleft" style="width: 190px"><img class="size-medium wp-image-349 " title="ampulheta" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2009/04/sand_timer.jpg?w=180&#038;h=170" alt="Tempo para os filhos" width="180" height="170" /><p class="wp-caption-text">Tempo para os filhos</p></div>
<h3>Filhos que estão na escola meio período e quando chegam, não podem ficar em casa com empregada e se atiram em diversas atividades. Além da escola, têm aula de natação, computação, judô, etc&#8230;. etc&#8230;.<br />
Esse é o quadro que temos hoje. Comum, sem dúvida, mas eficiente? Terão consequências ou já as têm que talvez nem estejam sendo identificadas pelos pais?</h3>
<p><span id="more-343"></span></p>
<p>O tempo com filhos tem sido negligenciado ou considerado pouco importante pelos pais e, principalmente, pelas mães que colocam o trabalho como prioridade e filhos em segundo plano, imaginando que com o resultado financeiro advindo do trabalho, estará dando a esse filho o melhor de tudo. Grande ilusão!</p>
<p>A distorção desses valores tem mostrado que temos crianças infelizes e despreparadas para enfrentarem uma realidade muito mais exigente do que parece.</p>
<p>Crianças que passam muito tempo longe da mãe muitas vezes desenvolvem um comportamento inseguro, pois a base da segurança vem da interiorização da figura materna e isso é feito na convivência profunda entre mãe e filho(a).</p>
<p>Pais que chegam tarde em casa e que convivem apenas de uma hora e meia a duas horas com filhos, têm dificuldade em discipliná-los por pena ou receio de se tornarem mal vistos por esses filhos, ou de parecerem antipáticos.<br />
Deixando de discipliná-los como convém, esses filhos se tornam ditadores, manipuladores e autoritários. Como consequência disso, desenvolvem baixa resistência à frustração, pois não aprendem a lidar com situações que não são aquelas que eles planejaram. Em decorrência disso, tornam-se adultos infantilizados que na primeira dificuldade no trabalho, por exemplo, pedem demissão ou, na primeira crise em relacionamentos, &#8220;tiram o time&#8221;e procuram logo novos parceiros. Igualmente, na primeira crise dentro do casamento, incapazes que sempre foram em lidar com situações de dificuldade, escolhem o divórcio como alternativa mais fácil e menos desgastante.</p>
<p>O resultado disso é o que temos visto dessa geração que começou a surgir nos anos 80, com a chegada da mulher ao mercado de trabalho. Geração, essa hoje, com jovens de vinte e tantos anos vivendo relacionamentos precários e passageiros, com parceiros descartáveis e flutuantes.</p>
<p>Esquema de criação estabelecido décadas atrás que se estende e se perpetua ainda hoje, onde crianças de 3,5,8, anos etc&#8230; vivem situações semelhantes. Pouquíssimas mudanças aconteceram nas últimas décadas, e podemos considerar mudanças para pior. Afinal, o mundo competitivo exige atividades múltiplas&#8230; transformado essas crianças em adultos bem-sucedidos. Será?</p>
<p>Será o adulto bem-sucedido aquele gerente de alguma empresa, com inúmeras pessoas trabalhando abaixo dele, mas que fica estressado ao extremo, levando a crises de depressão, de agressividade, síndrome do pânico e com dificuldade em lidar com frustrações e medo da competitividade. E, como consequência, o isolamento e dificuldade de aproximar-se das pessoas que podem ser inimigas em potencial?</p>
<p>Hoje em dia, sabemos que um adulto bem-sucedido, é aquele bem equilibrado emocionalmente, que gerencia bem situações de frustração e não tem receio da competição, pois conhece bem sua tarefa, seu lugar e sabe disso por ter uma auto-estima equilibrada e saudável. É bom lembrar que auto-estima não se constrói aos 30 anos, mas é construída na primeira infância pelos pais que gastam tempo observando essa criança e acompanhando em detalhes a evolução de comportamento e personalidade, que aos 3 anos já está formada.</p>
<p>Exemplificando, se no meu projeto está a música e compro um violão, mas não tenho tempo de dedicar-me a esse projeto, o final será sofrível.</p>
<p>Criação de filhos exige renúncia, sacrifício e deixar de lado situações aparentemente prioritárias e engajamento absoluto no preparo dessa vida que um dia iniciou, na maioria das vezes, por escolha.</p>
<p>É necessário observar cuidadosamente se cada mãe em potencial se encaixa dentro da exigência da maternidade.<br />
Caso não se encaixe, NÃO TENHA FILHOS! Nenhum ser humano merece ser negligenciado.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/343/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/343/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/343/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/343/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/artigosdepsicologia.wordpress.com/343/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/artigosdepsicologia.wordpress.com/343/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/artigosdepsicologia.wordpress.com/343/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/artigosdepsicologia.wordpress.com/343/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/343/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/343/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/343/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/343/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/343/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/343/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=343&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Um