Frustração

Lidando com as frustações

Lidando com as frustrações

Saber lidar com a frustração é um ponto decisivo para você ser mais ou menos feliz.

Saber lidar com as frustrações é importante para você, também, saber lidar com as pessoas e isso inclui relacionamento no trabalho, na família, no casamento, etc…

A base desse “lidar com a frustração  começa na infância. Ela pode ser moldada, aprendida, exercitada. A criança que recebe tudo o quer, na hora que quer sem o mínimo de esforço; que tem uma mãe que sempre pensa: “Vou proteger para que ele/ela não sofra” e se antecipa para atender essa criança imediatamente, antes que a criança tente fazer por ela própria, que faz todas as vontades, etc… faz com que essa criança desenvolva uma baixa resistência à frustração.
Crianças desse tipo, tornam-se  adolescentes voluntariosos, rebeldes e, posteriormente,  adultos infantilizados, com problemas de adaptação em diversas áreas.
Há vários níveis de frustração:

  • Com aquilo que você pode mudar, como um trabalho, um curso ou um namorado(a). Caso você tenha um nível de frustração saudável, você já sabe que vai encontrar e esbarrar em situações que não gosta, mas nem por isso vai desistir. Muitas vezes, o trabalho não é exatamente o que se esperava, mas é preciso continuar nele até que apareça outro.
  • Com aquilo que você não pode mudar, mas precisa conviver.
    Esse é o nível mais profundo: o da impossibilidade. Por ex.: o pai ou mãe que se teve, abuso na infância, etc… Situações impossíveis de serem mudadas, porque fazem parte do passado da pessoa.
    Nesse caso, há perguntas que nunca ajudam. Por que eu tive um pai assim? Ou, se eu não tivesse tido uma família assim? Ou, como isso foi acontecer? Portanto: Por que? Se? Como? São perguntas que não modificam seu passado  e paralisam o indivíduo naquele passado.
    No entanto, perguntar: ”O que eu faço com tudo isso agora?” Trocando o “Por que?” o “Como?” por “a partir de agora”. Isso possibilita uma mudança para o presente fazendo o resgate da pessoa de seu passado. Permanecer em algum ponto do passado, é adoecedor e angustiante.
    Outro ponto esclarecedor: é saber que o IDEAL nem sempre é o REAL. Talvez o real tivesse ter tido uma família equilibrada, saudável, etc… , mas o real é que, quem sabe, essa família foi muito desestruturada.
    Outra coisa ajuda, é perceber que dentro de determinada situação a pessoa deve conviver com aquilo da melhor maneira possível e começar a identificar onde estão as situações que a ajudarão a faze-lo. Portanto, “conviver com isso da melhor maneira possível” é outro gancho que ajuda a caminhar para frente e não ficar preso ao passado, paralisado.
    Outra providência: trocar o “Por que?” pelo “para que?”.
    Situações mudam quando você troca a frase, como por ex.: Por que eu tive um pai alcoólatra que era tão agressivo com minha família? Para que eu tive um pai…
    Suas respostas serão inúmeras e sempre voltadas para um caminhar à frente. Talvez, para você perceber que o excesso de bebida poderá destruir uma família inteira ou que você precisará observar seu comportamento frente à bebida, etc…
  • O nível limiar e tênue tão difícil  de lidar como o acima, pois trata-se da frustração vs. acomodação. A pessoa pode permanecer num trabalho  com todas as dificuldades, reconhecendo que decididamente não gosta e não aventura-se em mudar, pois “afinal, todos os trabalhos são assim mesmo”. Existe uma linha muito tênue entre acomodação e a alta resistência à frustração.
    Uma resistência à frustração pode ser muito bom mas uma acomodação de nível muito alta, pode não ser muito saudável.
    Exemplo desse tipo, são pessoas que abrem mão do que queriam, de fato, para ficarem com algo que “não era exatamente o que queriam, mas que serve de qualquer maneira”.
    Talvez, a roupa que gostou não é a do seu tamanho, mas como não tinha… você leva um número acima.
    Pensar no seu “alvo” poderá ajudar nessa situação. Caso seu alvo esteja muito distante daquilo que você está vivendo e você insiste em permanecer nesta condição atual, talvez você esteja na “acomodação”. Na acomodação o indivíduo pode movimentar-se, ainda que seja pouco, mas não se movimenta. A pergunta é: Se você fizer alguma coisa, você se aproxima do seu alvo?

