Depressão

Depressão não é falta de “força de vontade”. Não é preguiça. Não é “frescura” e nem medo de enfrentar a vida.

Depressão é sério e precisa ser visto com a seriedade e urgência que merece.

Geralmente, pessoas ao perceberem que vivem esse processo, muitas vezes insistem em “vencer” esse quadro sozinhas e sem ajuda. Os familiares podem não entender esse quadro como algo sério e dificultam ou mesmo ignoram a necessidade de uma ajuda urgente, imaginando que trata-se de uma fase que a pessoa irá superar tudo isso, com o tempo.

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Lidando com Adolescentes

Os conflitos, geralmente, surgem pelo fato desse filho crescer e os pais continuarem a lidar da mesma forma como se esse filho ainda tivesse seus 8 anos de idade.
Perceber e começar a construir uma nova maneira de interagir com o filho é fundamental para que o relacionamento fique menos turbulento.

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Sobre a “Manifestação Artística” no MAM

A manifestação artística pode acontecer de diferentes formas, em diferentes lugares e momentos, mas direcionada a determinado público, assim como também são feitos os diferentes gêneros de filmes, destinados a determinadas faixas etárias.

Lamentável, no entanto, o que foi feito no MAM, onde se discute, infelizmente, somente a liberdade de expressão, que naturalmente pode ocorrer de qualquer modo, mas não a quem é dirigida; o que é fundamental!

Lamentável aqueles que apoiam a permanência de crianças no local e sua exploração, desconhecendo totalmente o processo de desenvolvimento emocional infantil, onde exposições dessa forma desprotegem a criança deixando-a à mercê de imaginar que o toque pode ser feito a qualquer um de modo “natural” ; como era o proposto nessa exposição, fazendo assim com que essa criança, eventualmente, possa se permitir ser também tocada por qualquer pessoa, imaginando ser isso absolutamente natural.

O mesmo ocorreu com a exposição do Santander, onde é válida a arte, mas sempre levando em consideração A QUEM é dirigida (com limite de idade). Assim como não levamos uma criança a um filme de terror, o mesmo deve acontecer com exposições desse tipo.

Depois de tantos estudos, tanto conhecimento, tanta pesquisa e tantos fundamentos e esclarecimentos sobre a construção da mente infantil e seu desenvolvimento emocional, encontramos  ainda barbáries e pessoas ainda com total incapacidade e falta de maturidade e lucidez, expondo e desprotegendo essas crianças.

Lamentável o ocorrido, lamentável a falta de percepção do que é adequado ou nocivo para o emocional infantil, e lamentável ainda  a defesa insana de determinados órgãos e pessoas que insistem em ver alguma “sanidade” nessa “manifestação artística”.

Links que merecem ser visitados, sobre o tema:

AMB Alerta sobre La Bête, encenada no MAM

Arte, nudez e um debate distorcido

Exposição à nudez afeta o desenvolvimento emocional das crianças

E tudo mais que possa ser dito a esse respeito, aqui se esgota e aqui se conclui.

Observação: As  publicidades, propagandas ou links que aparecem ao final de cada post, neste Blog, NÃO SÃO indicações, nem sugestões e nem têm relação ao Blog.

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Esquizofrenia

A esquizofrenia é uma doença que atinge mais ou menos 60 milhões de pessoas e até hoje não sabemos totalmente suas causas.

Sabemos, no entanto, que ela não tem cura e que há uma predisposição genética para seu desenvolvimento ou aparecimento. Por outro lado, verificamos que há famílias onde há uma pessoa com essa doença e um filho, por exemplo, que não desenvolve a doença.

Ou seja, não podemos afirmar que dentro de uma família onde há alguém esquizofrênico, que necessariamente alguma outra pessoa da mesma família também será esquizofrênica. Continuar lendo

Culpa

A culpa tem diversas roupagens e diversas facetas.

Existe a culpa do presente; a culpa da mãe que trabalha e não fica muito tempo com os filhos.

Mas, existe a culpa do passado. A culpa por alguma coisa que você fez e que não se perdoa. Esta é uma das situações mais difíceis de se lidar, pois ela também pode trazer, além do adoecimento emocional, o adoecimento físico.

Quando o indivíduo começa a falar sobre essa culpa passada, ele “murcha”, perde o viço, se abate e se curva, porque a culpa pesa, se transformando num fardo.

O mais importante além da culpa em si, é como lidar com ela dali em diante.

A culpa do passado é trágica porque é impossível mudá-la e, provavelmente, trouxe consequências para outras pessoas e mesmo para você. Coisas que você, também, não pode apagar.

Dois questionamentos sempre aparecem, neste momento: SE… e POR QUE…?

“- E se eu não tivesse feito isso? – Por que eu fiz isso?”

O indivíduo abastece seu emocional com essas duas indagações, que não vão resolver o passado e não irão mudar o já feito e, além disso, irão aprisioná-lo ao passado. Emocionalmente, você irá ficar paralisado, lá atrás, no passado.

Na contramão do SE e do POR QUE, existe o APESAR DE.

É esta ponderação que poderá resgatar o indivíduo do passado, fazendo com que ele caminhe para o futuro.

“Apesar de tudo feito foi possível caminhar até aqui, foi possível construir algo diferente, ou mesmo, foi possível construir algo. É o APESAR que ajudará olhar adiante.

Não se trata de uma palavra mágica que mudará rapidamente sua vida, mas vem como auxílio, numa tentativa de evitar o adoecimento físico e emocional. É a tentativa de resgate que possibilita o emocional se refazer, se recuperar, se “medicar” e se reestruturar a partir daí.

Avalie tudo isso!

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BBB: A Fofoca Globalizada

Fofoca

A fofoca eletrônica incorporou-se no nosso cotidiano sorrateira e sutilmente. Aliás, como tudo.

Voltemos ao “século passado”: cidade pequena, sem TV, sem o afã da mulher no trabalho/fora de casa, sem grades nas varandas e sem edifícios gradeados, calçadas sem carros, poucas bicicletas, charretes, etc… Durante o dia ou à noite, havia sempre aquele intervalo do “nada pra fazer” e uma fugidinha à janela para ver o povo passar. Continuar lendo