ambiente de aprendizado</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 14:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Infância]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre 2 a 4 anos a criança aprende observando e reproduzindo o que vê. Daí a importância de se aproveitar deste processo para que ela possa se desenvolver da forma apropriada. Pois, essa é a idade típica em que a criança usa o choro para dormir, tomar banho, pentear o cabelo, vestir roupa, tem dificuldades em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=670&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_678" class="wp-caption alignleft" style="width: 281px"><a href="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2011/08/bebe_brincando_03.gif"><img class="size-full wp-image-678" title="Teatralizando" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2011/08/bebe_brincando_03.gif" alt="" width="271" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Use o &quot;teatro&quot;...</p></div>
<h3><a title="A Mente entre 2 e 4 anos" href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/a-mente-entre-2-e-4-anos/" target="_blank">Entre 2 a 4 anos</a> a criança aprende observando e reproduzindo o que vê. Daí a importância de se aproveitar deste processo para que ela possa se desenvolver da forma apropriada. Pois, essa é a idade típica em que a criança usa o <a title="2 a 4 Anos: Difícil colocar para dormir?" href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-dificil-colocar-para-dormir-comentarios/" target="_blank">choro para dormir</a>, tomar banho, pentear o cabelo, vestir roupa, tem <a title="2 a 4 Anos: Largando as Fraldas…" href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-largando-as-fraldas%e2%80%a6-comentarios/" target="_blank">dificuldades em largar as fraldas</a>, etc&#8230;</h3>
<h3>Use o &#8220;teatro&#8221; como forma de valorizar cada tarefa que seu filho precise fazer.</h3>
<h3>Se a criança não gosta de tomar banho, escolha algum bichinho de borracha, que possa ir ao banho com ele, ou algum boneco, e diga que ele irá ensinar o boneco a tomar banho. Lembrando que tudo que é feito com crianças deve ser &#8220;levado&#8221; dessa maneira, com estímulos e empolgação.</h3>
<h3>Para colocar roupa, idem. Deixe sempre um boneco ou bichinho perto dele e diga que ele irá ensinar o boneco a trocar de roupa. Converse você com o boneco e diga que o boneco irá aprender com seu filho, etc&#8230;</h3>
<h3>Se tem dificuldades em tirar as fraldas&#8230; Escolha, por exemplo, uma boneca ou bicho de pelúcia  e diga que agora, ela irá ensinar à boneca/bichinho como se faz cocô no vasinho. “Converse” com a boneca/bichinho e diga que irá aprender com seu filho(a). Coloque a boneca/bichinho no chão, do lado do peniquinho.</h3>
<h3><a title="2 a 4 Anos: Alimentando-se pouco…  – Comentários" href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2009/03/12/2-a-4-anos-alimentando-se-pouco-comentarios/" target="_blank">Se a criança é difícil de sentar para comer&#8230;</a> Escolha algum boneco que ele tenha ou bichinho de pelúcia e diga que agora o bichinho irá aprender com ele, como se come, pois o bichinho não sabe. Coloque o bichinho em frente a ele, perto de algum móvel e deixe seu filho à vontade.</h3>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/670/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/670/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/670/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/670/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/artigosdepsicologia.wordpress.com/670/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/artigosdepsicologia.wordpress.com/670/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/artigosdepsicologia.wordpress.com/670/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/artigosdepsicologia.wordpress.com/670/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/670/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/670/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/670/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/670/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/670/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/670/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=670&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Teatralizando</media:title>
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		<title>Masoquismo</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2011/04/24/masoquismo/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Apr 2011 14:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Transtornos]]></category>

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		<description><![CDATA[O que será que leva uma pessoa aparentemente estável em suas relações, em sua vida profissional, econômica, etc&#8230; alimentar pensamentos ou atitudes que a deixam infeliz? Parecer infeliz aos olhos dos outros muitas vezes traz seu ganho, colocando-a em destaque&#8230; Sentir-se prejudicada e ao mesmo tempo persistir numa situação que traz infortúnio é difícil de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=22&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>O que será que leva uma pessoa aparentemente estável em suas relações, em sua vida profissional, econômica, etc&#8230; alimentar pensamentos ou atitudes que a deixam infeliz?</h3>
