Culpa

A culpa tem diversas roupagens e diversas facetas.

Existe a culpa do presente; a culpa da mãe que trabalha e não fica muito tempo com os filhos.

Mas, existe a culpa do passado. A culpa por alguma coisa que você fez e que não se perdoa. Esta é uma das situações mais difíceis de se lidar, pois ela também pode trazer, além do adoecimento emocional, o adoecimento físico.

Quando o indivíduo começa a falar sobre essa culpa passada, ele “murcha”, perde o viço, se abate e se curva, porque a culpa pesa, se transformando num fardo.

O mais importante além da culpa em si, é como lidar com ela dali em diante.

A culpa do passado é trágica porque é impossível mudá-la e, provavelmente, trouxe consequências para outras pessoas e mesmo para você. Coisas que você, também, não pode apagar.

Dois questionamentos sempre aparecem, neste momento: SE… e POR QUE…?

“- E se eu não tivesse feito isso? – Por que eu fiz isso?”

O indivíduo abastece seu emocional com essas duas indagações, que não vão resolver o passado e não irão mudar o já feito e, além disso, irão aprisioná-lo ao passado. Emocionalmente, você irá ficar paralisado, lá atrás, no passado.

Na contramão do SE e do POR QUE, existe o APESAR DE.

É esta ponderação que poderá resgatar o indivíduo do passado, fazendo com que ele caminhe para o futuro.

“Apesar de tudo feito foi possível caminhar até aqui, foi possível construir algo diferente, ou mesmo, foi possível construir algo. É o APESAR que ajudará olhar adiante.

Não se trata de uma palavra mágica que mudará rapidamente sua vida, mas vem como auxílio, numa tentativa de evitar o adoecimento físico e emocional. É a tentativa de resgate que possibilita o emocional se refazer, se recuperar, se “medicar” e se reestruturar a partir daí.

Avalie tudo isso!

 

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BBB: A Fofoca Globalizada

Fofoca

A fofoca eletrônica incorporou-se no nosso cotidiano sorrateira e sutilmente. Aliás, como tudo.

Voltemos ao “século passado”: cidade pequena, sem TV, sem o afã da mulher no trabalho/fora de casa, sem grades nas varandas e sem edifícios gradeados, calçadas sem carros, poucas bicicletas, charretes, etc… Durante o dia ou à noite, havia sempre aquele intervalo do “nada pra fazer” e uma fugidinha à janela para ver o povo passar. Continuar lendo

Fortalecendo os Vínculos (Adolescentes) – Questionário

 Analise cada resposta sua e veja onde você pode melhorar….

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Choque de gerações

  1. Você sabe onde seus filhos estão e o que eles fazem depois que terminam as aulas? Se não, por que?
  2. Você conhece os amigos de seus filhos?
  3. Você está pronto a ouvir o que seu filho tem a dizer e a ajudá-lo ou ele prefere recorrer a algum tio ou primo mais velho?
  4. Existe alguma atividade que você faz com ele durante a semana ou fim de semana
  5. Você está sempre disposto a levar seu filho em alguma atividade ou programa que ele queira ir ou sempre dá um jeito de “tirar o corpo fora”?
  6. Vocês costuma gastar tempo conversando?
  7. Existe algum tipo de música, leitura, hobby ou atividade que vocês tenham em comum?
  8. Você costuma criticar as preferências de seu filho em relação à música, roupas, tipo de filmes, leitura, locais que frequenta, etc.?
  9. Suas opiniões são acatadas ou simplesmente ouvidas por mera educação?
  10. Seu filho gosta de sair com você ou foge sempre que você faz um convite?

 Autoridade

  1. Seus filhos tem medo de você?
  2. O que pode acontecer se você for severo demais com seu filho/filha?
  3. A correção sempre deve ser a mesma para todas as ofensas?
  4. Você demonstra amor e afeto para com seu filho quando o disciplina?
  5. Seu filho costuma ver você confessando seus erros e pedindo perdão quando você está errado?