A resistência à frustração ajuda em situações onde a pessoa “por enquanto” não pode sair dela, enquanto caminha para o alvo.
Onde você se encaixa?

9 opiniões sobre “Frustração

  1. 23/03/2009 Comentário recebido:
    Preciso encontrar o meu alvo. Sou uma pessoa q trabalhei desde os 18 anos e fui independente “tinha sempre o meu salário”, mas morava com os meus pais. Agora moro em outra cidade,casei, tenho uma filha de 2 anos e não trabalho desde que ela nasceu isso está me dando uma angústia, me sinto inútil em depender de marido. Estou só estudando no 8º período de adm. com ênfase em marketing mas me sinto perdida. Aguardo uma orientação.

    Marilena responde:
    Seu alvo mais importante na vida, será criar essa filha para que ela se torne um adulto seguro, feliz, com a autoestima valorizada e sem se sentir abandonada. A segurança de sua filha está EM você. Daqui há alguns anos, ela não precisará mais de você e você poderá se dedicar com tempo de sobra a qualquer coisa que queira.
    Infelizmente, o que se vê hoje em dia, é uma formatação de hábitos e costumes, empurrando as pessoas a serem todas de uma só determinada maneira, como por ex: na educação de filhos, no trabalhar fora, etc…
    Você já está dividindo bem seu tempo entre o estudo e sua filha. Quando diz: “só estou estudando”, vejo que você considera o estudo como uma pequena parcela de sua vida e talvez insignificante. Saiba que você já está fazendo o suficiente e mais do que isto, será apenas um preenchimento superficial para “tapar” sua expectativa de valorização.
    Muitas mães só se sentem valorizadas com triplas jornadas e desprezam o fato de estarem somente em casa cuidando dos filhos como se isso fosse insignificante. E esse é um grande erro, pois mães cuidam e FORMAM pessoas. E isso exige uma tremenda responsabilidade, pois o retorno virá sem dúvida.
    Criar filhos na escola, com babás, empregadas só vendo esses filhos 3 horas por dia, não é muita dedicação, não acha? E o que se vê, são adolescentes, frutos dessa “criação” que hoje são afastados dos pais, isolados, pouco comunicativos e mal falam o que se passa na vida deles com esses pais.
    Ter filhos próximos, significa empreendimento, investimento e sacrifício (coisa que se vê muito pouco hoje em dia).
    O que você gostaria de receber se tivesse 2 anos? Atenção superficial ou total de sua mãe? Qual seria sua escolha?
    Coloque-se no lugar dela e você mesma verá a importância que você tem, ocupando um lugar que NINGUÉM poderá ocupar. Você é única nesse processo e ela precisa de você, especialmente, nessa idade, que é a idade da formação da personalidade (que se forma até os 3 anos). Só você poderá investir na formação dessa vida.
    Se puder leia:
    Mentes Formatas e Socorro: Mãe x Trabalho x Filhos