<h3>Parecer infeliz aos olhos dos outros muitas vezes traz seu ganho, colocando-a em destaque&#8230;</h3>
<h3>Sentir-se prejudicada e ao mesmo tempo persistir numa situação que traz infortúnio é difícil de entender.</h3>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span id="more-22"></span><br />
Há mulheres que mantêm relacionamentos complicados, mas não se dão conta que poderiam ter algo melhor. São mulheres que investem demasiadamente na relação e recebem muito pouco, mas continuam com ela mantendo o seguinte pensamento: &#8220;<em>Não existe coisa melhor. Isso foi o que consegui. É o que eu mereço. Sou uma heroína, pois ele está comigo até hoje&#8230;&#8221;</em></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Algumas delas vêm de um lar onde o pai era alcoólatra e quando adultas por &#8220;coincidência&#8221; encontram parceiros alcoólatras, e passam a viver de modo repetitivo a função de mártir, e ajudadora, sofrendo continuamente. O exemplo mais clássico é o da mulher que sofre agressão física, mas persiste na relação.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">São mulheres com autoestima avariada e ao mesmo tempo convictas de seu papel de guerreiras. Curiosamente são abandonadas, encontram outro parceiro com as mesmas características e repetem esse comportamento.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Os pensamentos: <em>“Não encontro nada melhor”</em>, <em>“Não existe nada melhor”</em>, <em>“Não adianta tentar sair disso”</em>, ou então, <em>“Não vou conseguir outro emprego”</em>, são pensamentos autodestruidores, porque não permitem que a pessoa se concentre em focos otimistas, reais e mais vantajosos. Eles impedem o crescimento interno, emocional, pessoal e profissional. É uma estagnação imperceptível que mantém a pessoa prisioneira de si mesma.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">Desbravar algo diferente, arriscar-se, apostar em si mesmo, é algo muito obscuro, pois a busca do sofrimento é contínua. Afinal, é somente dessa maneira que a pessoa sabe gerenciar sua vida.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;">O mais difícil é o convencimento de que essa busca é danosa, doentia e desequilibrada, necessitando tratamento e cura.</span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:blue;font-family:Arial;"><em>&#8220;Todos os dias do aflito são maus; mas o coração contente tem um banquete contínuo&#8221;</em>. Provérbios 15:15 </span></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/22/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=22&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Vendedores de Ilusão</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Apr 2011 16:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enganos]]></category>
		<category><![CDATA[Frustração]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a sofreguidão pela busca da “boa forma”, deixamos passar detalhes importantes que as reportagens nos trazem: a idade daqueles que são estampados nas capas de revistas. Na grande ilusão de tentarmos nos igualar àqueles que lá estão, nem sequer percebemos o quão irônico é esse viés. Manter boa forma aos 26, 30 anos, na [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=30&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Com a sofreguidão pela busca da “boa forma”, deixamos passar detalhes importantes que as reportagens nos trazem: a idade daqueles que são estampados nas capas de revistas. Na grande ilusão de tentarmos nos igualar àqueles que lá estão, nem sequer percebemos o quão irônico é esse viés.<br />
Manter boa forma aos 26, 30 anos, na verdade, não se trata de uma tarefa tão difícil. Por que não apresentam pessoas acima de 70 anos, que mantêm, apesar de tudo, uma forma saudável e jovial? Na verdade, existe um certo objetivo para isso. Manter um nível adequado de frustração que, por mais estranho que nos pareça, é aconselhável no mundo moderno de hoje.</h3>
<p><span id="more-30"></span></p>
<p>É, justamente, essa frustração que movimenta o mercado da estética, da cosmetologia e da moda.</p>
<p>Trata-se de uma idéia sutil que aos poucos permeia nossa mente acomodada e, temporariamente, satisfeita. Mas, à medida, que nos inteiramos dessa plástica aparente, dá-se início a essa frustração.</p>
<p>É difícil aceitarmos nosso próprio corpo. Surge a comparação com os modelos expostos, que estão longe das imperfeições e dos “defeitos”. E sem nos darmos conta do importante detalhe da diferença de idade, iniciamos nossa busca pelo belo e pelo perfeito como se o TUDO nosso fosse inadequado e ineficaz.</p>
<p>Nossa dieta é ineficaz, nossa ginástica é ineficaz, nosso médico é ineficaz e, portanto, é hora de grandes mudanças. O TUDO da outra, ou do outro, é o que realmente traz resultados. Portanto, chega o momento de uma troca radical. Nos preocuparmos mais com o NOSSO peso ideal e não mais com o peso adequado e saudável a nossa idade.</p>
<p>Assim como, nosso corte de cabelo, o tipo de roupa que nos favorece. O que manda e comanda, é o que é vendido como o ideal, e não como o real. Tentar aparentar 30 anos, quando se tem 60, mesmo com dietas, aumento de horas na academia, nunca será real.</p>