Rebeldia

 

  1. Você costuma usar algum tipo de disciplina em relação a seu filho?
  2. Que tipo de disciplina você costuma usar?
  3. Como você exerce sua autoridade em família?
  4. Você costuma exercer essa autoridade com exagero e percebe quando passa dos limites?

 Autoestima

  1. Você costuma criticar seu filho em relação a atitudes e características físicas com frequência?
  2. Costuma incentivar seu filho em relação ao desempenho escolar, esportes e demais atividades?
  3. No dia a dia, o que você usa com mais frequência? Críticas ou elogios?
  4. Você costuma comparar frequentemente seu filho com os irmãos ou amigos tentando com isso levá-lo a melhorar? Como ele se sente em relação a isso?  Essas comparações surgem efeito?

 

Pressão de grupos

  1. O grupo de amigos dele tem mais influência do que você no comportamento dele?
  2. Se as opiniões dos amigos são totalmente contrárias às suas, existe espaço para uma conversa?
  3. Existe acesso fácil a ele ou você percebe que ele está se distanciando cada vez mais?
  4. Existe a percepção de estar perdendo seu filho para o grupo de amigos?

 

 Analise cada resposta sua e veja onde você pode melhorar….

Ciladas

Um caso difícil: uma pessoa casada com alcoólatra ou com marido agressor, vivendo vários anos cuidando e tentando minimizar as sequelas dessa condição, consegue desvencilhar-se desse parceiro, pondo fim a essa relação.

Solução que, muitas vezes, trata-se de um escape à sobrevivência dessa pessoa que se encontra no extremo da exaustão emocional.

Passam-se os anos e esta mesma pessoa encontra outro parceiro que por “coincidência” apresenta o mesmo quadro de alcoolismo ou o mesmo caráter agressivo. Continuar lendo

2 a 4 Anos: Preferência por um dos pais

Recebemos inúmeras perguntas sobre a (veja link =>) fase de 2 a 4 anos de crianças e procuramos organizá-los para facilitar a consulta para quem possa se interessar. Essas são aquelas perguntas relacionadas à preferência da criança por um dos pais.
Geralmente, esta preferência é pela mãe. Neste caso, o pai se sente rejeitado, mas deve entender que é uma fase, que passa.

Nos anos 90, um programa de televisão explorou este fato, a “Família Dinossauro” (link : Clip no Youtube).

Para mais informações sobre esta fase etária, veja os links a seguir:

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Comportamento entre Irmãos

Quando pensamos sobre o comportamento entre irmãos, coisas como ciúme, inveja, rivalidade, competição, etc., pensamos sempre como comportamentos anormais e negativos. O ciúme é visto como algo totalmente condenável e proibido entre irmãos, principalmente, em relação ao irmão mais velho, quando nasce o segundo filho.
Muitos pais chegam mesmo a dizer ao filho, que o ciúme é feio, que não deve nunca existir em relação ao irmãozinho e que esse veio para brincar com ele, ser seu amigo e companheiro nas brincadeiras. Isso é verdade, mas existe também uma outra verdade que nunca dizemos, mas sabemos. Esse irmão veio para dividir com ele o amor da mãe, do pai, dividir a casa, às vezes o quarto, os brinquedos, a atenção dos parentes, etc.

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O Ser Humano Adoecido

Elo Fraco

Elo Fraco

Muitas são as perguntas sobre a causa de crianças e adolescentes que apresentam doenças “de adultos”.

O que acontece com eles, atualmente, que antes, não acontecia?
Nas décadas de 50, 60 e 70 as crianças eram ainda “crianças” com brincadeiras de crianças, cercadas por familiares e, principalmente, pelas mães que as mandavam para a escola somente aos 6 ou até 7 anos de idade. A diversão era na rua (na época, segura) ou mesmo dentro de casa. O apoio dos pais (onde a permanência mais duradoura dos casamentos existia) dava a essas crianças o suporte necessário para que crescessem sentindo-se seguras e amparadas.

As mudanças, já as conhecemos bem:

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