  2. Nossa! que site maravilhoso. Que bom essas respostas que todos os pais deveriam ler.
    Bem, aproveitando a oportunidade gostaria de saber se vc pode me responder a seguinte questão: eu e minha irmã engravidamos na mesma época, e desde que os nossos bb nasceram (são dois meninos que já estão co 2 anos e 8 meses) sempre gostamos de fazer programas juntas (nós duas e os meninos) bem, o meu bb começou a falar bem cedo, la pelos 1 ano e 2 menes e o bb dela até hoje não fala nenhuma palavra. os dois são sapequinha e arteiros, mas todos veem a diferença intelectual dos dois. ela anda muito deprimidacom tudo isso( está até tomando antidepressivo). fico triste por ela. os dois bb estudam na mesma escolinha, na mesma salinha, mas o meu filho interage com as outras crianças, brinca com os amiguinho e tudo o mais. mas meu sobrimnho só goata de brincar sozinho, gosta que lhe deem tudo pronto, na mão, parece não que não quer ser independente. em materia de raciocinio, como riscar os papeis, rasgar revistas, escorregar, subir sozinho nas esgadas e brinquedos do parquinho eles estão iguais. mas quando recebe uma ordem simples como: pegue esse livro pra tia , ele finge não escutar, prece que não entende o que estmos falando; e se forcá-lo a fazer ele chora muito. eles tem uma porção de carrinhos de brinquedo e o meu filho brinca com o carrinho empurando sobre a superficie e fazendo o barulho do carro com a boca. já meu sobrinho adora pegar os carrinhos, mas fica só analizando, rodando as rodinhas com os dedos, olhando cada parafuso do brinquedo. ele estava com um tique de toda vez em que estava muito feliz ficar sacudindo a mão bem rapido e fechando o olho; minha irmã toda vez o repreendia e falava para não fazer aquilo, que era feio.. agora ele parou e inventou de ficar mechendo a cabeça dum lado para o outro. bem , eu não acho que ele tenha algum problema e sim que foi mimado demais, sempre tendo tudo na mão e tratado sempre como bbzinho pelos pais.
    já falei isso a minha irmã e agora ela esta agindo diferente com ele e esta vendo resultado…. ele agora adora que ela folheie os livros infantins mostrando os desenho e comentando cada figura (´quando ela começou a ler as histtórinha ele fechava os olho e se ela insistisse ele chorava e agora ele gosta) . bom, gostaria de um conselho para eu dar a ela, para confortá-la e deixar que ele se desenvolva no ritimo dele que é difente do meu filho. já falei que cada criança tem seu tempo de aprender e que ele vai desenvolver aos poucos, mas não sei o que diser a ela quanto as diferenças dos dois, e porque ele haje assim, uma vez que eles (as crianças )tiveram a mesma criação até agora. Se vc puder me ajudar com essas resposta eu ficarei muito grata. Desde já, muito obrigada e parabéns pelo site, é uma iniciativa muito nobre.

    Observação: a resposta dada diretamente foi rejeitada por erro no endereço de e-mail. Por isto, estamos publicando diretamente aqui.

  3. Marilena responde:
    O desenvolvimento entre crianças é sempre diferente. Além, das próprias crianças, serem diferentes recebem estímulos e criação, também, diferentes.

    Como você mesma viu, crianças que são tratadas como bebês por muito tempo, permanecem nessa fase, também, por mais tempo, mas isso não significa que elas não evoluam à seu tempo.

    O fato de balançar os braços,etc, demonstrando alegria não deve ser reprimido, pois a criança, simplesmente, irá substituir esse comportamento por outro, exatamente como fez ele. Assim como os tiques também; se forem reprimidos, simplesmente serão substituídos por outros.
    A questão é saber AS CAUSAS dos tiques.

    No entanto, balançar os braços, fechar os olhos, etc… não se tratam de tiques e, portanto, não deve ser reprimido.

    Como a socialização só começa a se desenvolver A PARTIR dos 2 anos, ele ainda está na fase de iniciar essa socialização, mas, também, à seu tempo, sem pressa. Isso acontecerá, normalmente, com o convívio na sala de aula com outras crianças.
    O interesse, no entanto, que ele tem pelas coisas é saudável, em relação, aos carrinhos, por exemplo. Ele se interessa e tem curiosidade muito maior pelo funcionamento desse brinquedo, do que propriamente pela função do mesmo.
    Isso é muito interessante, pois já demontra uma inteligência peculiar interessando-se exatamente pelo oposto do que normalmente as outras crianças se interessam.

    É bom lembrar que crianças até os 3 anos já têm sua personalidade formada e, portanto, algumas já nessa idade, demonstram ser extrovertidas ou mais introspectivas. Talvez ele seja assim e isso também é natural pois adultos variam, também, quanto a esse perfil; alguns mais sociáveis, outros menos e assim por diante.

    O que você relata é normal e cabe apenas continuar observando e fazendo a pequena correção de deixá-lo mais à vontade na demonstração de alegria e entusiasmo que ele apresenta.