<p>Essa busca absurda, desumana, abala nossa autoestima, frequentemente, fragilizada pelo que eu preciso ser e não sou; Preciso ter e não tenho, etc…, etc…</p>
<p>Esta busca interfere, também, com nossas “projeções”. Comumente bombardeadas com informações infinitas sobre esse tema. Todos os meus sentidos são levados nessa única direção. Finalmente, entrego-me a estas pressões e admito: Aquele é meu ideal.</p>
<p>Neste momento, há uma conexão em nossa mente do ideal e da felicidade. Ou seja, felicidade, só com o ideal conseguido. Sem isto, o que sobra será sinônimo de frustração e infelicidade.</p>
<p>Como vimos, a frustração é a mola mestra dessa dinâmica. O quadro já está formado. O ciclo que se processa, a partir daí, é apenas uma questão de tempo, nada mais.</p>
<p>Difícil abstrair-se dessa “modernidade” tirana que, conscientemente, manipula nosso inconsciente. Difícil manter a neutralidade e a lucidez, tentar conseguir o equilíbrio no eixo: ouvir tudo, ler tudo, ver de tudo e reter o que é bom.<br />
Mais difícil ainda, é enxugar os exageros daquilo que nos é vendido, com pura ilusão…</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/artigosdepsicologia.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/artigosdepsicologia.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/artigosdepsicologia.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/artigosdepsicologia.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/30/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=30&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Cuidado com as Neuroses &#8211; P.2</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2011/04/01/cuidado-com-as-neuroses-parte-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 14:20:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escolhas]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; Continuação do post Cuidado com as neuroses &#8211; Parte 1 &#8220;Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme, porque ele confia em Ti&#8221; (Isaías 26:3) Para termos uma noção aproximada dessa neurose que gera ansiedade e conflito numa tentativa de equacionar todas as atividades do dia a dia, repasso parte de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=629&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2011/04/ogrito-munch.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-639" title="Neuroses" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2011/04/ogrito-munch.jpg" alt="" width="230" height="250" /></a>&#8230; Continuação do post <a title="Cuidado com as neuroses (1)" href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2010/08/01/cuidado-com-as-neuroses/" target="_blank">Cuidado com as neuroses &#8211; Parte 1</a></p>
<p><em>&#8220;Tu, Senhor, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme, porque ele confia em Ti&#8221;</em> (Isaías 26:3)</p>
<p>Para termos uma noção aproximada dessa <strong>neurose que gera ansiedade e conflito</strong> numa tentativa de equacionar todas as atividades do dia a dia, repasso parte de questionamentos de algumas mulheres que vivem esse conflito neurotisante da vida moderna. Quem sabe você se identifica com alguns depoimentos&#8230;</p>
<p><span id="more-629"></span><em>&#8220;Agora com os filhos mais independentes estou fazendo um curso de aperfeiçoamento à noite depois do meu trabalho, mas também me cobro. Será que eu não deveria estar em casa com eles? Fico pensando, durante o curso, nas coisas que tenho de fazer em casa, mas quando chego em casa, penso que deveria ter me concentrado mais no curso, já que estava lá&#8230; Nos dias que fico em casa, penso que poderia estar trabalhando, adiantando qualquer coisa para o meu chefe mostrando eficiência, mostrando competência&#8230; Fico confusa em como aproveitar meu tempo e fazer tudo da melhor maneira possível. Fico sem saber como decidir.&#8221;</em></p>
<p>Outra mulher relata igualmente a pressão da competição no trabalho e a insegurança em não se sentir capaz de entrar nessa competição:<br />
<em>&#8220;Pensei em mandar meu currículo para outro escritório, mas depois pensei se de fato vale a pena. Afinal, há pessoas melhores que eu e com mais experiência. Por que eles me escolheriam? Há pessoas que fizeram vários cursos de especialização e são mais capazes. Será que vou conseguir? Isso me angustia.&#8221;</em></p>
<p>Outro questionamento:</p>
<p><em>“Sempre exijo o máximo de mim. Não admito erros, falhas. Se acontece algum erro, fico com a autoestima lá em baixo. Desanimo de vez. Isso acontece quando não consigo dar conta de tudo o que tenho de fazer. Quando chego em casa depois do trabalho, por exemplo, e vejo uma montoeira de coisas para fazer, fico alucinada! Começo a guardar tudo; não posso deixar nada fora do lugar! Se deixo, vem a cobrança: se eu não estivesse trabalhando tanto, teria mais tempo para fazer as coisas em casa. Não ficaria essa bagunça toda!&#8221;</em></p>
<p>Não sei se você se identifica com alguns desses trechos, mas gostaria de pontuar algumas citações:</p>
<ul>
<li>A mulher casada, com filhos e que trabalha fora, sempre se posicionou como sendo aquela que precisa resolver todos os problemas domésticos e realizar todas as tarefas domésticas por completo, como vimos acima.</li>
