2 a 4 Anos: Medos – Comentários
Recebemos inúmeros comentários sobre a fase de 2 a 4 anos de crianças e procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Esses são aqueles relacionados aos medos.
Socorro! Mãe vs. Trabalho vs. Filhos

Trabalho vs. Filhos
Uma grande diferença de conflitos da geração passada e da atual, é que na anterior, o trabalho não era questionado pelas jovens mães, pois a priori elas já se imaginavam em casa, cuidando dos filhos. A idéia de: “devo trabalhar ou não?” não acontecia.
Atualmente, já está implícito que a mulher termina sua faculdade ou seu curso e que automaticamente irá procurar emprego e prosseguir com ele até o final de sua vida. Imaginar-se sem um trabalho ou emprego e depender do marido para tal, está fora de questão.
O problema e o conflito surge então quando essa mãe decide ter filhos e que, no entanto, a proposta de dedicar-se à educação, sustento emocional, psicológico, construção do caráter, etc … fica delegado ao segundo plano ou delegado às escolas ou creches.
De mãe para filha – Parte 1
Muitas vezes parece que o relacionamento entre mãe e filha é mais fácil do que em outras relações: mesmo sexo, muita proximidade, facetas semelhantes, etc. Logicamente, todo este relacionamento depende muito da idade que a filha está atravessando.
Aqui, no entanto, vamos nos fixar numa determinada faixa de idade: adolescência e mocidade.
É comum pensarmos só na fase que a filha atravessa e esquecermos de pensar na fase da mãe.
O lado da mãe, que trabalha fora, muitas vezes é determinante no relacionamento entre elas, onde a filha vê essa mãe preocupada e talvez numa posição egoísta, pensando unicamente em sua profissão e em sua responsabilidade com esse trabalho, “ignorando” as necessidades e dúvidas da filha.
Como disse certa vez uma adolescente: “Ela está sempre olhando só para o trabalho e não sabe do que eu preciso e nem sabe se preciso!”.
De mãe para filha – Parte 2
Continuação De mãe para filha – Parte 1 …
O crescimento da liberdade pode causar certa rivalidade velada. A filha chega a momento de livre-escolhas, opções variadas tanto nos cursos como quanto a namorados, viagens, lazer, etc … e, justamente nessa fase, a mãe vivencia o inverso da situação. Sua liberdade de escolha já não é tão grande assim, sua permanência no trabalho já se tornou uma necessidade sem escolha e praticamente sem saída, pois para muitas é o meio de sobrevivência e manutenção da casa. Até a frustração de um relacionamento não muito satisfatório no casamento leva a um questionamento dessa falta de liberdade e uma inveja inconsciente.
É, portanto, uma fase que desperta em algumas mães esse tipo de sentimento e até intolerância em relação à filha. O sentimento do abandono e da inutilidade, por si só, promove um distanciamento de ambas as partes.
É uma fase também de projeção… Clique aqui e leia mais…
Frustração
Saber lidar com a frustração é um ponto decisivo para você ser mais ou menos feliz. Saber lidar com as frustações é importante para você, também, saber lidar com as pessoas e isso inclui relacionamento no trabalho, na família, no casamento, etc…
A base desse “lidar com a frustação” começa na infância. Ela pode ser moldada, aprendida, exercitada. A criança que recebe tudo o quer, na hora que quer sem o mínimo de esforço; que tem uma mãe que sempre pensa: “Vou proteger para que ele/ela não sofra” e se antecipa para atender essa criança imediatamente, antes que a criança tente fazer por ela própria, que faz todas as vontades, etc… faz com que essa criança desenvolva uma baixa resistencia à frustração.
Crianças desse tipo, tornam-se adolescentes voluntariosos, rebeldes e, posterormente, adultos infantilizados, com problemas de adaptação em diversas áreas.
Há vários níveis de frustração: Clique aqui e leia mais…
Ciúmes: Irmão maior x Irmão menor
É notório que muitos irmãos são verdadeiros amigos, ao passo que alguns, se não são declarados, são camufladamente “inimigos”, ou pelo menos adversários. O ciúme entre o irmão mais velho e o irmão mais novo pode chegar a extremos. Precisamos estar atentos e tomar cuidado com nossa atitude como pais. A comparação é uma das atitudes que devemos evitar. Portanto, avalie qual tem sido seu comportamento em relação à comparação, e esteja pronto para mudar!
Quando pensamos sobre o comportamento entre irmãos, como: ciúme, inveja, rivalidade, competição, etc. , pensamos sempre como comportamentos anormais e negativos. O ciúme, é visto como algo totalmente condenável e proibido entre irmãos, principalmente, em relação ao irmão mais velho, quando nasce o segundo filho. Clique aqui e leia mais…
Intimidade Sexual no Casamento
Muitas pessoas pensam que basta estarem casadas para que a intimidade sexual seja completa e franca. Depois de alguns meses ou anos de casamento, percebem que não é bem assim. Aquilo que parecia ser fácil e que poderia vir com naturalidade, de repente, estancou e não houve mais progresso.
A espontaneidade de falar sobre determinados pontos dessa intimidade torna-se difícil para alguns casais.
Devemos pensar, no entanto, que da mesma maneira que desenvolvemos uma certa intimidade nas amizades e relacionamentos, também o fazemos na área sexual. Ou seja, a conversa, as confidências e o toque são fundamentais. Mas, uma das maiores dificuldades é a abordagem do assunto. Clique aqui e leia mais…
A Comunicação Não Verbal
A comunicação não verbal, que acompanha o homem desde o seu nascimento, aparece através de gestos, olhares, toques e é tão essencial quanto a verbalização, pois através dela consegue-se transmitir a rejeição, o afeto, a empatia, o descaso e naturalmente o amor. Clique aqui e leia mais…
O Casamento e a Família do Conjuge
Como cada pessoa pode identificar aquilo que é trazido da sua família de origem e que passa a ser integrado à nova relação a dois após o casamento? Quais são as maiores áreas que dificultam e interferem? Que atitudes os casais devem adotar neste momento para salvar o relacionamento conjugal sem que cada um perca a sua individualidade?
Armas de Brinquedo
“Bum… Matei você…”
Só me lembro da cara assustada do meu irmão quando apontei para ele a arma carregada de meu pai. Militar como era, não tinha só uma, mas várias armas e as guardava na parte de cima do armário. Não era difícil alcançá-las com a ajuda de uma cadeira. Eu deveria ter uns cinco anos, mas. nunca me esqueci disso. Aliás, nem meu irmão.
Naquela época os filmes de cowboy eram muito comuns na TV e, portanto, na minha cabeça de criança era muito fácil manusear uma arma. O mais interessante ainda é que na cabeça infantil, a conseqüência é muito diferente da realidade. Clique aqui e leia mais…