  4. (Estamos publicando diretamente aqui, pois a resposta dada por e-mail retornou por erro no endereçamento)

    Tenho um bebê de dois anos e oito meses que ainda não fala, demonstra o que quer com choro, não aceita largar as fraldas e parece não entender o que eu falo… Ele fica desde um mês na creche onde eu trabalho… eu estou sempre a seu lado… até os nove meses de vida ele era normal e interagia com adultos e crianças. Com dez meses ele foi internado com vômito e diarréia e ficou no hospital por cinco dias… nunca mais voltou ser o bebê que era; sorridente e confiante… Hoje ele está com quase três ano e não aceita que outras crianças brinquem com ele: morde, bate, não aceita ordens, parece que não me escuta, chora quando é forçado a executar alguma tarefa que foge ao seu cotidiano, etc… Eu e meu esposo não temos muito contato social – nunca o levamos a casa de parentes ou amigos; sempre o tratamos como um bebê. Por exemplo, na escolinha onde ele fica, sempre auxiliamos as tias a perguntar e dar o que ele precisa; pois ele não sabe falar… Estou muito triste pois sei que existe algum retardo na aprendizagem dele; quero poder ajudá-lo… Será porque ele ficou diferente depois da internação? Ele sorria e parecia sempre feliz… Agora parece que vive triste e não sorri, não gosta de outras criança e parece imaturo d + para idade dele… Me auxilie, por favor… Ele ou eu precisa de ajuda… O que eu faço para que ele volte a ser normal (ele entende aos comandos; mas não executa) O que eu faço? Será que minha distância (fiquei muito deprimida, nunca conversei com ele durante a gravidez, os primeiro meses, o primeiro ano de vida, etc… Ele ficava só vendo Xuxa (dvd) no cercado, sem poder sair; não conhece avô e avó, tio e tia, etc… Apesar de tudo, sei que ele entende o que eu falo, mas chora muito quando é contrariado; peço para ele desligar a tv, ou apagar a luz, ou calçar o chinelo,etc; ele nem me olha e parece que não ouviu nem entendeu, mas se eu pego na mãozinha dele e coloco em frente do que é para ser feito e falo bravo novamente a ordem dizendo que se ele não o fizer vamos ficar ali até ele fazer; ele chora tão sentido, mas faz rapidinho, então eu sei que ele entende as coisas; de uns dias para cá ele começou a se soltar mais porque eu estou deixando ele mais a vontade na escolinha… não fico toda hora em cima dele, oferecendo comida, água, ou com medo que ele se machuque no parquinho e na piscina; parece que ele está mais feliz e sorridente…. Enfim, gostaria de saber se ele ficou tão mudado porque sofreu essa internação no primeiro ano de vida (traumatizado) ou porque o poupamos dos “perigos” demasiadamente devido a internação? Ajude-me, pelo amor de DEUS … Quero meu filhinho normal de volta… Eu estou agindo certo?

  5. Marilena responde:
    Algumas situações, de fato, atrapalharam o desenvolvimento emocional de seu filho.
    Uma delas foi a falta de contato mais íntimo com você, nas brincadeiras por exemplo, quando ele era mais novinho.
    Ficar o tempo todo vendo TV preso no cercado não é a melhor opção, pois isso restringe demais a criança que precisa de interagir com o meio ambiente, com as coisas, pegar coisas diferentes, etc…. a observação somente da TV atrasa essa possibilidade de um desenvolvimento inclusive motor por parte da criança.

    Outro ponto, é a permanência na creche desde muito cedo. Já se sabe que quanto mais a criança puder ficar com a mãe logo no inicio, melhor,

    Outro ponto, ainda, é a super proteção, que também interfere no desenvolvimento. Afinal, se você faz tudo por ele e adianta-se, não há motivo para ele se esforçar para conseguir o que quer.

    Como você disse que está deixando-o mais à vontade na escola, isso então só pode contribuir para que ele recupere, pois crianças têm uma capacidade de recuperação muito grande dessa lacuna.

    Quanto à internação, crianças reagem de maneiras diferentes e talvez ele tenha sentido isso, mas de novo, não significa que isso tenha marcado a vida dele e que ele não volte mais a se sentir seguro e feliz.

    Fique com ele sempre que puder, para restaurar o isolamento que ele ficou (fora de casa e das coisas dele), mas isso não significa que você tenha se super protegê-lo.