<li>O tempo é escasso e por isso gera culpa. A ilusão em pensar que somos ilimitados gera conflito e automaticamente frustração, à medida que percebo minha impossibilidade de realizar tantas coisas ao mesmo tempo e tão completas como desejaria.</li>
</ul>
<p>Mas veja bem, isso é ilusão, não é a realidade! Nossa realidade é que a mulher que se divide em atividades diversas, <strong>tem, com certeza, seu ganho, mas inevitavelmente terá suas perdas.</strong></p>
<p>Em TUDO, haverá perdas. Admitir essa realidade já será um grande passo.</p>
<p>O MEU tempo é único, pessoal, com meu ritmo próprio, independente de ser diferente de outras pessoas e principalmente independente de ser &#8220;aquele&#8221; ritmo que outros esperam ou desejam.</p>
<p><strong>Adaptar-se dentro de cada ritmo sabendo observar suas limitações</strong>, é a chave para fugir da frustração e da autoestima fragilizada.</p>
<p><em>Artigo publicado originalmente no site <a title="Papo Nosso" href="http://www.paponosso.com.br" target="_blank">PapoNosso</a> : Neurose II</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/artigosdepsicologia.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/artigosdepsicologia.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/artigosdepsicologia.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/artigosdepsicologia.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/629/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/629/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/629/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=629&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Neuroses</media:title>
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		<title>Depoimento de uma Mãe</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2011/02/11/depoimento-de-uma-mae/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 19:04:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>

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		<description><![CDATA[Reproduzimos a seguir uma troca de correspondência com uma mãe e o objetivo é mostrar que algumas simples mudanças de atitude tem resultados imediatos, tanto para a criança como para os pais. 02/02/2011 Comentário recebido: Meu filho tem cinco anos e iniciou o 1º ano do fundamental I. Está na escolinha desde os 04 meses. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=611&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reproduzimos a seguir uma troca de correspondência com uma mãe e o objetivo é mostrar que algumas simples mudanças de atitude tem resultados imediatos, tanto para a criança como para os pais.</p>
<p><strong>02/02/2011 Comentário recebido:</strong></p>
<p><em>Meu filho tem cinco anos e iniciou o 1º ano do fundamental I. Está na escolinha desde os 04 meses. Ocorre que ele está muito desobediente e eu estou ficando sem paciência e percebo que ando muito explosiva, grito demais com ele e chego até dar uns tapas no bumbum, esta semana começaram as aulas e desde o primeiro dia vem reclamação dele na agenda, ele não pára de conversar na sala de aula e empurra os amiguinhos, me ajude como devo conversar com ele, estou tão preocupara não quero falar nervosa e nem gritando. Ajude-me, por favor.</em></p>
<p><em><span id="more-611"></span></em><strong>Resposta:</strong></p>
<p>Você não relata o tipo de desobediência que ele vem fazendo. Se você se sente nervosa e impaciente, talvez seu filho apenas esteja agindo como um reflexo desse seu estado. Quanto menos paciência você tiver, mais ele irá ficar irrequieto.</p>
<p>Você, também, não relata se tem tido tempo para ficar com ele depois da escola e se ele fica meio período na escola. Tudo isso é fundamental, principalmente, por seu filho ter começado na escola tão cedo, quando o ideal é que a criança vá somente para a escola por volta dos 3 anos, pois antes disso é fundamental a presença da mãe.</p>
<p>O vínculo entre mãe e filho fica fragilizado, refletindo problemas mais tarde como indisciplina. Essa &#8220;indisciplina&#8221; registra essa lacuna feita anteriormente e a criança tenta &#8220;chamar&#8221; a mãe com esse comportamento, para que ela fique atenta à criança, mesmo que seja para a mãe brigar; pois nesse momento está havendo contato (não importa a forma).</p>
<p>Retorne, depois, com mais detalhes. Mas, enquanto isso, separe algum tempo significativo com ele, contando estórias, brincando com os brinquedos que ele mais goste. Tempo nessa idade, é superimportante para ele que ainda precisa muito de sua companhia para que tenha um desenvolvimento emocional saudável e equilibrado.</p>
<p><strong>04/02/2011 Retorno da mãe</strong></p>
<p><em>A desobediência dele é, principalmente, em mexer em tudo o que não pode , eu chamo a atenção dele e ele finge não escutar. Na hora de tomar banho, sai correndo e fica me irritando se esconde debaixo da cama e fala: &#8220;Só se você deixar isto ou aquilo&#8221;. Na hora de escovar os dentes, ele faz a mesma coisa e sempre antes de ir para a escola e quanto mais eu me irrito ele acha graça, quando saio com ele , não se comporta não para quieto um minuto, mexe em tudo. Antes de sair explico: &#8220;Não faz isto ou aquilo,  não mexa&#8230; &#8220;, etc&#8230; Mas, quando chega no local eu até passo mal de tanto que eu o repreendo. As pessoas ficam me olhando e pareço uma boba falando:  Menino senta, não mexe etc&#8230; e ele não atende. Esta semana,  numa clinica de olhos, ele estava fazendo exames e dilatou a vista e não parava. Eu chamava a atenção e nada. Uma mulher falou: &#8220;Ele é sempre assim?&#8221;. E perguntou aá ele se  estava com faniquito. Não gostei, mas&#8230; O pai, ele obedece mais rápido. Talvez, eu não, porque eu falo toda hora e grito muito. Na escola ele conversa o tempo todo fala alto  e empurra os amiguinhos na fila a professora chama a atenção dele e ele não obedece.  Hoje ele estuda meio período até dezembro de 2010 era período integral, não tenho tempo para ele , e ele sempre cobra isto de mim, mãe vamos brincar. Eu respondo: &#8220;Filho, tenho que fazer isto ou aquilo&#8221; e ele agora até fala: &#8220;Vou te ajudar para ir mais rápido&#8221;.</em></p>
<p><em><strong>Quero contar sobre ontem, após ler os seus artigos, por sinal muito bons. Foi esclarecedor ler  os relatos da mães. Pedi à Deus que me desse sabedoria e paciência e prometi que seria um dia diferente.</strong></em></p>
<p><em><strong>Quando meu filho acordou fui até o quarto dele e logo ele já falou: &#8220;Mãe, conta uma estória?&#8221;&#8230;  Eu atendi o pedido dele e contei duas e depois fomos tomar café quando ele fez traquinagem eu me vigiei e falei com ele com amor e calma  que não e dei um beijo na testa e ele fez com a cabeça que tudo bem. </strong></em></p>
<p><em><strong>Depois larguei tudo que tinha pra fazer e disse: &#8220;Filho, vamos brincar de carrinho?&#8221;. Brincamos até a hora do banho, nesta hora, quando disse que tinha que tomar banho ele disse não ia, então, eu peguei ele no colo fiz cócegas  falando: &#8220;vai sim&#8221; e rindo e ele ria muito adorou e tomou banho numa boa. Almoçamos juntos e eu sempre me vigiando. Não deu trabalho para pentear o cabelo e nem trocar de roupa. Na ida para a escola, dentro do carro, ele me chamou e disse: &#8220;Mãe, hoje foi muito legal, né?&#8221;</strong></em></p>
<p><em><strong> Eu perguntei: &#8220;O que?&#8221; E ele respondeu: &#8220;As estórias, brincar&#8230; mãe, foi muito divertido&#8221;.</strong></em></p>
<p><em><strong>Percebi que meu filho quer a minha atenção e que se eu falar com ele num tom carinhoso, baixo, mesmo ele teimando a reação dele será diferente e ontem tive a prova disto. Muito obrigada, obrigada mesmo. Amo muito meu filho e  quero o melhor para ele e para isto eu terei que me mudar primeiro eu.</strong></em></p>
<p><strong>07/02/2011</strong></p>
<p><em>Estou muito feliz por ter conhecido seu blog. Ajudou-me muito. </em></p>
<p><strong><em>Sexta feira, 05/fev, á noite, eu , meu filho e o meu esposo largamos tudo e fomos  brincar o  jogo da memória. Foi muito legal. Nunca tínhamos feito isto. Os  três juntos, não, geralmente, era só eu e o meu filho. Sábado, larguei tudo e nós dois fomos fazer picnic no parque. Levei uma cesta de lanches, os preferidos dele. Jogamos bola e andamos de bicicleta e quando chegamos  em casa liguei a mangueira e dei um banho nele e ele em mim. Ele adorou, domingo, eu, ele e o papai  ficamos os três juntos na piscina, geralmente, ele fica só enquanto eu e o meu esposo  fazemos as tarefas. </em></strong></p>
<p><em>Bom estou tentando. Espero melhorar a cada dia. Obrigada pela atenção  em ler tudo que escrevi  sou muito grata.</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/611/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/611/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/611/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/611/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/artigosdepsicologia.wordpress.com/611/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/artigosdepsicologia.wordpress.com/611/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/artigosdepsicologia.wordpress.com/611/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/artigosdepsicologia.wordpress.com/611/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/611/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/611/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/611/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/611/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/611/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/611/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=611&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>BBB: A Fofoca Globalizada</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 14:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Solidão]]></category>

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		<description><![CDATA[A fofoca eletrônica incorporou-se no nosso cotidiano sorrateira e sutilmente. Aliás, como tudo. Voltemos ao &#8220;século passado&#8221;: cidade pequena, sem TV, sem o afã da mulher no trabalho/fora de casa, sem grades nas varandas e sem edifícios gradeados, calçadas sem carros, poucas bicicletas, charretes, etc&#8230; Durante o dia ou à noite, havia sempre aquele intervalo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=8&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;font-family:Arial;"><img class="alignleft" style="float:left;border:0;margin-left:10px;margin-right:10px;" src="http://artigosdepsicologia.files.wordpress.com/2007/12/fofoca.jpg?w=192&#038;h=256" alt="Fofoca" width="192" height="256" align="right" border="0" hspace="10" />A fofoca eletrônica incorporou-se no nosso cotidiano sorrateira e sutilmente. Aliás, como tudo.