    Continue deixando-o à vontade na escola para que ele possa se desenvolver mais tranquilamente.

  6. Obs.: Publicamos diretamente aqui, pois a resposta enviada por e-mail retornou por erro no endereço.
    vivo uma situação muito parecida com esse depoimento acima. meu filho tem 4 anos e até hoje nãodesenvolveu a fala. ele está fazendo acompanhamento com psicologo, fono e musicoterapeuta. desde 2 aninhos eu e meuesposo cogitamos que ele pudesse ser autista, mas nenhum médico deu um diagnóstico. a pediatra que o acompanhou desde o nascimento sempre dizia que ele não tinha nada, pois ele olha bem nos olhos, sorri para gente e interge quando quer. ele não tem nenhum esteriótipo autista; já teve, mas por curto tempo e parou rapidadente ( sacudia a mão quando estava feliz e levava as coisas na boca). quando ele que, esta disposto ele aprende tudo o que ensinamos( jogos de computador, quebra cabeça, selecionar cores e formas geométricas, cobrir linhas pontilhadas, etc.), mas mesmo assim não fala uma palavra. o psicologo que está acompanhando parece não compreender o que ele tem; diz que ele tem consentração e por enquando suspeita de transtorno do desenvolvimento global; a fono diz que nunca conheceu uma caso como ele, que ele é um mistério…parece que ele entende tudo e guarda só pra ele; como uma pirraça, sabe…
    eu fico tão pra baixo, pois queria saber o que ele tem…. as vezes perco a paciencia com ele, e brigo, pego o chinelo, ai ele é muito esperto nessa hora, morre de medo de apanhar e executa rapidinho o que foi solicitado…fico com medo de estar forçando-o demais, de realmente ele não estar entendendo….mas se eu não forçá-lo ele simplismente se recusa a aprender coisas novas…ele é muito manhoso e sabe manipular as pessoas. quando derruba algo, faz alguma coisa que sabe que não pode, ele se esconde, ou corre para o colo do pai…. nossa, eu queria muito que ele desenvolvesse a fala, pois sinto que a unica coisa que atrapalha seu desenvolvimento é isso. ele tem uma capacidade muito grande de aprender, mas sem vocabulario acaba ficando dificil..ele ja falou varias palavras, mas parou ( papai, mamae, agua, au-au, pé, etc)

  7. Marilena responde:
    Não sei onde você mora, mas se for em São Paulo, conheço uma excelente profissional que cuida de casos semelhantes a este seu. Caso interesse, entre em contato de novo.

  8. 19/01/2012 Comentário recebido
    Tenho 23 anos e não fiz curso superior, ainda. Meus pais querem q eu estude pra concursos e não posso pagar uma faculdade particular. Sinto que preciso de um alvo, mas nada me motiva de verdade. Não sei se não quero as coisas ou se sou apenas preguiçosa. Afinal pq só pra mim é tão dificil conseguir algo? Seja faculdade ou emprego ou concurso.

    Marilena responde:
    É importante que escolha exatamente no que pretende trabalhar ou ficará frustrada mesmo que passe em algum concurso depois.

    Informe-se sobre os diversos trabalhos ou onde você se sentiria confortável trabalhando.
    Converse com diferentes pessoas de diferentes áreas para que você possa começar a investigar as diversas áreas de trabalho.
    Muita coisa começa por pesquisa, conversa e investigação.

    Se você mora numa cidade grande onde exista faculdade de Psicologia, saiba que, em muitas o atendimento é praticamente gratuito, bastando apenas você se inscrever e esperar ser chamada.

    A terapia pode ajudar você a se definir profissionalmente.
    Verifique essa possibilidade.

  9. Acabo de ler este post e todos os comentarios e respostas e estou A-DO-RAN-DO este blog!!! Quero agradecer de coracao a Marilena pela iniciativa, esta me ajudando muito, pois vivo num pais onde os costumes sao muito diferentes sem contar que o idioma tb e um grande impecilio…mas as dicas desse blog tem me ajudado muito…Obrigado!! Continuarei acompanhando e recomendando este blog!! Abracos!!!

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