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;font-family:Arial;">Voltemos ao &#8220;século passado&#8221;: cidade pequena, sem TV, sem o afã da mulher no trabalho/fora de casa, sem grades nas varandas e sem edifícios gradeados, calçadas sem carros, poucas bicicletas, charretes, etc&#8230; Durante o dia ou à noite, havia sempre aquele intervalo do &#8220;nada pra fazer&#8221; e uma fugidinha à janela para ver o povo passar.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;font-family:Arial;">Pessoas caminhando pela calçada e aquela conversa sobre o &#8220;fulano&#8221; que acabou de chegar na cidade, ou o outro que rompeu o noivado, ou a outra que mudou de casa e num instante já se sabe um pouco mais daquela vizinhança. À noite, então, com as cadeiras na calçada, voltas pela praça e mais notícias fresquinhas. Tudo se sabe e tudo se quer saber&#8230; Coisas de cidade pequena!</span><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;font-family:Arial;"><span id="more-8"></span><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;font-family:Arial;">Só que essas cidades cresceram, surgiu a TV que retirou as pessoas das janelas, principalmente, à noite e a praça, cada vez mais, tornou-se vazia. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;font-family:Arial;">A curiosidade passou a ser também em torno daqueles que apareciam na TV. </span><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;font-family:Arial;">Fofocas de novela, num enredo contínuo e incansável de escola de samba, onde só não mudou a curiosidade do povo. </span></span><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;font-family:Arial;">Os personagens mudaram, o cenário, obviamente, mudou, Casas em edifícios, cidades pequenas em grandes metrópoles. Mas, o tema continua, a curiosidade no outro continua.</span></span></p>
<div><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;font-family:Arial;">Tivemos a Casa dos Artistas, o Big Brother Brasil, onde bisbilhotamos não mais nosso vizinho, mas aquele que está dentro de outra casa. Troco idéias sobre eles, não mais com aquele que passa por mim na praça, mas no &#8220;chat&#8221;, onde posso conversar com aquele que nem conheço, sobre esses personagens intrigantes que invadem minha casa pela TV. </span></span><span style="font-family:Arial;color:#0000ff;">Ali, eu mando meu comentário, pontuo, voto, reclamo, elogio, comento, me indigno e por aí vai&#8230; É, apenas, uma técnica moderna de tentar conviver ou tentar sair da solidão.</span></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;font-family:Arial;">Abstraio-me de minha vida, de meus próprios problemas e passo a &#8220;viver&#8221; em outra casa, com os problemas dos outros, com as inquietações dos outros.</span><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;font-family:Arial;">O homem não mudou muito nessa transição de século.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;font-family:Arial;">Tem dificuldade em ver-se, em olhar para a própria vida, seus próprios defeitos, dificuldades, escutar quem está dentro da própria casa, o filho, o marido, a mãe.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;font-family:Arial;">Olhar para si, muitas vezes é frustrar-se com o que se vê; admitir que precisa mudar. Mas, isso é muito difícil, muito penoso. Dessa forma, olho para o outro, julgo o outro, avalio o outro, critico e com isso me escondo.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:#0000ff;font-family:Arial;">Até quando?</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/artigosdepsicologia.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/artigosdepsicologia.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/artigosdepsicologia.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/artigosdepsicologia.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/artigosdepsicologia.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/artigosdepsicologia.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/artigosdepsicologia.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/artigosdepsicologia.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/artigosdepsicologia.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/artigosdepsicologia.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/artigosdepsicologia.wordpress.com/8/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=8&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Nasci para contestar</title>
		<link>http://artigosdepsicologia.wordpress.com/2010/09/28/nasci-para-contestar/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 13:17:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marilena Teixeira Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>

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		<description><![CDATA[Geralmente se ouve que a fase da adolescência é invariavelmente incontrolável, aborrecida e cheia de guerras. Aparentemente é uma relação só de atritos e sem saídas. A tônica dessa fase é sem dúvida a da rebeldia, da contestação. Mas a partir do momento que entendemos cada faceta dessa contestação, encontramos também uma saída. A contestação [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=artigosdepsicologia.wordpress.com&amp;blog=1635448&amp;post=14&amp;subd=artigosdepsicologia&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Geralmente se ouve que a fase da adolescência é invariavelmente incontrolável, aborrecida e cheia de guerras. Aparentemente é uma relação só de atritos e sem saídas. A tônica dessa fase é sem dúvida a da rebeldia, da contestação. Mas a partir do momento que entendemos cada faceta dessa contestação, encontramos também uma saída. A contestação muitas vezes está embutida numa rebeldia e precisamos entender bem do que isso se trata.<br />
Há duas espécies de rebeldia:</h3>
<p><span id="more-14"></span></p>
<ul>
<li>A <strong>normal </strong> que leva à maturidade, sendo construtiva, que ajuda o adolescente a sair &#8220;da casca do ovo&#8221; e a começar a usar suas próprias asas. Ela força a abertura de comunicação entre pais e filhos, dando-lhes a oportunidade de explorar problemas, entender sentimentos e crescer juntos.</li>
</ul>
<ul>
<li>A <strong> anormal</strong>, geralmente, resulta em desordem e destruição. Fecha as vias de comunicação e em vez de um comportamento ocasional, torna-se estabelecido e específico. É sempre a respeito do carro, namoro, dinheiro, amigos, fé, sexo, música, dança, etc&#8230; Uma guerra fria se estabelece na família e os pais não têm coragem de mencionar essas áreas de conflito. Ela, na verdade, desvia o adolescente da vida, levando-o a algum atalho estreito.</li>
</ul>
<p>Há várias atitudes que os pais podem ter, frente à uma rebeldia normal:</p>
<ol>
<li>Ajudá-lo no amadurecimento, enquanto ele passa pela crise, e não retirá-lo da crise para poupá-lo. A maioria dos adolescentes não cria problemas de família; revela-os.</li>
<li>Uma atitude que proporcione aos filhos segurança com seus pais. O adolescente pode rebelar-se contra as opiniões dos pais, mas nunca deve rebelar-se contra suas atitudes. Como falou um adolescente: &#8220;<em>Eu discordo muito dos meus pais, mas gosto da maneira como eles abordam nossas discordâncias. Eles discordam, mas são coerentes</em>&#8220;.</li>
</ol>
<p>Já é meio caminho andado, concordam?</p>
<p>Uma raiz comum de contestação é o <strong>medo</strong>.</p>
<p>Um psiquiatra disse uma vez: <em>&#8220;Violência é temor exteriorizado. O jovem usa a rebeldia para encobrir seus verdadeiros sentimentos”</em>. Esse medo pode vir de diferentes situações. Uma delas é a pressão de grupos. Muitas vezes o adolescente começa a trazer idéias novas e revolucionárias, não compatíveis com aquela que foi ensinada pelos pais, e eles se perguntam:<em> &#8220;Onde erramos? Por que, depois de tanto ensinamento, essas idéias opostas começam a aparecer? Isso faz sentido?&#8221;</em>.</p>
<p>Devemos lembrar que uma das características da adolescência é a formação de identidade e é necessário que eles busquem alguém ou um grupo para poderem se identificar, construindo essa identidade que vai se formando e se compondo aos poucos. No entanto, neste processo, aparecem elementos diversos e estranhos àqueles que sempre foram ensinados dentro da família e incorporados como verdades absolutas.<br />
O grupo passa a estabelecer determinados padrões que devem ser seguidos e o adolescente, levado pelo que está &#8220;na onda&#8221;, acaba aceitando normas e absolutos que às vezes nem ele mesmo está tão de acordo assim.</p>
<p>Por não querer &#8220;ficar de fora&#8221;, e principalmente por não querer parecer diferente, muitos são forçados a apresentar comportamentos específicos, sendo envolvidos gradativamente, mas de modo profundo.</p>
<p>Em termos de grupo, será que seu filho pensa e age como os outros do grupo?</p>
<p>Ele é assim mesmo ou tem medo de ser rejeitado?</p>
<p>Numa pesquisa entre adolescentes sobre bebida, um deles comentou: &#8220;O grupo todo bebe e a gente não vai ficar de fora&#8230;&#8221;</p>
<p>Se eventualmente ele tem a coragem de se expressar, com certeza vai encontrar alguém dentro do próprio grupo que também pense igual. Muitos pais querem que eles contestem o grupo dizendo: &#8220;Eu não bebo e pronto!&#8221; Isso é uma atitude que nós não podemos exigir ainda. Muitos têm uma personalidade forte e enfrentam o grupo, mas isso não é comum.</p>
<p>Por que isso? Porque essa é uma outra característica da adolescência: é um tempo de formação de identidade. Até mesmo o adulto sofre pressão daquilo que a T.V. impõe, do que a moda impõe, etc&#8230;</p>
<p>Nessa fase, podemos mostrar que ser sincero é uma grande saída e dar o máximo de apoio nesse sentido.</p>
<p>É muito provável que ele encontre uma pessoa como ele, mas que talvez tenha dificuldade de mostrar sua diferença.</p>
<p>O sentimento dos pais é de pânico e ansiedade. A tendência é &#8220;cortar&#8221; o envolvimento com o grupo, querendo preservar assim o contato de tantas influências nocivas. Não podemos obrigá-los a isso, mas podemos questioná-los:</p>
<ul>
<li>&#8220;Será que esse grupo serve para você?&#8221;</li>
<li>&#8220;Um grupo que o obriga a fingir um comportamento, onde você tem medo de ser você mesmo e dizer o que pensa? Onde está a liberdade que vocês tanto falam?&#8221;</li>
</ul>
<p><a href="http://artigosdepsicologia.wordpress.com/category/adolescente/">Outros artigos/post sobre esta fase da adolescência</a> (&lt;=link).</p>
<p>Artigo publicado originalmente no site <a title="PapoNosso" href="http://www.paponosso.com.br" target="_blank">PapoNosso</a> : Nasci para contestar</p>
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